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André  Lobão
André Lobão
dia 12 de Novembro é dia Mundial do HipHop!!! O Rio participa do circuito de comemorações com o evento Hip Hop Celebra, uma Marcha Cultural que acontece no dia 12/11 à partir das 12h na Candelária, com uma concentração até as 14h quando a... ver mais O Rio participa do circuito de comemorações com o evento Hip Hop Celebra, uma Marcha Cultural que acontece no dia 12/11 à partir das 12h na Candelária, com uma concentração até as 14h quando a Marcha parte em direção ao Largo da Carioca fechando meia pista da Rio Branco, centro da cidade. Chegando na Carioca (Mais precisamente na praça "Buraco do Lume"), estão previstos shows com grandes nomes do nossa cena rap, além de b.boys, dj´s e grafiteiros durante todo o dia. Para saber mais, acompanhe pelo www.hiphopcelebra.blogspot.com as atualizações são diárias!!!... << hip hop  Consumo!! 10/11/2009 13:07 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia Nacional Contra o Fumo A Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um quinto da população mundial é viciada em cigarro. Um terço é tabagista passivo – aquele que inala a fumaça em ambientes em que outros fumam, estando... ver mais A Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um quinto da população mundial é viciada em cigarro. Um terço é tabagista passivo – aquele que inala a fumaça em ambientes em que outros fumam, estando sujeito a desenvolver as mesmas doenças. Somente na fumaça do tabaco, encontram-se mais de 4.700 substâncias conhecidas e danosas ao organismo, entre eles, o monóxido de carbono, que interfere no trânsito do oxigênio até os tecidos, o óxido de nitrogênio, responsável pelo enfisema pulmonar, e a nicotina, que tem ação estimulante e responde pela dependência química, além de metais pesados. Os componentes são oxidantes e, na inalação, potencializam a aterosclerose nos vasos sangüíneos. A cada ano, morrem cinco milhões de pessoas por doenças relacionadas ao tabaco, sendo três milhões nos países desenvolvidos e o restante, nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Segundo as estimativas da OMS para 2025, caso não exista um programa efetivo que diminua bruscamente o consumo, haverá um aumento de mortes: serão 11 milhões por ano. “Para quem deseja parar de fumar, sem ajuda profissional, a chance de conseguir após um ano de tentativas é de apenas 5%. Mas com o apoio de uma equipe especializada, o índice fica entre 50% e 70%”, explica o pneumologista Sérgio Ricardo Santos, coordenador do Núcleo de Apoio à Prevenção e Cessação do Tabagismo (PrevFumo) da disciplina de pneumologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Ele diz ainda que medicamentos empregados em ação conjunta somam benefícios e são eficazes no tratamento. Terapias de reposição de nicotina, Vareniclina, Bupropiona e Nortriptilina são os mais usuais. Porém, só uma consulta ao especialista pode indicar qual o caminho ideal para cada caso. Doença X fator de risco? O tabaco é o maior causador isolado de câncer, além de ser responsável por 30% das mortes por neoplasias. O risco de desenvolver algum tipo de doença cancerígena é de 4 a 15 vezes superior no fumante do que nas pessoas que nunca fumaram. “É preciso encarar o tabaco como uma doença crônica, conversando e orientando o paciente quanto ao tratamento para sua interrupção”, afirma a médica Maria Vera Cruz de Oliveira, chefe do Ambulatório de Tabagismo do Hospital do Servidor Público Estadual. Visto como patologia grave, e não apenas como fator de risco para outros males, além da iniciativa do tabagista em abandonar o vício, em situações de alto grau de dependência, é preciso acompanhamento médico e intervenção terapêutica. O apoio de colegas e familiares também é imprescindível para incentivar a cessação do fumo. “Não se pode associar o tabagismo apenas como co-morbidade, e sim uma doença que é tão ou mais difícil de ser controlada quanto o diabetes, por exemplo”, salienta o pneumologista Rafael Stelmach, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT). Nas doenças cardiovasculares, 25% das mortes relacionadas a essas enfermidades se devem ao tabagismo. Já nas patologias respiratórias, 85% dos portadores de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são fumantes. Quem convive com fumantes, está mais suscetível a desenvolver otites, sinusites, amidalites e pneumonias, prejudicando a função pulmonar. O tabagismo passivo acarreta irritação nos olhos, tosse, cefaléia e a piora de problemas alérgicos e cardíacos. Em crianças, existe o perigo de desencadear asma, infecções respiratórias e no ouvido. “Não existem formas de diminuir os danos causados pelo cigarro, a menos que o individuo pare completamente de fumar”, pontifica Maria Vera. Medidas que fazem a diferença Os especialistas sugerem algumas medidas que, se empregadas continuamente, podem ser muito úteis na luta contra o tabagismo: Ambiente livre de tabaco é uma boa forma de proteger o fumante passivo da exposição. Educar a população para controlar a alta prevalência e os seus malefícios é uma medida fundamental a médio e longo prazo. Esclarecimento freqüente na mídia, importante órgão de disseminação de informações e formador de opinião. Disseminar nas Unidades Públicas de Saúde programas de educação e conscientização sobre os malefícios do cigarro. Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia http://www.sppt.org.br/wp/?p=... ... << Nenhuma Questão de saúde 28/08/2009 12:43 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia do Folclore Em 1965, o Congresso brasileiro oficializou o dia 22 de agosto como o Dia do Folclore, uma homenagem à cultura popular brasileira. A palavra folclore tem origem no inglês antigo, sendo que "folk"... ver mais Em 1965, o Congresso brasileiro oficializou o dia 22 de agosto como o Dia do Folclore, uma homenagem à cultura popular brasileira. A palavra folclore tem origem no inglês antigo, sendo que "folk" significa povo e "lore" quer dizer conhecimento, cultura. O folclore brasileiro, portanto, um conjunto de tradições do nosso povo, representadas através de lendas, mitos, crenças, costumes, danças, canções, provérbios e ditados populares. Este último constitui uma parte muito importante do folclore e da cultura, expressões que através dos anos se mantém imutáveis, aplicando exemplos morais, filosóficos e religiosos. Olha só o quanto o folclore é importante. Quem de nós não carrega como princípio ou filosofia de vida uma lição contida num ditado popular? Acredito que eles podem e muito ajudar no processo de formação, de acordo com a forma como são trabalhados. Através do folclore, muitas histórias foram inventadas para passar mensagens importantes às pessoas. Não poderia esquecer o trava- língua, é muito legal brincar disso. Logo abaixo, alguns exemplos. Quero ver quem se arrisca. Está lançado o desafio!! Abraços e cuidado com o Saci, ele pega quem maltrata o meio ambiente!  Mas se não é o seu caso, não há motivo para ter medo. :) • Pedro tem o peito preto, O peito de Pedro é preto; Quem disser que o peito de Pedro é preto, Tem o peito mais preto que o peito de Pedro. • Um ninho de mafagafos, com cinco mafagafinhos, quem desmafagafizar os mafagafos, bom desmafagafizador será. • Há quatro quadros três e três quadros quatro. Sendo que quatro destes quadros são quadrados, um dos quadros quatro e três dos quadros três. Os três quadros que não são quadrados, são dois dos quadros quatro e um dos quadros três. Lielle Serafim ... << folclore  "Coisas de Criança" 21/08/2009 10:58 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia DO ESTUDANTE Para todos que estudam, que se dedicam a aprender algo, PARABÉNS! ! O dia 11 de agosto é dedicado aos estudantes porque neste mesmo dia, no ano de  1827, D. Pedro instituiu no Brasil os primeiros... ver mais Para todos que estudam, que se dedicam a aprender algo, PARABÉNS! ! O dia 11 de agosto é dedicado aos estudantes porque neste mesmo dia, no ano de  1827, D. Pedro instituiu no Brasil os primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país.  Antes as pessoas que quisessem estudar tinham que ir para Coimbra ou Portugal  em busca de conhecimento. Em 1927, Celso Gand Lev propôs uma homenagem a todos estudantes do país. Desde então, comemora - se esta data. FELIZ DIA DO ESTUDANTE!!  ... << estudante  Direitos Humanos 11/08/2009 16:49 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia Mundial Contra o Trabalho Infantil O Dia contra o trabalho infantil é comemorado todos os anos, no dia 12 de junho. Em 2009, a data também marcará o décimo aniversário da adoção da simbólica Convenção nº 182 da OIT, que trata da... ver mais O Dia contra o trabalho infantil é comemorado todos os anos, no dia 12 de junho. Em 2009, a data também marcará o décimo aniversário da adoção da simbólica Convenção nº 182 da OIT, que trata da proibição das piores formas de trabalho infantil. Esse ano, ao mesmo tempo em que se celebrará os progressos alcançados nos últimos dez anos, o dia 12 de junho, mais uma vez, colocará em relevo os desafios que ainda restam, enfatizando o papel fundamental da educação na solução do problema, bem como, a exploração de meninas no trabalho infantil. No Brasil Com Educação nossas crianças aprendem a escrever um novo presente, sem trabalho infantil. No Brasil ainda existem milhões de crianças e adolescentes que trabalham e que são privados de direitos básicos como educação, saúde, lazer e liberdades individuais. Muitas, ainda, estão expostas as às piores formas de trabalho infantil, sendo envolvidas em atividades que prejudicam de forma irreversível, seus desenvolvimentos físico, psicológico e emocional plenos. A OIT, desde 2002, com o intuito de mobilizar a sociedade e os estados para esse grave problema, incentiva a comemoração do Dia 12 de Junho, como o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil. No Brasil, contando com o fundamental apoio do Estado Brasileiro e da grande mobilização da Sociedade Civil, liderada pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), o dia se tornou uma data Nacional, por força da Lei nº 11.542, de 12 de novembro de 2007, que institui o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil. Ao longo dos últimos anos, a data tem ganhado importância e o reconhecimento da sociedade Brasileira. Constitui-se, portanto, como um momento de sensibilização, mobilização e potencialização dos esforços empreendidos no combate e prevenção do trabalho infantil no Brasil. Nesse contexto, há no Brasil e no mundo, o entendimento internacional comum de que a Educação é o caminho para o fim do trabalho infantil. O acesso a uma educação integral e de qualidade é a resposta direta e adequada para encerrar esse ciclo perverso que afeta milhões de crianças e adolescentes brasileiros. A campanha desse ano, sob a égide da Educação como direito fundamental, adotou o tema: Com Educação nossas crianças aprendem a escrever um novo presente, sem trabalho infantil. Em todo o país, milhares de pessoas e instituições se unem no intuito de fortalecer a mensagem central de combate ao trabalho infantil pela promoção da Educação. Propõe-se, mais uma vez, que entes Governamentais, Organizações de Trabalhadores e de Empregadores e Sociedade Civil assumam o compromisso de combater o trabalho infantil, no marco do dia 12 de junho de 2009. Toda criança e adolescente tem o direito de estudar. Nós temos o dever de trabalhar por isso Fonte: OIT - Organização Internacional do Trabalho http://www.oitbrasil.org.br ... << trabalho infantil  "Coisas de Criança" 12/06/2009 22:03 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia Mundial da Luta contra o Tabaco Mais de 10 mil pessoas morrem por dia devido ao consumo de tabaco Dia 31 de Maio marca o Dia Mundial contra o Fumo. E a Organização Mundial de Saúde aproveita para alertar a população sobre os... ver mais Mais de 10 mil pessoas morrem por dia devido ao consumo de tabaco Dia 31 de Maio marca o Dia Mundial contra o Fumo. E a Organização Mundial de Saúde aproveita para alertar a população sobre os males do tabagismo, que é considerado a principal casa de morte evitável em todo mundo. São mais de 4,9 milhões de óbitos por ano, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. Entre as principais doenças causadas pelo tabaco, a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) é a que mais vem preocupando os médicos. O problema causa obstrução do fluxo aéreo e dificulta a respiração. De acordo com a professora de fisioterapia da UNINOVE, Adriana Marques Battagin, cerca de 90% dos casos da doença estão relacionados ao cigarro. Um fumante que consome dois maços por dia tem risco de 4 a5 vezes maior para desenvolver DPOC, comparado aos não fumantes , diz. Outro ponto abordado na campanha deste ano é o contato passivo de crianças e adolescentes com o tabaco. A proximidade também traz prejuízos para o organismo dessas pessoas,q eu ainda são mais sensíveis (já que não estão habituadas a inspirar os componentes tóxicos do cigarro). Fumar, além de ser um hábito desagradável, causa impotência, aumenta o risco de câncer e de doenças cardíacas, entre outros males", alerta o oncologista Murilo Buso, do Centro de Câncer de Brasília. http://msn.minhavida.com.br/  ... << tabaco  fumo  cigarro  saúde  tabagismo  Questão de saúde 31/05/2009 17:40 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia Nacional Das Comunicações No dia 05 de maio é comemorado o dia das comunicações, data de nascimento de Marechal Rondon, responsável pela instalação de mais de dois mil quilômetros de linhas telegráficas em nosso país.... ver mais No dia 05 de maio é comemorado o dia das comunicações, data de nascimento de Marechal Rondon, responsável pela instalação de mais de dois mil quilômetros de linhas telegráficas em nosso país. Comunicar é o ato de trocar conhecimentos, divulgar uma ideia, notícia ou informação, tornando outras pessoas cientes de um determinado assunto. Um dos elementos principais para a comunicação foi a invenção de Gran Bell, o telefone. Antes dele, as pessoas enviavam mensagens através de cartas ou de mensageiros, essas demoravam muito para chegar. Para que aconteça a comunicação, é preciso que existam três elementos essenciais: um emissor, um receptor e a mensagem a ser transmitida. Durante a conversa as pessoas trocam os papéis, passam de emissores para receptores o tempo todo. Os avanços tecnológicos facilitaram muito a vida moderna e tem auxiliado na transmissão das informações, onde as mesmas acontecem de forma mais rápida e eficiente. Hoje em dia, além da comunicação pessoal, podemos nos comunicar por bip, celular, pager, e-mail, recursos de comunicação eletrônica. Os sites de conversas possibilitam que as pessoas se comuniquem de qualquer lugar do mundo, no mesmo momento. Não podemos esquecer a importância dos jornais e revistas, que também levam informação às pessoas. Mas não é só dessa forma que acontece a comunicação. Ao assistirmos televisão ou filme no cinema, estamos como receptores de informações. Os panfletos entregues nas ruas e os outdoors espalhados pelas cidades também trazem informações, deixando-nos na qualidade de receptores. Existem ainda as formas de comunicação especiais, para pessoas que não podem fazê-las na forma mais convencional, através da fala, da leitura ou da escrita. A linguagem para os deficientes auditivos (surdos/mudos) é chamada de libras e é feita através de sinais com as mãos. Os deficientes visuais se comunicam normalmente através da fala, porém