Mostrar resultados de:
texto |
comunidades |
áudios |
| Foto/Autor | Título do Tópico | Descrição | Tags | comunidade | Horário | Comentários |
|---|---|---|---|---|---|---|
Carlos Oliveira |
meio ambiente: VIDA OU MORTE! | Esse é o primeiro de uma série de artigos sobre preservação ambiental que pretendo trazer para este espaço tão gentilmente cedido pelo RADIOTUBE. O meu objetivo é tentar, na medida do possível, levar... ver mais Esse é o primeiro de uma série de artigos sobre preservação ambiental que pretendo trazer para este espaço tão gentilmente cedido pelo RADIOTUBE. O meu objetivo é tentar, na medida do possível, levar a todos a maior quantidade de informações, detalhes e dicas sobre esta questão de importância fundamental para os nossos destinos e o destino do próprio Planeta. Numa rápida apresentação que julgo necessária, cabe-me dizer-lhes que sou advogado, profissão que exerço e busco dignificar há cerca de 20 (vinte) anos. Há algum tempo a questão do MEIO AMBIENTE, assunto que até então me parecia banal e trampolim de políticos de plantão despertou a minha atenção. Passei a pesquisar e a dar um pouco mais de atenção aos noticiários e estudos desenvolvidos por pessoas e entidades ligadas ao tema, até que me deparei com um vídeo, onde uma menina chamada SEVERN SUZUKI, de apenas 11 (onze) anos de idade, deixou envergonhados políticos e diplomatas de todo o mundo ao afirmar: “Sou apenas uma criança e não tenho as soluções, mas quero que saibam que vocês também não têm. Vocês não sabem como reparar os buracos da camada de ozônio. Vocês não sabem como salvar os salmões das águas poluídas. Vocês não podem ressuscitar os animais extintos. Vocês não podem recuperar as florestas que um dia existiram onde hoje é deserto. Se vocês não podem recuperar nada disso então, por favor, parem de destruir!” Isso aconteceu em 1992, na Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente realizada no Rio de Janeiro! Dezesseis anos se passaram, e apesar das promessas dos “líderes” mundiais, nada mudou! Pelo contrário, a devastação continua! Mas eu faço parte de um grupo que não desiste e ainda acredita que o homem é capaz de mudar o futuro da humanidade. Por isso criei a comunidade “MEIO AMBIENTE: VIDA OU MORTE!”, do ORKUT, único espaço, além deste que me é dado agora pelo RADIOTUBE, em que tive a oportunidade de iniciar um trabalho de conscientização do cidadão para a necessidade da preservação ambiental, projeto que é fruto de um ideal e que vem se desenvolvendo longe do patrocínio de ong’s ou partidos políticos, e sem a expectativa de qualquer retorno, a não ser, é claro, o sonho de vida no futuro. A beleza simples e exuberante do nosso ecossistema vem sendo afrontada, há muito tempo, pela ação de homens inspirados na teoria do lucro fácil e rápido, acobertada pela corrupção dos órgãos fiscalizadores e omissão dos governos por eles responsáveis. A cada agressão, uma promessa: tudo será apurado com rigor e punidos os culpados! A realidade nos tem mostrado, porém, que as mudanças não virão, e que os discursos demagógicos e a omissão das “autoridades” nos levarão ao fim dos tempos, a não ser que a sociedade se mobilize e reaja! O meio ambiente está em grave crise, e o nosso planeta, por isso mesmo, em sério risco. Há 65 (sessenta e cinco) milhões de anos, segundo os cientistas, um asteróide extinguiu toda a vida sobre a terra. O homem, acreditem, é o asteróide da vez! A humanidade chega, enfim, à encruzilhada de seu destino e apenas duas opções lhe são oferecidas: mudar, prá continuar existindo, ou insistir nos erros até aqui cometidos e caminhar para um processo de extinção, onde as maiores vítimas serão nossos filhos e netos, que serão privados do direito à vida pela nossa cobiça, insanidade e incompetência! ... << | Nenhuma | Criar Brasil | 24/09/2008 17:16 | 0 |
Comunicação Comunitária |
Uma vida pelo meio ambiente - entrevista com Claudio Sideraldo | Ativista convicto, Cláudio Araújo Sideraldo, que participa de diversos movimentos em luta pelo meio ambiente, seu Cláudio é, antes de tudo, um "velhinho" simpático, com muita disposição para lutar... ver mais Ativista convicto, Cláudio Araújo Sideraldo, que participa de diversos movimentos em luta pelo meio ambiente, seu Cláudio é, antes de tudo, um "velhinho" simpático, com muita disposição para lutar por um outro mundo possível ao longo de anos. Ouça a conversa descontraída, que ocorreu debaixo de chuva. Ouça aqui: http://www.radiotube.org.br/i...... << | Nenhuma | Fórum Social Mundial 2009 | 03/02/2009 12:58 | 0 |
