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André  Lobão
André Lobão
Comunicação Interativa Ponto a Ponto Desenvolver, testar e promover a reaplicação de metodologia de comunicação que possibilite compartilhar interativamente informações e conhecimentos de interesse comunitário. Compartilhar... ver mais Desenvolver, testar e promover a reaplicação de metodologia de comunicação que possibilite compartilhar interativamente informações e conhecimentos de interesse comunitário. Compartilhar interativamente conteúdos de qualidade com quem deseja e necessita. Por exemplo, novas tecnologias sociais. Esse é o objetivo do encontro "Comunicação Interativa Ponto a Ponto", um projeto do Sesc-Rio que conta com a participação de inciativas comunitárias e projetos que tenham como plataforma a comunicação. Em debate, o processo de desenvolvimento de uma metodologia de comunicação interativa popular, compartilhável e reaplicável. O evento reúne lideranças que irão trocar experiências relativas a comunicações de interesse comunitário. O Comunicação Interativa Ponto a Ponto é realizado no Sesc da Tijuca, localizado na Rua Barão de Mesquita, 579. Posteriormente ao encontro, será produzido um documento com os resultados do seminário... << comunicação  rede social  comunicadores  mídia alternativa  A Voz do Trabalhador 28/04/2010 11:13 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Comunidade em Rede tem principais resoluções da Confecom Ouça o giro comunitário e conheça também os demais conteúdos da revista. Por lá você encontra conclusões sobre a Confecom... ver mais Ouça o giro comunitário e conheça também os demais conteúdos da revista. Por lá você encontra conclusões sobre a Confecom http://www.radiotube.org.br/i... ... << brasília  df  confecom  Conferência Nacional de Comunicação 15/01/2010 14:27 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Comunidade em rede: jornal do trabalhador no rádio Pessoal, no Giro Comunitário da edição 30 da Comunidade em Rede falamos com o pessoal que produz o o jornal do Trabalhador, no Rio Grande do Sul. Saiba mais e pesquise... ver mais Pessoal, no Giro Comunitário da edição 30 da Comunidade em Rede falamos com o pessoal que produz o o jornal do Trabalhador, no Rio Grande do Sul. Saiba mais e pesquise áudios! No radiotube: http://www.radiotube.org.br/i... Na Agência Pulsar: www.pulsarbrasil.org... << trabalho  trabalhador  trabalhadores  comunicação  rádios comunitárias  pulsar  rio de janeiro  rio  rio grande do sul  A Voz do Trabalhador 29/10/2009 13:22 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Comunidade em Rede nº 30: Conferência o quÊ? Pessoal, no módulo Nossa Voz demos uma passo atrás na cobertura da Confecom para perguntar: Para que serve mesmo uma conferência? Por que devo me meter com isso? Ouça o... ver mais Pessoal, no módulo Nossa Voz demos uma passo atrás na cobertura da Confecom para perguntar: Para que serve mesmo uma conferência? Por que devo me meter com isso? Ouça o programa e se meta também! O link no radiotube é http://www.radiotube.org.br/i... Mais na Agência Pulsar: www.brasil.agencipulsar.org... << conferência  comunicação  rádios comunitárias  pulsar  rio de janeiro  rio  são paulo  Conferência Nacional de Comunicação 29/10/2009 13:15 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Comunicação local na era digital: meios para a construção de direitos e de cidadania O município de Guarulhos, que é responsável pela segunda maior arrecadação tributária do Estado e também está entre os dez maiores PIBs do... ver mais O município de Guarulhos, que é responsável pela segunda maior arrecadação tributária do Estado e também está entre os dez maiores PIBs do País, e conta com uma população de mais 1 milhão e 200 mil habitantes, realizará no próximo sábado, dia 12, das 9 às 17 horas, a Conferência Municipal de Comunicação Social. No encontro, que terá abertura e solenidades na sexta-feira, dia 11, às 19 horas, serão debatidos a democratização dos meios de comunicação e os direitos dos cidadão, incluindo os temas; nos seguintes eixos:*Controle social nas concessões dos meios de comunicação,** Rádios e Tvs Públicas e Comunitárias: um avanço para a democratização, **Cultura e Comunicação Digital*, *A influência da grande mídia no comportamento social. *Após tiradas as diretrizes municipais, serão realizadas as conferências estaduais que nortearão a Conferência Nacional, que acontecerá nos dias 1, 2 e 3 de dezembro, em Brasília-DF. O espaço democrático será palco de debates nas questões relacionadas à democratização e controle social (criação de conselhos gestores e deliberativos) nos meios de comunicação, principalmente na grande mídia. Todos os participantes vêm ao evento sem custo algum. Os professores Venício Artur Lima, da UnB, e Laurindo Leal, da USP, já confirmaram prersenças. Além dos professores, também confirmaram participações, o ex-deputado federal e atual secretário da Habitação de Guarulhos Orlando Fantazini (Ética na TV), Renata Mielli (Portal Vermelho), Jerry de Oliveira (Abraco), Raquel Moreno (Observatório da Mulher). O jornalista Luis Nassif e do debatedor Heitor Reis estão a confirmar participação. Serviço: * * Conferência Municipal de Comunicação Social de Guarulhos rua do Rosário, 313 - Bairro Macedo - Auditório da Faculdade Torricelli- (Em frente ao Teatro Adamastor -Centro). Mais informações: 2107-1900 Entrada franca.... << confecom  conferência  nacional  comunicação  guarulhos  Conferência Nacional de Comunicação 10/09/2009 13:42 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Comunidade em Rede nº28 discute Controle Social Seguindo com a proposta de refletir sobre temas que devem pautar a I Conferência Nacional de Comunicação a nova edição da revista de rádio Comunidade em Rede... ver mais Seguindo com a proposta de refletir sobre temas que devem pautar a I Conferência Nacional de Comunicação a nova edição da revista de rádio Comunidade em Rede fala sobre controle social da mídia, no Nossa Voz. Além disso, apresentamos iniciativas radiofônicas no Giro Comunitário, trazemos entrevista com um trabalhador-leitor e reportagem que mostra como cineclube tem tudo a ver com rádio comunitária. Está no link http://www.radiotube.org.br/i......; do radiotube. E também pode ser encontrado em www.brasil.agenciapulsar.org<...... << rádios comunitárias  Conferência Nacional de Comunicação 18/08/2009 15:01 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Comunidade em Rede nº 27 está no ar! Oi pessoal do Na Cangaia, no link  http://www.radiotube.org.br/i... dá pra ouvir a nova... ver mais Oi pessoal do Na Cangaia, no link  http://www.radiotube.org.br/i... dá pra ouvir a nova edição da comunidade em Rede. Aqui vai um resumo do que se ouve por lá: No Giro Comunitário (Módulo 01, 14:38 minutos, 6.69 Mb) da Radiorevista 27, você vai saber sobre a repressão à Rádio Comunitária Araribóia, na cidade de Niterói, Rio de Janeiro. Também denunciamos o fechamento de emissoras comunitárias no estado do Piauí, e inclusive com a prisão de comunicadores no estado. Já no sul, um projeto