para a leitura, utilizam a comunicação em braile, identificando códigos em alto relevo, através das mãos. Nas famílias, a comunicação acontece de forma simples, não informal, os costumes e tradições são passados de geração a geração, mantendo e preservando a cultura da família por longos anos. Antigamente a comunicação era mais contida, os pais conversavam pouco com os filhos, mas hoje isso mudou muito, pois conseguem manter um relacionamento mais aberto, mais amigável. Nos órgãos do poder executivo do governo brasileiro, existe um ministério responsável por essa área, o Ministério das Comunicações, onde uma pessoa de confiança do presidente da república escolhe um ministro como responsável pela área. Os principais objetivos desse órgão são: “proporcionar à sociedade Brasileira acesso democrático e universal aos serviços de telecomunicações, radiodifusão e postais, privilegiando a redução das desigualdades sociais e regionais, o desenvolvimento industrial-tecnológico competitivo, a expansão do mercado de consumo de massa e a gestão sustentada do meio ambiente.” Por Jussara de Barros Graduada em Pedagogia Equipe Brasil Escola http://www.brasilescola.com/d... O Marechal Rondon Cândido Mariano da Silva Rondon, nasceu em Mimoso, próximo a Cuiabá, em Mato Grosso. Sua primeira missão importante, como Engenheiro Militar e Bacharel em Matemática e Ciências Físicas e Naturais, foi a de ajudante do General Gomes Carneiro, na construção da linha telegráfica de Cuiabá ao Araguaia. Em três meses foram estendidos 514 quilômetros de linhas telegráficas. Foi nessa ocasião que se viu atraído pela situação dos nossos índios. Concluída a missão, foi convocado para o Rio de Janeiro. Pouco depois, embarcava para Cuiabá. Mais tarde continuava na sua lida de estender fios telegráficos e, ao mesmo tempo, tentar aproximar-se das tribos selvagens. De 1900 a 1906, foram estendidos 1.746.813 metros de fios telegráficos, no sertão de Mato Grosso. Graças aos seus esforços, e à sua boa vontade, os índios Terena e Quiniquinau, nas margens do Aquidauana, tiveram restituídas suas terras. http://acf.mmcafe.com.br/cont... ... << comunicação  linguagem  Eu Amo Jornalismo 04/05/2009 15:32 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia do Sono: dormir pode ser problema para alguns Dia Nacional do Sono comemorado hoje, dia 21 de março, poderia ser celebrado normalmente por todos os brasileiros, mas o simples fato de dormir representa grande dificuldade para algumas pessoas.... ver mais Dia Nacional do Sono comemorado hoje, dia 21 de março, poderia ser celebrado normalmente por todos os brasileiros, mas o simples fato de dormir representa grande dificuldade para algumas pessoas. Levantamentos apontam que são enfrentados dois grandes problemas: a insônia, que provoca despertar noturno e dificuldade para entrar em sono profundo, e problemas respiratórios, como o ronco e a apnéia (obstrução na respiração). De acordo com o neurologista Luciano Ribeiro Pinto Jr., presidente da Associação Brasileira do Sono, o brasileiro dorme, em média, sete horas por dia, algo que se reflete no mundo inteiro. "Um adulto deve dormir cerca de oito horas por noite para se manter saudável, mas este não é um número absoluto para todos pois depende da pessoa. Tem gente que precisa ter um sono maior ou menor que isso", explicou. O especialista afirma que mais importante do que analisar a quantidade de horas dormidas é verificar se o sono é bom e de qualidade. "A quantidade tem que ser aquela que faça o indivíduo se sentir bem no dia posterior, física e psicologicamente", avalia. Para dormir bem, indica, é essencial que a pessoa descanse em quantidade adequada, com boa qualidade (sem interferência) e mantendo um ritmo adequado do sono (regularidade). Mas, infelizmente, afirma o neurologista, não é o que muitos fazem. Os jovens, principalmente, acabam se privando do sono por causa de festas e estímulos sem limites motivados pelo uso de Internet, televisão e outros hábitos que se estendem durante a madrugada. Moradores de grandes metrópoles, como São Paulo, também acabam reduzindo o tempo de descanso por ter de acordar extremamente cedo, enfrentar congestionamentos e transporte coletivo lotado para chegar ao trabalho sem atrasos. "O bom sono também está ligado à rotina saudável mas a sociedade em geral, atualmente, compromete cada vez mais a qualidade de vida dos cidadãos", analisa o neurologista. Luciano Ribeiro Pinto Jr. afirma ainda que deve-se prestar atenção à qualidade do sono diariamente, durante o ano inteiro. Se surgir algum problema, qualquer alteração, é importante que a pessoa procure um profissional para realizar os exames adequados. "Isto é de extrema importância para não se fazer uso indevido de remédios sem orientação médica. Existem diversas clínicas espalhadas pelo Brasil que podem ajudar nos problemas relacionados com o sono", aconselha. Estágios do sono Após a fase inicial, chamada de vigília, o sono se inicia com o estágio 1, poucos minutos depois avança para estágio 2 e, em torno de 20 minutos, passa para os estágios 3 e 4, classificados como sono de ondas lentas, o estágio mais profundo. Uma hora e meia após o indivíduo ter adormecido ele apresentará um primeiro e curto período de sono REM (de Rapid Eyes Movement, em inglês), que é quando ocorrem os sonhos. A lembrança dos sonhos exige que haja um despertar durante sua ocorrência pois a memória só funciona após 5 minutos de vigília. Quem dorme bem tem um sono calmo e pode nunca lembrá-los. Dicas para ter um sono saudável - O ideal é fazer atividades físicas pela manhã ou à tarde, até as 18h; - Quem trabalha durante a madrugada tem que repor o sono no dia seguinte; - O sono necessita de continuidade, passando por todas as fases importantes; - Excesso de alimentação pode dificultar o sono; - Consumo de cigarro, café e bebidas alcoólicas deve ser feito até seis horas antes de dormir; - O ronco primário não atrapalha o sono, mas pode representar a apnéia, um distúrbio mais grave que deve ser tratado; - Dormir demais pode representar um problema, assim como dormir de menos Redação Terra... << Nenhuma Questão de saúde 21/03/2009 13:12 0
Paulo Marcos
Paulo Marcos
dia Internacional da Água é comemorado com Seminário No município de Serrinha o Dia Internacional da Água, que é celebrado no dia 22 de março, será comemorado com I Seminário do Meio Ambiente. O evento que... ver mais No município de Serrinha o Dia Internacional da Água, que é celebrado no dia 22 de março, será comemorado com I Seminário do Meio Ambiente. O evento que antecede a data será realizado entre os dias 19 e 21 de março, na Praça Morena Bela. No dia 19, além da abertura e palestra sobre o panorama dos recursos hídricos no planeta, será apresentado o Programa Um Milhão de Cisternas, resultados e perspectivas. Outro momento do evento será a constituição de uma mesa redonda enfocando os principais problemas de saneamento no município, culminando com a confecção de um documento coletivo onde estarão registrados os principais problemas, ações e propostas inerentes à questão. Terá participação membros da Vigilância Sanitária, Empresa Baiana de Águas e Saneamento Básico, representantes do poder público, ONG's, associações de bairros e comunidades e sociedade civil. No dia 21, o evento é encerrado com o Grito da Água, uma caminhada com cartazes e faixas que terá como ponto culminante um abraço simbólico no Açude do Gravatá como forma de protesto ao abandono em que se encontra o local. ... << Nenhuma Cangaia News 19/03/2009 10:40 0
Adriany Souza Gualberto
Adriany Gualberto
dia Mundial dos Direitos do Consumidor O dia 15 de março é o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor. No Brasil, o dia 10 de março marca, também, o aniversário da vigência do Código de Defesa... ver mais O dia 15 de março é o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor. No Brasil, o dia 10 de março marca, também, o aniversário da vigência do Código de Defesa do Consumidor, que está há 18 anos em vigor. Trata-se, sem dúvida, de uma lei que “pegou” e a maior prova disso é a sua ampla aplicação prática. IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) divulgou, na última segunda-feira (09/03), seu ranking de atendimentos relativo ao ano de 2008, que registrou um total de 19.379 atendimentos, entre coletivos, individuais (e-mail, telefone, fax e orientação pessoal) e consultas sobre processos judiciais. ... << mundial  dos  transviçosa fm 14/03/2009 10:25 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
dia da Consiência Negra No próximo dia 20 de Novembro comemora - se o Dia Nacional da Consciência Negra. Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida pois neste dia,... ver mais No próximo dia 20 de Novembro comemora - se o Dia Nacional da Consciência Negra. Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida pois neste dia, no ano de 1695, morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares. Zumbi dos Palmares é um heroí da história brasileiro que foi morto em um combate pela liberdade de seu povo, representou bravamente a luta do negro contra a escravidão, criou o mais famoso dos quilombos, onde muitos negros se refugiavam e tentavam aí manter a cultura africana. No dia 20, pessoas de todo o país comemoram das mais variadas formas a abolição da escravatura e as conquistas dos afrodescentes ao longo dos anos. O que há de mais importante nesse dia é que acontecem reflexões a respeito do preconceito racial que infelizmente ainda existe. A importância no negro é algo inquestionável, temos influências dessa raça em nossa culinária,vestuário, religião e etc... Não há motivos para desvalorizar esse povo, e muito menos lembrá - los somente um dia. Bons sentimentos, boas idéias e reflexões não podem se fazer presentes apenas em um dia do ano, devem estar intrínsecos nas pessoas assim como princípios e valores morais. Somente um processo de conscientização fará com que as pessoas percebam a relevância da valorização das raças, sem exeções. Tudo o que somos hoje, a nossa historia e o nosso modo de viver vem de uma mistura cultural, nada disso foi construído por um só povo. Embora em pleno século 21 ainda existam pensamentos retrógrados, podemos levar em conta que avanços importantes aconteceram. É cada vez maior o número de escolas que de alguma forma discutem a cultura negra, o número de negros nas universidades e no mercado de trabalho também cresceu, enfim... são várias as histórias de sucesso. Enquanto sonhamos com o dia da "grande conscientização"... vamos agir e torcer para que chegue o dia em que a cor da pele, e a aparência física sejam só uma questão de identidade. Lielle Serafim... << dia nacional da consciência negra  cultura  africanos  preconceito  zumbi  dos  palmares  Questões Raciais 17/11/2008 18:54 0
Difusão FM ®
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Dial de ninguém ! Todos sabemos que fumar faz mal à saúde. Apesar disso, muitas pessoas fumam e ninguém parece preocupar-se. O número de fumadores com diabetes é proporcional ao de indivíduos sem diabetes. Sabemos... ver mais Todos sabemos que fumar faz mal à saúde. Apesar disso, muitas pessoas fumam e ninguém parece preocupar-se. O número de fumadores com diabetes é proporcional ao de indivíduos sem diabetes. Sabemos que fumar aumenta substancialmente o risco de cancro no pulmão, bronquite crónica e doenças cardiovasculares. Ter diabetes, por si só, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, tais como arteriosclerose, ataque cardíaco e enfarte. Na diabetes, os riscos são cumulativos. Se ter diabetes fosse equivalente a fazer equilibrismo numa corda bamba, fumar seria o fator adicional que o faria cair. Diversos estudos realizados em adultos confirmam que o risco de morte prematura num fumador com diabetes é 1,5 a 2 vezes superior ao risco de um não fumador com diabetes. Os estudos realizados indicam que deixar de fumar também reduz estes riscos. A nicotina do tabaco afecta o nível de glicose no sangue pela contracção dos vasos sanguíneos, originando uma absorção mais lenta da insulina no local de injecção. Além disso, a nicotina provoca maior resistência à insulina (menor efeito de redução da glicose no sangue de determinada dose de insulina), dificultando o controlo da diabetes. O risco de desenvolver diabetes Tipo 2 duplica num fumador, especialmente nas mulheres. Fumar implica a inalação de monóxido de carbono, que se fixa na hemoglobina, existente nos glóbulos vermelhos, dificultando a distribuição de oxigénio. O número de glóbulos vermelhos aumenta para compensar esta dificuldade. De acordo com estudos científicos, um fumador com diabetes corre maior risco de desenvolver insuficiência renal, cegueira, úlceras nos pés, amputação dos membros inferiores e ataques cardíacos. Ouça: http://www.radiotube.org.br/i...... << cigarro  fumo  irregularidade  comunitária  religião  Rádios comunitárias 03/10/2008 09:55 0
Adriana Maria
Adriana Maria
dia das Crianças Outubro é mês das crianças e resistir ao apelo dos pequenos que desejam o presente tão sonhado, é difícil. Mas é preciso ter cuidado já que nessa época os preços estão lá em cima! Uma boa dica é... ver mais Outubro é mês das crianças e resistir ao apelo dos pequenos que desejam o presente tão sonhado, é difícil. Mas é preciso ter cuidado já que nessa época os preços estão lá em cima! Uma boa dica é pesquisar muito antes da compra. Dessa forma você certamente vai conseguir preços melhores. Resista ao apelo do consumo exagerado! Seja um consumidor consciente! Se você quiser saber mais sobre consumo consciente, há vários sites sobre o assunto. O Instituto Akatu é um deles e tem várias dicas. É só acessar www.akatu.org.br ... << Nenhuma Consumo!! 01/10/2008 12:23 3
João Paulo Malerba
João Malerba
Adiamento de uma semana da Confecom Costa confirma adiamento de uma semana da Confecom Por Lúcia Berbert 08 de outubro de 2009 A plenária da 1ª Conferência Nacional de Comunicação... ver mais Costa confirma adiamento de uma semana da Confecom Por Lúcia Berbert 08 de outubro de 2009 A plenária da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) será adiada de 1, 2 e 3 para 7, 8 e 9 de dezembro, em função de viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao exterior. A informação foi confirmada hoje pelo ministro das Comunicações, élio Costa, que explicou da necessidade da presença de Lula na abertura do evento. “Foi o Presidente que convocou e só ele pode abrir a conferência”, disse. O adiamento da Confecom deverá sair publicado no Diário Oficial da União. O assunto foi acertado ontem, em reunião entre Lula e os ministros Hélio Costa (das Comunicações), Franklin Martins (da Secretaria de Comunicação Social) e Luiz Dulci (da Secretaria-Geral da Presidência da República). Costa disse também que, a partir da próxima semana, os três ministros responsáveis pela organização do evento irão se reunir semanalmente para resolver, rapidamente, os problemas que surgirem. O primeiro assunto a ser tratado, já na próxima semana, é a dificuldade apontada pela Telebrasil, entidade que representa as teles, em indicar os delegados necessários (40% do total) nas etapas estaduais. “A questão ainda não está resolvida, mas será”, garantiu Costa. Ele disse que ainda tem esperança de levar a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão) de volta aos debates. http://www.telesintese.ig.com...... << confecom  conferência  nacional  comunicação  adiamento  Conferência Nacional de Comunicação 09/10/2009 16:57 0
João Paulo Malerba