Agência Pulsar |
Transgênicos e o meio ambiente | Ei pessoal! Estamos realizando uma série de programas sobre as sementes transgênicas aqui na Pulsar, em parceria com a ASPTA. Para quem conhece o tema de longe, parece... ver mais Ei pessoal! Estamos realizando uma série de programas sobre as sementes transgênicas aqui na Pulsar, em parceria com a ASPTA. Para quem conhece o tema de longe, parece esperança na ciência e até bom para o meio ambiente, já que eles prometem plantar menos áreas, com menos agrotóxicos, o que não faz sentido já que a maioria das plantas geneticamente modificadas são, justamente, para serem usadas com mais agrotóxicos. Além disso, o fortalecimento das multinacionais e dos grandes agricultores em detrimento da agricultura familiar, somadas a falta de preocupação real demonstrada por essas empresas em relação ao meio ambiente e a saúde humana, tem tudo a ver com o tema dessa comunidade. As reportagens serão disponibilizadas na comunidade "Estação Agroecologia" http://www.radiotube.org.br/i... E também na Agência Pulsar, quinzenalmente: www.brasil.agenciapulsar.org<...... << | transgênicos agrotóxicos contaminação sementes agricultura familiar lavoura plantação vida ecologia agroecologia fazendas | Proteção ao Meio Ambiente | 16/04/2009 11:43 | 0 |
Lielle Serafim |
III Conferência Nacional Infanto - Juvenil pelo meio ambiente | A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), uma parceria entre os Ministérios da Educação e do Meio Ambiente, realizará sua terceira edição este ano. É um momento em que... ver mais A Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA), uma parceria entre os Ministérios da Educação e do Meio Ambiente, realizará sua terceira edição este ano. É um momento em que todas as escolas de Ensino Fundamental do Brasil podem participar do processo de construção coletiva de responsabilidades e ações que contribuam para transformações da qualidade de vida local e planetária. A CNJIMA é uma campanha pedagógica de mobilização e engajamento dos adolescentes e da comunidade escolar, trazendo a dimensão política do meio ambiente para os debates dentro das escolas. O tema Mudanças Ambientais Globais será trabalhado em três momentos de encontros e debates : Conferência na Escola, Conferência Estadual (opcional) e Conferência Nacional. Os resultados das conferências nas escolas e nos estados serão debatidos por delegados e delegadas, estudantes entre 11 e 14 anos, que foram eleitos por seus pares para representá-los em Brasília, em abril de 2009. Além dos espaços presenciais, a CNIJMA conta com dois endereços na Internet: - o site oficial, com o material didático produzido para o estudo dos temas, informações sobre o processo da Conferência e notícias – que pode ser acessado no endereço www.mec.gov.br/conferenciainf.... O material didático foi também encaminhado em versão impressa para todas as escolas do segundo ciclo do Ensino Fundamental do país. - a Comunidade Vamos Cuidar do Brasil!, espaço de interação, de reflexão e de registro de todo o processo, desde a escola até Brasília. Hospedada no EducaRede – portal de educação mantido pela Fundação Telefonica e coordenado pelo Cenpec – pode ser acessada pelo endereço www.educarede.org.br. Se tiver dúvidas para inscrever-se na Comunidade, assista o vídeo elaborado pelos NTEs do Rio Grande do Sul: http://www.youtube.com/watch?... Desta maneira, duas importantes questões presentes atualmente na Educação estão juntas: o Meio Ambiente e o Letramento Digital. É mais uma oportunidade de utilização das tecnologias digitais de maneira significativa. Atenciosamente, Equipe da III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente http://www.mec.gov.br/confere... conferenciainfanto@mec.gov.br ... << | Nenhuma | Globalização X Sustentabilidade | 26/11/2008 09:49 | 0 |
André Lobão |