vai garantir, a partir de agosto, a capacitação para radioamantes do Rio Grande do Sul por meio de cursos promovidos pela Abraço. Falamos ainda sobre o Golpe de Estado em Honduras, e a perseguição às rádios comunitárias desse país. E veja que as mobilizações para a Conferência Nacional de Comunicação no Pará continuam, mesmo com a possibilidade de cancelamento do encontro anunciada após corte de 80% no orçamento por parte do Ministério das Comunicações. Já no Nossa Voz (Módulo 02, 6:17 minutos, 2.87 Mb), aborda um assunto muito importante: concessões de Rádio e TV. Este é um dos diversos assuntos que podem ser abordados na I Conferência Nacional de Comunicação.Vamos falar sobre como essas concessões públicas são concedidas, quanto tempo elas duram e sobre o não cumprimento de leis que as regem no Brasil. E no nosso módulo Sintonia Alternativa (Módulo 03, 7:19 minutos, 3.35 Mb), apresenta a Rádio Revolução, que fica no bairro Engenho de Dentro, zona norte do Rio de Janeiro. Há 14 anos, a “rádio que é louca por você” integra os clientes do Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto, o Caps.... << rádio comunitária  Cangaia News 20/07/2009 13:37 0
Douglas Soares Vieira
Douglas Vieira
Comunicação para todos Foi uma grande conquista de todos. Temos agora quer dar andamento na preparação do encontro para que se fortaleza cada vez mais. Foi uma grande conquista de todos. Temos agora quer dar andamento na preparação do encontro para que se fortaleza cada vez mais. Nenhuma Conferência Nacional de Comunicação 17/04/2009 15:32 0
Jairo Faria Guedes Coelho
Jairo Coelho
Comunicação e cotidiano É só falar em Comunicação que surge aquela idéia comum de que somente jornalistas, locutores e apresentadores de auditório a exercem. Mas comunicar-se é uma atitude de tod@s. Das conversas de... ver mais É só falar em Comunicação que surge aquela idéia comum de que somente jornalistas, locutores e apresentadores de auditório a exercem. Mas comunicar-se é uma atitude de tod@s. Das conversas de vizinhança até o uso de programas de bate-papo pela internet, estamos trocando idéias e formando opiniões. Não é à toa que quando alguém imposta a voz e sabe falar em público, logo é considerado como comunicativo. Se for pensar bem, é a mesma coisa na tevê, nos jornais e no rádio. Alguém chega e impõe uma visão porque possui mais recursos técnicos, dinheiro e domina os principais meios de Comunicação. Daí, fica parecendo que apenas profissionais da área têm voz para dizer o que pensam ou que pensam suas empresas. Contudo, com o avanço e o barateamento de novas tecnologias, podemos mudar essa lOgica. Nem sempre é caro comunicar-se no dia-a-dia. Muitas vezes custa vontade. Indivíduos, grupos de amig@s, bandas locais, rádios livres e comunitárias –– a comunidade em si –– estão sempre buscando caminhos para se expressar. Logo, Comunicação não é apenas algo que o mercado nos vende. Alternativas simples como a veiculação de zines ou de uma Rádio Web aumentam a participação das pessoas em atitudes diretas que ajudam a defender a Comunicação como um direito de tod@s.... << comunicação  democratização  cotidiano  público  monopólio  Capacitação do RadioTube 13 de Agosto 13/08/2008 15:12 1
João Paulo Malerba
João Malerba
Comunicação contra-hegemônica e direitos humanos: a construção de redes de comunicação popular emum contexto de centralização da produção de bens culturais Monografia de fim de curso apresentada a Escola de Comunicação da UFRJ. Autor: Gustavo Barreto de Campos. O objetivo neste estudo é avaliar o funcionamento e gerenciamento de redes de comunicação... ver mais Monografia de fim de curso apresentada a Escola de Comunicação da UFRJ. Autor: Gustavo Barreto de Campos. O objetivo neste estudo é avaliar o funcionamento e gerenciamento de redes de comunicação popular, em meio ao contexto de crescente concentração dos meios de comunicação, incluindo os meios que utilizam tecnologias da Internet. A análise engloba elementos distintos que envolvem o processo de produção e acumulação de bens culturais por parte dos grandes conglomerados midiáticos, bem como a relação política, econômica e cultural destes com as empresas transnacionais e detentoras dos meios de produção capitalista. A partir deste quadro, avaliamos empiricamente a ação de quatro grupos da imprensa contra-hegemônica. Nos capítulos finais, são resgatados elementos destinados a demonstrar quais aspectos gerenciais e ideológicos poderão servir como ferramentas para a efetivação de uma imprensa alternativa mais forte e com um maior poder de mobilização para a cidadania.... << cidadania  contra  hegemônica  alternativa  comunicação  internet  Criar Brasil 29/05/2008 12:31 0
Amanda Nogueira de Oliveira
Amanda Oliveira
"Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital" É uma vitória não apenas para os meios de populares de comunicação, é para todos da sociedade civil. Discutamos e reflitamos... O espaço para a discussão já foi erguido! É uma vitória não apenas para os meios de populares de comunicação, é para todos da sociedade civil. Discutamos e reflitamos... O espaço para a discussão já foi erguido! Nenhuma Conferência Nacional de Comunicação 17/04/2009 14:32 0
Fernanda Cristina  -Nazaré da Mata -PE
Fernanda PE
A Comunidade de Cajueiro Seco -PE está Aterrorizada Gente Amiga, prestem atenção a esta Materia, um amigo da radio show da liberdade me enviou . Medo de um lobisomem em Jaboatão Assombração // Supostos ataques estariam ocorrendo há dois meses, no... ver mais Gente Amiga, prestem atenção a esta Materia, um amigo da radio show da liberdade me enviou . Medo de um lobisomem em Jaboatão Assombração // Supostos ataques estariam ocorrendo há dois meses, no bairro de Cajueiro Seco, mas ninguém prestou queixa à polícia Em meio aos becos, matagais e trilhos do metrô do bairro de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes, uma criatura vem aterrorizando os moradores. Iluminado apenas pela luz da lua, o ser, "batizado" pela comunidade de lobisomem, está atormentando as madrugadas e deixando muitos sem dormir. Os uivos depois da 0h indicam o perigo que ronda as ruas. Não há coragem, nem curiosidade que permita passos astutos para desvendar a identidade da fera. Enquanto isso, o pavor cresce proporcionalmente ao número de ataques na localidade e o suspense, que dura quase dois meses, permanece. Policiais da Delegacia de Prazeres informaram desconhecer o caso e disseram que nenhuma queixa foi registrada sobre os supostos ataques. Foto: Cecília de Sá Pereira/Aqui PE/D.A Press "Eu estava voltando para casa sozinho. Era uma quinta-feira, por volta da 0h30, e estava chovendo muito. No meio do caminho vi aquele bicho. Pensei que fosse um cachorro, parecia um fila brasileiro sentado na calçada. Mas quando a chuva começou a ficar mais forte, ele começou a se debater e a uivar. Levantou. Na hora em que vi o tamanho 'daquilo' comecei a correr. Não quis nem olhar para trás". Ao lembrar do momento em que avistou o lobisomem, o cantor Isack Marques, 23 anos, não esconde o medo. "Era pretão, da cor de um gabiru. Todo