Resultado da busca pela tag:

fechamento

Mostrar resultados de:
texto | comunidades | Fotos | áudios | Videos | Arquivoss | Bibliografias | Links

Tópicos de comunidade

Foto/Autor Título do Tópico Descrição Tags comunidade Horário Comentários
João Paulo Malerba
João Malerba
fechamento da Rádio Heliópolis A rádio Heliópolis foi fechada! Vamos agir! A rádio Heliópolis foi fechada! Vamos agir! radcom  radios comunitarias  anatel  fechamento  ONG´s Apaixonadas por Rádio 31/07/2008 16:26 1
João Paulo Malerba
João Malerba
Ato contra fechamento de rádios comunitárias fecha TV Bandeirantes de Campinas Nesta quinta feira a TV Bandeirantes de Campinas esteve sendo alvo de protesto pelo movimento das rádios comunitárias e de quem as apóia. Não é de hoje que sabemos... ver mais Nesta quinta feira a TV Bandeirantes de Campinas esteve sendo alvo de protesto pelo movimento das rádios comunitárias e de quem as apóia. Não é de hoje que sabemos que o grupo Bandeirantes de Rádio e Televisão se posta acima da Lei e traz pra si o papel de julgar o movimento de rádios comunitárias como criminoso. Além de descumprir a legislação trabalhista, desrespeitando o trabalhador, a mesma deixa de cumprir a legislação que rege o próprio setor de radiodifusão. Nesta quinta feira, no período da tarde, diversos movimentos sociais, sindicatos de trabalhadores e entidades ligadas a democratização do meios de comunicação, deram um basta às mentiras que o grupo Bandeirantes propagandeia através de suas emissoras, criminalizando um movimento legítimo que é o das Rádios Comunitárias. O principal argumento utilizado pela direção da emissora é de que diversas emissoras de rádios comunitárias não tem outorga do Ministério das Comunicações para funcionar. E olha que coisa, por ironia do destino; a TV Bandeirantes de Campinas está com sua outorga vencida. E nem por isso, a Polícia Militar e Civil, presentes no ato, a pedido da emissora, fizeram alguma coisa para prender os diretores ou fechar a própria emissora que estava funcionando ilegalmente. Os portões da frente da emissora ficaram fechados e ninguém podia entrar ou sair por ali. O trânsito teve que sofrer um desvio, mas como o movimento era pacífico e a pedido da polícia militar, foi liberado a pista para que o tráfego pudesse fluir. Mas a questão principal continuou de pé; a polícia iria ou não efetuar a prisão dos diretores da emissora ou fechar a emissora e lacrar seus transmissores?! É óbvio que não aconteceu nada nesse sentido. Após um prazo de duas horas, cumpridas ali na frente da emissora, a Polícia Civil não apareceu com a resposta, obrigando uma comissão presente dos representantes dos movimentos sociais ir até a DIG de Campinas e fazer a denúncia contra as emissoras do Grupo Bandeirantes que estavam com a outorga vencida. Segundo a alegação do delegado, a denúncia deveria ser feita no 5º DP, mas era ele quem mandava fazer diligências para fechar emissoras comunitárias. Era ele quem aparecia na mídia falando a respeito das diligências efetuadas contra as emissoras de rádio comunitária e seus radiodifusores. No 5º DP ficou constatado aquilo que já acreditavam, não era lá. Estabelecido então um documento, de que a TV Bandeirantes não apresentou documento nenhum, a luta continuará também em outras esferas. A postura do delegado da DIG de Campinas é que não ficou clara.Era a equipe dele, da DIG de Campinas, a mando dele quem cometia as infrações da Lei. Quem é então que cometia essa irreguaridade?! Os radio-difusores comunitários ou a DIG de Campinas fazendo papel da Polícia Federal? Estranho. Muito estranho essa situação. Pra fechar rádio comunitária,sem outorga pode, mas pra emissoras como a TV Bandeirantes de Campinas não?! O movimento também foi orientado a fazer uma denúncia na Corregedoria da Polícia, por prevaricação e por abuso de autoridade frente ao movimento das rádios comunitárias. E a irem também na Secretaria dos Direitos Humanos de Brasília, para que a mesma tome providências, já que a Polícia Civil e Militar estão cometendo um crime ao prender os radiodifusores comunitários, sem um mandato da Justiça e por prender e danificar equipamentos, que estão a serviço do movimento das rádios comunitárias. Fonte: http://pimentus-ardidus.blogs...... << radcoms  rádios  comunitárias  anatel  repressão  band  Rádios comunitárias 24/08/2010 14:44 