João Malerba
O dia da Mulher nasceu das mulheres socialistas Quando começou a ser comemorado o Dia Internacional da Mulher? Quando começou a luta das mulheres por sua libertação? Qual é a influência do movimento... ver mais Quando começou a ser comemorado o Dia Internacional da Mulher? Quando começou a luta das mulheres por sua libertação? Qual é a influência do movimento socialista na luta das mulheres? E o 8 de Março, como nasceu? A data teve origem a partir do quê? Onde? Estas e outras questões mereceram uma atenção especial em 2003, quando nos jornais e na Internet apareceram repetidamente versões diferentes. Todas, no entanto, esqueceram a palavra-chave, que está na luta da mulher por sua libertação: mulher “socialista”. Em 2003, nas vésperas do 8 de Março, o jornal cearense O Povo publicou um longo artigo de uma professora da Universidade Federal do Ceará (UFCE) que deixou muita gente assustada. O mesmo aconteceu com vários artigos que circularam pela Internet. Para encarecer a dose, logo após a comemoração do Dia Internacional da Mulher, em 2003, o novo jornal que acabara de sair, Brasil de Fato, no seu número 1, também trazia um artigo da mesma professora da UFCE, Dolores Farias, que reafirmava o que ela havia escrito no jornal O Povo, dias antes. Houve pessoas que ficaram furiosas com a contestação da origem da data do Dia Internacional da Mulher. Procurando entender o porquê desta confusão. Na verdade, a questão da origem do 8 de Março já é discutida há uns 40 anos. Em 1996, o Jornal do Brasil trazia um artigo da professora da UFRJ, Naumi Vasconcelos, no qual ela dizia que a tal greve de Nova Iorque, em 1857, quando teriam morrido 129 operárias queimadas vivas, nunca existiu. E ela afirma que a origem desta data é bem outra. No mesmo ano, em março, Conselho de Classe jornal do SEPE, Sindicato dos Profissionais de Educação da rede pública do Estado do Rio de Janeiro, trazia um artigo da mesma professora Naumi, com o título sugestivo de: Quem tem medo do 8 de Março? Este mesmo texto da Naumi já tinha sido publicado no mensário Em Tempo, pouco antes. Uma pesquisa de 12 anos Neste artigo, a autora citava, como fonte fundamental para a discussão, um livro de uma pesquisadora canadense intitulado: O Dia Internacional da Mulher – Os verdadeiros fatos e datas das misteriosas origens do 8 de março, até hoje confusas, maquiadas e esquecidas. Este livro, da autora canadense Renée Côté, saiu em 1984, mas estranhamente ficou esquecido por várias razões. O livro da Renée é totalmente antiacadêmico, anticonvencional. Mas, mais do que a forma, o que fez o livro cair em esquecimento é o que ela afirma, que incomoda muita gente. Ela prova por a+b, ao longo de 240 páginas, que as certezas criadas nos anos de 1960, 70 e 80 pelos movimentos feministas, a respeito do surgimento do 8 de Março, são pura ficção. Ela derruba um mito caro às mulheres feministas, que tanto penaram para afirmar esta data. Além disso, o livro acabou caindo no esquecimento porque é mais fácil aceitar versões já consolidadas de histórias, caras às nossas vidas, do que questionar mitos estabelecidos. Assim como, para muitos, é mais fácil aceitar a historinha de Adão e Eva, criados do barro, uns seis mil anos atrás, do que questionar as origens do homem, bem mais complexas, centenas de milhares de anos atrás. Há um outro fator determinante que fez o livro da autora canadense cair no limbo: ela deixa transparecer, o tempo todo, sua visão favorável à autonomia dos movimentos sociais frente aos partidos e mostra uma prevenção à própria idéia de partido político. O livro se insere no grande leito de luta autonomista, típica dos movimentos de esquerda dos anos 70. Isto cria uma animosidade com muitos setores da esquerda mais influente, que poderiam divulgar sua obra. Mas, deixando de lado simpatias, ou alergias, vamos entrar no cipoal deste mito. A explicação da origem do mito da greve de Nova Iorque de 1857, nos EUA, e do esquecimento de outra greve real, concreta e julgada inoportuna pelo Partido e pelo Sindicato, de 1917 na Rússia, vamos ver só no final do artigo. A questão-chave é ver por quê, no mundo bipolar da Guerra Fria dos anos 60 do século passado, os dois blocos em disputa aceitaram a versão de uma greve de mulheres, em 1857, nos EUA, e esqueceram uma outra greve de mulheres, em 1917, na Rússia. Os motivos são mais políticos que psicológicos. Há vários estudos, cada um acompanhado de uma vasta bibliografia, que vão no mesmo sentido das pesquisas da Renée Côté. Entre eles destacamos os artigos “8 de Março: Conquistas e Controvérsias” de Eva A. Blay, de 1999. Outro estudo é de Liliane Kandel, de 1982, “O Mito das Origens: sobre o Dia Internacional da Mulher”. Outro texto muito rico é da Sempreviva Organização Feminista (SOF), de 2000, “8 de Março, Dia Internacional da Mulher: em busca da memória perdida”. Vamos apresentar a síntese destas recuperações históricas. O clima mundial quando nasceu o mito de 1857 Na década de 60 o mundo vivia uma grande convulsão político-ideológica. Somente no começo dos anos 70, o jogo se define e o bloco ocidental americano, isto é, capitalista, leva a melhor sobre o bloco soviético, socialista. A chegada do homem à lua, por parte dos americanos, em 69, definiu o destino da humanidade por várias décadas e, quem sabe, séculos. A URSS, a partir dessa data, entra em rápida decadência e o bloco americano caminha rumo ao império neoliberal mundial. Esta década foi um vendaval nos costumes e ideologias do mundo. Mexeu com todo o equilíbrio político-cultural do planeta. Os anos 60 começam com a vitória do povo da Argélia contra o colonizador francês que foi o estopim das guerras de libertação no Congo, Senegal, Nigéria, Ghana e em toda a África. A China vivia sua Revolução Cultural, com o famoso Livro Vermelho de Mao Tse Tung, que influenciava milhões de jovens no mundo inteiro. O Vietnã, após ter derrotado a França em 54, enfrentava e preparava a derrota do maior exército do mundo. Os países ex-coloniais tinham criado o movimento dos Não-alinhados. O mundo árabe, sob a liderança de Nasser, começava a se mexer. Enquanto isso, a Revolução Cubana, com os barbudos Fidel e Che, era um modelo para os revolucionários da América Latina e do mundo. No bloco soviético, aumentava a contestação interna com a Primavera de Praga, em 68, na República Tcheca. Enquanto isso, a Igreja Católica vivia as dores do parto do nascimento da Teologia da Libertação, pós-Concílio Vaticano II, que negava o apoio a exploradores, opressores, colonizadores e senhores da guerra, com suas cruzadas, e começava a falar em libertação dos oprimidos. No mundo ocidental, os costumes tradicionais eram contestados pela entrada em cena do mundo jovem: Beatles, Woodstock, Black Power, movimento hippie e Panteras Negras. Na América Latina, faziam-se guerrilhas contra ditadores representantes do capital local e capachos do imperialismo americano. As mulheres americanas e européias haviam descoberto a pílula e as dos países do Terceiro Mundo, a metralhadora, nas guerrilhas lado a lado com os homens. No Ocidente, os estudantes passaram dos livros de Marcuse a Alexandra Kollontai e Wilhem Reich com sua Revolução Sexual e A Função do Orgasmo. As mulheres americanas se manifestavam contra a Guerra do Vietnã e falavam em Women's Lib, libertação das mulheres. Os estudantes erguiam barricadas em Paris, tomavam as ruas em Praga, Berkley e Rio de Janeiro e falavam de revolução e de amor: revolução social e sexual. E as feministas nas suas manifestações falavam de “mística feminina” e queimavam sutiãs nas praças públicas. Nesse caldeirão cultural mundial, em Chicago, em 1968 e em Berkley, em 69, se retoma, através de boletins e jornais feministas, a idéia do Dia Internacional da Mulher. Só que se esquece de que no começo do século, quando nasceu o Dia da Mulher, se acrescentava a qualificação de socialista. Este dia tinha caído no esquecimento, enterrado por sucessivas avalanches históricas. As duas guerras mundiais, a burocratização stalinista da União Soviética e o avanço do capitalismo ocidental na sua versão clássica americana, ou na sua versão socialdemocrata européia, cada vez menos socialista, não tinham interesse em comemorar o 8 de Março. Nos países comunistas, após a 2ª Guerra Mundial, voltaram as comemorações do 8 de Março. Mas estas eram mais para louvar a política dos seus respectivos governos do que para encaminhar a luta pela total libertação da mulher. É nesse clima político-ideológico que será retomada a idéia de se comemorar uma data internacional para a luta de libertação das mulheres. A origem do mito da greve de 1857 O que estamos acostumados a ler nos boletins de convocação do Dia da Mulher é a história de uma greve, que aconteceu em Nova Iorque, em 1857, na qual 129 operárias morreram depois de os patrões terem incendiado a fábrica ocupada. A primeira menção a essa greve, sem nenhum dos detalhes que serão acrescentados posteriormente, aparece no jornal do Partido Comunista Francês, na véspera do 8 de Março de 1955. Mas onde se dá a fixação da data do 8 de março, devido a esta greve, é numa publicação, que apareceu em Berlim, na então República Democrática Alemã, da Federação Internacional Democrática das Mulheres. O boletim é de 1966. O artigo fala rapidamente, em três linhas, do incêndio que teria ocorrido em 8 de março de 1857 e depois diz que em 1910, durante a 2ª Conferência da Mulher Socialista, a dirigente do Partido Socialdemocrata Alemão, Clara Zetkin, em lembrança à data da greve das tecelãs americanas, 53 anos antes, teria proposto o 8 de Março como data do Dia Internacional da Mulher. A confusão feita pelo jornal L ´Humanité não fala das 129 mulheres queimadas. Aonde se começa a falar desta mulheres queimadas é na publicação da Federação das Mulheres Alemã, alguns anos depois. Esta historinha fictícia teve origem, provavelmente, em duas outras greves ocorridas na mesma cidade de Nova Iorque, mas em outra época. A primeira foi uma longa greve real, de costureiras, que durou de 22 de novembro de 1909 a 15 de fevereiro de 1910. A segunda foi uma outra greve, uma das tantas lutas da classe operária, no começo do século XX, nos EUA. Esta aconteceu na mesma cidade em 1911. Nessa greve, em 29 de março, foi registrada a morte, durante um incêndio, causado pela falta de segurança nas péssimas instalações de uma fábrica têxtil, de 146 pessoas, na maioria mulheres imigrantes judias e italianas. Esse incêndio foi, evidentemente, descrito pelos jornais socialistas, numerosos nos EUA naqueles anos, como um crime cometido pelos patrões, pelo capitalismo. Essa fábrica pegando fogo, com dezenas de operárias se jogando do oitavo andar, em chamas, nos dá a pista do nascimento do mito daquela greve de 1857, na qual teriam morrido 129 operárias num incêndio provocado propositadamente pelos patrões. E como se chegou a criar toda a história de 1857? Por que aquele ano? Por que nos EUA? A explicação, provavelmente, é a combinação de casualidades, sem plano diabólico pré-estabelecido. Assim como nascem todos os mitos. A canadense Renée Côté pesquisou, durante dez anos, em todos os arquivos da Europa, EUA e Canadá e não encontrou nenhuma traça da greve de 1857. Nem nos jornais da grande imprensa da época, nem em qualquer outra fonte de memórias das lutas operárias. Ela afirma e reafirma que essa greve nunca existiu. É um mito criado por causa da confusão com as greves de 1910; de 1911, nos EUA; e 1917, na Rússia. Essa confusão se deu por motivos históricos políticos, ideológicos e psicológicos que ficarão claros no fim do artigo. Pouco a pouco, o mito dessa greve das 129 operárias queimadas vivas se firmou e apagou da memória histórica das mulheres e dos homens outras datas reais de greves e congressos socialistas que determinaram o Dia das Mulheres, sua data de comemoração e seu caráter político. Já em 1970, o mito das mulheres queimadas vivas estava firmado. Rapidamente foi feita a síntese de uma greve que nunca existiu, a de 1857, com as outras duas, de costureiras, que ocorreram em 1910 e 1911, em Nova Iorque. Nesse ano de 1970, com centenas de milhares de mulheres americanas participando de enormes manifestações contra a guerra do Vietnã e com um forte movimento feminista, em Baltimore, EUA, é publicado o boletimMulheres-Jornal da Libertação. Neste já se reafirmava e se consolidava a versão do mito de 1857. Mas, na França, essa confusão não foi aceita tranqüilamente por todas e todos. O jornal nº 0, de 8 de março de 1977, História d´Elas, publicado em Paris, alerta para esta mistura de datas e diz que, em longas pesquisas, nada se encontrou sobre a famosa greve de Nova Iorque, em 1857. Mas o alerta não teve eco. Dolores Farias, no seu artigo no Brasil de Fato, nº 2, nos lembra que, em 1975, a ONU declarou a década de 75 a 85 como a década da mulher e reconheceu o 8 de março como o seu dia. Logo após, em 1977, a Unesco reconhece oficialmente este dia como o Dia da Mulher, em homenagem às 129 operárias queimadas vivas. No ano de 1978, o prefeito de Nova Iorque, na resolução nº 14, de 24/1, reafirma o 8 de março como Dia Internacional da Mulher, a ser comemorado oficialmente na cidade de Nova Iorque. Na resolução, cita expressamente a greve das operárias de 1857, por aumento de salário e por 12 horas de trabalho diário, e mistura esta greve fictícia com uma greve real que começou em 20 de novembro de 1909. O mito estava fixado, firmado e consolidado. Agora era só repeti-lo. Por que a cor lilás? A partir de 1980, o mundo todo contará esta história acreditando ser verdadeira. Aparecerá até um pano de cor lilás, que as mulheres estariam tecendo antes da greve. Daquela greve que não existiu. A mitologia nasce assim. Cada contador acrescenta um pouquinho. “Quem conta um conto aumenta um ponto”, diz nosso ditado. Por que não vermelho? Porque vermelhas eram as bandeiras das mulheres da Internacional. Vermelhas eram as bandeiras de Clara Zetkin, Rosa Luxemburgo e Alexandra Kollontai, delegadas dos seus partidos, à 1ª Conferência das Mulheres Socialistas, em 1907; e da 2ª, na Dinamarca, em 1910. Nesta última foi decidido que as delegadas, nos seus países, deveriam comemorar o Dia da Mulher Socialista. A cor lilás na luta das mulheres tem uma origem engraçada. A feminista Sylvia Pankrust nos conta que esta foi adotada pelas sufragistas inglesas, em 1908, junto com outras duas cores, como símbolo de sua luta. Estas lutadoras pelo direito de voto escolheram o lilás, o verde e o branco. O lilás se inspirava na cor da nobreza inglesa, o branco simbolizava a pureza da luta feminina e o verde a esperança da vitória. Historicamente, vamos reencontrar a cor lilás na retomada do feminismo, nos anos 60. O vermelho estava muito ligado aos Partidos Comunistas do Bloco Soviético que, na verdade, já tinham muito pouco de socialismo, ou de comunismo. Além disso, historicamente, vários destes partidos pouco apoio haviam dado às lutas específicas das mulheres. A expressão "Libertação da Mulher" não era própria destes partidos. Neles, a luta da mulher era vista quase só com o objetivo de integrá-la à luta de classe. A luta feminista, para muitos comunistas, só atrapalhava a luta geral do proletariado. Tirava forças da luta principal. Foi nesse clima que, nas décadas de 60 e 70 do século passado, a luta feminista foi retomada, num processo de auto-organização das mulheres. No movimento feminista havia uma forte crítica à prática da maioria dos partidos e sindicatos. Muitos movimentos se organizaram de forma autônoma, lutando