peludo. Muita gente já estava comentando sobre ele e eu não acreditava, pensava que era mentira. Mas eu vi. Dizer que é lobisomem é difícil, mas eu não sei o que é. Não pode ser gente. Fiquei assustado. Nunca vi nada parecido. Andar sozinho pela rua de noite nunca mais", confidenciou o rapaz que agora é conhecido no bairro como um dos que levou o carreirão da fera. Seguindo a lenda, o lobisomem de Cajueiro também ataca durante a madrugada e desaparece ao amanhecer. Se no conto mítico apenas artefatos de prata podem destruir a criatura, no bairro de Jaboatão já tem gente querendo dar um fim na fera. "Tem uma galera 'boa de dedo' por aqui que já está de tocaia. Só esperando ele aparecer para resolver o problema.Mas até agora ninguém conseguiu pegá-lo e nisso já vai quase dois meses de pânico", comentou um morador que preferiu não se identificar. Enquanto as pessoas se escondem nas residências, cartazes foram colados em postes e padarias da comunidade alertando para o perigo. Acreditando ou não, a maioria das moradores prefere não arriscar. "Eu ainda acho que é lenda. Sei que tem gente que já viu e levou carreira. Mas eu só acredito vendo. Só espero não estar sozinha quando ele aparecer", disse a dona-de-casa Patrícia Maria Arruda, 21. ... << Nenhuma Comunicador Social 05/11/2008 13:28 0
Fernanda Cristina  -Nazaré da Mata -PE
Fernanda PE
A Comunidade de Cajueiro Seco -PE está Aterrorizada Medo de um lobisomem em Jaboatão Assombração // Supostos ataques estariam ocorrendo há dois meses, no bairro de Cajueiro Seco, mas ninguém prestou queixa à polícia Em meio aos becos, matagais e... ver mais Medo de um lobisomem em Jaboatão Assombração // Supostos ataques estariam ocorrendo há dois meses, no bairro de Cajueiro Seco, mas ninguém prestou queixa à polícia Em meio aos becos, matagais e trilhos do metrô do bairro de Cajueiro Seco, em Jaboatão dos Guararapes, uma criatura vem aterrorizando os moradores. Iluminado apenas pela luz da lua, o ser, "batizado" pela comunidade de lobisomem, está atormentando as madrugadas e deixando muitos sem dormir. Os uivos depois da 0h indicam o perigo que ronda as ruas. Não há coragem, nem curiosidade que permita passos astutos para desvendar a identidade da fera. Enquanto isso, o pavor cresce proporcionalmente ao número de ataques na localidade e o suspense, que dura quase dois meses, permanece. Policiais da Delegacia de Prazeres informaram desconhecer o caso e disseram que nenhuma queixa foi registrada sobre os supostos ataques. Foto: Cecília de Sá Pereira/Aqui PE/D.A Press "Eu estava voltando para casa sozinho. Era uma quinta-feira, por volta da 0h30, e estava chovendo muito. No meio do caminho vi aquele bicho. Pensei que fosse um cachorro, parecia um fila brasileiro sentado na calçada. Mas quando a chuva começou a ficar mais forte, ele começou a se debater e a uivar. Levantou. Na hora em que vi o tamanho 'daquilo' comecei a correr. Não quis nem olhar para trás". Ao lembrar do momento em que avistou o lobisomem, o cantor Isack Marques, 23 anos, não esconde o medo. "Era pretão, da cor de um gabiru. Todo peludo. Muita gente já estava comentando sobre ele e eu não acreditava, pensava que era mentira. Mas eu vi. Dizer que é lobisomem é difícil, mas eu não sei o que é. Não pode ser gente. Fiquei assustado. Nunca vi nada parecido. Andar sozinho pela rua de noite nunca mais", confidenciou o rapaz que agora é conhecido no bairro como um dos que levou o carreirão da fera. Seguindo a lenda, o lobisomem de Cajueiro também ataca durante a madrugada e desaparece ao amanhecer. Se no conto mítico apenas artefatos de prata podem destruir a criatura, no bairro de Jaboatão já tem gente querendo dar um fim na fera. "Tem uma galera 'boa de dedo' por aqui que já está de tocaia. Só esperando ele aparecer para resolver o problema.Mas até agora ninguém conseguiu pegá-lo e nisso já vai quase dois meses de pânico", comentou um morador que preferiu não se identificar. Enquanto as pessoas se escondem nas residências, cartazes foram colados em postes e padarias da comunidade alertando para o perigo. Acreditando ou não, a maioria das moradores prefere não arriscar. "Eu ainda acho que é lenda. Sei que tem gente que já viu e levou carreira. Mas eu só acredito vendo. Só espero não estar sozinha quando ele aparecer", disse a dona-de-casa Patrícia Maria Arruda, 21. ... << Nenhuma Comunicador Social 05/11/2008 13:24 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Na Comunidade em Rede conheça a Valente FM No nº 30 da Comunidade em Rede conversamos com o pessoal da Valente FM, rádio que agita a cidade do mesmo nome no interior da Bahia. Por lá não falta música e... ver mais No nº 30 da Comunidade em Rede conversamos com o pessoal da Valente FM, rádio que agita a cidade do mesmo nome no interior da Bahia. Por lá não falta música e informação. E por aí? Ouça e entre em contato com a gente. Vc pode clicar no Sintonia Alternativa a partir do radiotube:  http://www.radiotube.org.br/i... O beber direto na fonte pela Agência Pulsar: www.pulsarbrasil.org... << conferência  movimento  democratização  rádios comunitárias  fm  Rádios comunitárias 29/10/2009 13:29 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Nova Comunidade em Rede no AR - e com + 1 módulo! Oi pessoal, está no ar mais uma radiorevista Comunidade em REde. Além de apresentarmos iniciativas radiofônicas no Giro Comunitário trazemos entrevista com um... ver mais Oi pessoal, está no ar mais uma radiorevista Comunidade em REde. Além de apresentarmos iniciativas radiofônicas no Giro Comunitário trazemos entrevista com um trabalhador-leitor; reportagem que mostra como cineclube tem tudo a ver com rádio e mais um programa com debates que devem ser levados para a Conferência Nacional de Comunicação. Está no link http://www.radiotube.org.br/i...; do radiotube. E também pode ser encontrado em www.brasil.agenciapulsar.org<...... << rádios comunitárias  Cangaia News 18/08/2009 14:54 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Nova Comunidade em Rede no AR! A revista feita por radioapaixonad@s e para radioapaixonad@s tem um novo número fresquinho na rede. Nesta edição a Radiorevista Comunidade em Rede tem um módulo Nossa... ver mais A revista feita por radioapaixonad@s e para radioapaixonad@s tem um novo número fresquinho na rede. Nesta edição a Radiorevista Comunidade em Rede tem um módulo Nossa Voz sobre organização da Conferência nos estados. Saiba sobre a movimentação de comissões espalhadas por Mato Grosso do Sul, Alagoas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. No Giro Comunitário, você conhece o trabalho do instituto MID, que produz spots de rádio sobre direitos das pessoas com deficiência. Fique sabendo como funciona a rádio Coité FM, na Bahia, Rádio Utopia FM, em Planaltina, Distrito Federal e também falamos com a nova rádio comunitária de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. E ainda anunciamos que a Agência Pulsar Brasil foi uma das iniciativas de comunicação premiadas pelo Ministério da Cultura. Ouça a Revista e saiba mais. E o Tema em Debate questiona o objetivo do governo federal com o programa “Minha Casa, Minha Vida”: afinal, a idéia é garantir o direito à habitação ou acelerar a economia? Acesse a revista e o módulo Nossa Voz a partir do link http://www.radiotube.org.br/i......... Ou no AGência Pulsar: www.brasil.agenciapulsar.org<...... << Nenhuma Cangaia News 22/05/2009 13:53 0