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Vídeos sobre fechamentos de RadComs Amigos, recebi essa listagem na lista do 3º setor pelo Carlos Moreira (Beto). Tratam-se de vídeos sobre fechamentos de rádios comunitárias pela Anatel e pela Polícia... ver mais Amigos, recebi essa listagem na lista do 3º setor pelo Carlos Moreira (Beto). Tratam-se de vídeos sobre fechamentos de rádios comunitárias pela Anatel e pela Polícia Federal. Se você sabe de mais algum vídeo acrescente nessa lista. Abraços radiofônicos Anatel e PM atacam Rádio Comunitária em Viamão http://www.youtube. com/watch? v=cWKgaOuHR68 Rádio Comunitária Resistência FM http://www.youtube. com/watch? v=EW_k9K4cSq8 Delegado Federal fala rádio comunitária não é crime http://www.youtube. com/watch? v=nXvIzqkxSzk Prefeitura de SP derruba torre de rádio http://www.youtube. com/watch? v=UMgaEg- IZtU Fechamento Rádio Muda http://www.youtube. com/watch? v=RnwiwqLA2tg Fechamento Rádio Heliópolis http://www.youtube. com/watch? v=_K-MjOtIY9U Fechamento da Interferência http://www.youtube. com/watch? v=7leBoG9hzkg... << rádios  rádio  radio  radios  comunitária  comunitárias  comunitaria  comunitarias  fechamento  fechamentos  anatel  Rádios comunitárias 01/04/2009 11:43 1
João Paulo Malerba
João Malerba
Abraço identifica o fechamento de 125 emissoras pela Polícia Civil no Estado de São Paulo Dados são alarmantes e mostra disposição política do Governo do Estado em atuar na defesa do monopólio da comunicação. Um rastreamento na internet,... ver mais Dados são alarmantes e mostra disposição política do Governo do Estado em atuar na defesa do monopólio da comunicação. Um rastreamento na internet, realizado pela Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária Regional São Paulo, nos sites das empresas de comunicação da capital e interior, detectaram o fechamento de 125 rádios no estado realizado pela polícia Civil. Segundo a ABRAÇO - SP, o número de ações pode ser 30% maior, pois existem um grande número de policiais que se sentem constrangidos de realizar operações desta natureza, e ao realizarem por ordens superiores, não as divulgam. Somente em 4 operações haviam mandado judicial para a realização das operações e na maioria delas, os representantes da polícia alegavam radiointerferências sem contudo, apresentar laudo pericial que comprovassem as denúncias ofertadas pelos agentes de repressão. Os dados coincidem com o início das operações de duas empresas especializadas no rastreamento de emissoras, cujos clientes são as grandes emissoras comerciais filiadas a ABRA e ABERT, que rastreiam e denunciam as ações junto a polícia Civil. Segundo Jerry de Oliveira – Coordenador Sudeste da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária “existe uma linha política de atuação desta empresa junto ao alto comando da Polícia Civil e as respostas dadas ás autoridades segue um padrão determinado, é como se as respostas fossem ensaiadas, pois as desculpas de interferências seguem na mesma linha. É como se fosse editada uma cartilha para as justificativas de fechamento. Isso mostra uma determinação política em criminalizar a liberdade de expressão”. As empresas que prestam serviços as emissoras comerciais utilizam sites especializados em rádios e oferecem este tipo de serviço às emissoras comercias, que pode ser visualizado na Internet através do site: www.tudoradio.com. Em uma conversa de dirigentes da ABRAÇO – SP com esta empresa, foi detectado que existem 2 tipos de serviço, sendo o primeiro deles de apenas o rastreamento de emissoras, e a entrega da documentação às autoridades competentes (no caso a ANATEL) e o segundo serviço, de um valor muito maior, para o rastreamento e fechamento imediato com a ajuda de policiais Civis. A ABRAÇO - SP já solicitou junto à representantes da Assembléia Legislativa do estado de São Paulo, uma audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos para apurar denúncias das ações conjuntas de policiais civis, empresas de comunicação e agentes da Anatel que atuam junto com esta empresa. O OUTRO LADO Segundo a ABRAÇO SP, foram pesquisadas 93 matérias sobre o fechamento destas emissoras, e em apenas quatro delas, as equipes de reportagem lembraram um dos princípios do bom jornalismo, ou seja, ouvir o outro lado, o que mostra que as ações de fechamento de rádios que são pautadas pela