para garantir sua independência. Assim, várias feministas adotadaram a cor lilás, como uma nova síntese entre as cores azul e rosa. O vermelho das bandeiras das mulheres da Internacional foi esquecido. Na década de 70, as mulheres socialistas reafirmavam a origem socialista do 8 de Março, ao mesmo tempo em que várias delas assumiam a cor lilás como cor específica da luta feminista. A libertação da mulher tem origem na luta socialista A idéia da libertação da mulher nasceu na terra fértil do movimento socialista mundial, no final do século XIX e começo do século XX. As raízes desta batalha podem ser encontradas nos escritos de Marx e Engels. A visão da família, da mulher proletária e da burguesa que permeiam A Origem da Família, da Propriedade e do Estado, de Engels, é a base da visão dos socialistas sobre a necessidade da libertação da mulher proletária. A frase de Marx, “A opressão do homem pelo homem iniciou-se com a opressão da mulher pelo homem”, demorou para dar seus frutos, mas deu. Contemporâneos de Marx, Paul Lafargue e Laura Marx foram batalhadores da igualdade e da libertação feminina, em seus vários escritos, sobretudo em seu livro mais conhecido, Direito à Preguiça. Clara Zetkin, desde 1890, logo após a fundação da Internacional Socialista, começou a falar, escrever e organizar a luta das mulheres visando a integrá-las à luta socialista. Visando a que elas tomassem seu lugar na luta de classes, na revolução socialista que estava próxima. Fora da 2ª Internacional, a tradição anarquista de uma parte do movimento operário também exigia a igualdade de homens e mulheres. A realidade, naquele começo do movimento da classe trabalhadora ainda era dura: partido e sindicato eram coisas de homem. Mas, mesmo nesse ambiente desfavorável, grandes mulheres passaram a discutir com as maiores lideranças da época e deixaram suas marcas em livros e artigos e na organização das forças revolucionárias. Foi neste embate de idéias que um dos teóricos da Internacional, August Bebel, em 1885, escreveu seu livro A Mulher e o Socialismo. E é nesse grande rio que deságua o célebre A Nova Mulher e a Moral Sexual, de Alexandra Kollontai, mais de 20 anos depois. Nesse ambiente de lutas operárias e de discussões teóricas, no campo socialista, é que nasceu a luta pela participação política e, pouco a pouco, pela libertação da mulher. A partir do começo do século XX, essa batalha das socialistas se cruzou com a do movimento das mulheres independentes, em sua maioria pertencentes às classes média e alta, que estavam em campanha pelo direito de voto. Essas mulheres, nos Estados Unidos e na Inglaterra, ao reivindicar o sufrágio para as mulheres, ficaram conhecidas como assufragistas e suas relações com as socialistas eram de conflito, devido às visões e a posição de classe diferentes. As mulheres socialistas criam o Dia da Mulher Desde 1901, nos EUA, logo após a criação do Partido Socialista, surge a União Socialista das Mulheres, com a finalidade de reivindicar o direito de voto feminino. Entre os anos 1900 e 1908, sempre nos Estados Unidos, nascem vários clubes de mulheres, uns intimamente ligados ao Partido Socialista, outros mais autônomos, anarquistas ou não. Todos exigiam o direito de voto para as mulheres. Em 1908, a Federação dos Clubes de Mulheres Socialistas de Chicago toma a iniciativa, autônoma, não ligada oficialmente ao Partido Socialista, de chamar para um Dia da Mulher, num teatro da cidade. Era o domingo, 3 de maio. Os debates do dia tinham dois temas de pauta: 1. A educação da classe trabalhadora. 2. A mulher e o Partido Socialista. Nessa conferência, o palestrante Ben Hanford repetiu uma das idéias-chaves de Engels no seu A Origem da Família da Propriedade e do Estado. Nas palavras do orador, de acordo com Engels, “As mais exploradas são as mães do nosso povo. Elas estão de mãos e pés amarrados pela dependência econômica. São forçadas a vender-se no mercado do casamento, como suas irmãs prostitutas no mercado público.” Mas não foi esse encontro independente, no teatro The Garrick, de Chicago, que foi reconhecido pelo Partido Socialista como começo da comemoração do Dia da Mulher. A iniciativa desse dia tinha nascido fora da estrutura oficial do Partido. O primeiro dia da Mulher, nacional, assumido pelo Partido, foi no ano seguinte, em Nova Iorque, em 28 de fevereiro de 1909. Em outras cidades do País, como Chicago, o dia foi celebrado em outras datas. O objetivo desse dia, convocado pelo Comitê Nacional da Mulher do Partido Socialista americano, “era obter o direito de voto e abolir a escravidão sexual.” O panfleto de convocação dizia: “A realização da revolução das mulheres é um dos meios mais eficazes para a revolução de toda a sociedade.” Desde o começo do século, nos EUA havia um importante movimento pelo voto feminino, fora da órbita dos socialistas. A maioria das mulheres do Partido consideravam esse movimento como um movimento de mulheres brancas e de classe média. Dentro do Partido Socialista havia um constante vai-e-vem sobre esse tema. Por seu lado, as mulheres anarquistas não viam nenhum sentido na luta pelo voto, nem das mulheres e nem dos homens. O meio para construir uma nova sociedade, e a igualdade entre homens e mulheres, na visão anarquista, não seria certamente o voto, e sim a ação direta revolucionária. A principal porta-voz desta visão era a revolucionária anarquista Emma Goldman. O ambiente americano favorecia esta reivindicação do direito de voto. Até o ano de 1909, somente em quatro estados era reconhecido o direito ao voto feminino. A extensão do voto para toda mulher americana só viria em 1920. Na Europa, o movimento das mulheres socialistas, liderado por Clara Zetkin, também era cheio de zige-zagues. No começo, dentro da Internacional, se levava uma guerra sistemática contra a luta pelo direito de voto feminino, visto como uma forma de desviar as forças revolucionárias das mulheres e considerado como uma reivindicação burguesa. Era assim que eram tachadas as sufragistas, seja da Europa que da América, pelos socialistas. Essa visão européia será adotada pelo Partido Socialista americano, em meio a grandes debates e com vozes discordantes. No meio do calor e das contradições desse debate, na 1ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, em 1907, em Stuttgart, 58 delegadas de 14 países elaboraram uma proposição que comprometia os vários Partidos Socialistas a entrar na luta pelo voto feminino. A resolução foi elaborada, na véspera, na casa de Clara Zetkin, por ela e duas camaradas, suas hóspedes: Rosa Luxemburgo e a única russa da Conferência, Alexandra Kollontai. É nesse clima de embates que, em 1910, o Partido Socialista americano organiza, pela segunda vez, o Dia da Mulher no último domingo de fevereiro, em Nova Iorque. O objetivo do dia é declarado sem rodeios no convite: “Arrolar as mulheres no exército dos camaradas da revolução social.” Esta comemoração, de 1910 foi marcada por uma grande participação de operárias. Eram as costureiras da cidade que haviam terminado uma longa greve pelo direito de ter o seu sindicato reconhecido. A greve durou de 22 de novembro de 1909 até 15 de fevereiro de 1910, quase na véspera do Dia da Mulher. Foi uma greve longa, dura, com fortes piquetes reprimidos com violência pela polícia, que prendeu mais de 600 pessoas. Encerrada a greve, as costureiras participaram ativamente da preparação e da realização do Dia da Mulher chamado pelo Partido Socialista. Dois meses depois, em maio, no congresso do partido, realizado em Chicago, foi deliberado que o partido americano enviaria delegados ao Congresso da Internacional, a ser realizado em agosto, com a tarefa, entre outras, de propor ao plenário que o Dia da Mulher fosse assumido pela Internacional. Esse dia deveria tornar-se o Dia Internacional da Mulher, a ser celebrado pelos socialistas, no último domingo de fevereiro de cada ano. Em agosto desse ano, antes do Congresso da Internacional, se realizou em Copenhague, na Dinamarca, a 2ª Conferência Internacional das Mulheres Socialistas. Foi então que as delegadas americanas levaram a proposta aprovada no Congresso do seu partido. Assim, aceitando a proposta das delegadas dos Estados Unidos, Clara Zetkin e outras camaradas propõem a realização anual do Dia Internacional da Mulher. O dia ficou indefinido. Ficou a cargo de cada país escolher a data melhor para comemorar este dia. A resolução aprovada será publicada logo em seguida, no jornal dirigido por Clara, A Igualdade, em 29 de agosto. “As mulheres socialistas de todas as nações organizarão um Dia das Mulheres específico, cujo primeiro objetivo será promover o direito de voto das mulheres. É preciso discutir esta proposta, ligando-a à questão mais ampla das mulheres, numa perspectiva socialista.” A outra proposta, de comemorar o Dia da Mulher junto com a data já clássica da luta operária, o 1º de Maio, defendida por Clara e várias outras delegadas, foi derrotada. O dia da Mulher deveria ser comemorado num dia próprio, específico. O Dia da Mulher se fixa em 8 de Março Na Europa, a primeira celebração do Dia Socialista das Mulheres aconteceu em 19 de março de 1911, por decisão da Secretaria da Mulher Socialista, órgão da Internacional. Alexandra Kollontai, que propôs a data, diz que foi para lembrar um levante de mulheres proletárias, na Prússia, em 19 de março de 1848. Nesse dia, escreveu Kollontai, as mulheres conseguiram do rei da Prússia a promessa, depois não cumprida, de obter direito de voto. Nos EUA, a tradição de realizar o Dia da Mulher no último domingo de fevereiro se repetiu em 1911, 1912 e 1913. Em 1914, será comemorado em 19 de março, seguindo a indicação da Kollontai. Nos vários países da Europa, após a decisão da 2ª Conferência, onde havia um partido socialista, se começou a comemorar o Dia da Mulher. Na Suécia, a primeira comemoração foi em 1º de março de 1911. O mesmo aconteceu na Itália. Na França, o começo do Dia da Mulher foi em 1914, comemorado dia 9 de março, próximo ao Dia da Mulher na Alemanha. Em 1914, pela primeira vez, na Alemanha, Clara Zetkin e as mulheres socialistas marcam data do Dia da Mulher para 8 de março. Não se explicou o porquê dessa data, pois não precisava. Era um detalhe sem interesse. A data era totalmente indiferente. Tinha que ser qualquer dia. Importante era a realização do dia. Na Rússia, sob da opressão do czar, o primeiro Dia da Mulher só foi comemorado em 3 de março de 1913. Em 1914 todas as organizadoras do Dia da Mulher foram presas e com isso não houve comemoração. Em plena Guerra Mundial, em 1917, na Rússia, as mulheres socialistas realizaram seu Dia da Mulher no dia 23 de fevereiro, pelo calendário russo. No calendário ocidental, a data correspondia ao dia 8 de Março. Era o mesmo dia que, na Alemanha, tinha sido escolhido em 1914. Foi nesse dia que explodiu a greve espontânea das tecelãs e costureiras de Petrogrado. Nesse dia, um grande número de mulheres operárias, na maioria tecelãs e costureiras, contrariando a decisão do Partido, que achava que aquele não era o momento para qualquer greve, saíram às ruas em manifestação por pão e paz. Declararam-se em greve. Essa manifestação foi o estopim do começo da primeira fase da Revolução Russa, conhecida depois como a Revolução de Fevereiro. Em outubro o Partido Bolchevique lidera a grande Revolução Russa, nos “dez dias que abalaram o mundo”. Essa greve foi documentada nos escritos de Trotsky e de Alexandra Kollontai, ambos membros do Comitê Central do Partido Operário Socialdemocrata Russo e ambos, depois, proscritos pelo stalinismo vencedor. Kollontai escreve: "O dia das operárias, 8 de Março, foi uma data memorável na história. Nesse dia as mulheres russas levantaram a tocha da revolução." Mas o texto que melhor nos conta os fatos da greve das operárias da Petrogrado é um longo trecho de Leon Trotsky, no primeiro volume de seu livro História da Revolução Russa. Vale a pena acompanhá-lo: “O 23 de fevereiro era o Dia Nacional das Mulheres. Programava-se, nos círculos da socialdemocracia, de mostrar o seu significado com os meios tradicionais: reuniões, discursos, boletins. Na véspera, ninguém teria imaginado que este Dia das Mulheres pudesse ter inaugurado a revolução. Nenhuma organização planejava alguma greve para aquele dia. Ainda por cima, uma das combativas organizações bolcheviques, o Comitê dos Tecelões de Rayon, formado essencialmente por operários, desaconselhava qualquer greve. O estado de espírito da massa, segundo Kaiurov, um dos chefes operários deste setor, era muito tenso e cada greve ameaçava tornar-se um confronto aberto. O Comitê julgava que o momento de começar hostilidades ainda não tinha chegado e que o Partido ainda não tinha forças suficientes e, ao mesmo tempo, a união entre soldados e operários ainda era insuficiente. Por isso tinha decidido não chamar para greve, mas para se preparar para a ação revolucionária, num futuro ainda não definido. Esta era a linha de conduta preconizada pelo Comitê, na véspera do dia 23, e parecia que todos a tivessem aceitado. Mas, na manhã seguinte, contra todas as orientações, as operárias têxteis abandonaram o trabalho em várias fábricas e enviaram delegadas aos metalúrgicos para pedir-lhes que apoiassem a greve. Foi a contra-gosto, escreve Kaiurov, que os bolcheviques, seguidos pelos operários mencheviques e pelossocialistas de esquerda se juntaram à marcha. Como se tratava de uma greve de massa, era necessário comprometer todo mundo para sair às ruas e estar à frente do movimento. Esta foi a resolução proposta por Kaiurov e o Comitê de Vyborov se sentiu forçado a aprová-la. Pelos fatos, é então certo que a Revolução de Fevereiro foi iniciada por elementos da base que passaram por cima da oposição das suas organizações revolucionárias, e que a iniciativa foi tomada espontaneamente por um contingente do proletariado explorado e oprimido mais que todos os outros, as operárias têxteis. (...) O empurrão final veio das enormes filas de espera em frente às padarias.” Em 1921, realizou-se, em Moscou, na URSS, a Conferência das Mulheres Comunistas que adota o dia 8 de Março como data unificada do Dia Internacional das Operárias. A partir dessa Conferência, a 3ª Internacional, recém-criada, espalhará a data 8 de Março como data das comemorações da luta das mulheres. Um dia esquecido e depois reinventado Na Rússia comunista, após a vitória da Revolução de Outubro, nos primeiros anos do novo regime, o dia 8 de Março era comemorado todo ano, como o Dia Internacional da Mulher Comunista. O dia, pouco a pouco, perdeu seu interesse e o adjetivo comunista foi caindo à medida que o ímpeto revolucionário da União Soviética começou a se arrefecer. Nos últimos anos da década de 20 e, sobretudo, nos anos 30, o Dia Internacional da Mulher, seja comunista ou socialista, se perderá na tormenta que se abateu sobre o mundo. A ascensão do nazismo na Alemanha, o triunfo do stalinismo na URSS e o declínio da socialdemocracia na Europa e o vendaval da 2ª Guerra Mundial enterram as manifestações do Dia das Mulheres. Fora dos países comunistas, no Ocidente, a humanidade só voltará a falar do Dia da Mulher, no final dos anos 60. Nesse lapso de tempo, o marco do 8 de Março, data da greve das operárias de Petrogrado, de 1917, foi esquecido. A data da vitória das revolucionárias rebeldes russas, que impôs a derrota do absolutismo do Czar e deslanchou a Revolução Russa, não interessava aos comunistas do mundo todo. Estes, quase todos, viviam anestesiados pelos encantos ou pelo terror stalinista. Retornar a lembrança daquele 8 de Março das operárias revolucionárias de Petrogrado também não interessava à Socialdemocracia, rejuvenescida após a destruição da Segunda Guerra Mundial e em conflito aberto com o comunismo dos países do bloco soviético. 