Produção de milho transgênico da Bayer é suspensa pela justiça | A juíza federal Pepita Durski Tramontini, do estado do Paraná, publicou no último dia 25 de julho sua decisão sobre a liberação comercial do milho Liberty Link, da Bayer. De acordo com a sentença... ver mais A juíza federal Pepita Durski Tramontini, do estado do Paraná, publicou no último dia 25 de julho sua decisão sobre a liberação comercial do milho Liberty Link, da Bayer. De acordo com a sentença judicial, a autorização de comercialização, semeadura, transporte, importação e descarte do milho foi anulada, e os atos da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) foram reprovados. A justificativa para a anulação foi a ausência de um plano de monitoramento pós-liberação comercial do Liberty Link. A Bayer será multada em 50 mil reais por dia caso não suspenda imediatamente a produção e comercialização do milho. A decisão é fruto da Ação Civil Pública movida em 2007 por diversas organizações ambientais para exigir a adequada análise de riscos à saúde e ao meio ambiente causados pelo produto.... << | soberania alimentar alimentos meio ambiente transgênicos | Consumo!! | 29/07/2010 15:23 | 0 |
Luiz Alexandre |
Novas tecnologias para reciclar mais tipos de materiais | Novas tecnologias para reciclar mais tipos de materiais O que fazer com embalagens de salgadinhos, bandejas de isopor, embalagens longa-vida? Embora cada vez mais presentes no dia a dia, esses... ver mais Novas tecnologias para reciclar mais tipos de materiais O que fazer com embalagens de salgadinhos, bandejas de isopor, embalagens longa-vida? Embora cada vez mais presentes no dia a dia, esses resíduos são considerados difíceis de reciclar, pois têm menos valor comercial que outros materiais, como latas de alumínio, papelão e garrafas PET. Mas o cenário começa a mudar: já existem tecnologias no Brasil para transformar o que era lixo em novas matérias-primas. Um exemplo são as embalagens feitas com o plástico tipo Bopp (sigla para película de polipropileno biorientado). O material, presente em embalagens de alimentos como salgadinhos, biscoitos, café, sopas instantâneas, praticamente não é recolhido por cooperativas de catadores. Mas a empresa americana Terra Cycle, que no início do ano iniciou atividades no Brasil, especializou-se em fazer com que o material volte à indústria. "O Bopp é um plástico e por isso pode ser reciclado. Nosso trabalho é desenvolver produtos que possam ser fabricados com o material", diz Guilherme Brammer, presidente da TerraCycle. Entre os produtos que podem ser feitos com as embalagens de salgadinhos estão mochilas, embalagens de cosméticos e até autopeças, como para-choques. A reciclagem do Bopp está ajudando a resolver um problema da PepsiCo, fabricante dos salgadinhos Elma Chips. A empresa acabou de colocar no mercado os primeiros displays espécie de prateleira que expõe os produtos nos pontos de venda feitos 100% com embalagens de salgadinhos recicladas. "O que era descartado virou matéria-prima de novo, fechando o ciclo", diz Olivier Weber, presidente de Alimentos da PepsiCo. Segundo ele, trata-se do primeiro display feito com material reciclado das próprias embalagens da empresa. Até o fim do ano, a meta é retirar 13,5 milhões de embalagens do ambiente, em todo o Brasil cada display consome 675 embalagens em sua fabricação. A empresa quer exportar a tecnologia brasileira para o resto do mundo. Desafio As embalagens longa-vida produzidas pela empresa sueca Tetra Pak também já estiveram na mira de ambientalistas. As caixinhas eram consideradas difíceis de reciclar, por serem formadas por um amontoado de camadas: seis no total, sendo quatro de plástico, uma de papelão e outra de alumínio. "O maior desafio foi desenvolver uma tecnologia que permitisse a separação de todas as camadas. Hoje, isso é possível", diz Fernando Von Zuben, diretor de meio ambiente da Tetra Pak. Segundo ele, existem várias tecnologias que permitem reciclar o material. Uma delas, realizada em uma usina em Piracicaba (SP), separa todas as camadas, e os materiais retornam às respectivas indústrias. Outra, semelhante a um grande liquidificador, separa o papelão, mas o alumínio e o plástico permanecem unidos, o que forma um aglomerado ideal para fazer produtos como telhas, compensados, móveis, lixeiras, canetas e objetos de decoração. O desenvolvimento dessas tecnologias já permite que 25% das embalagens Tetra Pak consumidas no Brasil sejam recicladas. Mas ainda é pouco. Telhas e compensados feitos com o material tiveram grande aceitação na construção civil, e hoje falta material. "Existem mais de 30 indústrias que usam essas embalagens recicladas como matéria-prima. É preciso aumentar a coleta seletiva." Fonte: Terceiro Setor... << | reciclagem lixo meio ambiente | Reciclando o lixo | 17/06/2010 12:42 | 0 |
