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| Foto/Autor | Título do Tópico | Descrição | Tags | comunidade | Horário | Comentários |
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João Malerba |
Seminário sobre Políticas de Abrigamento | A Superintendência de Direitos da Mulher da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher e a Comissão Especial de... ver mais A Superintendência de Direitos da Mulher da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher e a Comissão Especial de Segurança da Mulher CONVIDAM para o Seminário sobre Políticas de Abrigamento no dia 21 de julho das 9h às 17h. Local: Sede da SUDIM/CEDIM: Rua Camerino, 51- Centro Confirme sua participação pelo telefone: (021) 2334 - 9508... << | seminário mulher gênero políticas abrigamento | Rede de Mulheres da AMARC Brasil | 14/07/2010 12:30 | 0 |
Comunicação Comunitária |
Oficina de Micropolíticas: laranja x Sukita | Participantes da Oficina de Micropolíticas do Projeto Comunicação Comunitária comparam a comunicação livre com a laranja, e a comunicação liberal com o refrigerante Sukita. Enquanto a laranja está... ver mais Participantes da Oficina de Micropolíticas do Projeto Comunicação Comunitária comparam a comunicação livre com a laranja, e a comunicação liberal com o refrigerante Sukita. Enquanto a laranja está disponível para todos e todas, o refrigerante é bem menos acessível devido ao preço. A laranja também se propaga pela ação cotidiana dos pássaros que espalham a semente. A atividade aconteceu hoje, dia 29 de janeiro, na Universidade Federal do Pará no Fórum Social Mundial. Os participantes assistiram a trecho do vídeo "Brad Will - uma noite mais nas barricadas" (produzido pelo Centro de Mídia Independente) e debateram o papel do comunicador nos movimentos sociais. Depois, analisaram a comunicação livre e as alternativas de mídia para a ação comunicativa rotineira. Ao final, os participantes ouviram conceitos relativos à micropolítica de comunicação e elaboraram, em grupos, suas definições. A oficina foi promovida pela rádio Ralacoco e projetos de extensão da UnB Comunciação Comunitária e SOS Imprensa. ... << | fsm comunicação oficina | Fórum Social Mundial 2009 | 29/01/2009 15:37 | 0 |
Clara Araújo |
Mulheres sofrem preconceito na política | http://www1.folha.uol.com.br/... Li essa matéria no Folha online e achei bem interessante. Nela, a professora Fabrícia Pimenta, mestre em Ciência Política pela UnB... ver mais http://www1.folha.uol.com.br/... Li essa matéria no Folha online e achei bem interessante. Nela, a professora Fabrícia Pimenta, mestre em Ciência Política pela UnB (Universidade de Brasília) e doutoranda em História na linha de pesquisa "Estudos Feministas e de Gênero", diz que as mulheres ainda são minoria e sofrem preconceito no campo da política. Bom para ler e refletir! Abraços!... << | preconceito política mulheres gênero | Questão de gênero | 11/09/2008 10:53 | 0 |
Lielle Serafim |
Lula quer comunicações na agenda política do país | O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, abriu a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (1ª Confecom), na noite desta segunda-feira, dia 14, em Brasília, conclamando que a comunicação... ver mais O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, abriu a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (1ª Confecom), na noite desta segunda-feira, dia 14, em Brasília, conclamando que a comunicação social volte a ser incluída na agenda política do país, e que os candidatos a todos os cargos públicos, “principalmente à Presidência da República”, sejam cobrados a se pronunciar sobre o tema para expor suas convicções e ideias. Segundo o presidente, o Brasil tem uma legislação ultrapassada, que não leva em conta as mudanças no cenário das comunicações, e que é fundamental enfrentar essa questão com abertura, como se propõe a Confecom, para que depois não se caia em um cenário “caótico”. O presidente Lula ressaltou, sobretudo, o papel das novas tecnologias para a democratização da comunicação e a necessidade de que o país usufrua delas em prol de seu desenvolvimento social. “A convergência de tecnologias deve ser um estímulo à socialização dos meios de comunicação e não à concentração”, defendeu. As novas tecnologias, de acordo com o presidente, já estão mudando a forma de se fazer jornalismo no país. “A indústria da comunicação sempre trabalhou com um modelo vertical”, afirmou. “Poucos escreviam e falavam para muitos. Existia um núcleo ativo de produtores e uma massa passiva de consumidores. A internet mudou o cenário. Consumidores de informação passaram a formar redes horizontais, trocando opiniões e tornando-se mais críticos e menos passivos.” Lula reafirmou seu compromisso com a liberdade de imprensa, e disse que a Confecom se realiza sob esse signo. “A imprensa apura ou deixa de apurar, publica ou deixa de publicar, opina ou deixa de opinar sobre o que bem entende”, salientou. “Às vezes, há meios que se excedem, publicam inverdades, disseminam calúnias infames. Eu aprendi a conviver com isso, porque com liberdade de imprensa a verdade acaba por aparecer.” Para o presidente Lula, o leitor/ouvinte/espectador sabe discernir a informação que recebe e é um juiz severo dos meios de comunicação. “Quem não lhes trata com respeito, acaba perdendo credibilidade. Não há melhor juiz para a imprensa do que a própria liberdade de imprensa.” Sempre destacando o significado da Confecom por seu ineditismo e por reunir os diferentes segmentos interessados na questão, o presidente Lula lamentou que alguns atores tenham se ausentado do debate, “temendo-se lá o quê”. Na opinião do presidente, esses setores perderam uma oportunidade histórica de diálogo. “Não será enfiando a cabeça na areia ou tentando congelar o passado que lidaremos com a questão. Isso vale para todos nós. É chegada a hora de uma nova pactuação, capaz de responder às oportunidades que temos diante de nós”, defendeu Lula, apostando que a Confecom produzirá o melhor documento possível para orientar o futuro das comunicações no país. Fonte: http://www.confecom.com.br/no...... << | confecom | Conferência Nacional de Comunicação | 15/12/2009 10:20 | 0 |
João Malerba |
1ª CONFECOM foi espaço de definições sobre políticas de comunicação no Brasil | A 1ª CONFECOM constituiu-se em momento impar e histórico na realidade brasileira. Pela primeira vez, governo federal, outros setores dos poder público, sociedade civil e segmentos... ver mais A 1ª CONFECOM constituiu-se em momento impar e histórico na realidade brasileira. Pela primeira vez, governo federal, outros setores dos poder público, sociedade civil e segmentos do setor empresarial engajaram-se na construção de um espaço democrático de diálogo e de definição de posições que colaboram para a definição de políticas públicas para o setor de comunicação. E todos ganharam com isso. Certamente muitas divergências persistem e prosseguirão sendo alvos de intensas disputas entre os setores que participaram. Mas o enfrentamento coletivo e aberto destas divergências numa esfera pública de debates já se mostrou saudável para a sociedade e para a democracia. Nociva é a tentativa dos donos dos veículos de comunicação hegemônicos de esconderem ou maquiarem a realidade. E é esta postura que faz crescer na sociedade a convicção de que o povo não é bobo. O processo da 1ª Conferência Nacional de Comunicação foi positivo para os defensores da democratização da comunicação no Brasil e descortinou o verdadeiro interesse dos que o combateram. Os segmentos do setor empresarial que boicotaram a 1ª CONFECOM, capitaneados pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) e pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ) preferem o absolutismo de suas posições a abrirem-se ao debate com todos os segmentos da sociedade. Em editoriais e em sua “cobertura jornalística”, os veículos que seguem a batuta da ABERT e da ANJ, trataram de condenar a CONFECOM e de caracterizar como “ataques às liberdades de expressão e de imprensa” as posições aprovadas na Conferência que lhes são