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Nova Comunidade em Rede no AR! A revista feita por radioapaixonad@s e para radioapaixonad@s tem um novo número fresquinho na rede. Nesta edição a Radiorevista Comunidade em Rede tem um módulo Nossa... ver mais A revista feita por radioapaixonad@s e para radioapaixonad@s tem um novo número fresquinho na rede. Nesta edição a Radiorevista Comunidade em Rede tem um módulo Nossa Voz sobre organização da Conferência nos estados. Saiba sobre a movimentação de comissões espalhadas por Mato Grosso do Sul, Alagoas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. No Giro Comunitário, você conhece o trabalho do instituto MID, que produz spots de rádio sobre direitos das pessoas com deficiência. Fique sabendo como funciona a rádio Coité FM, na Bahia, Rádio Utopia FM, em Planaltina, Distrito Federal e também falamos com a nova rádio comunitária de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. E ainda anunciamos que a Agência Pulsar Brasil foi uma das iniciativas de comunicação premiadas pelo Ministério da Cultura. Ouça a Revista e saiba mais. E o Tema em Debate questiona o objetivo do governo federal com o programa “Minha Casa, Minha Vida”: afinal, a idéia é garantir o direito à habitação ou acelerar a economia? Acesse a revista e o módulo Nossa Voz a partir do link http://www.radiotube.org.br/i...... Ou no AGência Pulsar: www.brasil.agenciapulsar.org<...... << Nenhuma Rádios comunitárias 22/05/2009 13:52 0
Alana Barroco Vellasco Austin
Alana Austin
Rádio comunitária é isenta de pagar direitos autorais TJSC. Rádio comunitária é isenta de pagar direitos autorais 31 de agosto de 2010 Muito embora não se desconheça a necessidade de resguardo ao direito... ver mais TJSC. Rádio comunitária é isenta de pagar direitos autorais 31 de agosto de 2010 Muito embora não se desconheça a necessidade de resguardo ao direito patrimonial do autor, a sistemática atualmente existente e dirigida pelo ECAD, consistente na cobrança das chamadas retribuições autorais, pode inviabilizar o funcionamento das rádios comunitárias que, de utilidade pública, desenvolvem atividades de relevância para a comunidade (educação, cultura, lazer, integração). Com esse entendimento, a 3ª Câmara de Direito Civil do TJ manteve sentença da Comarca de Canoinhas, que julgou improcedente cobrança de direitos autorais formulada pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – Ecad, contra Fundação Expansão Cultural Rádio e TV Canoinhas e Ulisses Anderson Bernardino. O Ecad aduziu que a rádio transmitiu obras musicais sem a devida autorização prévia do autor. Requereu, então, a concessão de liminar para suspender ou interromper qualquer execução das músicas, além da condenação da rádio ao pagamento de mensalidades referentes à retribuição autoral. A Fundação sustentou que o Ecad não apresentou provas do suposto débito, negando, assim, a violação ao direito autoral. Ressaltou, também, a ilegalidade da cobrança de taxas de entidades sem fins lucrativos. “Se a exposição pública de obra intelectual se realiza sem objetivo de lucro, não é devida a cobrança de direitos patrimoniais do autor. E assim, possuindo a estação radiodifusora, no caso, natureza comunitária, sem fins lucrativos e com objetivo, dentre outros, de promover a educação ambiental local (art. 225, VI, CF), o uso de composições musicais em sua programação não a sujeita ao pagamento de direito autoral, sendo correta, portanto, a sentença que conclui pela improcedência da cobrança”, concluiu o relator da matéria, desembargador substituto Henry Petry Junior. (Ap. Cív. n. 2010.040370-2) FONTE: http://juridiconews.publicaco...... << Nenhuma AMARC Brasil 31/08/2010 10:41 0
Manuel Sales
Manuel Sales
Rádio Comunitária É lamentavel isso, as rádios comunitárias além de dispor de um potência minima de 25 Wats, aind apor cima tem delas que é perseguida. ê Brasil de Todos Nós Salve - nos. É lamentavel isso, as rádios comunitárias além de dispor de um potência minima de 25 Wats, aind apor cima tem delas que é perseguida. ê Brasil de Todos Nós Salve - nos. Nenhuma Capacitação do RadioTube 31 de Julho 21/10/2009 20:42 0
Marina Vianna
Marina Vianna
Vozes Comunitárias na Confecom O Rio de Janeiro foi palco nesta quarta-feira, 12 de agosto, de duas importantes mobilizações para a realização da Conferência Nacional de... ver mais O Rio de Janeiro foi palco nesta quarta-feira, 12 de agosto, de duas importantes mobilizações para a realização da Conferência Nacional de Comunicação – Confecom. Pela manhã, o vereador João Mendes de Jesus, do PRB, promoveu uma reunião pública no Plenário da Câmara dos Vereadores. Representantes de entidades ligadas a comunicação falaram da importância da realização, não só da Conferência Nacional, como também da Conferência do Município do Rio de Janeiro. Logo após a sessão, foi realizada na Cinelândia uma manifestação pública. Em praticamente todos os discursos de representantes de organizações da sociedade civil foi pedido uma solução imediata para o fim dos impasses que podem prejudicar a realização da Conferência Nacional de Comunicação prevista para acontecer nos dia 1, 2 e 3 de dezembro, em Brasília. A Conferência pretende organizar a legislação para o setor, hoje regulamentada em leis e normas de diferentes épocas, algumas do tempo da TV em preto e branco. Mas os empresários aceitam discutir apenas temas relativos ao futuro do setor e não querem que temas como as atuais concessões de radiodifusão sejam discutidas. A representante da Comissão Pró-Conferência de Comunicação, Cláudia Abreu, presente nos dois eventos, falou sobre a importância de uma intensa participação das rádios comunitárias nas conferências que estão sendo realizadas em todos os estados, como preparação para a Conferência em Brasília. Cláudia lembrou que com uma firme representação essas rádios chegam a Conferência Nacional mais fortalecidas. As próximas reuniões preparatórias para a Conferência Nacional, no estado do Rio, vão acontecer no dia 15 de agosto em Volta Redonda, dia 16 em Rio das Ostras e dias 28 e 29 em Niterói.... << conferencia  nacional  comunicação  sociedade  civil  radios  comunitarias  Conferência Nacional de Comunicação 12/08/2009 17:44 0
Rosangela Fernandes
Rosangela Fernandes