André Lobão |
ADEL faz parceria com a Fundação Konrad Adenauer | O projeto intitulado “Difusão de Tecnologias Inovadoras de Segurança Hídrica no Vale do Rio Canindé” foi aprovado no edital BNB 2009 de Pesquisa e Difusão de Tecnologias de Convivência com o... ver mais O projeto intitulado “Difusão de Tecnologias Inovadoras de Segurança Hídrica no Vale do Rio Canindé” foi aprovado no edital BNB 2009 de Pesquisa e Difusão de Tecnologias de Convivência com o Semiárido. O projeto apresenta uma tecnologia social inovadora no campo de segurança (acesso) e manejo (eficiência) de recursos hídricos que objetiva contribuir para: 1) Redução da incidência de doenças causadas pelo acesso a água não-tratada pela população local; 2) Elevação da viabilidade econômica e da produtividade das pequenas propriedades, e acesso à água para a irrigação de quintais produtivos; e 3) Redução do êxodo rural. Para ler toda a noticia, acesse: http://adelmediocuru.blogspot. com/ abraços, Fonte: Wagner Gomes Agência de Desenvolvimento Econômico Local - ADEL Rua Juvenal Galeno, S/N, Benfica, Fortaleza - CE / Brasil CEP: 60.015 - 290 Telefone: +55 (85) 91998416 / +55(85)91998383... << | água meio ambiente | Globalização X Sustentabilidade | 14/10/2009 16:23 | 0 |
l |
O poder tóxico da desigualdade | A pobreza é um problema para a sociedade e para a natureza em geral. Em vários bolsões do mundo temos prejuízos decorrentes da falta de saneamento ou do recolhimento... ver mais A pobreza é um problema para a sociedade e para a natureza em geral. Em vários bolsões do mundo temos prejuízos decorrentes da falta de saneamento ou do recolhimento inadequado do lixo. Logo, parte da postura de preservação do meio ambiente passa, necessariamente pelo combate à pobreza. A preocupação com a preservação da natureza é realidade para poucos, o que torna difícil imaginar um movimento abrangente, que inclua aqueles que não têm condições mínimas de sobrevivência. Em contextos de miséria, desestruturação familiar e violência, falar de ecologia não passa de um luxo ou devaneio. "O elemento mais tóxico para o meio ambiente é a pobreza" Diante dessa constatação, a solução sugerida seria o combate à pobreza por meio do desenvolvimento, só que o principal elemento tóxico não é a pobreza, mas sim a riqueza e a busca desenfreada pelo maior lucro possível. Eu diria que é exatamente nessa imbricação entre pobreza e riqueza que mais perdemos. A desigualdade, que a cada dia avança no mundo, salienta as diferenças entre os gêneros, as etnias, os ricos e os pobres. O modo de vida que escolhemos tem por princípio a exclusão do outro e assume na sociedade capitalista a coisificação da natureza e das pessoas. Tudo tem seu preço e é preciso obter sempre o maior lucro. Com o advento do regime econômico, que hoje é praticamente o único no mundo — curiosamente numa época em que se defende o pluralismo para tudo, menos para a gestão econômica —, as pessoas e as terras se tornaram elementos que podem gerar riqueza. Porém, com o tempo, os próprios empresários perceberam a fraqueza dessas mercadorias, ora com o esgotamento da terra, ora com a morte dos empregados. Em relação ao ser humano foram criadas uma série de leis de proteção social que regularam o tempo de serviço e garantiram elementos mínimos para que fosse possível a reprodução do trabalho. Em relação às terras também foram criadas leis que passaram a regular o seu uso. Nessas questões temos de forma recorrente, novas propostas e avanços que visam garantir a preservação dessas duas "mercadorias fictícias", as quais são alvo da ganância e do desejo de enriquecimento de alguns. Nessa luta, a questão ecológica é a que mais tem avançado graças, à mobilização de vários setores da sociedade e às propostas de regulação, que têm sido debatidas em conferências internacionais. "A atitude das pessoas para com a ecologia depende do que pensam de si mesmas em relação a tudo que as rodeia. A ecologia humana está profundamente condicionada ao que cremos acerca de nossa natureza e destino, isto é, a religião". Nessa linha de raciocínio de "visão