nocivas. Advogaram e advogam em causa própria, esquecendo-se de que as liberdades de expressão e de imprensa não são objetos de propriedade privada. São sim, elementos fundamentes do processo permanente de democratização da sociedade brasileira. Recusam-se a admitir que a democratização da comunicação insere-se no campo dos direitos humanos fundamentais e no direito da sociedade à informação de interesse público e com qualidade. Os debates da 1ª CONFECOM não se resumiram aos mais de dois mil participantes entre delegados, observadores e convidados da Conferência que se reuniram de 14 a 17 de dezembro na capital federal. Mais de 60 mil brasileiros se envolveram no processo desencadeado em abril de 2009. Setores que nunca tiveram vez e voz na grande imprensa exerceram, nas diversas atividades preparatórias, seu direito à liberdade de expressão, definiram suas posições e elegeram delegados que as representaram. A 1ª CONFECOM constituiu-se num momento vitorioso principalmente para as representações da sociedade civil organizada, deixando claro que a democratização da comunicação e a participação social na regulamentação e fiscalização das políticas de comunicação e da ação da mídia – exercida não só pela sociedade civil, mas por todos os segmentos da sociedade – é necessária e urgente. Do contrário, ao invés do controle social sobre as políticas de comunicação, o que prosseguirá é o controle privado – principalmente dos donos dos veículos de comunicação e políticos a eles aliados – sobre a circulação de informações, que redunda no controle dos corações e mentes de 180 milhões de brasileiros. Perderam aqueles que insistem em tratar a informação como mercadoria e que se negaram a participar do espaço democrático de debate da 1ª CONFECOM. Ganharam os que perceberam a sua importância e dele participaram! Brasília, 18 de dezembro de 2009. Diretoria da FENAJ... << | confecom conferência nacional comunicação fenaj | Conferência Nacional de Comunicação | 19/12/2009 12:39 | 0 |
Clara Araújo |
Para Direitos Humanos, detenção de menino revela política infantil ineficaz | O secretário-geral do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), Ariel de Castro Alves, disse na manhã desta terça-feira (16) à reportagem do G1 que o caso do menino de 12 anos que... ver mais O secretário-geral do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), Ariel de Castro Alves, disse na manhã desta terça-feira (16) à reportagem do G1 que o caso do menino de 12 anos que foi detido nesta segunda-feira (15) pela 9ª vez em São Paulo por suspeita de furtar um carro na Zona Sul “mostra a falência das políticas voltadas à infância e juventude”. “Isso (a apreensão pela 9ª vez) mostra a necessidade de reavaliar todos os procedimentos tomados anteriormente e agora se adotar um novo tipo (de procedimento)”, disse. O menino foi apreendido pela Polícia Militar quando estava com outros três menores, com idades entre 12 e 17 anos, na Vila Natal. O veículo em que eles estavam havia sido furtado em Diadema, no ABC, na última sexta-feira (12). Aplicação inadequada Segundo Alves, todos os procedimentos tomados em relação ao garoto até o momento foram legalmente corretos, mas a forma como foram feitas as aplicações não se mostrou adequada. “Ele passou várias vezes por conselhos tutelares que requisitaram acompanhamento psicológico, mas isso não aconteceu de forma eficaz. Depois, na última vez em que ele foi detido enquanto ainda era criança, foi encaminhado para um abrigo e fugiu de lá. Isso mostra também que o atendimento no abrigo não deve ter sido o mais adequado”, afirma. Na última vez em que o menino foi detido, em outubro deste ano, já como adolescente, ele poderia ter sido encaminhado para a Fundação Casa (antiga Febem), o que não aconteceu por decisão do delegado. “Pela lei, o delegado agiu corretamente. Como ele (o menino) foi apreendido por furto e essa era a primeira vez, acabou sendo entregue aos pais mediante termo de responsabilidade.” Ariel esclareceu que, embora o garoto já tivesse outras sete passagens pela polícia por furto, roubo e receptação de veículos, a apreensão de outubro foi a primeira que passou a valer para a Justiça, uma vez que, antes disso, ele era legalmente considerado uma criança. “Ele deve ter ficado sob liberdade assistida dessa última vez, sob o trabalho de assistentes sociais e psicólogos. Mas essa liberdade assistida não funcionou.“ Alves informou que cabe agora à Justiça verificar se será necessário investigar todo o procedimento legal tomado até agora em relação ao garoto. “Existe uma corregedoria que trata da infância e juventude no Tribunal de Justiça. Eles que poderiam fazer esse tipo de investigação. A questão é que as medidas foram aplicadas na forma da lei, o tratamento é que não foi eficiente”, disse. FONTE: G1 LINK: http://g1.globo.com/Noticias/...... << | Nenhuma | Direitos Humanos | 17/12/2008 11:42 | 1 |
Adriana Maria |
Entrevista com Nilcéa Freire- ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres | Entrevista com a ministra de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire Confira aqui Entrevista com a ministra de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire Confira aqui | Nenhuma | Rede de Mulheres da AMARC Brasil | 30/06/2010 15:19 | 0 |
João Malerba |
UFRJ abre inscrições para 8ª edição do Curso Jornalismo de Políticas Públicas | O curso JPPS-Jornalismo de Políticas Públicas Sociais será realizado no período de 30 de agosto a 20 de dezembro, às segundas das 9h30 às 13h. O curso... ver mais O curso JPPS-Jornalismo de Políticas Públicas Sociais será realizado no período de 30 de agosto a 20 de dezembro, às segundas das 9h30 às 13h. O curso é gratuito (apenas taxa de apostila e material), e as inscrições podem ser realizadas até 25 de agosto no endereço: https://spreadsheets0.google.... Convidados confirmados VJ Pixel, Ripper, Maurício Hora, Guillermo Planel, Alexandre Oliva, Pedro Augusto Francisco, Bia Barbosa, Patricia Tolmasquim, Carlos Zumma, Maria de Fátima Pereira, Hélio Holperin, Francisco Mourão Neto, João Brant, Egeu Laus, João Feres Júnior, Flávia Ribeiro, Luiz Fernando Sarmento, Carlos Zumma, Gilberto Fugimoto, Michel Robim, Fernando Paulino, Estelita de Amorim Ouriques, Cristina Rego Monteiro da Luz, Nádia Rebouças, Veet Vivarta e Rosa Alegria. Equipe Coordenação: Prof. Dr. Evandro Vieira Ouriques (Coordenador do NETCCON.ECO.UFRJ - evouriques@terra.com.br e http://www.evandrovieiraouriq...) e Dr. Fábio Senne (Coordenador de Relações Acadêmicas da ANDI ¬ politicaspublicas@andi.org.br) Tema central Comunicação, Envolvimento e Políticas Públicas Sociais (o Certificado de Curso de Extensão será expedido com este titulo) Objetivos gerais 1) Qualificar, sob a perspectiva da economia psico-política da Comunicação, a formação do comunicador e da capacidade de comunicar de lideranças, face aos imperativos da Sustentabilidade e da Democracia; 2) Ajudar a lembrar e praticar os estados mentais (pensamentos, afetos e percepções) que fortalecem, pela Gestão da Mente e a consequente Inovação nos Territórios, a urgente atitude transformadora de um mundo sob intensa visibilidade, vigilância e insustentabilidade socioambiental; 3) Estimular a responsabilidade dos indivíduos, redes e organizações frente a eles mesmos e a conseqüente re-edição de suas falas no mundo, através da re-descrição pragmática dos sujeitos frente à dominação psicológica, econômica, política e cultural e as pulsões e paixões; 4) Disseminar e avançar teorias, modelos e metodologias não-dualistas, sistêmicos e transdisciplinares para a leitura crítica pró-ativa dos conteúdos da cultura mediatizada e o fortalecimento da constituição de uma mente livre, capaz de gerar novos conteúdos e usos de fato livres de conhecimentos e tecnologias sustentáveis e democráticas; 5) Indicar e avançar a construção de alternativas teóricas e políticas capazes de efetivar mais mudanças concretas no posicionamento dos cidadãos, lideranças, jornalistas e comunicadores, face ao entendimento, à cobertura e ao agendamento de temas sociais; 6) Continuar a influenciar no aumento da representação mais democrática e sustentável na comunicação pública, e em sua propriedade, em seu sentido mais amplo, através da multiplicidade de temas e atores da vida social, bem como das possibilidades tecnológicas de colaboração, sob a perspectiva da urgência da construção de uma unidade baseada nos valores comunais. 7) Trazer ao primeiro plano as questões esquecidas pela pós-modernidade, antes que elas tivessem sido resolvidas, como o Amor, a Morte, a Espiritualidade e a Revolução.... << | curso jornalismo políticas públicas ufrj | Notícias do Sudeste | 24/08/2010 14:27 | 0 |