Rádio Comunitária é crime??? Uma rádio verdadeiramente comunitária, reconhecida, premiada e no banco dos réus. Essa é a situação da Rádio Novo Ar, de São Gonçalo, RJ. Um absurdo que se repete com outras emissoras espalhadas... ver mais Uma rádio verdadeiramente comunitária, reconhecida, premiada e no banco dos réus. Essa é a situação da Rádio Novo Ar, de São Gonçalo, RJ. Um absurdo que se repete com outras emissoras espalhadas pelo Brasil. Publicamos a seguir a carta aberta de Graça Rocha, da Novo Ar. Um protesto e um alerta. Vamos fazer do radiotube um espaço de democratização sobre a repressão que as rádios vêm sofrendo. Dê sua opinião e, se conhecer outra emissora em situação parecida, relate sua história. Aos comunicadores, uma sugestão: entrevistar a Graça e outras pessoas e colocar o tema em debate com os ouvintes. Um grande abraço! ---------------------------------- Carta aberta em defesa da Rádio Comunitária Novo Ar No próximo dia 4 de fevereiro, às 15hs, o movimento de rádios comunitárias viverá mais um capítulo triste da sua história. Neste dia, a Justiça brasileira promoverá uma audiência conciliatória com a rádio comunitária Novo Ar, de São Gonçalo (RJ). O processo faz parte da perseguição implacável àqueles que lutam por uma comunicação livre e democrática feita por sucessivos governos e que, infelizmente, foi mantida e até agravada no governo Lula. Na verdade, a decisão já foi tomada, mesmo sem qualquer possibilidade de defesa. A Novo Ar apenas ouvirá a sentença, que poderá ser pagamento de cesta básica ou serviços comunitários. A decisão é da Juíza Federal Renata Alice Bernardo Serafim de Oliveira, do 1º Juizado Especial Federal de São Gonçalo - Ministério Público (Rua Coronel Serrado 1000 / 12º andar). O caso pode ainda virar multa de até R$ 10 mil. O “crime” está previsto no artigo 70 da lei 4117/62: “Constitui crime punível com a pena de detenção de um a dois anos, aumentada da metade se houver dano a terceiro, a instalação ou utilização de telecomunicações, sem observância do disposto nesta Lei e nos regulamentos”. Felizmente, no dia 15 de janeiro, o presidente Lula enviou à Câmara dos Deputados Projeto de Lei que justamente revoga o artigo citado, aguardando agora votação em Brasília. Dois pesos, duas medidas A visão míope do Ministério das Comunicações é o que deixa a situação ainda mais intrigante. A Novo Ar tenta, desde 1998, regularizar sua situação, porém até o momento não obteve resposta e seu processo já não mais é encontrado no Ministério. O que a justiça parece ignorar é que a Novo Ar possuía vários convênios e premiações dadas pelo Governo Federal, como por exemplo, a parceria com a Fundação Banco do Brasil e com Ministério do Planejamento, além do próprio Ministério das Comunicações, que disponibilizou a antena Gesac. Em São Gonçalo, a Lei Municipal 019/2001 expediu alvará de funcionamento para a rádio. A Novo Ar também fez parte da Rede de mulheres no rádio (1996/2008) e foi ganhadora do Premio Experiência Inovadora do Banco Mundial-2002. Além de prêmios na UNICEF, Banco Itaú, Moção da Câmara dos Vereadores, Utilidade Pública Municipal e Prêmio Fundo Ângela Borba. Até quando o movimento de rádio comunitária viverá sendo criminalizado e perseguido? É hora de dar um basta nesta situação, de forma que nenhuma rádio seja fechada e que o governo autorize as verdadeiras rádios comunitárias a funcionarem. Ajude a denunciar mais esse ato contra as rádios comunitárias. Divulgue essa carta para seus amigos e listas de apoiadores. Graça Rocha Tel: (21) 9550-3816 novoarsg@gmail.com... << repressão  rádios  comunitárias  Rádios comunitárias 29/01/2009 14:13 1
Mariana Felippe
Mariana Felippe
Rádio comunitária sofre atentado com explosivos no Piauí‏ Por Orlando Berti Parece extremamente paradoxal, mas ainda em pleno Século XXI, principalmente com a ascensão de muitas conquistas dos movimentos de rádios livres, locais e comunitárias em todo o... ver mais Por Orlando Berti Parece extremamente paradoxal, mas ainda em pleno Século XXI, principalmente com a ascensão de muitas conquistas dos movimentos de rádios livres, locais e comunitárias em todo o País, que têm uma função de reverberar muito próximo o local, algumas dessas emissoras sejam caladas com atentados. Após a morte de uma das membros dessas rádios, que faleceu durante ação da Polícia Federal, na rádio Utopia FM (em Teresina), após tantas outras sofrerem intervenções truculentas das polícias, outras dos poderes políticos locais, estaduais e federais, a última em nosso Estado (o que tem o terceiro menor número de rádios comunitárias legalizadas do País e com uma das menores penetrações dessas emissoras). Esta semana ocorreu o pior e mais drástico fato envolvendo o movimento de rádios comunitárias, livres e locais do Piauí, a literal explosão da Rádio Líder na cidade de Batalha (no Norte piauiense). Tentaram calar o trabalho combativo dessa emissora que vinha realizando campanhas contra compradores de votos na região Norte do Piauí. Indignados com o trabalho da emissora, dois homens, com explosivos artesanais, literalmente puseram abaixo a emissora. Mais informações podem ser acompanhadas pelos links: http://portalaz.com.br/notici... http://www.portalaz.com.br/no... http://www.meionorte.com/piau... http://180graus.brasilportais... Abraços! Lamentando o fato! Orlando Berti Pesquisador das rádios comunitárias, locais e livres do Sertão do Piauí... << piauí  ataque  rádios comunitárias  Pesquisadores de Rádios Comunitárias 12/11/2008 17:32 5
João Paulo Malerba
João Malerba
Rádio Comunitária fechada em João Pessoa Fiscais da Anatel estiveram há um ano e meio na Rádio Comunitária Independente, da comunidade Timbó, quando lacraram o transmissor e sistema irradiante. No dia 30 de julho último, voltaram com... ver mais Fiscais da Anatel estiveram há um ano e meio na Rádio Comunitária Independente, da comunidade Timbó, quando lacraram o transmissor e sistema irradiante. No dia 30 de julho último, voltaram com policiais federais e sequestraram os equipamentos, mesmo sem que tivesse sido retirado o lacre. Os Federais chegaram amedrontando todo mundo, crianças ficaram assustadas, pessoas choravam, parecia uma invasão de tropas em cenário de guerra. A ABRAÇO-PB está buscando remédio jurídico para essa violência contra populações pobres, que querem tão somente exercer o direito de se comunicar. Fonte: www.abraco.wordpress.com... << rádio comunitária  radcom  joão pessoa  anatel  fechamento  abraco  ONG´s Apaixonadas por Rádio 07/08/2008 13:54 0
João Paulo Moura
João Moura
radio comunitaria Rádio Comunitária é fechada em Fortaleza Há 15 anos servindo a comunidade do Conjunto Palmeiras e entorno - funcionando primeiro com alto-falantes e só nos últimos 3 anos através de frequência... ver mais Rádio Comunitária é fechada em Fortaleza Há 15 anos servindo a comunidade do Conjunto Palmeiras e entorno - funcionando primeiro com alto-falantes e só nos últimos 3 anos através de frequência modulada - a Rádio Santo Dias, de Fortaleza (CE), foi fechada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) há dois meses. Desde que passou para o "dial", a rádio recebeu várias visitas da Anatel, com ameaças constantes de apreensão de equipamento. Em 2001 foi lacrada e ficou 3 meses fora do ar, até que seus locutores resolveram continuar o trabalho e a reabriram por conta própria. Há um ano e meio, a Santo Dias pediu a concessão da frequência 87,9 FM - mas ao invés de regularizar a situação da comunitária, a agência lacrou o transmissor novamente e multou a Rádio em R$ 1.858,00 pelo rompimento do lacre em 2001. A política da Anatel para as comunitárias é confusa. A Rádio Santo Dias, por exemplo, não conseguiu a concessão apesar dos 15 anos de funcionamento na comunidade; já a Rádio Comunitária Maranata FM, com seus poucos meses de vida, adquiriu rapidamente a frequência 87,9 FM - justamente a mesma em que funcionava a Santo Dias. A Maranata FM é de propriedade de evangélicos sob orientação do Pastor Calebe. ... << radcom  radio comunitaria  fechada  Capacitação do RadioTube 31 de Julho 31/07/2008 16:21 1