ortodoxa", dissemina a compreensão de que o homem deve dominar a natureza, o que cria condições para a destruição humana. É nosso dever cuidar da criação dentro da perspectiva da mordomia. O papel das crenças e dos valores no dia-a-dia da sociedade, é um elemento central que precisamos considerar em nossas ações e discussões. Nessa direção, percebemos que a questão ecológica tem no capitalismo e em sua lógica de riqueza a qualquer custo – o seu principal opositor. Os recursos naturais não são suficientes para se manter o nível de consumo vigente entre os mais ricos do mundo. A atual situação só é possível graças à desigualdade social, pois, se todos tivessem o padrão de consumo de combustível, alimentação ou energia elétrica existente em boa parte dos lares, o mundo já teria entrado em colapso. É preciso esclarecer que, nestes anos de globalização, é preciso que tenhamos Ipanema que não se sustentaria se não existisse a Rocinha. Essa é a dinâmica que sustenta este mundo injusto e cada vez mais desigual. Em meio a essa realidade o meio ambiente padece, seja pela ausência de pobres, seja pelo excesso de ricos. Entre os pobres, as doenças infecciosas, muitas causadas pela má qualidade da água, matam duas vezes mais do que o câncer. No Brasil apenas 60% do lixo coletado tem tratamento adequado e somente 35% do que é captado pelo sistema de saneamento é tratado. Já entre a minoria rica há uma crescente concentração de bens e capital. Além disso, por exemplo, apesar de os Estados Unidos possuírem menos de 10 % da população mundial, lá se consome 26% do petróleo, 35% do carvão mineral e 27% do gás natural mundial. E as conseqüências disso recaem sobre os países pobres, mais vulneráveis às mudanças climáticas que ocorrem no globo devido a fenômenos como o efeito estufa. Se é certo que a pobreza traz danos ao meio ambiente, também são gritantes os problemas que os excessos dos mais ricos representam para a natureza. Estamos diante de uma iminente crise no abastecimento de água e precisamos de uma postura distinta da lógica capitalista quando se trata dos recursos do planeta. "As mudanças na postura de mordomia, de misericórdia e de solidariedade para com o próximo e a criação se faz realmente necessário" ... << | desigualdade pobreza social poder econômia meio ambiente riqueza | Cultura Popular e Cidadania | 10/10/2009 13:48 | 0 |
Lielle Serafim |
Reciclagem de celular | O Brasil está perto de ultrapassar os 123 milhões de linhas de celular, firmando-se na quinta posição mundial. E caminha para fortalecer o mercado de reposição de aparelhos, que no ano passado... ver mais O Brasil está perto de ultrapassar os 123 milhões de linhas de celular, firmando-se na quinta posição mundial. E caminha para fortalecer o mercado de reposição de aparelhos, que no ano passado superou, pela primeira vez, o de novos assinantes. Se por um lado a notícia beneficia operadoras e fabricantes, por outro acende uma luz amarela para o meio ambiente. A indústria começa a pôr em prática medidas para reduzir o impacto do descarte de telefones e baterias. O alcance destas providências, contudo, ainda é bastante limitado. A julgar pelo tempo médio de substituição dos aparelhos, vê-se que o assunto é premente. A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) trabalha com uma média de três anos, mas há quem diga que, no Brasil, o usuário troca de celular a cada 18 meses, movido pelo lançamento de dispositivos mais sofisticados e pelo incentivo das operadoras, que chegam a dar aparelhos para reter clientes. A expectativa é de que a procura por celulares continue grande. A Abinee estima que o mercado interno vai absorver quase 62% dos 78 milhões de aparelhos a serem produzidos no País em 2008. O número de aparelhos descartados anualmente, no Brasil e no mundo, continua uma incógnita. De acordo com enquete feita em março pela consultoria Teleco no ano passado, 35% de 583 participantes disseram guardar seus celulares velhos, 29% revelaram doá-los e 19%, vendê-los. Um total de 7% dos inquiridos informou que joga seus aparelhos antigos no lixo. O problema é que ainda não há uma lei que discipline a destinação da sucata eletrônica. Recentemente, a Câmara dos Deputados encaminhou à Presidência da República um projeto de lei que lançará as bases da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Ao