André Lobão |
Vereador agride repórter em cidade do Mato Grosso | O vereador Lourivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), conhecido como "Kirrarinha”, agrediu a repórter Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda... ver mais O vereador Lourivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), conhecido como "Kirrarinha”, agrediu a repórter Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda (MT). O vereador saia do Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC), na manhã desta segunda-feira (28/06), onde foi indiciado por esbulho possessório e denunciação caluniosa. Ao questionar se o vereador poderia falar com a reportagem, a jornalista foi agredida. “Eu nem cheguei a fazer pergunta. Fui parar a um metro de onde estava, caí e bati a cabeça. Eu levantei muito rápido porque fiquei indignada, queria que ele percebesse o que tinha feito”, contou. Ao se levantar, a repórter contestou: “Eu estou trabalhando, vereador. O senhor não tem vergonha pelo que acabou de fazer?”. A agressão foi gravada pela equipe de reportagem. Na tarde desta terça-feira (29/06), Márcia iria passar por um exame de corpo de delito. Kirrarinha já foi indiciado por lesão corporal e agressão, mas liberado sob fiança. “Não consegui dormir essa noite porque nunca passei por uma situação dessas. Meus filhos viram o vídeo e já foram alvo de piadas entre os colegas”, desabafou. A jornalista agora pretende abrir um processo contra o vereador. Ela contou que Kirrarinha se desculpou, mas o pedido não convenceu a repórter. “Com o sarcasmo dele, ele pediu desculpas ontem na tribuna, sorrindo, como se não tivesse feito nada”. Em entrevista ao G1, o vereador disse que a jornalista fazia denúncias sem provas, mas admitiu o erro e pediu desculpas pela agressão. De acordo com Kirrarinha, atos como esse não são de seu “feitio”. Mas, segundo o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) e Márcia, o vereador já havia agredido um repórter da TV Record em 2007. Manifestações O Sindjor-MT repudiou a agressão e colocou a assessoria jurídica da entidade à disposição da repórter. "O Sindjor-MT acredita que a Câmara Municipal de Pontes e Lacerda não vai se omitir diante de tamanho absurdo e tomará as devidas providências, para que isso não se repita, levando em conta, inclusive, que esse vereador já agrediu a um outro repórter da TV Record. Uma pessoa que se presta a esse tipo de atitude não merece o respeito da sociedade e muito menos o voto de um cidadão", diz a nota. Na manhã desta terça-feira (29/06), a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) protestou contra o vereador e ressaltou o fato do episódio ter acontecido dentro do CISC, órgão responsável pela segurança da população. Confira o vídeo aqui Reprodução: Comunique-se Reportagem: Izabela Vasconcelos, de São Paulo... << | política genêro violência mato grosso | Rede de Mulheres da AMARC Brasil | 30/06/2010 15:49 | 1 |
Rodrigo Guterres |
Eduardo Galeano sobre o Haiti | A história do Haiti é a história do racismo na civilização ocidental por Eduardo Galeano A democracia haitiana nasceu há um instante. No seu breve tempo de vida, esta criatura faminta e... ver mais A história do Haiti é a história do racismo na civilização ocidental por Eduardo Galeano A democracia haitiana nasceu há um instante. No seu breve tempo de vida, esta criatura faminta e doentia não recebeu senão bofetadas. Era uma recém-nascida, nos dias de festa de 1991, quando foi assassinada pela quartelada do general Raoul Cedras. Três anos mais tarde, ressuscitou. Depois de haver posto e retirado tantos ditadores militares, os Estados Unidos retiraram e puseram o presidente Jean-Bertrand Aristide, que havia sido o primeiro governante eleito por voto popular em toda a história do Haiti e que tivera a louca ideia de querer um país menos injusto. O voto e o veto Para apagar as pegadas da participação estadunidense na ditadura sangrenta do general Cedras, os fuzileiros navais levaram 160 mil páginas dos arquivos secretos. Aristide regressou acorrentado. Deram-lhe permissão para recuperar o governo, mas proibiram-lhe o poder. O seu sucessor, René Préval, obteve quase 90 por cento dos votos, mas mais poder do que Préval tem qualquer chefete de quarta categoria do Fundo Monetário ou do Banco Mundial, ainda que o povo haitiano não o tenha eleito nem sequer com um voto. Mais do que o voto, pode o veto. Veto às reformas: cada vez que Préval, ou algum dos seus ministros, pede créditos internacionais para dar pão aos famintos, letras aos analfabetos ou terra aos camponeses, não recebe resposta, ou respondem ordenando-lhe: – Recite a lição. E como o governo haitiano não acaba de aprender que é preciso desmantelar os poucos serviços públicos que restam, últimos pobres amparos para um dos povos mais desamparados do mundo, os professores dão o exame por perdido. O álibi demográfico Em fins do ano passado, quatro deputados alemães visitaram o Haiti. Mal chegaram, a miséria do povo feriu-lhes os olhos. Então o embaixador da Alemanha explicou-lhe, em Porto Príncipe, qual é o problema: – Este é um país superpovoado, disse ele. A mulher haitiana sempre quer e o homem haitiano sempre pode. E riu. Os deputados calaram-se. Nessa noite, um deles, Winfried Wolf, consultou os números. E comprovou que o Haiti é, com El Salvador, o país mais superpovoado das Américas, mas está tão superpovoado quanto a Alemanha: tem quase a mesma quantidade de habitantes por quilômetro quadrado. Durante os seus dias no Haiti, o deputado Wolf não só foi golpeado pela miséria como também foi deslumbrado pela capacidade de beleza dos pintores populares. E chegou à conclusão de que o Haiti está superpovoado... de artistas. Na realidade, o álibi demográfico é mais ou menos recente. Até há alguns anos, as potências ocidentais falavam mais claro. A tradição racista Os Estados Unidos invadiram o Haiti em 1915 e governaram o país até 1934. Retiraram-se quando conseguiram os seus dois objetivos: cobrar as dívidas do Citybank e abolir o artigo constitucional que proibia vender as plantations aos estrangeiros. Então Robert Lansing, secretário de Estado, justificou a longa e feroz ocupação militar explicando que a raça negra é incapaz de governar-se a si própria, que tem "uma tendência inerente à vida selvagem e uma incapacidade física de civilização". Um dos responsáveis pela invasão, William Philips, havia incubado tempos antes a ideia sagaz: "Este é um povo inferior, incapaz de conservar a civilização que haviam deixado os franceses". O Haiti fora a pérola da coroa, a colônia mais rica da França: uma grande plantação de açúcar, com mão-de-obra escrava. No Espírito das leis, Montesquieu havia explicado sem papas na língua: "O açúcar seria demasiado caro se os escravos não trabalhassem na sua produção. Os referidos escravos são negros desde os pés até à cabeça e têm o nariz tão achatado que é quase impossível deles ter pena. Torna-se impensável que Deus, que é um ser muito sábio, tenha posto uma alma, e sobretudo uma alma boa, num corpo inteiramente negro". Em contrapartida, Deus havia posto um açoite na mão do capataz. Os escravos não se distinguiam pela sua vontade de trabalhar. Os negros eram escravos por natureza e vagos também por natureza, e a natureza, cúmplice da ordem social, era obra de Deus: o escravo devia servir o amo e o amo devia castigar o escravo, que não mostrava o menor entusiasmo na hora de cumprir com o desígnio divino. Karl von