8 de Março: uma data a celebrar Menos que menos, a data do 8 de Março de 1917, na nascente URSS, interessava o bloco capitalista ocidental, inimigo mortal da Rússia comunista. É neste clima, propício ao esquecimento da verdadeira história do Dia da Mulher, já na década de 1950, nas publicações do Partido Comunista, na França, se começou a falar de uma forte luta das operárias americanas, em 8 de março de 1857. Talvez, a famosíssima greve do 1º de Maio, na Chicago de 1886 e as numerosas greves nas tecelagens americanas estimularam as fantasias e levaram a enfatizar a participação dos Estados Unidos na luta da mulher, o que favoreceu esta confusão de datas. Pouco a pouco se deslocou a data para 1857, em Nova Iorque. E aí, em ondas sucessivas de contadores, se chegou a historinha completa. No dia 1º de Março de 1964, o jornal da CGT francesa, Antoinette, fala que “foram as americanas que começaram. Era 8 de março de 1857. Para exigir as 10 horas elas ocuparam as ruas de Nova Iorque”. É a continuação do que já tinha aparecido no jornal do PCF, nos anos anteriores. E finalmente, foi assim, sem precisar de uma conspiração organizada por um suposto império do mal, que na Alemanha Oriental, em 1966, a Federação das Mulheres Comunistas noticiou a história do Dia da Mulher, enriquecida com o martírio das 129 queimadas vivas. Tudo isto foi feito de forma confusa, misturando fatos com fantasias, com cada contador, escrevendo e inventando datas e detalhes. E foi assim, sem nenhuma deliberação conspiratória, que o mito que acabava de ser criado, em 1966, no Leste Europeu, começou a ser divulgado e foi depois enriquecido fartamente, nos EUA do final dos anos 60 e em todo o mundo ocidental. Depois disso, era só enriquecer o mito. O que foi feito, até sua cristalização em 1975, com a ONU e logo depois com a Unesco, em 1977. Uma data muito rica que não precisa de mitos Derrubar o mito de origem da data 8 de Março não implica desvalorizar o significado histórico que este adquiriu. Muito ao contrário. Significa retomar a verdade dos fatos que são suficientemente ricos de significado e que carregam toda a luta da mulher no caminho da sua libertação. Significa enriquecer a comemoração desse dia com a retomada de seu sentido original. Significa voltar às origens do ideal socialista da maioria das mulheres que lutavam por um mundo novo sem exploração e opressão do homem pelo homem e especificamente da mulher pelo homem. Um dia que quer retomar a comemoração e a luta de um 8 de Março sem medos. Avançar sem medos e sem vergonha pelas derrotas sofridas pelas revoluções perdidas no século XX, rumo à conquista da libertação total das mulheres. Significa integrar todos os novos e importantíssimos aspectos da luta da libertação da mulher, descobertos com a evolução histórica da humanidade no século XX, com a retomada de suas raízes socialistas. Integrar à clássica luta libertária, socialista e comunista do começo do século XX, as contribuições de diferentes linhas de pensamento e países, que vão de Wilhem Reich a Simone de Beauvoir, de Herbert Marcuse a Samora Machel, de Betty Friedann a Rose Marie Muraro. Integrar toda a luta do feminismo para construir uma sociedade onde a mulher seja reconhecida como gente. Integrar estas elaborações teóricas com as lutas e as experiências de vida de milhares de ativistas, militantes e organizadoras da luta das mulheres, no mundo inteiro: das guerrilheiras latino-americanas, às mulheres vietnamitas, das trabalhadoras das fábricas às plantadoras de arroz da Índia, das Mães dos desaparecidos argentinos às lutadoras pela reforma agrária do MST. Uma longa luta sem medo da felicidade, sem medo do prazer. Sem medo de lutar por uma revolução, que deverá ser social, sexual, e profundamente cultural. Sem medo de levantar as bandeiras vermelhas da luta pela libertação da humanidade. A libertação de homens e mulheres. Anexo Datas básicas sobre a origem do 8 de Março 1900-1907 — Movimento das Sufragistas pelo voto feminino nos EUA e Inglaterra.1907 — Em Stuttgart, é realizada a 1ª Conferência da Internacional Socialista com a presença de Clara Zetkin, Rosa Luxemburgo e Alexandra Kollontai. Uma das principais resoluções: "Todos os partidos socialistas do mundo devem lutar pelo sufrágio feminino." 1908 — Em Chicago (EUA), no dia 3 de maio, é celebrado, pela primeira vez, o Woman´s Day. A convocação é feita pela Federação Autônoma de Mulheres. 1909 — Novamente em Chicago, mas com nova data, último domingo de fevereiro, é realizado o Woman's Day. O Partido Socialista Americano toma a frente. 1910 — A terceira edição do Woman's Day é realizada em Chicago e Nova Iorque, chamada pelo Partido Socialista, no último domingo de fevereiro. — Em Nova Iorque, é grande a participação de operárias devido a uma greve que paralisava as fábricas de tecido da cidade. Dos trinta mil grevistas, 80% eram mulheres. Essa greve durou três meses e acabou no dia 15/02, véspera do Woman's Day. — Em maio, o Congresso do Partido Socialista Americano delibera que as delegadas ao Congresso da Internacional, que seria realizado em Copenhague, na Dinamarca, em agosto, defendam que aInternacional assuma o Dia Internacional da Mulher. "Este deve ser comemorado no mundo inteiro, no último domingo de fevereiro, a exemplo do que já acontecia nos EUA". — Em agosto, a 2ª Conferência Internacional da Mulher Socialista, realizada dois dias antes do Congresso, delibera que: "As mulheres socialistas de todas as nacionalidades organizarão (...) um dia das mulheres específico, cujo principal objetivo será a promoção do direito a voto para as mulheres". Não é definida uma data específica. 1911 — Durante uma nova greve de tecelãs e tecelões, em Nova Iorque, morrem 134 grevistas, a causa de um incêndio devido a péssimas condições de segurança. — Na Alemanha, Clara Zetkin lidera as comemorações do Dia da Mulher, em 19 de março. (Alexandra Kollontai diz que foi para comemorar um levante, na Prússia, em 1848, quando o rei prometeu às mulheres o direito de voto). — Nos Estados Unidos, o Dia da Mulher é comemorado em 26/02 e na Suécia, em 1º de Maio. 1912 — Nos Estados Unidos, o Dia da Mulher é comemorado em 25/02. 1912 e 1913 — Na Alemanha, o Dia da Mulher é comemorado em 19/3. 1913 — Na Rússia é comemorado, pela primeira vez, o Dia da Mulher, em 3/3. 1914 — Pela primeira vez, a Secretaria Internacional da Mulher Socialista, dirigida por Clara Zetkin, indica uma data única para a comemoração do Dia da Mulher: 8 de Março. Não há explicação sobre o porquê da data. — A orientação foi seguida na Alemanha, Suécia e Dinamarca. — Nos Estados Unidos, o Dia da Mulher foi comemorado em 19/03 1917 — No dia 8 de Março de 1917 (27 de fevereiro no calendário russo) estoura uma greve das tecelãs de São Petersburgo. Esta greve gera uma grande manifestação e dá início à Revolução Russa. 1918 — Alexandra Kollontai lidera, em 8/3, as comemorações pelo Dia Internacional da Mulher, em Moscou, e consagra o 8/3 em lembrança à greve do ano anterior, em São Petersburgo. 1921 — A Conferência das Mulheres Comunistas aprova, na 3ª Internacional, a comemoração do Dia Internacional Comunista das Mulheres e decreta que, a partir de 1922, será celebrado oficialmente em 8 de Março. 1955 — Dia 5/3, L´Humanité, jornal do PCF, fala pela primeira vez da greve de 1857, em Nova Iorque. Não fala da morte das 129 queimadas vivas. 1966 — A Federação das Mulheres Comunistas da Alemanha Oriental retoma o Dia Internacional das Mulheres e, pela primeira vez, conta a versão das 129 mulheres queimadas vivas. 1969 — Nos Estados Unidos, o movimento feminista ganha força. Em Berkley, é retomada a comemoração do Dia Internacional da Mulher. 1970 — O jornal feminista Jornal da Libertação, em Baltimore, nos EUA consolida a versão do mito de 1857. 1975 — A ONU decreta, 75-85, a Década da Mulher. 1977 — A Unesco encampa a data 8/3 como Dia da Mulher e repete a versão das 129 mulheres queimadas vivas. 1978 — O prefeito de Nova Iorque decreta dia de festa, no município, o dia 8 de Março, em homenagem às 129 mulheres queimadas vivas. Saiba mais na página do Núcleo Piratininga de Comunicação, emwww.piratininga.org.br... << gênero  mulher  mulheres  8 de março  Questão de gênero 09/03/2010 12:54 0
COITÉ FM
COITÉ FM
Radialistas Baianos aprovam indicativo de greve Os trabalhadores de rádio, TV e Produtoras de Áudio e Vídeo aprovaram na última terça (17) o indicativo de greve. A assembléia decidiu lutar pelos seus direitos e enfrentar a tirania dos patrões que... ver mais Os trabalhadores de rádio, TV e Produtoras de Áudio e Vídeo aprovaram na última terça (17) o indicativo de greve. A assembléia decidiu lutar pelos seus direitos e enfrentar a tirania dos patrões que insistem em não efetivar uma negociação justa durante a Campanha Salarial 2009. A insensibilidade é tanta que até o reajuste proposto pelo mediador do ministério do trabalho foi rejeitado pelo patronato. Na manhã da última terça (17), o Sindicato e os empresários tinham sentados para negociação mediada pelo Ministério do Trabalho que propôs um reajuste linear igual ao INPC para salários até R$ 1.500 e aplicação de 4% sobre os que estivessem acima desse valor. Já os pisos salariais dos radialistas sofreriam um aumento de R$ 845, na capital e os do interior passariam para R$ 500. A proposta feita pelo Ministério do Trabalho garantia ainda direito a retomar as negociações em 01 de julho deste ano. O patronato, porém não aceitou. "Os empresários pretendem preservar os altos lucros de 2007 e 2008, quando a economia estava esbanjando aquecimento, agora com ameaças em outros setores da economia querem cortar na nossa carne. Não somos tolos", enfatizou o Coordenador do SINTERP, Everaldo Santos. Agora, o momento é propicio para uma iminente greve durante o período do carnaval. A idéia é ampliar as manifestações que vêm ocorrendo nos últimos meses em favor da Campanha Salarial, de modo que todo investimento feito pelas emissoras baianas em aparatos técnicos para a cobertura carnavalesca está fadado a ir por água abaixo nos próximos dias. ... << Nenhuma Nordeste em notícias 18/02/2009 16:30 1
João Paulo Malerba
João Malerba
Radialista preso e algemado Polícia Militar prende radialista comunitário no Rio Grande do Sul Em Bagé, no dia de hoje, 30 de setembro de 2008, a cidade recebe pela terceira vez no mês a vista da ANATEL. Detalhe: os fiscais... ver mais Polícia Militar prende radialista comunitário no Rio Grande do Sul Em Bagé, no dia de hoje, 30 de setembro de 2008, a cidade recebe pela terceira vez no mês a vista da ANATEL. Detalhe: os fiscais têm que se deslocar de Porto Alegre, que fica a 400 quilometros da cidade de Bagé. Calculando por cima entre diárias e custos de combustível, os dois agentes da ANATEL mais o motorista, mais o aparato da PF, custam em cada visita 10 mil reais, para fechar uma radio em Bagé. O que nos leva a crer que só no mês de setembro, a ANATEL gastou mais de 30 mil reais somente visitando a cidade de Bagé, dinheiro público pago por nós mesmo, pra nos reprimir. No dia de hoje a ANATEL abusou da valentia dos gaúchos bageenses, ao fazer uma visita cordial na cidade solicitou a ajuda da PF. O delegado da Polícia Federal disse que tinha muito mais o que fazer e estava com contingente destinado a cuidar das eleições. Não contente com a resposta, o fiscal de nome PEDRO ligou para o 190 e chamou a Brigada Militar, que como patinhos ou antas, prontamente atenderam à solicitação, invadiram a rádio comunitária MANIA FM, localizada num bairro da zona leste, um dos maiores bairros da cidade. Os agentes, juntamente com a Brigada Militar, cortaram a cerca, invadiram de arma em punho o estúdio e prenderam o presidente da emissora, PAULO LACERDA, que estava com a rádio fora do ar, o mesmo saiu algemado e com os equipamentos apreendidos. (Algema só vale pra pobre...) Foram todos para a Delegacia da PF, onde minutos depois cheguei e ouvi o relato do Paulo Lacerda: a ANATEL arrombou as janelas com pá de corte e enxada, renderam o presidente e duas mulheres que estavam no local fazendo programa de gênero feminino, revistaram toda a casa e os companheiros. Na delegacia, o delegado disse que como a radio não estava no ar não caracterizava flagrante, e liberou o pessoal, mas como Pilatos, ao ser perguntado pelos aparelhos, ele disse que era discussão da emissora com a ANATEL. Os agentes sairam para Porto alegre com os equipamentos. Não sou advogado mas ja estou elaborando documento para o comandante da brigada onde terei audiencia amanhã pela manhã, e tb para o delegado da PF, que mudou mais uma vez... A radio Sinttonia a pouco tempo fechou convênio com a Brigada Militar colocando no bairro o policiamento comunitário, o que reduziu a violência no nosso bairro em 70% e a mesma brigada tem programa em nossa rádio. É inadimissivel esta conduta dos soldados da Brigada Militar, estamos de posse dos nomes e das viaturas. Estaremos amanhã relatando esta duas agendas. Detalhe: há 10 dias tivemos a presença do ministro da Justiça... DANÚBIO BARCELOS Leia mais no blog da ABRAÇO-PB: Concessão de 184 emissoras de rádio e TV estão vencidas Por que realizar a Conferência Nacional de Comunicação? www.abraco.wordpres s.com ... << rádios comunitárias  anatel  comunicação  comunitária  9  612  Notícias do Sul 02/10/2008 11:13 3
João Paulo Malerba
João Malerba
A mídia e o movimento LGBT (MG) Dia 28 de Agosto - 19:30h Teatro Phoenix da Universidade FUMEC Rua Cobre, 200 - Cruzeiro - Belo Horizonte Debatedores convidados. Ana Fadigas – Jornalista. Editora de revistas Editora... ver mais Dia 28 de Agosto - 19:30h Teatro Phoenix da Universidade FUMEC Rua Cobre, 200 - Cruzeiro - Belo Horizonte Debatedores convidados. Ana Fadigas – Jornalista. Editora de revistas Editora Abril, fundadora da editora que lançou a G Magazine, referência em publicação gráfica de periódicos homossexuais na América Latina e no mundo. Professora de Marketing na pós-graduação da ESPM São Paulo. E desde a G, militante do movimento LGBT. André Versiani Cardoso - Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais. Caio Fernandes, Kaiete – drag-queen âncora de programa diário na Rádio Extra FM, jurada em programa do SBT e apresentadora do programa “Panckake. Com”, na Belas Web Rádio. Carlos Magno Mendonça – Professor DR em comunicação da UFMG; Jean Wyllys – Escritor, jornalista e mestre em Literatura pela Universidade Federal da Bahia. Roteirista e repórter especial da Globo. Foi colunista e repórter da G Magazine. Professor de Estudos Culturais e Teorias da Comunicação na Escola Superior de Propaganda e Marketing. Autor de “Aflitos” (2001), “Ainda lembro” (2005) e “Tudo ao mesmo tempo agora” (2009). Lydiane Ponciano – Diretora do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais. Mayra Oliveira – da Coordenação DST/Aids – Secretaria Estadual da Saúde de Minas Gerais. Na ocasião haverá noite de autógrafos de Jean Wyllys com o lançamento de seu último livro, “Tudo ao mesmo tempo agora”. Também o lançamento da Campanha “DENUNCIE – não permita a impunidade” - Homofobia – Racismo – Neonazismo – Incitação ao ódio - Pedofilia – Pela Ética na TV, no Rádio, na Imprensa e na Internet. Inscrições: http://www.libertos.com.br/de... Realização: LIBERTOS Comunicação e Comissão Mineira Pro-Confecom... << confecom  conferência  nacional  comunicação  minas gerais  gays  lgbt  Conferência Nacional de Comunicação 25/08/2009 10:47 0