contrário dos aparelhos eletrônicos, o descarte de baterias tem a seu favor a resolução 257, baixada em junho de 1999 pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Pela norma, pilhas e baterias com metais tóxicos acima dos limites considerados perigosos para a saúde - como cádmio, chumbo, níquel e óxido de mercúrio - devem ser recicladas ou armazenadas. Fabricantes e importadores ficam responsáveis pelo recolhimento, armazenamento, transporte, reciclagem e disposição final destes artigos. Contudo, Marcelo Furtado, coordenador de campanhas do Greenpeace Brasil, diz que a norma é parcialmente cumprida, já que o volume de baterias produzidas é bem superior ao recolhido. Enquanto a política de resíduos sólidos não fica pronta, operadoras e fabricantes de equipamentos vão ensaiando os primeiros passos. A partir deste ano, a Claro passa a se responsabilizar não só pelo recebimento destes equipamentos, mas também pela destinação dos componentes às recicladoras credenciadas por órgãos ambientais. Hoje, as lojas próprias da Claro possuem urnas coletoras. A empresa garante que, até junho, todos os pontos-de-venda, inclusive os 3,3 mil agentes autorizados da operadora, estarão equipados com a urna coletora. A Vivo, dona de uma carteira com 33,7 milhões de clientes, recolheu no ano passado 131 mil aparelhos e cerca de 105 mil baterias pelo projeto Vivo Recicle seu Celular, programa que também recolhe acessórios. Com esta atividade, a empresa recebeu quase R$ 50 mil, dinheiro que foi doado à Audioteca Sal & Luz, que produz e empresta livros em áudio para pessoas com deficiência visual. O programa funciona desde novembro de 2006 nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal Espírito Santo, Goiás, Sergipe, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A gerente de responsabilidade Sócio-Ambiental da operadora, Karinna Bidermann, disse que a iniciativa será estendida ao resto do País até o final deste semestre. "Agora a ação deixa de ser um projeto para ser um programa institucional", afirma a profissional. Uma das parceiras da Vivo neste programa é a Recellular, empresa americana que reaproveita telefones semi-novos. Os acessórios são encaminhados para a Interamerica, de São Paulo, enquanto as sucatas e baterias ficam com a Umicore, empresa belga com três fábricas em São Paulo. A filial brasileira da Umicore fez no ano passado sua primeira remessa de materiais. Enviou à unidade da Suécia 30 toneladas de baterias recarregáveis, o que representa 3% da coleta que o grupo fez em 29 países. Os negócios estão caminhando depressa no País. Nos primeiros meses de 2008, já coletou 20 toneladas. Até abril, segundo o Gerente de Desenvolvimento de Negócios da Umicore, Ricardo Rodrigues, a companhia pretende exportar quase dez toneladas de aparelhos celulares. De acordo com o executivo, o avanço foi proporcionado pelo acordo fechado com a Motorola. Atento ao potencial do País, que tem exibido taxas crescentes de adições líquidas de clientes, Rodrigues se prepara para selar novas parcerias. "Do total de celulares em operação no País atualmente, de 10% a 20%, em média, chegam ao final de sua vida útil por ano." Cerca de 40% da produção mundial da Umicore, que desenvolve, entre outros, catalisadores automotivos e materiais para a indústria eletrônica, vem da reciclagem. A empresa aproveita os plásticos como fonte de energia e, por meio de processos químicos, recupera os metais preciosos dos circuitos. Essa matéria-prima é vendida para a produção de novas baterias, por exemplo. A parte não-metálica que não se queimou é utilizada como agregado para concreto, reproduzindo na indústria a máxima que Lavoisier formulou sobre a natureza, onde "nada se perde, nada se cria, tudo se transforma". Sustentabilidade na pauta mundial A reciclagem de baterias e aparelhos celulares começa a se firmar na pauta das grandes empresas. Durante o Mobile World Congress, que aconteceu em fevereiro na cidade espanhola de Barcelona, o presidente da China Mobile, Wang Jianzhou, conclamou seus colegas a prestarem atenção na emissão de resíduos. Conforme disse, a campanha de coleta de baterias e celulares usados da empresa recolheu 3 milhões de itens em 2007, contra 60 mil em 2006. "E a quantidade vai aumentar." A Nokia também estampou a sustentabilidade em seu