Linneo, contemporâneo de Montesquieu, havia retratado o negro com precisão científica: "Vagabundo, preguiçoso, negligente, indolente e de costumes dissolutos". Mais generosamente, outro contemporâneo, David Hume, havia comprovado que o negro "pode desenvolver certas habilidades humanas, tal como o papagaio que fala algumas palavras". A humilhação imperdoável Em 1803 os negros do Haiti deram uma tremenda sova nas tropas de Napoleão Bonaparte e a Europa jamais perdoou esta humilhação infligida à raça branca. O Haiti foi o primeiro país livre das Américas. Os Estados Unidos haviam conquistado antes a sua independência, mas tinha meio milhão de escravos a trabalhar nas plantações de algodão e de tabaco. Jefferson, que era dono de escravos, dizia que todos os homens são iguais, mas também dizia que os negros foram, são e serão inferiores. A bandeira dos homens livres levantou-se sobre as ruínas. A terra haitiana fora devastada pela monocultura do açúcar e arrasada pelas calamidades da guerra contra a França, e um terço da população havia caído no combate. Então começou o bloqueio. A nação recém nascida foi condenada à solidão. Ninguém lhe comprava, ninguém lhe vendia, ninguém a reconhecia. O delito da dignidade Nem sequer Simón Bolívar, que tão valente soube ser, teve a coragem de firmar o reconhecimento diplomático do país negro. Bolívar havia podido reiniciar a sua luta pela independência americana, quando a Espanha já o havia derrotado, graças ao apoio do Haiti. O governo haitiano havia-lhe entregue sete naves e muitas armas e soldados, com a única condição de que Bolívar libertasse os escravos, uma ideia que não havia ocorrido ao Libertador. Bolívar cumpriu com este compromisso, mas depois da sua vitória, quando já governava a Grande Colômbia, deu as costas ao país que o havia salvo. E quando convocou as nações americanas à reunião do Panamá, não convidou o Haiti mas convidou a Inglaterra. Os Estados Unidos reconheceram o Haiti apenas sessenta anos depois do fim da guerra de independência, enquanto Etienne Serres, um gênio francês da anatomia, descobria em Paris que os negros são primitivos porque têm pouca distância entre o umbigo e o pênis. Por essa altura, o Haiti já estava em mãos de ditaduras militares carniceiras, que destinavam os famélicos recursos do país ao pagamento da dívida francesa. A Europa havia imposto ao Haiti a obrigação de pagar à França uma indenização gigantesca, a modo de perdão por haver cometido o delito da dignidade. A história do assédio contra o Haiti, que nos nossos dias tem dimensões de tragédia, é também uma história do racismo na civilização ocidental. Eduardo Hughes Galeano (Montevidéu, 3 de setembro de 1940) é um jornalista e escritor uruguaio. É autor de mais de quarenta livros, que já foram traduzidos em diversos idiomas. Suas obras transcendem gêneros ortodoxos, combinando ficção, jornalismo, análise política e História. ... << | eduardo galeano haiti racismo negro política | A Voz do Trabalhador | 21/01/2010 15:17 | 0 |
André Lobão |
Caixa de Pandora revela um jornal de cócoras | Por Letícia Alcântara: Desde a manhã desta sexta-feira Brasília está em polvorosa. A Polícia Federal deflagrara uma operação que teria como alvo o suposto esquema de pagamento de propina... ver mais Por Letícia Alcântara: Desde a manhã desta sexta-feira Brasília está em polvorosa. A Polícia Federal deflagrara uma operação que teria como alvo o suposto esquema de pagamento de propina envolvendo o governador José Roberto Arruda (DEM-DF), deputados distritais, secretários de seu governo e empresários. Ao longo do dia os blogs fervilhavam de novas informações. O esquema foi se delineando após do STJ liberar o segredo de justiça. Depois das 21h, páginas do relatório já estavam na internet. As transcrições de gravações feitas com autorização da PF pelo secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, não deixavam dúvidas sobre o envolvimento do governador, pelo menos para quase todos os jornalões do país. Veja o que publicava o site Congresso em Foco às 21h05. Durval: Arruda é chefe da organização criminosa No ofício 077/2009, datado de 2 de novembro de 2009 e encaminhado ao ministro do STJ Fernando Gonçalves, o delegado da Polícia Federal Élzio Vicente da Silva menciona o governador José Roberto Arruda como "chefe" de "suposta organização" que "desvia recursos públicos". Veja outras abordagens na internet: Blog do Josias: Descoberto no DF mensalinho do governador Arruda Fernando Rodrigues: A devastadora gravação com Arruda Congresso em Foco: O grampo que compromete Arruda IG: Arruda pedia dinheiro de 15 em 15 dias, diz secretário Veja como o maior jornal do centro-oeste tratou o caso no jornal deste sábado. Vale lembrar que às 21h, de sexta, o relatório já estava nas mãos dos jornalistas, conforme comprova matéria do Congresso em Foco. Correio Braziliense GDF e Distrital são alvo de investigação Agora comparem com os demais jornais nacionais: Folha de S. Paulo Governo do DF é acusado de corrupção O Estado de S. Paulo Polícia flagra 'mensalão do DEM' no governo do DF O Globo Governador do DEM é suspeito de pagar propina a deputados Reparem que o jornal evita citar o nome de Arruda no título, ainda nada nos subtítulos, nem mesmo no lead da matéria. A matéria não ocupa as páginas 2 e 3 do jornal, páginas comumente utilizadas pelo jornal para matérias de política e de denúncia. Mudaram a regra? Bom. A matéria foi capa do caderno de cidades. Mesmo com os relatórios já disponibilizados, nada de grandes referências ao governador. O texto se atém a descrever as ações da Polícia Federal e os outros investigados. Por que o jornal não reproduziu nenhum trecho dos áudios das conversas bombásticas entre o governador e seu delator? Leia a reprodução o primeiro parágrafo da matéria. Por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Polícia Federal desencadeou ontem uma operação que atinge o núcleo do poder da capital da República. Chamada pelos investigadores de Caixa de Pandora, a ação policial cumpriu 29 mandados de busca e apreensão em casas e escritórios de 16 pessoas. A Câmara Legislativa, o Governo do Distrito Federal e o Tribunal de Contas do DF (TCDF) são os focos da apuração de supostos crimes de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. Há suspeita da existência de um esquema de pagamento de propina em troca de apoio para deputados da base aliada ao governo. Veja que o nome do governador só é citado no segundo parágrafo: A ação se baseia em gravações obtidas por meio de escutas ambientais. O aparato foi escondido nas roupas do delegado aposentado Durval Barbosa, que até ontem era o secretário de Relações Institucionais do governo local. Segundo informações contidas no inquérito judicial, Durval gravou, em 21 de outubro deste ano, uma conversa com o (só aqui o Arruda é citado) governador José Roberto Arruda (DEM) sobre o destino de R$ 400 mil em poder do então secretário. A reportagem do Correio teve acesso ao inquérito de 780 páginas do STJ, onde constam degravações de conversas mantidas por integrantes do governo a respeito de doações de recursos. (Correio Braziliense, 28 de novembro, página 39) Vamos adiante. O jornal preferiu utilizar uma página inteira para descrever a longa ficha corrida do delator, Durval Barbosa. O título: O homem que fazia grampos ilegais. Ao lado uma enorme foto de Durval sendo abraçado pelo ex-governador Joaquim Roriz (PSC-DF). A legenda da foto lembra que Durval foi presidente na Codeplan no governo Roriz, quando foi condenado por improbidade. Na página seguinte, destaque para a exoneração de cinco envolvidos no caso. Só agora Arruda é citado no lead da matéria, texto descreve ação enérgica, "logo após terem sido deflagradas as medidas judiciais", diz o texto, "o governador José Roberto Arruda afastou os integrantes do primeiro escalão do Executivo citados no suposto esquema de pagamento de propina...". Na mesma página fotos dos afastados, o chefe de gabinete, Fábio Simão, o Chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel, o secretário de Educação, José Luiz Valente, e