Adriany Souza Gualberto
Adriany Gualberto
Claudia Leitte participa da Campanha Nacional da Voz Em função de seu decorrente sucesso, a Campanha Nacional da Voz 2009 conta, pela segunda vez, com a participação ilustre de Claudia Leitte. A cantora, que havia apoiado a... ver mais Em função de seu decorrente sucesso, a Campanha Nacional da Voz 2009 conta, pela segunda vez, com a participação ilustre de Claudia Leitte. A cantora, que havia apoiado a campanha no ano passado, aceitou mais uma vez fazer parte do grupo, dada importância da voz em sua vida.... << claudia  leitte  participa  da  campanha  nacional  voz  transviçosa fm 27/03/2009 10:21 0
Adriany Souza Gualberto
Adriany Gualberto
Claudia Leitte empresta sua voz para uma boa causa Cantora baiana participa de campanha do Ministério da Saúde e convoca as mulheres que estavam grávidas na época da campanha a se imunizarem contra a doença A... ver mais Cantora baiana participa de campanha do Ministério da Saúde e convoca as mulheres que estavam grávidas na época da campanha a se imunizarem contra a doença A cantora baiana Claudia Leitte aceitou o convite do ministro da Saúde José Gomes Temporão para estrelar a fase final da Campanha Nacional de Vacinação contra Rubéola, que está no ar em televisão e nas rádios de todo o Brasil desde domingo (dia 15). Claudia fará um chamado para que as mulheres que estavam grávidas na época da campanha (entre agosto e dezembro de 2008) procurem os postos de saúde e se imunizem contra doença. ... << claudia  leitte  empresta  sua  voz  para  uma  boa  causa  transviçosa fm 16/03/2009 09:11 0
Tatiane Cardoso
Tatiane Cardoso
CCJ adia pela terceira vez em sete dias a votação do projeto das cotas raciais em universidades A revista Carta Capital publicou uma matéria em 24 de dezembro sobre as cotas nas universidades federais. Mais uma vez a votação foi adiada na Comissão de Constituição e Justiça - CCJ. Veja a... ver mais A revista Carta Capital publicou uma matéria em 24 de dezembro sobre as cotas nas universidades federais. Mais uma vez a votação foi adiada na Comissão de Constituição e Justiça - CCJ. Veja a matéria em http://www.cartacapital.com.b... Essa idéia de cotas não me agrada muito. Acredito que com um ensino de verdade, seja ele público ou privado, mais a vontade e esforço de cada estudante, todos consigam passar num vestibular. Mas como isso ainda é uma utopia e o sistema público de ensino está "enfermo", temos que agir agora. A questão racial é algo complicado num país miscigenado como o nosso, uma pessoa pode ser filha de um negro com um branco ou ainda de um negro com um índio, por exemplo. Por isso sou a favor, neste momento, de cotas para pessoas que venham de escolas públicas. Sem distinção de cor. Assim essas pessoas "menos favorecidas" teriam direitos iguais. Dividir este percentual por raças de acordo com o censo, regiões com mais negros, mais vagas para negros. Onde há mais índios, mais vagas para índios, onde há mais brancos, mais vagas para brancos, pode ser uma saída. Mas confesso que não me agrada muito. Não estaríamos aí, mais uma vez fazendo uma discriminação racial? O que acham?... << Nenhuma Questões Raciais 13/01/2009 07:41 0
Mariana Felippe
Mariana Felippe
TRAGÉdia EM SANTO ANDRÉ - O fantástico show da morte Por Carlos Brickmann em 21/10/2008 Do lado de dentro do apartamento simples em Santo André, SP, a tragédia: duas meninas ameaçadas por um homem armado, que terminaria por matar uma e ferir a... ver mais Por Carlos Brickmann em 21/10/2008 Do lado de dentro do apartamento simples em Santo André, SP, a tragédia: duas meninas ameaçadas por um homem armado, que terminaria por matar uma e ferir a outra. Do lado de fora, a festa da imprensa: repórteres, câmeras, celulares, entrevistas ao vivo com o seqüestrador, que a cada instante se sentia mais poderoso, uma celebridade. E transmissões diretas, que permitiriam que o criminoso acompanhasse, minuto a minuto, as manobras da polícia. A liberdade de imprensa não pode ser limitada: a Constituição não o permite, e represar informações vai contra o interesse do país. Mas liberdade de expressão não significa, por exemplo, que alguém deva gritar "fogo!" num estádio lotado. E liberdade implica responsabilidade. Quanto mais liberdade, mais responsabilidade. Teremos sido nós, jornalistas, ao elevar a auto-estima do criminoso, ao revelar-lhe a cada momento os planos da polícia, co-responsáveis pelo tiro em Nayara e pela morte de Eloá? Há quase 60 anos, um filme clássico de Billy Wilder sobre a imprensa, A Montanha dos Sete Abutres, com Kirk Douglas, já narrava como pode ser nocivo o envolvimento dos jornalistas com os acontecimentos. Jornalistas devem reportar, não interferir. E colocando no ar, ao vivo, um maluco homicida armado, a imprensa interferiu nos fatos: transformou-o em famoso, inflou seu ego assassino, ajudou-o a se sentir acima do bem e do mal. Não há ganho de audiência, nem de circulação, que valha a vida de Eloá.... << tragédia  santo andré  jornalistas  imprensa  responsabilidade  liberdade de imprensa  liberdade de expressão  Eu Amo Jornalismo 21/10/2008 16:05 0
Antônio  Figueiredo
Antônio Figueiredo
Hoje é dia de Santo http://www.radiotube.org.br/i... Documentário sobre Candomblé, produzido na disciplina Rádio Educativo - turma do 6º semestre do ano... ver mais http://www.radiotube.org.br/i... Documentário sobre Candomblé, produzido na disciplina Rádio Educativo - turma do 6º semestre do ano de 2005.2- supervisão da professora Ayêsca Paulafreitas.... << candomblé  religião  santo  orixás  documentário  uesc  Discutindo Religião 22/10/2008 16:43 4
Criar Brasil
Criar Brasil
Fórum Mundial de Mídia Livre abre inscrições Estão abertas as inscrições para o Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML), nos dias 26 e 27 de janeiro, evento que integra as atividades do Fórum Social Mundial 2009. As inscrições, gratuitas, são... ver mais Estão abertas as inscrições para o Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML), nos dias 26 e 27 de janeiro, evento que integra as atividades do Fórum Social Mundial 2009. As inscrições, gratuitas, são feitas pelo sítio ( http://forumdemidialivre.blog.... A produção do FMML sugere também que os fazedores de mídia livre cadastrem as informações de seus veículos no link "Mapeamento da Mídia Livre", disponível no sitio, e dêem informações sobre suas mídias no ato de inscrição. Com a participação de veículos independentes de produção midiática de diversos países, o encontro visa construir alternativas de produção de informação, estruturar politicamente a mídia livre internacional, discutir alternativas de financiamento e de compartilhamento de conteúdo, propagar novas possibilidades de atuação disponibilizadas pelas novas tecnologias e somar forças de atuação nas frentes diversas de democratização da comunicação. A programação do FMML prevê a realização de duas mesas na manhã do dia 26, com os temas "Como ampliar o Midialivrismo" e "A Mídia e a Crise". No período da tarde, haverá ainda dois outros momentos, o "Seminário de Comunicação Compartilhada no FSM" e as "Atividades Auto-gestionadas", nas quais o participante do fórum torna-se protagonista. No dia 27, será realizada a Plenária de Encerramento, com a reunião das propostas e a elaboração de um documento síntese. O FMML é uma conseqüência do I Fórum de Mídia Livre, realizado no Rio de Janeiro em junho de 2008. Reunindo mais de 500 ativistas, jornalistas, professores, estudantes e empresários, o evento significou uma inédita união política entre os principais veículos independentes de mídia brasileiros, sistematizando formas conjuntas de atuação. Em 23 de outubro, o Grupo de Trabalho Executivo do FML lançou o Manifesto da Mídia Livre, com os dez compromissos do movimento e oito propostas principais, entre as quais a realização do FMML em Belém. O manifesto já obteve a adesão de 29 entidades e movimentos e de 25 veículos independentes nacionais. O movimento gerou a mobilização regional em vários estados do Brasil, com a realização de fóruns e seminários locais. Mais informações: Fórum Mundial de Mídia Livre - 26 e 27 de janeiro de 2009 - Belém, PA Local: NPI - Escola de Aplicação da UFPA - Av. Tancredo Neves, nº 1000, Bairro Montese - Belém, PA. Mapa do local no site do NPI Site: http://forumdemidialivre.blog... Email: forumdemidialivre@gmail.com Telefone: (91) 8130 2097 (produção) Gustavo Barreto: (91) 9250 9594 Leandro Uchoas: (91) 8130 2097 ... << Nenhuma Fórum Social Mundial 2009 22/01/2009 13:02 0
Criar Brasil
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Fórum Mundial de Mídia Livre abre inscrições Previsto para os dias 26 e 27 de janeiro, o evento faz parte da programação do Fórum Social Mundial 2009, em Belém do Pará. Por Leandro Uchoas, do FML Estão abertas as inscrições para o Fórum... ver mais Previsto para os dias 26 e 27 de janeiro, o evento faz parte da programação do Fórum Social Mundial 2009, em Belém do Pará. Por Leandro Uchoas, do FML Estão abertas as inscrições para o Fórum Mundial de Mídia Livre (FMML), nos dias 26 e 27 de janeiro, evento que integra as atividades do Fórum Social Mundial 2009. As inscrições, gratuitas, são feitas pelo sítio ( http://forumdemidialivre.blog.... A produção do FMML sugere também que os fazedores de mídia livre cadastrem as informações de seus veículos no link "Mapeamento da Mídia Livre", disponível no sitio, e dêem informações sobre suas mídias no ato de inscrição. Com a participação de veículos independentes de produção midiática de diversos países, o encontro visa construir alternativas de produção de informação, estruturar politicamente a mídia livre internacional, discutir alternativas de financiamento e de compartilhamento de conteúdo, propagar novas possibilidades de atuação disponibilizadas pelas novas tecnologias e somar forças de atuação nas frentes diversas de democratização da comunicação. A programação do FMML prevê a realização de duas mesas na manhã do dia 26, com os temas "Como ampliar o Midialivrismo" e "A Mídia e a Crise". No período da tarde, haverá ainda dois outros momentos, o "Seminário de Comunicação Compartilhada no FSM" e as "Atividades Auto-gestionadas", nas quais o participante do fórum torna-se protagonista. No dia 27, será realizada a Plenária de Encerramento, com a reunião das propostas e a elaboração de um documento síntese. O FMML é uma conseqüência do I Fórum de Mídia Livre, realizado no Rio de Janeiro em junho de 2008. Reunindo mais de 500 ativistas, jornalistas, professores, estudantes e empresários, o evento significou uma inédita união política entre os principais veículos independentes de mídia brasileiros, sistematizando formas conjuntas de atuação. Em 23 de outubro, o Grupo de Trabalho Executivo do FML lançou o Manifesto da Mídia Livre, com os dez compromissos do movimento e oito propostas principais, entre as quais a realização do FMML em Belém. O manifesto já obteve a adesão de 29 entidades e movimentos e de 25 veículos independentes nacionais. O movimento gerou a mobilização regional em vários estados do Brasil, com a realização de fóruns e seminários locais. Mais informações: Fórum Mundial de Mídia Livre - 26 e 27 de janeiro de 2009 - Belém, PA Local: NPI -Escola de Aplicação da UFPA - Av. Tancredo Neves, nº 1000, Bairro Montese - Belém, PA. Mapa do local no site do NPI Site: http://forumdemidialivre.blog... Email: forumdemidialivre@gmail.com Telefone: (91) 8130 2097 (produção) Gustavo Barreto: (91) 9250 9594 Leandro Uchoas: (91) 8130 2097 ... << Nenhuma Criar Brasil 22/01/2009 12:58 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Cariri sedia IV Encontro Mestres do Mundo Um cortejo pelas ruas de Juazeiro do Norte na tarde da terça-feira, dia 2 de dezembro, marcará a abertura do IV Encontro Mestres do Mundo e do Seminário Nacional de Políticas Públicas para as... ver mais Um cortejo pelas ruas de Juazeiro do Norte na tarde da terça-feira, dia 2 de dezembro, marcará a abertura do IV Encontro Mestres do Mundo e do Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares, reunindo cerca de 300 Mestres da Cultura do Som, do Corpo, da Oralidade, do Sagrado e das Mãos, todos eles portadores da tradição nas diversas vertentes da cultura popular brasileira. Até o dia 6 de dezembro, os Mestres se apresentarão e trocarão experiências sobre seus saberes e fazeres. O evento unirá em um mesmo espaço uma grande diversidade de tradições vindas de várias regiões do Brasil e de diversos países, como Peru, Colômbia, Venezuela e Peru, em encontros, oficinas e seminários, além de apresentações artísticas nos municípios de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, na região do Cariri, sul do Ceará, a cerca de 560 km de Fortaleza. O IV Encontro Mestres do Mundo é uma promoção do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural, e do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio do Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC). • IV Encontro Mestres do Mundo Local: Juazeiro do Norte/CE Data: 2 a 6 de dezembro Informações: (85) 3262. 5011 – 3262.0841 Programação Dia 02- Terça-feira -16h - Cortejo -18h - Solenidade de abertura Dia 03 – Quarta-feira - 9 horas – Início das Rodas dos Mestres no Crato Tênis Clube - 14h30 – Abertura do Seminário (Secretário da SID/MINC) - 14h30 às 17 horas – Apresentação dos casos - 17 horas às 19 horas – Reunião GT Universidade dos Mestres - 17 horas às 19 horas – Território Livre Praça do Memorial - 19 horas às 22 horas – Terreirada Mestre Aldenir, no Crato - 19h30 às 22h30 – Apresentações Tablado Principal do Reisado do Mestre Zé Pedro (Barbalha) Dia 04 – Quinta-feira - 9 horas – Início das Rodas dos Mestres no Crato Tênis Clube - 14h30 – Abertura do Seminário - (Mediador José Jorge) - 14h30 às 17 horas – Apresentação dos casos - 17 horas às 19 horas – Território Livre Praça do Memorial - 19 horas às 22 horas – Terreirada Joaquim Mulato – Penitentes de Barbalha - 19h30 às 22h30 – Apresentações Tablado Principal grupo Coco da Batateira do Crato; Grupo Cambida Brilhantes de Lucena (PB) Dia 05 – Sexta-feira - 9 horas – Início das Rodas dos Mestres no Crato Tênis Clube - 14h30 – Abertura do Seminário - (Mediador José Jorge) - 14h30 às 17 horas – Apresentação dos casos - 17 horas às 19 horas – Território Livre Praça do Memorial - 19 horas às 22 horas – Terreirada Mestra Tatai – Lapinha de Juazeiro - 19h30 às 22h30 – Apresentações Tablado Principal de Abel Santos (MS), Paulo Freire (SP), Levi Ramiro (MG) e Manassés de Sousa (CE); Cantadores e repentistas – coordenação de Geraldo Amâncio e Francinaldo Oliveira Dia 06 – Sábado - 9 horas – Início das Rodas dos Mestres no Crato Tênis Clube - 14h30 – Abertura do Seminário - (Mediador José Jorge) - 14h30 às 17 horas – Apresentação dos Casos - 17 horas às 19 horas – Território Livre praça do Memorial - 17 horas às 19 horas – GT Universidade dos Mestres - 19h30 às 22h30 – Apresentações Tablado Principal de Forró Pé de Serra ... << Nenhuma Nordeste em notícias 01/12/2008 09:29 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Dourados sedia seminário estadual sobre economia solidária A Prefeitura de Dourados realiza nos dias 3 e 4 de dezembro o Seminário Estadual de Economia Solidária. O evento que acontece no auditório da Aced (rua João Rosa Góes, 1.480) é uma promoção da Rede... ver mais A Prefeitura de Dourados realiza nos dias 3 e 4 de dezembro o Seminário Estadual de Economia