mídia, possuem um objetivo de apenas mostrar o lado do opressores. Também foi verificado pela ABRAÇO - SP, que todas as matérias publicadas na mídia, estão inseridas nos cadernos policiais dos jornais ou nos blocos de TV e Rádios das Grandes emissoras, o que descaracteriza as emissoras como um problema político, mas sim uma tentativa de criminalização. Para a ABRAÇO – SP, isso mostra que as propostas apresentadas na Conferência de Comunicação, como a ANISTIA, o fim da Repressão e a descriminalização que foram aprovadas também pelo setor empresarial da mídia não passa de uma performance política que em nada corresponde com a realidade atual. Da redação do Jornal dos Trabalhadores Cristiane Costa... << rádios comunitárias  radcom  abraço  são paulo  sp  fechamento  anatal  pf  Rádios comunitárias 30/06/2010 12:54 0
João Paulo Malerba
João Malerba
PF e Anatel fecham a rádio Tabajara FM Na manhã deste sábado (21), uma fiscalização da Polícia Federal (PF) e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fechou a Rádio... ver mais Na manhã deste sábado (21), uma fiscalização da Polícia Federal (PF) e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) fechou a Rádio Tabajara FM, dos jornalistas Carlos Mendes e Francisco Sidou. A rádio, localizada em Belém, foi interditada e proibida temporariamente de ir ao ar nos próximos dias. Os equipamentos foram apreendidos e o local onde a rádio funcionava foi fechado. O fiscal da Anatel, Luiz Roberto, disse que a rádio não é legalizada, não tem autorização de uso de radiofrequência da Anatel para funcionar e por esses motivos foi interditada. Mas o jornalista Carlos Mendes garante que o fechamento da emissora se deve a uma “perseguição política”. Mendes disse que a coligação “Acelera Pará”, que apóia a governadora e candidata à reeleição Ana Júlia Carepa, já havia ingressado no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), na sexta-feira (20), contra a rádio Tabajara, na tentativa de censurar a emissora e o programa “Jogo Aberto”. “Ela queria que a emissora fosse multada por termos feitos criticas no programa sobre o aluguel de 450 carros pela Polícia Militar”. O jornalista disse ainda que, em menos de 48 horas, a emissora apresentou a defesa e o caso estava seguindo os trâmites da justiça. “Fomos surpreendidos com a chegada da Polícia e da Anatel. Com certeza isso não se trata de uma mera coincidência”. Mendes confirmou que a rádio não é legalizada por motivos burocráticos. “Estou correndo atrás dessa documentação, mas, como não tenho apadrinhamento político, esse procedimento é bem mais demorado”, finalizou o jornalista. (Diário Online, com informações do Diário do Pará) http://www.diariodopara.com.b...... << tabajara  anatel  fechamento  radcom  rádio  comunitária  Rádios comunitárias 24/08/2010 12:33 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Jornalismo de mentira Hoje (10/02/2009) os leitores do Jornal O Globo foram surpreendidos com uma notícia de primeira página sobre rádios comunitárias. Ops, corrigindo: as (pseudo)jornalistas dO Globo não sabem o que isso... ver mais Hoje (10/02/2009) os leitores do Jornal O Globo foram surpreendidos com uma notícia de primeira página sobre rádios comunitárias. Ops, corrigindo: as (pseudo)jornalistas dO Globo não sabem o que isso significa: só conseguem repetir em coro uníssono o velho bordão: “rádios piratas”. Em nenhum momento da chamada na primeira capa e da matéria interna (praticamente de página inteira) há a menção da expressão “rádios comunitárias”. Mesmo no final, bem no finalzinho, quando as (pseudo)jornalistas Ana Cláudia Costa e Carla Rocha mencionam o projeto de lei que prevê a descriminalização das rádios comunitárias, o texto insiste em “rádios piratas”, um termo cunhado para deslegitimar o trabalho de milhares de brasileiros e brasileiras que lutam pela democratização da comunicação em todo o Brasil. As (pseudo)jornalistas parecem desconhecer (ou terem sido orientadas para tal) que o Estado Brasileiro reconhece legalmente o trabalho das rádios comunitárias, através da lei 9.621/98. Talvez as (pseudo)jornalistas não devem ter aprendido uma lição básica do jornalismo (ou foram orientadas a não fazê-lo): consultar fontes. Uma olhadinha rápida no site do Ministério das Comunicações (o endereço é http://www.mc.gov.br/, no Google é fácil achar, viu?) revelaria