o assessor de imprensa, Omézio Pontes. Abaixo a abordagem dos demais jornais. Folha Governo do DF é acusado de corrupção Segundo a PF, secretário gravou pedido de distribuir R$ 400 mil a aliados; Arruda (DEM) nega acusaçãoA Polícia Federal realizou ontem operação contra um suposto esquema de pagamento de propina envolvendo o governador José Roberto Arruda (DEM-DF).O inquérito cita que existe gravação em que Arruda solicita a seu secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, que distribua R$ 400 mil a aliados.Arruda foi gravado pelo próprio Barbosa, que, investigado por supostos crimes relacionados a desvio de verbas públicas, passou a ser um colaborador da Justiça.A polícia cumpriu 16 mandados de busca e apreensão de documentos em Goiás e Minas Gerais, além de Brasília. O inquérito está no Superior Tribunal de Justiça.O dinheiro veio, segundo a PF, de empresas de informática contratadas pelo governo. Os policiais apreenderam R$ 700 mil, além de US$ 30 mil e 5 mil euros. O Globo Governador do DEM é suspeito de pagar propina a deputados PF grava José Roberto Arruda negociando repasse de dinheiro com assessor O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), é suspeito de participar e se beneficiar de um esquema de pagamento de propina a deputados aliados. A PF fez buscas autorizadas pelo STJ em gabinetes de deputados e casas de secretários de Arruda, inclusive na residência oficial do governador – que não mora lá. Segundo o inquérito, há indícios de formação de quadrilha, peculato, corrupção, fraude de licitação e crime eleitoral. Numa gravação, Arruda oferece dinheiro ao secretário de Relações Institucionais do governo, Durval Rodrigues, que atuava como colaborador da PF e fazia escuta ambiental. O Estado de S. Paulo Polícia flagra 'mensalão do DEM' no governo do DF Suposto esquema teria até mesmo participação do governador Arruda Uma investigação da Polícia Federal flagrou no governo José Roberto Arruda (DEM), do Distrito Federal, um suposto esquema de cobrança de propinas e distribuição do dinheiro pela base aliada, numa espécie de mensalão que envolve ao menos quatro secretários e quatro deputados distritais. O próprio Arruda aparece em documentos orientando o secretário Durval Barbosa (Relações Institucionais) a "entregar R$ 400 mil a Maciel, para pagamento da base aliada" – em referência a José Geraldo Maciel, chefe da Casa Civil de Arruda. Agora veja o que já havia sido publicado em blogs e sites na noite de sexta. Portal IG (manchetes) - Arruda pedia dinheiro de 15 em 15 dias, diz secretário - Delator diz que governador do DF comprou haras à vista - Vice-governador do DF também recebeu propina, diz inquérito - Leia trechos do diálogo entre Arruda e Durval - Veja a íntegra do inquérito que deflagrou a operação Congresso em Foco Durval: Arruda é chefe da organização criminosa (21h05) Ofício deixa claro que governador do Distrito Federal é um dos “investigados” na operação da Polícia Federal O Congresso em Foco acaba de obter cópia completa do inquérito policial da Operação Caixa de Pandora. Aos poucos, o conteúdo do inquérito será divulgado pelo site. No ofício 077/2009, datado de 2 de novembro de 2009 e encaminhado ao ministro do STJ Fernando Gonçalves, o delegado da Polícia Federal Élzio Vicente da Silva menciona o governador José Roberto Arruda como “chefe” de “suposta organização” que “desvia recursos públicos”. No texto, o delegado Élzio trata ainda Arruda como "investigado".Segundo o Ministério Público Federal, os fatos narrados por Durval se referem aos crimes de “organização criminosa ou quadrilha, de peculado, de corrupção ativa, de corrupção passiva, de fraude a licitação, de crime eleitoral”. Será que faltou tempo ao Correio? Haverá uma foto de Arruda nas matérias de domingo? Será que o jornal citará trecho da investigação em que Durval Barbosa afirma que, em reunião, Arruda pediu para ao presidente do Correio que fossem produzidas matérias negativas contra ele? (Trecho a conferir na página 14 deste relatório disponibilizado pelo IG: http://esporte.ig.com.br/imag...) Vamos aguardar... --www.filhadosub.blogspot.com ... << | mídia corrupção política | A Voz do Trabalhador | 02/12/2009 12:28 | 0 |
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Exclusão social, um convite a criminalidade- Parte 1 | Considera-se aqui a exclusão social, essencialmente como: "Uma situação de falta de acesso às oportunidades oferecidas pela sociedade aos seus membros" Desse modo, a exclusão social pode implicar... ver mais Considera-se aqui a exclusão social, essencialmente como: "Uma situação de falta de acesso às oportunidades oferecidas pela sociedade aos seus membros" Desse modo, a exclusão social pode implicar privação, falta de recursos ou, de uma forma mais abrangente, ausência de cidadania, se, por esta, se entender a participação plena na sociedade, aos diferentes níveis em que esta se organiza e se exprime: ambiental, cultural, económico, político e social. Pode-se dizer que a exclusão social se exprime em 6 dimensões principais do quotidiano real dos indivíduos: do SER, ou seja da personalidade, da dignidade e da auto-estima e do auto-reconhecimento individual; do ESTAR, ou seja das redes de pertença social, desde a família, às redes de vizinhança, aos grupos de convívio e de interacção social e à sociedade mais geral; do FAZER, ou seja das tarefas realizadas e socialmente reconhecidas, quer sob a forma de emprego remunerado (uma vez que a forma dominante de reconhecimento social assenta na possibilidade de se auferir um rendimento traduzível em poder de compra e em estatuto de consumidor), quer sob a forma de trabalho voluntário não remunerado; do CRIAR, ou seja da capacidade de empreender, de assumir iniciativas, de definir e concretizar projectos, de inventar e criar acções, quaisquer que elas sejam; do SABER, ou seja do acesso à informação (escolar ou não; formal ou informal), necessária à tomada fundamentada de decisões, e da capacidade crítica face à sociedade e ao ambiente envolvente; do TER, ou seja do rendimento, do poder de compra, do acesso a níveis de consumo médios da sociedade, da capacidade aquisitiva (incluindo a capacidade de estabelecer prioridades de aquisição e consumo). A exclusão social é, portanto, segundo minha opinião, uma situação de não realização de algumas ou de todas estas dimensões. ... << | crime exclusao social política injustiça oportunidade | Criar Brasil | 22/10/2009 07:21 | 0 |
André Lobão |
We\'re back | Meus caros, duas figurinhas carimbadas e que representam mais do que ninguém, a prática da nomenclatura tupiniquim, e o que há de pior na política brasileira, voltam para ocuparem cargos chaves na... ver mais Meus caros, duas figurinhas carimbadas e que representam mais do que ninguém, a prática da nomenclatura tupiniquim, e o que há de pior na política brasileira, voltam para ocuparem cargos chaves na administração pública. José Sarney e Michel Temer eleitos, respectivamente, presidentes do Senado e Câmara, são os mais conhecidos sanguessugas da viúva. Sarney tem somente 33 anos de legislatura em Brasília. Há mais de quarenta anos é dono da capitania do Maranhão, onde tem um conglomerado de comunicação. O ex-presidente me lembra o folclórico personagem criado por Dias Gomes, Odorico Paraguaçu. Não larga o osso de jeito nenhum. José Sarney é a comprovação de que o poder é um vício permanente e inebriante. É a terceira vez que imortal da ABL assume as rédeas da alta câmara da república. O Deputado Michel Temer é outro que voltou do mundo dos mortos. Tem pinta de galã e é chegado a arroubos sentimentais. Não que eu seja contra, o envolvimento de homens públicos com mulheres mais novas, mas o nobre deputado causou furor e inveja, quando em 2003 casou com a jovem Marcela Tesdeschi Araújo, a época com 20 anos de idade, um filé... Como se viu, Temer é do tipo que não dá sopa. Também pela terceira vez, volta ao comando da mais ‘respeitada’ casa legislativa do Brasil. Essas duas figuras eminentes da república representam sem dúvida nenhuma, a continuação de uma prática que