Alana Barroco Vellasco Austin
Alana Austin
Rádios comunitárias são mais fiscalizadas que comerciais Rádios comunitárias são mais fiscalizadas que comerciais Sex, 16 de Julho de 2010 17:04 por Lúcia Berbert http://bit.ly/bPiLih Relatório da Anatel aponta... ver mais Rádios comunitárias são mais fiscalizadas que comerciais Sex, 16 de Julho de 2010 17:04 por Lúcia Berbert http://bit.ly/bPiLih Relatório da Anatel aponta que, em 2009, das 1.509 emissoras lacradas, 881 eram comunitárias A Superintendência de Radiofrequência e Fiscalização (SRF) da Anatel verificou, em 2009, 2.269 das 6.577 denúncias recebidas contra emissoras de rádio que funcionavam sem outorga no país. Essas ações levaram a interrupções em 1.508 estações clandestinas. Destas, 881 (58,4%) eram utilizadas para operar serviço de radiodifusão comunitária e as demais (627) estavam associadas a outros serviços de telecomunicações. Segundo o relatório gerencial da SRF, divulgado esta semana, das 881 emissoras comunitárias interrompidas, foi possível avaliar os parâmetros técnicos de 756 delas, sendo que 371 (42,1%) funcionavam com a potência superior a 25W (a potência legalmente permitida é até 25W). Além disso, afirma o documento, a quase totalidade das demais exploravam comercialmente o serviço, dentre outras irregularidades, descaracterizando a condição de uma rádio comunitária. Só não foram fechadas mais emissoras porque, como ressalta o relatório, em muitas delas quando a fiscalização da Anatel chega à sede improvisada para interrupção da transmissão ela já havia se transferido para outro local, também normalmente improvisado. Para essas ações, os fiscais da agência contam com o apoio de policiais civis, militares e até federais. Essa ação tem sido motivo de reclamações por entidades que representam os radiodifusores comunitários. Elas denunciam que a averiguação dos fiscais da Anatel normalmente é provocada a pedido das emissoras comerciais e que há um caso comprovado de que os fiscais em São Paulo foram até as rádios em carros alugados pela Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e de Televisão), denuncia enviada ao Ministério das Comunicações e que não foi apurada. Além disso, sustentam que fiscais da Anatel lacraram e apreenderam transmissores de rádios comunitárias em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, alegando falta de homologação dos equipamentos, apesar de estarem regularizados. “Não somos contra a fiscalização, mas não podemos aceitar que as emissoras mercantis se utilizem da Anatel para reprimir as rádios comunitárias”, disse recentemente o coordenador da Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária), José Sóter, em reunião do Conselho Consultivo da agência. A SRF se defende afirmando que o uso irregular do serviço normalmente provoca interferências prejudiciais, que acaba ocasionando sérios riscos à vida e aos interesses comerciais e restritos daqueles que são devidamente outorgados para funcionamento e utilizam produtos certificados pela Anatel.... << Nenhuma AMARC Brasil 23/07/2010 10:29 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Rádios comunitárias são mais fiscalizadas que comerciais Relatório da Anatel aponta que, em 2009, das 1.509 emissoras lacradas, 881 eram comunitárias A Superintendência de Radiofrequência e Fiscalização (SRF) da... ver mais Relatório da Anatel aponta que, em 2009, das 1.509 emissoras lacradas, 881 eram comunitárias A Superintendência de Radiofrequência e Fiscalização (SRF) da Anatel verificou, em 2009, 2.269 das 6.577 denúncias recebidas contra emissoras de rádio que funcionavam sem outorga no país. Essas ações levaram a interrupções em 1.508 estações clandestinas. Destas, 881 (58,4%) eram utilizadas para operar serviço de radiodifusão comunitária e as demais (627) estavam associadas a outros serviços de telecomunicações. Segundo o relatório gerencial da SRF, divulgado esta semana, das 881 emissoras comunitárias interrompidas, foi possível avaliar os parâmetros técnicos de 756 delas, sendo que 371 (42,1%) funcionavam com a potência superior a 25W (a potência legalmente permitida é até 25W). Além disso, afirma o documento, a quase totalidade das demais exploravam comercialmente o serviço, dentre outras irregularidades, descaracterizando a condição de uma rádio comunitária. Só não foram fechadas mais emissoras porque, como ressalta o relatório, em muitas delas quando a fiscalização da Anatel chega à sede improvisada para interrupção da transmissão ela já havia se transferido para outro local, também normalmente improvisado. Para essas ações, os fiscais da agência contam com o apoio de policiais civis, militares e até federais. Essa ação tem sido motivo de reclamações por entidades que representam os radiodifusores comunitários. Elas denunciam que a averiguação dos fiscais da Anatel normalmente é provocada a pedido das emissoras comerciais e que há um caso comprovado de que os fiscais em São Paulo foram até as rádios em carros alugados pela Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e de Televisão), denuncia enviada ao Ministério das Comunicações e que não foi apurada. Além disso, sustentam que fiscais da Anatel lacraram e apreenderam transmissores de rádios comunitárias em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, alegando falta de homologação dos equipamentos, apesar de estarem regularizados. “Não somos contra a fiscalização, mas não podemos aceitar que as emissoras mercantis se utilizem da Anatel para reprimir as rádios comunitárias”, disse recentemente o coordenador da Abraço (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária), José Sóter, em reunião do Conselho Consultivo da agência. A SRF se defende afirmando que o uso irregular do serviço normalmente provoca interferências prejudiciais, que acaba ocasionando sérios riscos à vida e aos interesses comerciais e restritos daqueles que são devidamente outorgados para funcionamento e utilizam produtos certificados pela Anatel. Sex, 16 de Julho de 2010 17:04 por Lúcia Berbert http://www.telesintese.com.br...... << radcoms  rádios  comunitárias  anatel  repressão  comerciais  Rádios comunitárias 19/07/2010 11:51 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Rádios comunitárias poderão obter certificado de utilidade pública Gilberto Nascimento Ciro Pedrosa argumenta que emissoras comunitárias prestam importante serviço nas áreas de educação e de cultura. A Câmara analisa o... ver mais Gilberto Nascimento Ciro Pedrosa argumenta que emissoras comunitárias prestam importante serviço nas áreas