que o Estado desconhece o termo “rádio pirata” que a matéria insiste em usar. As rádios comunitárias, reconhece institucionalmente o Ministério, “é um tipo especial de emissora de rádio FM (...) criada para proporcionar informação, cultura, entretenimento e lazer a pequenas comunidades.” Bem, as (pseudo)jornalistas só conseguem enxergar ilegalidade quando o assunto é rádios comunitárias. A matéria toda é um show de jornalismo tendencioso e, o pior, mal feito. Porque há muito tempo já foi desmistificada a idéia de imparcialidade no jornalismo: todo discurso exige tomada de posição e com o jornalismo não é diferente. As grandes corporações de mídia (com as organizações Globo no carro de frente) sempre atacaram descaradamente as rádios comunitárias e não esperaríamos algo diferente agora. Mas se as (pseudo)jornalistas tinham que fazer o trabalho sujo (afinal, trabalhar na Globo exige que o jornalista coloque sua ética na gaveta antes de ir para o escritório), pelo menos poderiam ter feito com mais cuidado. É que assim é feio demais... A matéria fala do fechamento de “cinco rádios clandestinas” na Cidade de Deus. Detalhe: cinqüenta PMs do Batalhão de Operações Especiais (isso mesmo!) foram escalados para a operação. As fotos revelam a real necessidade para tudo isso: homens fortemente armados ao redor de umas casinhas simples, sem qualquer indício de resistência por parte dos “criminosos” comunicadores populares. Bem, a justificativa é que uma rádio “estaria interferindo na comunicação do Aeroporto de Jacarepaguá”. As (pseudo)jornalistas não devem saber disso (ou foram orientadas para não sabê-lo), mas o movimento de rádios comunitárias já emitiu diversos pareceres provando a improbabilidade de que rádios de baixa potência (25 watts) interfiram na comunicação pública. A própria assessora técnica da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Maria Gabriela, em entrevista para o RadioTube ( http://www.radiotube.org.br/i...) admitiu isso. No meio da matéria há dois parágrafos aparentemente deslocados: não têm absolutamente nada a ver com a matéria. O capitão Ivan Blaz fala de umas apreensões “sempre com a ajuda de moradores, que estão indignados com a ação do tráfico na comunidade”. Ué? Mas não era uma matéria sobre rádios comunit...ops, digo, piratas?!? O que essa informação está fazendo aí? É que entra um truque discursivo que as (pseudo)jornalistas souberam usar muito bem: mensagens implícitas. A operação do Bope (eles que são pagos com dinheiro público para realizar operações de grande complexidade) para o fechamento de rádios comunitárias não tinha nada a ver com tráfico de drogas, mas, bem... Estamos falando sobre comunidades, né? Por que não encaixar mais uma informação para sujar a imagem das rádios comunitárias? Jornalismo de mentira serve pra isso mesmo... Outra regrinha simples, daquelas que a gente aprende no primeiro período da faculdade de jornalismo: ouvir todas as partes. As (pseudo)jornalistas só conhecem representantes da Abert (a associação que trabalha a serviço das empresas de comunicação do Brasil), só eles estão autorizados a falar sobre radiodifusão em nosso país. Não procuraram saber de uma associação que pudesse falar pelas rádios comunitárias. Uma olhadinha rápida no Google já indicaria que são muitas: ABRAÇO (Associação Brasileira de Rádios Comunitárias), AMARC (Associação Mundial de Rádios Comunitárias), FARC (Federação das Associações de Rádios Comunitárias do Rio de Janeiro) etc. Será que é porque elas colocaram “rádio pirata” como critério de busca? E quanto aos comunicadores que foram presos? Esses não merecem ser ouvidos. Nem uma palavra para eles. Compreensível, né? Afina, não se deve esperar muito de (pseudo)jornalistas, não é mesmo? João Paulo Malerba, jornalista da ONG Criar Brasil (www.criarbrasil.org.br) ... << jornalismo  rádios comunitárias  rádios  globo  fechamento  anatel  Comunicação Popular e Comunitária 10/02/2009 12:55 0
Difusão FM ®
Difusão ®