Solidária. O evento que acontece no auditório da Aced (rua João Rosa Góes, 1.480) é uma promoção da Rede de Gestores de Políticas Públicas de Economia Solidária em parceria com a Fundação Universitária José Bonifácio, Fundação Banco do Brasil, Senaes e Ministério do Trabalho. O evento tem como objetivo promover a sensibilização, troca de experiências e discussão sobre políticas públicas de economia solidária com gestores municipais e atores sociais, visando contribuir para qualificação e ampliação das políticas públicas neste campo, principalmente no âmbito municipal em todas as regiões do país. A abertura do Seminário será às 09h do dia 3 terá como tema a “Economia Solidária - Características, princípios, avanços e desafios”. No período da tarde haverá uma mesa redonda “A Economia Solidária como política de estratégia de desenvolvimento”. No dia 4 às 09h os participantes vão participar da mesa redonda “De Políticas de governo para políticas públicas – construindo a institucionalização da economia solidária”. O encontro será encerrado com trabalhos em grupos e avaliação das discussões. Fonte: MS Notícias Link: http://www.msnoticias.com.br/...... << Nenhuma Economia Solidária 01/12/2008 11:35 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Regular A Mídia Não É Censura A comunicação no Brasil tem uma historia de concentração, verticalização e não regulação, diferente de outros países que construíram seu sistema a partir de debates públicos. Pressupõe-se que... ver mais A comunicação no Brasil tem uma historia de concentração, verticalização e não regulação, diferente de outros países que construíram seu sistema a partir de debates públicos. Pressupõe-se que comunicação seja um bem público e, portanto, precisa estar submetida a algum tipo de controle. Diferentemente de outros serviços públicos, como saúde, educação e transporte, a comunicação está vinculada à idéia de liberdade de expressão. Então, devemos sempre levar em conta que, ao atribuir a ela sentido público, não podemos inibir a sua existência, sua possibilidade de realizar-se. Mas é justamente sob o argumento da defesa da liberdade de expressão que os grandes grupos de comunicação do país rechaçam políticas que levem em conta os interesses de toda a sociedade. O resultado é uma alta concentração e uma incidência da comunicação publica brasileira alem do suportável numa democracia. Foi nesse sentido que propusemos a Conferencia Nacional de Comunicação (Confecom), que ocorreu em dezembro de 2009. Embora os representantes da grande mídia tenham se retirado, alegando que era uma tentativa de censura, dessa discussão saíram muitas propostas. A principal foi o estabelecimento de um conselho de comunicação social como já queríamos lá em 1989: um órgão estatal público, composto por Estado, setor empresarial e sociedade civil. DIREITO PÚBLICO, INTERESSE PRIVADO A primeira possibilidade de regulamentação que houve no Brasil foi a Lei do Cabo, que produziu grandes efeitos, como os canais públicos e a idéia de uma rede pública única. A partir do Governo Lula, iniciaram-se debates para discutir a TV digital. Mas eles foram quase ignorados pelo ministro das comunicações Hélio Costa, que fez uma opção por um chamado modelo japonês. Foi um desastre, do ponto de vista da possibilidade de convergência tecnológica e de salto tecnológico que o país podia ter dado naquele momento. No Brasil, imagina-se que a TV aberta é gratuita, enquanto na verdade há um preço enorme embutido com publicidade. No fim, todos os brasileiros pagam para ter televisão. Por exemplo, dividindo o valor arrecadado com publicidade pelo número r televisores no Brasil dá o mesmo valor que os ingleses pagam para ter a BBC em casa, que é uma emissora de alta qualidade e que atende aos interesses públicos. É preciso pensar a comunicação estrategicamente, sendo subsidiada pela sociedade. O dinheiro público é dinheiro da sociedade. Então a sociedade tem que decidir como fazer isso. Pode-se disponibilizar pacotes de telefonia, internet e uma base de canais de informação e entretenimento, que sejam destinados a todo o país, de modo que não sejam privilégio daqueles que têm condições de pagar preços altos por isso. Para a população brasileira, não valeria a pena? Fonte: Revista Mundo Jovem Por : Celso Augusto Schröder - Vice-presidente da federação Nacional de JOrnalistas (Fenaj), coordenador no Forúm Nacional para a democratização da (FNDC) e professor na faculdade de comunicação da PUCRS.... << comunicação  censura  democratização  Conferência Nacional de Comunicação 31/08/2010 16:00 0
Fernanda Cristina  -Nazaré da Mata -PE
Fernanda PE
alerta para diagnóstico precoce de linfomas Campanha no TIP alerta para diagnóstico precoce de linfomas Publicado em 24.11.2008, às 09h55 Do JC OnLine Acontece até a próxima sexta-feira (28) a campanha "Existe um câncer que você não... ver mais Campanha no TIP alerta para diagnóstico precoce de linfomas Publicado em 24.11.2008, às 09h55 Do JC OnLine Acontece até a próxima sexta-feira (28) a campanha "Existe um câncer que você não conhece", que visa levar a população brasileira a conhecer melhor o linfoma, quinto tipo de câncer mais freqüente no mundo e ainda desconhecido por 66% dos brasileiros, segundo pesquisa do Instituto Datafolha. No Recife, a ação é realizada no Terminal Integrado de Passageiros (TIP), no Curado, das 8h às 17h, desde o dia 14 de novembro. A campanha é promovida pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) e a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH), com apoio do Laboratório Roche, nas cidades de Santos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Salvador (BA) e Manaus (AM), além de no Recife. Durante a campanha, são disponibilizadas em um estande informações sobre a doença, como sintomas, diagnóstico e possíveis tratamentos. Estão sendo ainda oferecidos serviços de aferição de pressão arterial. "A campanha é um alerta à população para o diagnóstico precoce. O objetivo é levar informações sobre os linfomas para o maior número de pessoas possível. Queremos chamar a atenção para o hábito de observar o corpo, além de conhecer e acompanhar os sinais da doença. Pessoas com menos informação chegam aos médicos com tumores maiores e mais difíceis de tratar", alerta a presidente da Abrale, Merula Steagall. A pesquisa da Datafolha constatou ainda que 66% dos entrevistados acreditam que a leucemia é mais freqüente que os linfomas. "Essa percepção é equivocada", garante o professor de hematologia da Santa Casa de São Paulo Carlos Chiattone, também presidente da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. A pesquisa foi encomendada pelo Laboratório Roche e ouviu 910 pessoas em 10 capitais brasileiras, nas cinco regiões do País. O objetivo era avaliar o conhecimentos dos brasileiros entre 35 e 65 anos sobre os linfomas. INCIDÊNCIA - A incidência de linfomas no Brasil cresceu nas últimas duas décadas, de 4 a 5% ao ano. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) de 2004 revelam que mais de três mil pessoas morrem por ano por esse tipo de câncer, o que corresponde a uma média de oito óbitos por dia. Segundo o hematologista Chiattone, o linfoma é um tipo de câncer altamente curável se descoberto precocemente. Ainda assim é grave, sendo o quinto em número de mortes, atrás apenas dos cânceres de mama, próstata, pulmonar e do tubo digestivo. "Todos esses têm sido contemplados com campanhas de esclarecimento para a população, menos os linfomas", lamenta Chiattone. Conheça mais sobre os linfomas: Sintomas - Coceira persistente por todo o corpo; tosse persistente ou falta de ar; suores noturnos; inchaço indolor no pescoço e axilas; febre sem causa aparente; perda de peso e cansaço (se ocorrer um ou mais desses sinais, é importante procurar orientação médica para o correto diagnóstico do linfoma). Tipos - O linfoma é um tipo de câncer que se desenvolve principalmente nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático. O sistema linfático é um dos responsáveis pela defesa natural do organismo contra infecções. Tradicionalmente, existem dois tipos de linfomas, os de Hodgkin e os de não-Hodgkin, que correspondem respectivamente a 20% e 80% de todos os casos diagnosticados no Brasil e no mundo. Tratamento - Atualmente, o tratamento que oferece a maior chance de cura para os pacientes com linfomas é a quimioterapia associada a anticorpos monoclonais. Segundo o hematologista Carlos Chiattone, os anticorpos monoclonais representam um dos maiores avanços contra o câncer nos últimos anos. ... << Nenhuma Amo o Rádio! 25/11/2008 09:26 0
Paulo Marcos
Paulo Marcos
1º de maio é dia de festa em Barreiros de Riachão - BA Uma extensa programação marcará o dia 1º de maio, em Barreiros de Riachão do Jacuípe - Bahia. Como já de tradição, todos os anos a... ver mais Uma extensa programação marcará o dia 1º de maio, em Barreiros de Riachão do Jacuípe - Bahia. Como já de tradição, todos os anos a comunidade se reúne para festejar o dia do trabalhador. Esse ano, a festa ganhará uma característica diferente. Uma festa que começou com um pequeno grupo de trabalhadores realizando manifestações populares camponesas, este ano, o movimento ganhou o apoio de toda comunidade, trabalhadores, comerciantes, comerciários, escolas, igrejas, associações, em fim, toda sociedade civil organizada para fazer uma festa a altura das tradições dos trabalhadores. Será realizada uma alvorada pela manhã que se seguirá com um batalhão roubado. Por todo dia serão realizados diversos eventos culturais com os artistas locais e regionais. A noite acontecerá o encerramento na praça da matriz, com cânticos da bandeira, reizados, samba de roda e muitas outras manifestações. Um ponto marcante, será a homenagem que os sambadores, estarão prestando ao Sr. Manoelzinho de Isaias um dos maiores sambadores do Brasil, figura de destaque até no jornal a tarde como um marco da história dessas tradições populares. Por Manoel Missias - Na Cangaia.com... << Nenhuma Cangaia News 28/04/2009 11:48 0
Adriany Souza Gualberto
Adriany Gualberto
Brasil deve sediar escola de saúde pública da América do Sul País também entregou projeto para a concessão de 100 bolsas de estudo, com um impacto total de US$ 2,4 milhões por ano A Unasul (União de Nações... ver mais País também entregou projeto para a concessão de 100 bolsas de estudo, com um impacto total de US$ 2,4 milhões por ano A Unasul (União de Nações Sul-Americanas) criará uma escola de governo em saúde pública dos países sul-americanos, para a formação de dirigentes de setor no continente. A decisão foi tomada, nesta terça-feira (21), em Santiago (Chile), durante a reunião do Conselho de Saúde Sul-Americano, que contou com a presença de ministros e representantes de Saúde de 12 países. O Brasil, que coordenará o grupo do Conselho de Ministros para o desenvolvimento de recursos humanos em saúde, ofereceu-se para sediar a escola e lançou a proposta de se criar um programa de bolsas de estudo entre os países. ... << brasil  deve  sediar  escola  de  saúde  pública  da  américa  do  sul  transviçosa fm 22/04/2009 10:41 0
Mariana Felippe
Mariana Felippe
Passeata pelo dia Internacional de Luta das Mulheres 8 de março – Dia internacional de luta das mulheres! Concentração 10hs na Praça Oswaldo Cruz Movimento feminista vai às ruas com críticas ao sistema capitalista e em defesa da legalização do... ver mais 8 de março – Dia internacional de luta das mulheres! Concentração 10hs na Praça Oswaldo Cruz Movimento feminista vai às ruas com críticas ao sistema capitalista e em defesa da legalização do aborto Manifestação acontece no dia 8 de março, às 10h, na Avenida Paulista, e terá como eixo a crítica ao modelo capitalista e as lutas por igualdade, liberdade e soberania popular. Marcha termina no Ibirapuera, com grande ato pela legalização do aborto. ”Nós não vamos pagar por esta crise! Mulheres livres! Povos soberanos!”. Com este mote, milhares de feministas irão às ruas de São Paulo neste 8 de março, em celebração ao Dia Internacional de Luta das Mulheres. A manifestação tem concentração marcada para às 10h, na Praça Oswaldo Cruz, de onde seguirá, pela Avenida Paulista, até o Ibirapuera. Diversos ônibus virão do interior do estado para se somarem ao protesto na capital. Este ano, as mulheres se posicionarão fortemente contra o modelo de desenvolvimento capitalista, responsável pela crise que atinge o planeta. “Não acreditamos em respostas superficiais para a crise. Somos contra os milhões retirados dos fundos públicos para salvar bancos e grandes empresas. Isso gera mais concentração de riqueza e reproduz o sistema capitalista patriarcal. Também somos contra qualquer tentativa de retirada dos direitos trabalhistas e de redução de salários, propagandeadas como soluções para a crise econômica. Queremos investimentos públicos que garantam as vagas de trabalho já existentes, que ampliem a oferta de vagas com carteira assinada e reforcem a rede de direitos sociais”, afirmam as organizações do movimento. Para o encerramento, está previsto um ato pela legalização do aborto em frente ao Monumento das Bandeiras.As mulheres protestarão contra a criminalização daquelas que, em diferentes estados, têm sido perseguidas e até processadas criminalmente por terem recorrido à prática do aborto para interromper uma gravidez indesejada. No Congresso Nacional, também está para ser instaurada uma CPI do aborto, cujo resultado, na avaliação das entidades que promovem o 8 de Março, trará apenas mais perseguição às mulheres. Abaixo, a íntegra do manifesto que será distribuído à população durante o ato. Neste 8 de março de 2009, levantamos nossas bandeiras contra o capitalismo, o imperialismo, o machismo, o racismo e a lesbofobia. Estamos nas ruas para afirmar o que queremos construir a partir do feminismo: um mundo livre de exploração, desigualdades e discriminação. Por uma transformação radical com igualdade, autonomia, liberdade e soberania popular! MANIFESTO COMPLETO Feministas contra o capitalismo patriarcal! As crises financeira, econômica, ambiental e alimentar que afetam o planeta e nossas vidas não são fenômenos isolados. Trata-se de uma crise global, gerada por esse modelo de desenvolvimento, baseado na superexploração do trabalho e na especulação financeira. Uma de suas bases de sustentação é a opressão das mulheres, que combina machismo e capitalismo, transformando tudo em mercadoria e colocando preço inclusive em nossos corpos. Não acreditamos em respostas superficiais para a crise. Somos contra os milhões retirados dos fundos públicos para salvar bancos e grandes empresas. Isso gera mais concentração de riqueza e reproduz o sistema capitalista patriarcal. Também somos contra qualquer tentativa de retirada dos direitos trabalhistas e de redução de salários, propagandeadas como soluções para a crise econômica. Queremos investimentos públicos que garantam as vagas de trabalho já existentes, que ampliem a oferta de vagas com carteira assinada e reforcem a rede de direitos sociais. Nós, mulheres feministas, afirmamos: as mulheres não vão pagar por esta crise! É urgente avançarmos na construção de alternativas socialistas a este modelo. Em vez dos agrocombustíveis e da privatização da natureza, defendemos mudanças na forma de produzir alimentos, a redução do padrão de consumo, e a produção descentralizada de energia. Afirmamos que os bens comuns de nosso território – incluindo a água, a biodiversidade e o petróleo encontrado na camada do pré-sal – são do povo brasileiro e devem ser