de educação e de cultura. A Câmara analisa o Projeto de Lei 5826/09, apresentado pelo deputado Ciro Pedrosa (PV-MG), que permite que rádios comunitárias que funcionam há mais de 3 anos sejam declaradas de "utilidade pública". Isso permitirá que as associações que dirigem as rádios recebam doações de pessoas jurídicas, dedutíveis no Imposto de Renda até o limite de 2% sobe o lucro operacional da empresa. Pedrosa explica que essas entidades representam as comunidades em que estão instaladas, não têm fins lucrativos e prestam um serviço importante na disseminação de educação e cultura pelo País. "Portanto, nada mais justo do que reconhecer esse importante trabalho desempenhado pelas rádios comunitárias, dando a elas a possibilidade de serem reconhecidas como entidades de utilidade pública", disse. Pela proposta, os mesmos requisitos de outras iniciativas devem ser respeitados pelas rádios que queiram o certificado de utilidade pública. Elas não devem ter ligação com o poder público, não podem ter fins lucrativos e os diretores não podem ser remunerados. O prazo de 3 anos deve ser contado a partir da data da publicação da respectiva portaria de autorização pelo Ministério das Comunicações. A proposta, no entanto, não prevê quais serão os passos para a obtenção do certificado. Segundo dados do Ministério das Comunicações, havia 3.653 emissoras de radiodifusão comunitária autorizadas a operar em todo o Brasil em março de 2009. Tramitação A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: • PL-5826/2009 ( http://www2.camara.gov.br/int...)... << rádios comunitárias  utilidade pública  Rádios comunitárias 25/01/2010 18:49 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Rádios comunitárias e FMs são encaminhadas ao Congresso Nacional Ao todo, 158 emissoras com outorgas foram enviadas ao Congresso Nacional para apreciação e deliberação Brasília – A Presidência da República... ver mais Ao todo, 158 emissoras com outorgas foram enviadas ao Congresso Nacional para apreciação e deliberação Brasília – A Presidência da República publicou no Diário Oficial desta sexta-feira, 7 de agosto, outorgas de encaminhamento de 158 emissoras de rádios comunitárias e de frequências moduladas. As autorizações e permissões são válidas por dez anos, mas somente produzirão efeitos após a deliberação do Congresso Nacional. Para execução de serviços em freqüência modulada, a lista tem permissões para 39 emissoras. Os estados contemplados são: São Paulo, Rio Grande do Sul, Rondônia, Pará, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Santa Catarina, Alagoas, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Na parte de rádios comunitárias, foram contempladas autorizações para 119 emissoras de entidades comunitárias. Na relação constam outorgas para São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Rondônia, Pará, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Mato Grosso, Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Amazonas. Veja a lista dos atos publicados no Diário Oficial da União da sexta-feira, 7 de agosto: Clique aqui<http://www.mc. gov.br/noticias/ arquivos/ outorgaradiocomu nitariaefm1. doc> *Eider Moraes/ASCOM/ MC*... << outorgas  licença  fm  rádios comunitárias  radcom  Rádios comunitárias 11/08/2009 10:14 1
Agência Radiofônica Pulsar
Agência Pulsar
Nova "Comunidade em Rede" conta experiência de web rádio no Rio Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência Pulsar.... ver mais Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência Pulsar. http://www.radiotube.org.br/i...... Destacamos que o módulo "Sintonia Alternativa" que apresenta a web rádio Revolução, que fica no bairro Engenho de Dentro, zona norte do Rio de Janeiro. Há 14 anos, a “rádio que é louca por você” integra os clientes do Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto, o Caps. Também é possível acessar em: http://www.brasil.agenciapuls... Abaixo vai um resumo do que mais se pode ouvir. No Giro Comunitário (Módulo 01, 14:38 minutos, 6.69 Mb) da Radiorevista 27, você vai saber sobre a repressão à Rádio Comunitária Araribóia, na cidade de Niterói, Rio de Janeiro. Também denunciamos o fechamento de emissoras comunitárias no estado do Piauí, e inclusive com a prisão de comunicadores no estado. Já no sul, um projeto vai garantir, a partir de agosto, a capacitação para radioamantes do Rio Grande do Sul por meio de cursos promovidos pela Abraço. Falamos ainda sobre o Golpe de Estado em Honduras, e a perseguição às rádios comunitárias desse país. E veja que as mobilizações para a Conferência Nacional de Comunicação no Pará continuam, mesmo com a possibilidade de cancelamento do encontro anunciada após corte de 80% no orçamento por parte do Ministério das Comunicações. Já no Nossa Voz (Módulo 02, 6:17 minutos, 2.87 Mb), aborda um assunto muito importante: concessões de Rádio e TV. Este é um dos diversos assuntos que podem ser abordados na I Conferência Nacional de Comunicação.Vamos falar sobre como essas concessões públicas são concedidas, quanto tempo elas duram e sobre o não cumprimento de leis que as regem no Brasil. E no nosso módulo Sintonia Alternativa (Módulo 03, 7:19 minutos, 3.35 Mb), apresenta a Rádio Revolução, que fica no bairro Engenho de Dentro, zona norte do Rio de Janeiro. Há 14 anos, a “rádio que é louca por você” integra os clientes do Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto, o Caps.... << Nenhuma Web Rádios do mundo, uni-vos 20/07/2009 15:01 0
Agência Radiofônica Pulsar
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Nova "Comunidade em Rede" fala sobre a importância de discutir concessões na Confecom Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência Pulsar.... ver mais Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência Pulsar. http://www.radiotube.org.br/i...... Destacamos que o módulo "Nossa Voz" esclarece sobre um tema caro neste momento de debates que antecedem a Conferência Nacional de Comunicação - as concessões de rádio e tv. Abrimos o Giro Comunitário falando também da Conferência e da movimentação regional que toma corpo no Pará. Também é possível acessar em: http://www.brasil.agenciapuls... Abaixo vai um resumo do que mais se pode ouvir. No Giro Comunitário (Módulo 01, 14:38 minutos, 6.69 Mb) da Radiorevista 27, você vai saber sobre a repressão à Rádio Comunitária Araribóia, na cidade de Niterói, Rio de Janeiro. Também denunciamos o fechamento de emissoras comunitárias no estado do Piauí, e inclusive com a prisão de comunicadores no estado. Já no sul, um projeto vai garantir, a partir de agosto, a capacitação para radioamantes do Rio Grande do Sul por meio de cursos promovidos pela Abraço. Falamos ainda sobre o Golpe de Estado em Honduras, e a perseguição às rádios comunitárias desse país. E veja que as mobilizações para a Conferência Nacional de Comunicação no Pará continuam, mesmo com a possibilidade de cancelamento do encontro anunciada após corte de 80% no orçamento por parte do Ministério das Comunicações. Já no Nossa Voz (Módulo 02, 6:17 minutos, 2.87 Mb), aborda um assunto muito importante: concessões de Rádio e TV. Este é um dos diversos assuntos que podem ser abordados na I Conferência Nacional de Comunicação.Vamos falar sobre como essas concessões públicas são concedidas, quanto tempo elas duram e sobre o não cumprimento de leis que as regem no Brasil. E no nosso módulo Sintonia Alternativa (Módulo 03, 7:19 minutos, 3.35 Mb), apresenta a Rádio Revolução, que fica no bairro Engenho de Dentro, zona norte do Rio de Janeiro. Há 14 anos, a “rádio que é louca por você” integra os clientes do Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto, o Caps.... << Nenhuma Comunicação Popular e Comunitária 20/07/2009 13:48 0