Direitos autorais x Rádios comunitárias Não estamos aqui para defender privilégios, mas para expor nossa tese, a verdadeira filosofia das rádios comunitárias, impostas até pela LEI. Acredito que qualquer atividade lucrativa que use de... ver mais Não estamos aqui para defender privilégios, mas para expor nossa tese, a verdadeira filosofia das rádios comunitárias, impostas até pela LEI. Acredito que qualquer atividade lucrativa que use de criação artistica, científica ou literária, deve direito de autor, por tais execuções públicas. Um açougue que põe uma caixa de som na calçada deve pagar direitos autorais aos respectivos autores das músicas lá executadas, o mesmo se dá a carros de som de propaganda, bailes, quermeces, igrejas, etc... estas estão praticando atividades de interesse privados e lucrativos. Porém: Somos ferrenhos defensores da exclusão de pagamento de direitos autorais em rádios comunitárias, porque: 1 - As rádios comunitárias nasceram na razão da Lei para não terem finalidade lucrativa . Portanto, sua atividade não existe para gerar interesse de mercado ou financeiro a ninguém... nem aos seus responsáveis, nem aos seus apoiadores, nem aos seus beneficiários diretos, no caso também os artistas por ela divulgados. 2 - As rádios comunitárias são proibidas de fazer atividadecomercial, anúncio publicitário, até para manterem suas atividades. 3 - Há uma obrigatoriedade para as emissoras comunitarias em divulgar os produtos culturais e artisticos da comunidade á sua volta, em especial aqueles que não encontram respaldo no meio comercial. 4 - Que as rádios comunitárias são iniciativas populares e expontâneas da sociedade em apoio á manifestação artistica, cultural e informativa das comunidades. Funcionam como "orelhões telefônicos" a serviço da comunicação das comunidades. 5 - As rádios comunitárias não buscam por audiência, pois trabalham com o produto da necessidade da comunicação comunitária e popular, portanto o conteúdo musical que executa vem no sentido único dessa necessidade e dessa função social. 6 - Os artistas executados nas emissoras comunitarias que se sentirem "prejudicados", deverão saber que também por foça da LEI as rádios comunitárias existem para a difusão educativa, cultural e informativa de comunicação das comunidades. Há uma lista enorme de argumentos que levam ao entendimento que as RCs não pertencem ao universo pagador de direitos autorais. Recebemos uma cobrança do ECAD e "PASMEM" nós ainda nem estamos toralmente regularizados,estamos nos ar em uma fase experimental de no maxímo 3 horas diárias, por isso, achamos que é uma total irregularidade a cobrança. Se de fato essa cobrança for legal e justa, ficamos imaginando o que virá quando nos regularizarmos e até mesmo ter um local, pois, nem a nossa Sede ainda totalmente construida, piór, no momento a nossa rádio são apenas: 1 Notbook, 1 microfone, 1 cano(sem torre), uma antena sem ganho e 1 transmissor de 25 watts, com transmissões feitas de diversos locais a cada semana ou dia dependendo dos imprevistos. É muito cômodo pagar, calar e aceitar mais esse desmando desqualificado, principalmente quando algumas rádios se travestem de rádios comunitárias e deixam de defender a cultura local em visando lucros x fiéis." Esses sim, após comprovado as irregularidades, deveriam ser cobrados e fechados" Morando e nascidos aqui em Ribeirão Preto, há 39 anos, sempre na zona norte(Àrea de classe C da cidade e mais violenta da cidade), nunca fomos incentivados "ao crime como desta vez" "Nem começamos e já estamos fadados ao fracasso"... << ecad  irregular  cobrança  musica  direitos autorais  rádio comunitária  crime  fechamento  desconsideraçao  ganancia  Rádios comunitárias 10/10/2008 18:43 1
João Paulo Malerba
João Malerba
Rádio Comunitária fechada em João Pessoa Fiscais da Anatel estiveram há um ano e meio na Rádio Comunitária Independente, da comunidade Timbó, quando lacraram o transmissor e sistema irradiante. No dia 30 de julho último, voltaram com... ver mais Fiscais da Anatel estiveram há um ano e meio na Rádio Comunitária Independente, da comunidade Timbó, quando lacraram o transmissor e sistema irradiante. No dia 30 de julho último, voltaram com policiais federais e sequestraram os equipamentos, mesmo sem que tivesse sido retirado o lacre. Os Federais chegaram amedrontando todo mundo, crianças ficaram assustadas, pessoas choravam, parecia uma invasão de tropas em cenário de guerra. A ABRAÇO-PB está buscando remédio jurídico para essa violência contra populações pobres, que querem tão somente exercer o direito de se comunicar. Fonte: www.abraco.wordpress.com... << rádio comunitária  radcom  joão pessoa  anatel  fechamento  abraco  ONG´s Apaixonadas por Rádio 07/08/2008 13:54 0