discurso. A empresa aproveitou o congresso para lançar um celular cujos componentes são reaproveitados. O Nokia 3110 Evolve tem capas em matéria-prima orgânica feitas com mais de 50% de material reciclável. O presidente da fabricante finlandesa, Olli-Pekka Kallasvuo, falou que o produto marca uma nova etapa no uso de materiais recicláveis e reaproveitados. "Alguma coisa tem de mudar, precisamos nos dirigir a um modelo mais sustentável, incluindo práticas de reciclagem e economia de energia", diz. Fonte: último segundo http://ultimosegundo.ig.com.b...... << | reciclagem sustentabilidade meio ambiente | Globalização X Sustentabilidade | 17/01/2009 21:25 | 0 |
Clara Araújo |
Greenpeace pede ações de ministérios contra contaminação radioativa da água de Caetité (BA) | Um ativista do Greenpeace entregou, hoje (15), garrafas contendo o que seria “água radioativa” de Caetité (BA) nos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia. Ele estava vestido de garçom... ver mais Um ativista do Greenpeace entregou, hoje (15), garrafas contendo o que seria “água radioativa” de Caetité (BA) nos ministérios do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia. Ele estava vestido de garçom e usava uma máscara de caveira. A intenção do manifestante era entregar as garrafas aos ministros Carlos Minc e Sérgio Rezende. Pesquisas do Greenpeace publicadas no relatório Ciclo do Perigo: Impactos da produção de combustível nuclear no Brasil, em outubro, indicam que a água consumida pelas famílias que vivem na área de influência direta da mina de urânio operada pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB), em Caetité (BA), apresenta radioativo até sete vezes acima do nível tolerado pela Organização Mundial de Saúde. Segundo Rebeca Lerer, coordenadora da campanha de energia nuclear do Greenpeace, a manifestação de hoje “foi um lembrete” às autoridades sobre a situação em Caetité. De acordo com a coordenadora, o Greenpeace quer que as medidas propostas pelo Ministério Público Federal (MPF), em reunião no dia sete de novembro, sejam cumpridas. Rebeca Lerer revelou que a INB quer duplicar sua produção em Caetité, mas o MPF recomendou ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) que isso só ocorra quando as condições para o licenciamento, que estão em aberto, como a do controle da saúde das famílias da região, sejam resolvidas. A expectativa, segundo Lerer, é saber se o Ibama vai acatar a solicitação do Ministério Público Federal. “Vamos ver se o protesto de hoje ajuda o ministro a cumprir sua responsabilidade”, afirmou. No Ministério do Meio Ambiente o ativista fantasiado de 'garçom-caveira' e outros três manifestantes foram recebidos pelo assessor de imprensa Ronie Lima. O assessor disse desconhecer do que se tratava a manifestação, mas que iria encaminhar a água recebida ao ministro. Mais tarde, em nota, o Ministério do Meio Ambiente argumentou que o empreendimento está localizado em uma área naturalmente rica em urânio e que os níveis do elemento na água potável na área de influência da INB estão “em princípio, dentro da normalidade”. De acordo com o MMA, “a instalação possui extenso programa de monitoramento ambiental e nuclear que é auditado periodicamente pela Agência Internacional de Energia Atômica. Mesmo assim, o Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] exigirá contraprovas para apurar se a denúncia do Greenpeace procede ou não”. No Ministério da Ciência e Tecnologia, após espera de mais de 30 minutos, os manifestantes alegam que não foram recebidos por nenhum funcionário e que apenas deixaram apenas uma carta de compromisso protocolada na recepção. A assessoria do órgão, entretanto, afirma que os manifestantes foram recebidos pela chefe de assessoria da comunição, Lúcia Muniz, a quem foi entregue a carta. Em nota, a INB alega que o Instituto de Gestão de Águas (Inga) do governo da Bahia também analisou os níveis de concentração de urânio nos poços onde o Greepeace fez a coleta de água e não encontrou anormalidades. A INB também afirma que o Greenpeace colheu amostras para análise científica no exterior, sem seguir os procedimentos legais brasileiros, e não divulgou nem os laudos nem o nome do laboratório inglês onde foram feitas as análises. FONTE: Agência Brasil Link: http://www.agenciabrasil.gov.... ... << | bahia água poluição meio ambiente caetité greenpeace | Proteção ao Meio Ambiente | 16/12/2008 09:13 | 0 |