muitos julgavam ter sido enterrada no Brasil: o coronelismo. Em seus domicílios (currais) eleitorais utilizam a comunicação como principal ferramenta para manutenção das suas influências políticas. São donos de rádios, emissoras de TV e jornais. Manipulam e direcionam a informação, fazendo do jornalismo um instrumento de ação política para confortar interesses obscuros. O emérito senador quando ocupou a Presidência da República (1985/1990) distribuiu a rodo, concessões de rádio e TV para conseguir mais um ano de mandato. O período “tucanino” ficou marcado com a distribuição de mais de 1.900 outorgas de estações retransmissoras de TV. Sarney ao lado de Temer, quando ambos ocupavam o comando do legislativo, doaram uma vasta quantidade de concessões no governo FH para aprovar à reeleição do sociólogo, uma verdadeira festa: 268 para políticos; 342 ao grupo SBT; 319 à Rede Globo; 310 à Rede Vida, ligada à Igreja Católica; 252 a Bandeirantes; 226 à Manchete; 151 à Rede Record, da Igreja Universal do Reino de Deus; e, por último, 125 às TVs educativas. Resta saber, se a dupla dará continuidade da festa das outorgas, é bom ficar sintonizado. O vídeo abaixo é um curta-metragem realizado por Glauber Rocha, registrando a posse José Sarney como governador do Maranhão em 1966. http://www.youtube.com/watch?...... << | política josé sarney michel temer | Chance à Paz | 06/02/2009 17:57 | 0 |
Mariana Felippe |
Brasil é réu na Corte Interamericana de Direitos Humanos | O Brasil está sendo julgado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pelo caso de escutas ilegais feitas pela polícia do Paraná em uma cooperativa do MST em 1999. Durante 49 dias daquele ano, a... ver mais O Brasil está sendo julgado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pelo caso de escutas ilegais feitas pela polícia do Paraná em uma cooperativa do MST em 1999. Durante 49 dias daquele ano, a polícia militar paranaense fez escutas na cooperativa do movimento no município de Querência do Corte, e depois usou as gravações para processar o Movimento dos Sem Terra. 32 pessoas que foram grampeadas entraram na Justiça contra o Paraná, mas até hoje os processos não andaram, o que motivou a denúncia a esta corte internacional em 2000. Os grampeados afirmam que a motivação do governo em gravar suas conversas era exclusivamente política, e ligada à intenção de desestruturar o movimento no estado.... << | política grampo telefônico mst movimento corte interamericana de direitos humanos 1999 | Cultura Popular e Cidadania | 12/12/2008 17:49 | 0 |
Rosangela Fernandes |
Você é a favor de rádios para Universidades? | O projeto de lei que permite a instalação de rádios comunitárias em universidades e escolas técnicas cria polêmica. O assunto vem sendo discutido pelos integrantes dos movimentos de rádios... ver mais O projeto de lei que permite a instalação de rádios comunitárias em universidades e escolas técnicas cria polêmica. O assunto vem sendo discutido pelos integrantes dos movimentos de rádios comunitárias. Leia e dê sua opinião: ------------------------------------ Pessoal, a Abraço é contra essa iniciativa por entender que a aprovação desse pl siginificará o fim das rádios comunitárias como ele defende: sem fins lucrativos, pluralista e de gestão pública com a participação de todos os cidadãos e cidadãs de uma comunidade dentro de sua abrangência territorial. Não somos contra que se crie serviços de radiodifusão para atender essas demandas. mas, porque não criar o serviço de radioidifusão de laboratório de comunicação para as universidades e criar o serviço de radiodifuisão escolar para atender especificamente aos aluinos de comunicação nas universidades e aos alunos das escola técnicas? Pois se o projeto for aprovado do jeito que está, a segmentação das radcom as transforamá em rádios convecionais de baixa potência, perdendo o cunho sócio-político-cultural e de desenvolvimento local como a abraço defende que é o conceito construído pelo movimento. Conclamo o fórum de mídia livre a se juntar à abraço na defesa das rádios realmente comunitárias. José Sóter Coordenador Executivo Abraço Nacional --------------------------------- Prezados, Sei que o tema é polêmico, contudo, não podemos nos furtar ao debate. Concordo com o companheiro Sóter quando diz que o projeto não pode ser aprovado do jeito que está. No entanto, sou plenamente favorável que escolas e universidades públicas tenham rádios e tevês comunitárias. Uma das sugestões que faço é que o projeto inclua a participação da comunidade do entorno da escola. Afinal, a escola ou universidade pertence a comunidade. A educação não pode se fechar em seus muros. A discussão desse projeto é uma boa oportunidade para discutirmos o todo no que se refere a radiodifusão comunitária, não acham? Abraços, Tião Santos -------------------------------------- Olá, pessoal!! Então, concordo com o Soter quando diz que a segmentação das rádios comunitárias as transformará em rádios convencionais, porque é isso realmente o que vai acontecer c a aprovação desse projeto assim como ele está, pela falta de comprometimento com o conceito traçado pelo movimento. Minha opinião é que as universidades e escolas desenvolvam projetos de radiodifusão de laboratório, utilizando-se das próprias radcom para suas experiências, e forneçam o produto de suas pesquisas às comunidades através dessas rádios, numa troca positiva e grande contribuição para o fortalecimento das RADCOM. Faz-se necessário , portanto, a criação do serviço de radiodifusão de laboratório. Defendo a idéia de que as próprias RADCOM tenham apoio ( suporte técnico )para servirem de laboratório para projetos de universides e escolas, através de projeto de lei municipal. A aprovação desse projeto enfraquecerá a luta do movimento. E esse pode ser o real objetivo! Abraço! Rosana Cordeiro ... << | universidades comunitária rádio política | Produções Universitárias | 19/11/2008 14:41 | 23 |
Rosangela Fernandes |
Universidades e Rádios Comunitárias | A proposta de autorizar o funcionamento de rádios comunitárias em universidades foi aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara de Deputados. As informações são da Agência... ver mais A proposta de autorizar o funcionamento de rádios comunitárias em universidades foi aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara de Deputados. As informações são da Agência Câmara: Comissão aprova rádios comunitárias para universidades e escolas Fonte: Luiz Cláudio Pinheiro - Agência Câmara (10/11/2008) A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou, na quarta-feira (5), o Projeto de Lei 5172/05, do deputado Celso Russomanno (PP-SP), que permite às instituições de ensino superior obter autorização para operar rádios comunitárias. Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Fernando Ferro (PT-PE), que amplia o projeto, fazendo-o abranger também escolas de nível médio, instituições particulares de ensino, escolas técnicas federais e centros vocacionais tecnológicos. Além disso, o substitutivo permite a outorga de mais de uma emissora para universidades que tenham mais de um campus; e prevê a possibilidade das universidades operarem canal próprio de televisão educativa. Importante suporte O relator argumenta que muitas escolas de nível médio, em especial as públicas, situam-se em regiões carentes de infra-estrutura. Para essas regiões, diz Fernando Ferro, a emissora de rádio da escola será um importante suporte para acelerar o processo de desenvolvimento sócio-econômico. Pelo substitutivo, a entidade de ensino particular que quiser operar uma rádio comunitária deverá comprometer-se a dar preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas. "Essas mudanças modernizadoras no marco legal vigente vão enriquecer a educação, a cultura e a cidadania no País", resume Fernando Ferro. Preparação acadêmica Segundo o autor, deputado Russomanno, o objetivo do projeto é contribuir para a preparação acadêmica e para o aperfeiçoamento profissional do estudante. A legislação vigente já autoriza as universidades a operar emissoras educativas. Mas os altos custos de uma rádio educativa, diz Russomanno, inviabilizam o seu funcionamento nas instituições de ensino públicas. A rádio comunitária, mais barata, é mais compatível com a realidade universitária, argumenta o autor do projeto. Tramitação A proposta já havia sido rejeitada pela Comissão de Educação e Cultura. Agora, ela segue para o exame da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, vai à votação em plenário... << | rádios comunitárias universidades política | Produções Universitárias | 12/11/2008 14:39 | 2 |