utilizados para garantir desenvolvimento social e econômico de toda a população. A resposta à crise alimentar não pode vir dos transgênicos, e sim da reforma agrária, da produção agroecológica e da garantia de nossa soberania alimentar. Por um mundo com igualdade para todas as mulheres! Construir a igualdade em nossa sociedade passa por valorizar o trabalho das mulheres e garantir sua autonomia econômica. Assim, defendemos a valorização do salário mínimo e lutamos por um modelo de proteção social solidário, universal e inclusivo, com direito à saúde, assistência social e aposentadoria digna para todos e todas. Hoje, existem no Brasil mais de 40 milhões de pessoas fora da previdência social. Dessas, 30 milhões são mulheres. Por isso, somos contra a proposta do governo federal, em discussão na reforma tributária, de desvincular todo o sistema de seguridade social de suas fontes de financiamento. Isso resultará num corte de 40% no orçamento da seguridade social, que representa a perda de R$ 24 bilhões anuais no orçamento da previdência. Para conquistar igualdade, é preciso ampliar os serviços públicos e realizar a reforma urbana. É preciso parar com a privatização de unidades de saúde e das creches municipais, impulsionadas pelos governos municipal e estadual da coligação DEM/PSDB. Se o Estado não garante direitos sociais fundamentais como estes, aumenta o trabalho de cuidados com as pessoas, que é realizado cotidianamente por nós, mulheres. Lutamos para que esse trabalho seja dividido com os homens, e com a sociedade. Queremos igualdade para todas as mulheres. Por isso, combatemos o racismo em todas as suas manifestações e a banalização da imagem da mulher veiculada na mídia. Essa imagem vendida pela indústria cultural contribui para mercantilizar nossas vidas e reflete a desigualdade e a violência que sofremos dia a dia. Defendemos o controle social e a democratização dos meios de comunicação. Em luta por autonomia e liberdade! Vivemos um momento de criminalização das mulheres, no qual luta por nossa autonomia tem sido duramente atacada. Em vários estados, mulheres têm sofrido perseguições, humilhações e até condenações criminais por terem realizado aborto. No Congresso Nacional, está para ser instaurada uma CPI do aborto, cujo resultado trará apenas mais perseguição às mulheres. A maternidade deve ser uma decisão consciente, não uma obrigação. Criminalizar o aborto não impedirá que ele aconteça. Pelo contrário. Manter o aborto na ilegalidade condena às mulheres pobres – sobretudo jovens e negras – a se submeterem à práticas inseguras para interromper uma gravidez indesejada. Seguiremos nas ruas de todo o país, mobilizadas contra a criminalização das mulheres e pela legalização do aborto! Denunciamos todas as manifestações de violência contra a mulher! No estado de São Paulo, o estupro é a segunda causa de morte (fonte: secretaria estadual de segurança pública). As mulheres têm o direito de viver uma vida livre de violência! Em defesa da paz, da solidariedade e da soberania popular! As guerras mantêm e aprofundam a desigualdade no mundo. Em situações de conflitos armados, as mulheres são vítimas de violações sistemáticas, físicas e psicológicas. Vemos hoje a feminização dos campos de refugiados. Por isso, somos solidárias a todas aquelas que vêem a soberania de seus povos atacada pelo imperialismo, seja na República Democrática do Congo, no Haiti e, sobretudo na Palestina. Ali, os bombardeios de Israel já deixaram milhares de mortos e feridos, em sua maioria mulheres, idosos e crianças. Nos somamos às vozes de todo o planeta contra o massacre da Palestina, indo às ruas no dia 30 de março expressar nosso repúdio ao governo de Israel. Nos solidarizamos aos processos de construção de alternativas em curso na América Latina, que recuperam a soberania dos povos sobre seu território e seus recursos naturais. Estamos em luta por soberania dos povos, e liberdade para as mulheres! Estamos todas nas ruas neste 8 de março confrontando o sistema capitalista e patriarcal que nos oprime e explora. Nas ruas e em nossas casas, nas florestas e nos campos, no prosseguir de nossas lutas e no cotidiano de nossas vidas, manteremos nossa rebeldia e mobilização. Organizações: CIM, Marcha Mundial das Mulheres, UBM, União de Mulheres SP, Centro Maria Maria, Articulação Mulher e Mídia, Oriashé, Liga Brasileira de Lésbicas, Casas Cidinha Kopcak, Viviane dos Santos, Sofia e Eliane de Gramond, SOF - Sempreviva Organização Feminista, Coletivo Dandara USP, Fuzarca Feminista, Católicas pelo Direito de Decidir, Coletivo Nacional de Lésbicas Negras, CMB, Observatório da Mulher, Rede Feminismo e Economia, Coletivo de Mulheres de Campo Limpo, Mulheres de Botucatu, Lins, Pirituba, Várzea Paulista, São José dos Campos, Taboão da Serra, Campinas, ABCD e Santos, Coletivo de Mulheres da Baixada Santista, Conselho de Yalorisas Ebomys e Ekedys Negras/SP, Promotoras Legais e Populares, Hip Hop Mulher, Fala Preta!, Jovens Feministas de SP, Guerrilha Feminista, Coletivo de Mulheres de Santos, Comissão de Mulheres Comunidade Oyá e Ogum, FMP, Frente Nacional pela Legalização do Aborto, Jornadas pelo Direito ao Aborto, Mov.de Mulheres Negras, Rede Feminista Sexualidade e Saúde, Associação Fala Mulher, Ass. Viva Mulher, Intervozes, MST, CUT, CTB, Intersindical, APEOESP, Sindicatos dos Metroviários, Psicólogos, Sindsep, Sintratel, Metalúrgicos de Santos, Químicos Unificados de Campinas e região, Bancários de Santos e Região, Petroleiros do Litoral Paulista, Centros Acadêmicos: Benevides Paixão, Letras e Lingüística, Enfermagem da Unicamp, DCE Unicamp, UEE-SP, ENECOS/SP, Assembléia Popular, CMP, Frente de Luta por Moradia, União dos Movimentos de Moradia, Fórum Centro Vivo, Con. Munc. Pessoa com Deficiência, Movimento Sem Teto do Centro, Fórum Trabalhadoras/es Desempregadas/os, Mulheres do PT Capital/Estadual, PSOL, PCB, PC do B, PTB, Consulta Popular, Marcha Mundial pela Paz e Não Violência, Facesp, Juventude do PT, União da Juventude Socialista, Cenarab /SP, Juventude LibRe, Instituto Polis, Unegro, Ass. Brasileira de Inclusão Social-ABIS, Ass. Favelas de S.J. dos Campos Movimento Humanista, MMM de São José dos Campos, Coletivo Sind. Alerta Petroleiro, Candaces-BR.... << 8 de março  dia internacional de luta das mulheres  são paulo  dia da mulher  Cultura Popular e Cidadania 26/02/2009 18:17 0
Rafael Nascimento
Rafael Nascimento
Como surgiu o dia da Criança. Como surgiu o Dia da Criança O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na... ver mais Como surgiu o Dia da Criança O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920. Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes! Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos. Em outros países Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem! Dia Universal da Criança Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento. Fonte: www.shoppingb.com.br... << dia  da  criança  crianças  Capacitação do RadioTube 13 de Agosto 06/10/2008 14:43 2
COITÉ FM
COITÉ FM
4º Encontro Mundial de Capoeira na Bahia Nenhuma Nordeste em notícias 09/07/2009 08:17 1
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Idec: Especial dia Mundial da Água O direito à água é um direito básico de todo cidadão. O problema é que o valor da tarifa pode limitar o acesso de todos a esse bem essencial. Por outro lado, o Brasil registra elevado desperdício de... ver mais O direito à água é um direito básico de todo cidadão. O problema é que o valor da tarifa pode limitar o acesso de todos a esse bem essencial. Por outro lado, o Brasil registra elevado desperdício de água. Além das perdas no caminho entre as estações de tratamento e o consumidor, o desperdício também é grande nas nossas residências, envolvendo, por exemplo, o tempo necessário para tomarmos banho, a lavagem da louça com água corrente, o uso da mangueira como vassoura na limpeza de calçadas etc. Galera, no site há um conteúdo sobre água que merece ser lido. não postei porque tá muito grande. A quem interessa aí vai o link: http://www.idec.org.br/reprod...... << Nenhuma Consumo!! 21/03/2009 13:29 0
Aline  Nobre
Aline Nobre
RadioTube no O dia Mais uma matéria do RadioTube! Essa saiu na coluna Informe do Dia, do Jornal carioca O Dia, assinada pelo colunista Fernando Molica, no dia 13/08/08. Clique na imagem para ampliar! Mais uma matéria do RadioTube! Essa saiu na coluna Informe do Dia, do Jornal carioca O Dia, assinada pelo colunista Fernando Molica, no dia 13/08/08. Clique na imagem para ampliar! Nenhuma RadioTube na Imprensa 19/08/2008 00:06 0
Criar Brasil
Criar Brasil
Fórum Social Mundial reúne cerca de 90 mil pessoas Tendas montadas, acampamentos levantados, gente de todos os continentes. A cidade de Belém está totalmente tomada pela diversidade típica do Fórum Social Mundial, que tem sua largada hoje (27) com um... ver mais Tendas montadas, acampamentos levantados, gente de todos os continentes. A cidade de Belém está totalmente tomada pela diversidade típica do Fórum Social Mundial, que tem sua largada hoje (27) com um marcha com ponto de partida do Cais do Porto e que seguirá até a Praça dos Operários. Segundo estimativas da organização, o número de participantes pode ultrapassar a faixa dos 90.000. Construção de um mundo de paz, justiça e ética; democratização e descolonização do conhecimento; acesso universal aos bens comuns; libertação do capital, das multinacionais da dominação imperialista; dignidade, garantia de igualdade de gênero; garantia dos direitos econômicos, sociais, humanos, culturais e ambientais; construção de uma ordem mundial baseada na soberania; economia democratizada, sustentável e solidária; estruturas políticas participativas; e defesa da natureza são os objetivos a serem alcançados nas atividades desta edição do FSM. FONTE: Adital LINK: http://www.adital.com.br/site... ... << Nenhuma Fórum Social Mundial 2009 28/01/2009 11:41 1
Clara Araújo
Clara Araújo
10 de Outubro - dia Nacional de Luta contra a violência à mulher Vocês sabiam que dia 10 de outubro comemora-se o Dia Nacional de Luta contra a violência à mulher? Pois é. Tudo começou em 1980 quando um grupo de mulheres se reuniu nas escadarias do Teatro... ver mais Vocês sabiam que dia 10 de outubro comemora-se o Dia Nacional de Luta contra a violência à mulher? Pois é. Tudo começou em 1980 quando um grupo de mulheres se reuniu nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo para protestar contra o índice crescente de crimes contra mulheres em todo o país. Essas mulheres exigiam, além da implementação de políticas públicas e reformulação do Código Penal, visibilidade aos milhares de casos de ameaças, constrangimentos, espancamentos, estupros, assassinatos bárbaros esquecidos no anonimato da esfera doméstica, por serem cometidos, na sua grande maioria, por companheiros, parentes próximos e/ou conhecidos e, por isso também, não denunciados. Agora, será que, 28 anos depois dessa primeira movimentação, o respeito à mulher aumentou? Nossos direitos já são mais respeitados? E o nosso lugar na sociedade, qual é? Abraços! ... << Nenhuma Questão de gênero 06/10/2008 11:02 0
Mariana Felippe
Mariana Felippe
MST na mira da mídia, por Carlos Gustavo Yoda Os trabalhadores rurais sem terra organizados tornaram-se alvo de mais um bombardeio midiático. A estratégia da Globo e companhia é tentar criar um conflito entre o movimento e o governo federal... ver mais Os trabalhadores rurais sem terra organizados tornaram-se alvo de mais um bombardeio midiático. A estratégia da Globo e companhia é tentar criar um conflito entre o movimento e o governo federal aproveitando casos isolados a partir da versão dos latifundiários e seus porta-vozes. Os crimes cometidos em Pernambuco devem ser investigados e os responsáveis punidos, assim como disse o presidente Lula. E também devem ser penalizados todos aqueles que ordenaram e executaram 19 trabalhadores em Eldorado dos Carajás, no Pará, e tantos outros no Brasil rural esquecido que pede reforma agrária já. Em boletim eletrônico do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Brasil, o membro da direção nacional João Paulo Rodrigues explica a posição do MST sobre os principais temas expostos no noticiário. A que se deve a reação do ministro Gilmar Mendes? O Ministro Gilmar Mendes foi transformado no mais novo líder da direita brasileira, desde sua posse como presidente do Supremo Tribunal Federal. E ele está se comportando assim, honrando seu novo papel. É ágil para defender o patrimônio, mas lento para defender vidas. Ataca os povos indígenas, os quilombolas, os direitos dos trabalhadores, os operários e defende os militares da ditadura militar. Enfim, agora a direita brasileira tem seu Berlusconi tupiniquin. E ele opina sobre tudo e sobre todos. Aliás, ele está devendo para a opinião pública brasileira uma explicação sobre a rapidez como soltou o banqueiro corrupto Daniel Dantas, que financia muitas campanhas eleitorais e alicia grande parte da mídia. Mais grave, a revista Carta Capital denunciou que o Instituto Brasiliense de Direito Público, vinculado ao Mendes, recebeu 2,4 milhões de recursos públicos, inclusive do STF, do Tribunal Superior Eleitoral e até do Ministério da Defesa, dirigido por seu amigo Nelson Jobim. Como líder da direita, Mendes procura defender os interesses da burguesia brasileira e fazer intenso ataque ideológico à esquerda e aos movimentos sociais, para pavimentar uma retomada eleitoral da direita em 2010. Serra não precisa se preocupar, já tem um cabo eleitoral poderoso no STF. O que aconteceu em Pernambuco? O conflito no Pernambuco é uma tragédia anunciada. As 100 famílias estão acampadas há oito anos. Duas áreas estão em disputa. Os fazendeiros usaram de todas as artimanhas judiciais para impedir a desapropriação de suas áreas não utilizadas, que servem apenas de especulação imobiliária. As famílias trabalham e plantam na área, tiram dela seu sustento. Sofreram mais de 20 despejos. Na semana passada, depois de mais um despejo pela Polícia Militar, o fazendeiro contratou pistoleiros que foram no acampamento fazer provocações, armados. Perseguiram e espancaram um dos líderes do acampamento. Nesse clima de tensão e ameaças permanentes às famílias acampadas, alguns acabaram reagindo e no conflito houve a morte de quatro pistoleiros. O MST repudia a violência. No Brasil há muitos outros acampamentos, em igual situação de tensão e conflito. Até quando vão esperar para realizar a Reforma Agrária? Íntegra em: http://caderno2pontozero.blog...... << mst  mtst  lula  governo  mídia  pernambuco  Trabalho 05/03/2009 15:35 0
Tatiane Cardoso
Tatiane Cardoso
III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes Oi pessoal! Abro este tópico para discutirmos esse assunto tão polêmico. A exploração sexual de crianças e adolescentes. Se você tem filhos, pesquisa sobre o assunto, já passou ou conhece alguém que... ver mais Oi pessoal! Abro este tópico para discutirmos esse assunto tão polêmico. A exploração sexual de crianças e adolescentes. Se você tem filhos, pesquisa sobre o assunto, já passou ou conhece alguém que já tenham passado por essa situação, vamos conversar, trocar idéias e experiências. Você acredita que a pessoa que cometa este ato precise de ajuda psicológica? Porque acontece isso? Os pais devem ficar de olho nas pessoas próximas aos filhos? E o comportamento da criança, muda? O espaço está aberto.... << sexual  exploração  criança  adolescente  Exploração Sexual 06/11/2008 10:22 7
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