André Lobão |
Entrevista com Chico Mendes | Depoimento do Chico Mendes gravado em 1988 - dia 22 de dezembro vai fazer 20 anos da sua morte. Enviado em 17 Novembro 2008, 20h01 Entrevista feita pelo IBASE no ano de 1988. Antes da morte do... ver mais Depoimento do Chico Mendes gravado em 1988 - dia 22 de dezembro vai fazer 20 anos da sua morte. Enviado em 17 Novembro 2008, 20h01 Entrevista feita pelo IBASE no ano de 1988. Antes da morte do Chico Mendes que foi no dia 22 de dezembro no mesmo ano da entrevista. O Chico Mendes foi entrevistado por Pedro Vicente Costa Sobrinho, pós-graduado em Economia Rural, mestre em Ciências Sociais e doutor em Ciências da Comunicação pela USP, a entrevista foi feita em duas parte, em outubro e em dezembro de 1988. Estou colocando quatro links com as gravações que foram feitas em fitas cassetes no sistema analógico de gravação. Cada link tem trinta minutos com bastante conteúdo para ser usado nas rádios, universidades, sindicatos, sala de aulas e etc. O meu papel é fazer com que a população seja sempre lembrada da luta deste brasileiro e que estimule todos a lutar pelos seus direitos. Os links para baixar os áudios: http://www.4shared.com/file/7... http://www.4shared.com/file/7... http://www.4shared.com/file/7... http://www.4shared.com/file/7... No WIKIPEDIA tem toda a trajetória escrita do Chico Mendes - link http://pt.wikipedia.org/wiki/... ... << | chico mendes meio ambiente amazônia | Amazônia ferida | 09/12/2008 15:46 | 0 |
Aline Nobre |
Ecodesign: A produção do bem | (Fonte: TudoCom) Por Eduardo Betinardi, jornalista da IEME Comunicação, de Curitiba (...) O ecodesign faz referência a todo o processo de produção que engloba aspectos ambientais em todos os... ver mais (Fonte: TudoCom) Por Eduardo Betinardi, jornalista da IEME Comunicação, de Curitiba (...) O ecodesign faz referência a todo o processo de produção que engloba aspectos ambientais em todos os estágios de desenvolvimento de um produto. “O design ecologicamente correto nos faz pensar e executar projetos usando materiais alternativos, menos poluentes, reaproveitando matéria-prima e estimulando os consumidores a adotarem essa idéia”, explica o designer Zeh Rodrigues, proprietário do estúdio Brainbox Design Estratégico. Os produtos ecologicamente corretos reduzem os impactos ambientais durante seu ciclo de vida, diminuindo a geração de lixo, economizando custos e incentivando a implementação de novas técnicas de produção, unindo o que é tecnicamente possível com o que é desejado para a manutenção e preservação do meio ambiente. Sendo assim, eles contribuem diretamente para a quebra de muitos paradigmas, testando novas soluções e procurando novos caminhos, gerando desenvolvimento em todas as áreas da sociedade. (...) O estúdio Brainbox Design Estratégico, de Curitiba, inaugurado no início de 2008, também é um empreendimento que encontrou o diferencial para o sucesso empresarial na adoção de conceitos do ecodesign. O estúdio se destaca pela busca incansável de técnicas ecologicamente corretas que diminuam ao mínimo possível os impactos ambientais e sociais causados por suas criações. (...) Além de trabalhar com materiais recicláveis, o estúdio tem outras medidas que colaboram para a diminuição dos impactos ambientais. “Nós usamos apenas luz natural até às 17h. Usamos toalha de pano em nosso banheiro e até copos de vidro reciclável. 100% das nossas criações são apresentadas virtualmente. Sendo assim, não precisamos usar pranchas em apresentações para os clientes. Economizamos papel, cola, tempo, energia e tinta com esse processo. Incentivamos também os nossos clientes a usarem materiais impressos que agridam menos o meio ambiente”, conta o designer. Zeh Rodrigues acredita que cada cidadão é responsável pelo mundo em que vive e deve fazer sua parte para a preservação do meio ambiente. “A sociedade tem que se acostumar a pensar e usar materiais alternativos, pois as atitudes ecologicamente corretas são questões de hábito. Os materiais estão ao alcance de todos, cada vez mais baratos e acessíveis. Basta vontade”, afirma ele. Leia mais em: http://www.tudocom.com.br/ci_... ... << | rádios comunitárias meio ambiente | Proteção ao Meio Ambiente | 27/08/2008 11:33 | 0 |