Fernanda PE |
A politica no mundo dos Jovens -Para todos os Jovens | A política no mundo dos jovens. Nos tempos que correm é freqüente ouvir da boca de muitos jovens frases como: "A política é chata!", ou "Isso é um desperdício de tempo!", ou "Não vai adiantar... ver mais A política no mundo dos jovens. Nos tempos que correm é freqüente ouvir da boca de muitos jovens frases como: "A política é chata!", ou "Isso é um desperdício de tempo!", ou "Não vai adiantar nada!", entre muitas outras... Assim sendo, será que os jovens perderam interesse pela vida associativa? A resposta, infelizmente, é positiva, muitos dos jovens atuais preferem optar por estar longe da vida política do seu município, ficando centrados no seu próprio "mundo". Talvez pelo fato dos partidos políticos não irem ao encontro dos interesses dos jovens, bem como devido ao fato dos primeiros não terem sabido cativar as novas gerações para uma vida social ativa. Além disso, com o crescente individualismo que a sociedade atual está a causar nas gerações atuais e vindouras é previsível que tal situação se vá agravar ainda mais. Então juventude! É necessário que você vá mais além, ou seja, que todos participem no comando da nossa Nação. O importante do exercício da cidadania é que se manifeste de alguma forma, contribuindo para mudar aquilo que está mal na sua cidade. ... << | política | Comunicador Social | 31/10/2008 09:17 | 0 |
Criar Brasil |
Eleições X Juventude | Encontro do Fórum de Juventudes com os(as) candidatos (as) à Prefeitura do RJ Acontece no próximo dia 2 de setembro (terça que vem), às 17 horas, no auditório do Clube de Engenharia, encontro... ver mais Encontro do Fórum de Juventudes com os(as) candidatos (as) à Prefeitura do RJ Acontece no próximo dia 2 de setembro (terça que vem), às 17 horas, no auditório do Clube de Engenharia, encontro entre Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro com os(as) candidatos(as) à prefeitura do Rio. Nesse dia, será entregue aos(às) candidatos(as) um documento com propostas de prioridades e ações para os(as) jovens moradores(as) do Rio de Janeiro em diferentes áreas como saúde, educação, segurança, raça, gênero, sexualidade etc. O encontro será aberto e gratuito! Divulguem e compareçam! *O quê? *Encontro do Fórum de Juventudes com os(as) candidatos(as) à Prefeitura do RJ *Quando? *Dia 2 de setembro de 2008 (terça-feira), às 17 horas Onde?* Clube de Engenharia - Av. Rio Branco, 124, 22º andar - Centro (próximo à estação Carioca do metrô, quase esquina com a rua 7 de Setembro) *O Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro* O Fórum de Juventudes, formado por 29 organizações, nasceu em 2003 com o intuito de criar um espaço público de participação democrática para dialogar com a gestão de políticas públicas de juventude. O Fórum reúne além de jovens, diversos movimentos e organizações sociais e se consolidou como um espaço promotor de encontros, debates, mobilização e articulação de projetos que ampliem a compreensão de direitos junto aos jovens, com intensa atuação nos Conselhos Estadual e Nacional de Juventude. *Organizações parceiras* Realizado pelo Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro e organizações parceiras, o Encontro com os candidatos tem a parceria das seguintes instituições: Fórum Estadual de Juventudes Negras/RJ, Associação dos Adolescentes e Jovens Trabalhadores do Estado do RJ (AAJT-RJ), AMAMU, BEMFAM, CAMTRA – Casa da Mulher Trabalhadora, CEDAPS – Centro de Promoção da Saúde, CECIP – Centro de Criação de Imagem Popular, Clube Jovem do Complexo do Alemão, Clube Jovem do Morro dos Prazeres, Companheiros das Américas, Conexão G, Criola, Coisa de Mulher/Núcleo Jovem, Enda Brasil, Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, Fase, IMAC – Instituto de Imagem e Cidadania, Ibase – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas, ISER – Instituto de Estudos da Religião, Jovens em Ação, Movimento de Mulheres de Vila Parque da Cidade, Observatório Jovem do Rio de Janeiro/ UFF, Observatório de Favelas, Organização de Direitos Humanos – Projeto Legal, PROA, PROFEC, Promundo, Raízes em Movimento, Rede de Comunidades Saudáveis do Estado do RJ e Viva Rio. ... << | política eleições rádios comunitárias | Voto Consciente | 29/08/2008 10:28 | 0 |
Aline Nobre |
Pesquisas eleitorais - como são realizadas? | Como é feita uma pesquisa de intenção de voto? Uma vez contratada a pesquisa, define-se seu foco, prazos, conteúdo, abrangência, identificação da amostra (tamanho, técnica de amostragem,... ver mais Como é feita uma pesquisa de intenção de voto? Uma vez contratada a pesquisa, define-se seu foco, prazos, conteúdo, abrangência, identificação da amostra (tamanho, técnica de amostragem, seleção da amostra). Depois são estabelecidos os instrumentos de pesquisa (questionário, cartões, planilhas), o treinamento dos pesquisadores, a coleta dos dados, checagem, processamento e análise dos dados. A última etapa é a divulgação dos resultados e acompanhamento de seus desdobramentos. Como é definida a amostra de uma pesquisa? Existe uma variedade de técnicas amostrais que podem ser utilizadas em pesquisas eleitorais. Em geral os grandes institutos trabalham da seguinte forma: num primeiro estágio, são sorteados ou escolhidos os municípios que farão parte do levantamento; depois, os bairros e pontos onde serão aplicadas as entrevistas. Por fim, os entrevistados são selecionados aleatoriamente de acordo sexo, faixa etária e grau de instrução. Os dados utilizados para composição da amostra são obtidos junto ao IBGE, TSE e TREs. Por que eu nunca respondi a uma pesquisa? As pesquisas têm amostras médias de 2.500 entrevistas e no país há 126 milhões de eleitores, segundo o TSE. Assim, em um levantamento nacional, apenas um eleitor em cada grupo de aproximadamente 50.000 é entrevistado, ou seja, seriam necessários 50.000 levantamentos com essa amostra para atingir o total do eleitorado, sem que nenhum indivíduo seja pesquisado mais de uma vez. Qual é o número mínimo de entrevistados para uma pesquisa de eleição presidencial acurada? Segundo o Datafolha, as amostras nacionais têm entre 2.000 e 2.500 entrevistas, mas não há tamanho mínimo ou ideal para uma amostra eleitoral. O mais importante é a sua representatividade, ou seja, como são selecionados os entrevistados. Da mesma forma, para o Ibope o mais importante é o grau de similaridade da pesquisa com o universo pesquisado. O tamanho é calculado com base no grau de precisão que se deseja, no nível de detalhamento na análise dos resultados e dependendo do tempo e recursos disponíveis. Costuma-se utilizar amostras entre 2.000 e 3.000 entrevistados. Como funciona o cálculo da margem de erro das pesquisas eleitorais? Todas as pesquisa, por elas utilizarem amostra probabilística, têm margem de erro amostral. Esse erro é calculado em função do tamanho e da heterogeneidade da amostra e dos resultados obtidos. A margem de erro normalmente divulgada refere-se a uma estimativa de erro máxima para uma amostra aleatória simples. Assim, considerando o erro amostral, fica estabelecido um intervalo de confiança - limites para mais e para menos em relação ao valor obtido. Qual tipo de intenção de voto é mais importante numa reta final de eleição: a espontânea ou a estimulada? Segundo o Instituto Datafolha, o ideal é observar conjuntamente os resultados. As taxas obtidas na intenção de voto espontânea podem indicar o grau de consolidação do voto em um candidato, mas os resultados da pergunta estimulada são mais utilizados pelos analistas, pois apresentam menor taxa de indecisão e quanto mais próxima a eleição, maior é a tendência de que se aproximem dos resultados apurados. De acordo com o Ibope, os dois tipos de respostas são importantes: a espontânea mostra quem já está "firme com cada candidato" e a estimulada mostra como o eleitor se comportaria se tivesse de decidir naquele momento da entrevista. Qual é o intervalo de tempo necessário para um determinado fato refletir-se no resultado da pesquisa? Não há regra para determinar tal intervalo, pois depende de fatores como o grau de importância que o eleitor atribui ao fato, o destaque que ele terá no noticiário, o grau de conhecimento que o eleitor terá sobre o fato, entre outros. Existem fatos que podem alterar o resultado da intenção de voto muito rapidamente, até mesmo na véspera das eleições, e outros que levam mais tempo. Que fatores garantem a credibilidade de uma pesquisa? Pesquisas dependem das técnicas utilizadas e da eficácia com que são aplicadas, questionários e amostras bem elaborados, entrevistadores treinados e análises isentas dos resultados e identificação do contratante. Também asseguram a qualidade da pesquisa o modo de apresentação e divulgação dos resultados. E no caso de eleições, há regras importantes, como o registro no Tribunal Regional Eleitoral ou no Tribunal Superior Eleitoral. Que fatores podem comprometer a credibilidade de uma pesquisa? Amostras e questionários não muito claros, divulgação parcial dos resultados, divulgação dos resultados muito tempo depois do levantamento, divulgações mal feitas dos resultados pelos veículos de comunicação e a falta de registro no TSE ou TRE. Fonte: Rev. Veja, Exclusivo On-line, ed. 1977, 11/10/2006. ... << | rádios comunitárias política | Voto Consciente | 26/08/2008 10:07 | 0 |
Aline Nobre |
RadioTube no Sergipe | Conseguimos uma nota no Jornal da Cidade, de Sergipe, coluna do Osmário. Apesar de publicada no impresso, é possível ver no site: http://www.jornaldacidade.net... Conseguimos uma nota no Jornal da Cidade, de Sergipe, coluna do Osmário. Apesar de publicada no impresso, é possível ver no site: http://www.jornaldacidade.net/2008/noticia.php?id=11792 | rádios comunitárias política eleição | RadioTube na Imprensa | 25/08/2008 22:18 | 0 |
Aline Nobre |
Eleições - Quem sobe, quem cai | Eleições - Quem sobe, quem cai Fonte: Retirado do Blog do jornalista Ricardo Noblat Link do Blog: http://oglobo.globo.com/pais/... Os resultados das pesquisas de intenção de voto do... ver mais Eleições - Quem sobe, quem cai Fonte: Retirado do Blog do jornalista Ricardo Noblat Link do Blog: http://oglobo.globo.com/pais/... Os resultados das pesquisas de intenção de voto do Instituto Datafolha divulgados no último fim de semana pouco ou nada têm a ver com os efeitos da primeira semana de propaganda eleitoral no rádio e na televisão dos candidatos a prefeito de algumas das capitais do país. A atenção do brasileiro estava voltada para as olimpíadas de Pequim. O período de 42 dias de propaganda eleitoral foi inaugurado na última terça-feira dia 19. Nos dias 21 e 22, o Datafolha entrevistou entre 800 a 1.200 eleitores em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife. Até então apenas dois programas de candidatos a prefeito haviam ido ao ar – embora não devam ser desprezadas eventuais conseqüências dos comerciais veiculados diariamente a respeito deles e que pegam os eleitores desprevenidos. São peças de propaganda mais eficientes do que os programas. Mas não foram os comerciais que provocaram as mudanças no quadro eleitoral registradas pelo Datafolha. A exceção fica por conta de Curitiba onde nada mudou. Candidato à reeleição, o prefeito Beto Richa (PSDB) coleciona 70% das intenções de voto. No Rio, o favoritismo de Marcelo Crivella (PRB) está cada vez mais a perigo. Crivella caiu no Datafolha de 24% das intenções de voto no final de julho para 20%. Eduardo Paes (PMDB) saiu de 13% para 17%. Jandira Feghali (PC do B) empacou em 15%. Qualquer um dos dois será capaz de derrotar Crivella no segundo turno. O que explica no Recife o salto espetacular dado por João da Costa (PT)? Em julho, ele tinha 22% das intenções de voto, atrás de Mendonça Filho (DEM) com 30%. Foi para 37%. Mendonça caiu para 26%. Cadoca (PSC) despencou de 22% para 13%. O tempo decorrido desde julho parece ter sido suficiente para o eleitor identificar João da Costa como o candidato da esquerda. Sim, ainda existe essa história de direita e esquerda no Recife. Cerca de 30% dos eleitores votam na esquerda. Outros 30% na direita. Os demais decidem as eleições. Nos idos de 60, quando ainda se votava em separado para prefeito e vice-prefeito, Recife elegeu Pelópidas da Silva, pela esquerda. O vice dele, Miguel Arraes, perdeu para Augusto Lucena, apoiado pela direita. Até um dia desses, João da Costa era um desconhecido secretário do prefeito João Paulo (PT). Os estrategistas de sua campanha imaginavam que ele atingiria o patamar dos 30% depois de duas semanas de propaganda eleitoral. Subestimaram o fato de que João da Costa dispõe de três poderosos padrinhos: Lula, aprovado por 74% dos recifenses; o prefeito João Paulo, por 61%, e o governador Eduardo Campos (PSB) por 52%. Está em Belo Horizonte, contudo, o caso mais exemplar de pura e simples transferência de votos. Quem é Márcio Lacerda (PSB), candidato a prefeito? É um empresário que jamais disputou uma eleição. Filiou-se ao PSB só para ser candidato. Subiu de 6% das intenções de voto em julho para os atuais 21%, ultrapassando Jô Moraes (PC do B) que tem 17%. A administração do governador Aécio Neves (PSDB) é considerada ótima ou boa por 86% dos habitantes de Belo Horizonte. A do prefeito Fernando Pimentel (PT), por 76%. Os dois apóiam Lacerda, que tem 12 minutos diários de comerciais no rádio e na televisão contra dois minutos de Jô. Quase 95% dos mineiros estão convencidos de que Aécio sucederá Lula em 2010. Fazer o quê? Lacerda na cabeça. A essa altura, o que o PSDB poderá fazer para evitar o desastre anunciado em São Paulo? É cedo para falar em desastre ali? Talvez não. Marta Suplicy (PT) continua em ascensão – dessa vez passou de 36% na pesquisa de julho para 41%. Geraldo Alckmin (PSDB) continua caindo - tinha 32% das intenções de voto, agora tem 24%. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) foi de 11% para 14%. Paulo Maluf (PP) está com 8% ou 9%. A divisão do PSDB entre Alckmin e Kassab desorientou o eleitorado do partido. A culpa é de quem? Ora, de Alckmin. O governador José Serra, a bancada de vereadores do PSDB, secretários municipais e subprefeitos estavam dispostos a apoiar a reeleição de Kassab. Seria o natural. Kassab é Serra na prefeitura. Aí o filhinho mimado de Pindamonhangaba bateu com o pé e anunciou: “Sou candidato”. Capaz de perder uma eleição para não perder a elegância, o PSDB engoliu a seco a decisão de Alckmin e bovinamente tomou o caminho do matadouro. Como consertar a situação? E tem conserto? ... << | rádios comunitárias eleição governo política | Voto Consciente | 25/08/2008 11:44 | 0 |
Aline Nobre |
PARTICIPE DA CAMPANHA PELO VOTO CONSCIENTE! | Vamos trocar material sobre a importância de um voto consciente, de acompanhar a proposta de cada candidato! Afinal são 4 anos, e quem tem o poder de escolha somos nós! Aproveitem e confiram os... ver mais Vamos trocar material sobre a importância de um voto consciente, de acompanhar a proposta de cada candidato! Afinal são 4 anos, e quem tem o poder de escolha somos nós! Aproveitem e confiram os áudios públicados pelo Criar! É um ótimo material para ser utilizado em sua rádio!... << | rádios comunitárias política | Voto Consciente | 22/08/2008 09:42 | 0 |
Aline Nobre |
RadioTube Portal Voluntário Bradesco | RadioTube notícia do Portal Voluntário Bradesco, no dia 11/08/2008. Clique na imagem para ampliar! RadioTube: www.radiotube.org.br RadioTube notícia do Portal Voluntário Bradesco, no dia 11/08/2008. Clique na imagem para ampliar! RadioTube: www.radiotube.org.br | rádios comunitárias política | RadioTube na Imprensa | 20/08/2008 22:37 | 0 |