Agência Radiofônica Pulsar
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Nova "Comunidade em Rede" fala sobre a importância de discutir concessões na Confecom Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência... ver mais Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência Pulsar. http://www.radiotube.org.br/i...... Destacamos que o módulo "Nossa Voz" esclarece sobre um tema caro neste momento de debates que antecedem a Conferência Nacional de Comunicação - as concessões de rádio e tv. Abrimos o Giro Comunitário falando também da Conferência e da movimentação regional que toma corpo no Pará. Também é possível acessar em: http://www.brasil.agenciapuls... Abaixo vai um resumo do que mais se pode ouvir. No Giro Comunitário (Módulo 01, 14:38 minutos, 6.69 Mb) da Radiorevista 27, você vai saber sobre a repressão à Rádio Comunitária Araribóia, na cidade de Niterói, Rio de Janeiro. Também denunciamos o fechamento de emissoras comunitárias no estado do Piauí, e inclusive com a prisão de comunicadores no estado. Já no sul, um projeto vai garantir, a partir de agosto, a capacitação para radioamantes do Rio Grande do Sul por meio de cursos promovidos pela Abraço. Falamos ainda sobre o Golpe de Estado em Honduras, e a perseguição às rádios comunitárias desse país. E veja que as mobilizações para a Conferência Nacional de Comunicação no Pará continuam, mesmo com a possibilidade de cancelamento do encontro anunciada após corte de 80% no orçamento por parte do Ministério das Comunicações. Já no Nossa Voz (Módulo 02, 6:17 minutos, 2.87 Mb), aborda um assunto muito importante: concessões de Rádio e TV. Este é um dos diversos assuntos que podem ser abordados na I Conferência Nacional de Comunicação.Vamos falar sobre como essas concessões públicas são concedidas, quanto tempo elas duram e sobre o não cumprimento de leis que as regem no Brasil. E no nosso módulo Sintonia Alternativa (Módulo 03, 7:19 minutos, 3.35 Mb), apresenta a Rádio Revolução, que fica no bairro Engenho de Dentro, zona norte do Rio de Janeiro. Há 14 anos, a “rádio que é louca por você” integra os clientes do Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto, o Caps.... << Nenhuma Rádios comunitárias 20/07/2009 13:44 0
Agência Radiofônica Pulsar
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Nova "Comunidade em Rede" fala sobre a importância de discutir concessões na Confecom Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência Pulsar.... ver mais Oi pessoal, no link abaixo postamos o novo número da Radiorevista Comunidade em Rede, da agência Pulsar. http://www.radiotube.org.br/i... Destacamos que o módulo "Nossa Voz" esclarece sobre um tema caro neste momento de debates que antecedem a Conferência Nacional de Comunicação - as concessões de rádio e tv. Abrimos o Giro Comunitário falando também da Conferência e da movimentação regional que toma corpo no Pará. Também é possível acessar em: http://www.brasil.agenciapuls... Abaixo vai um resumo do que mais se pode ouvir. No Giro Comunitário (Módulo 01, 14:38 minutos, 6.69 Mb) da Radiorevista 27, você vai saber sobre a repressão à Rádio Comunitária Araribóia, na cidade de Niterói, Rio de Janeiro. Também denunciamos o fechamento de emissoras comunitárias no estado do Piauí, e inclusive com a prisão de comunicadores no estado. Já no sul, um projeto vai garantir, a partir de agosto, a capacitação para radioamantes do Rio Grande do Sul por meio de cursos promovidos pela Abraço. Falamos ainda sobre o Golpe de Estado em Honduras, e a perseguição às rádios comunitárias desse país. E veja que as mobilizações para a Conferência Nacional de Comunicação no Pará continuam, mesmo com a possibilidade de cancelamento do encontro anunciada após corte de 80% no orçamento por parte do Ministério das Comunicações. Já no Nossa Voz (Módulo 02, 6:17 minutos, 2.87 Mb), aborda um assunto muito importante: concessões de Rádio e TV. Este é um dos diversos assuntos que podem ser abordados na I Conferência Nacional de Comunicação.Vamos falar sobre como essas concessões públicas são concedidas, quanto tempo elas duram e sobre o não cumprimento de leis que as regem no Brasil. E no nosso módulo Sintonia Alternativa (Módulo 03, 7:19 minutos, 3.35 Mb), apresenta a Rádio Revolução, que fica no bairro Engenho de Dentro, zona norte do Rio de Janeiro. Há 14 anos, a “rádio que é louca por você” integra os clientes do Centro de Atenção Psicossocial Torquato Neto, o Caps.... << pulsar  rádios comunitárias  Conferência Nacional de Comunicação 20/07/2009 13:42 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Rádios comunitárias e comerciais divergem em audiência na Assembléia Legislativa Mineira 18 DE JUNHO DE 2009 - 11h49 Rádios comunitárias e comerciais divergem em audiência na Alemg O embate de opiniões entre representantes de rádios... ver mais 18 DE JUNHO DE 2009 - 11h49 Rádios comunitárias e comerciais divergem em audiência na Alemg O embate de opiniões entre representantes de rádios comunitárias e rádios comerciais marcou a reunião desta quarta-feira (17/6/09) da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O objetivo da audiência pública foi discutir a legalização das emissoras comunitárias no Estado e seu papel na divulgação da cultura. O requerimento para realização da reunião foi do deputado Juninho Araújo (PRTB), vice-presidente da comissão. Josué Franco Lopes, da ABRAÇO nacional O coordenador de Comunicação da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), Josué Franco Lopes, disse que essas emissoras são perseguidas pelo poder público e acusou o Ministério das Comunicações, a Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel) e a Polícia Federal (PF) de adotarem dois pesos e duas medidas. Segundo ele, enquanto cerca de 180 rádios comerciais de Minas operam mesmo com a outorga vencida, as comunitárias aguardam anos pela autorização do Ministério, mas são fechadas rapidamente por Anatel e PF se entrarem no ar antes da concessão do documento. Lopes também defendeu a criação de um financiamento público para as emissoras comunitárias e disse que elas são um dos poucos canais de expressão democrática da sociedade. ''As rádios comunitárias são os verdadeiros mecanismos que garantem a liberdade de expressão'', disse. O presidente da seção da Abraço na região do Vale do Aço, Afonso Pereira da Silva, também reclamou da atuação do Ministério, da Anatel e da PF. Ele reivindicou a possibilidade de as comunitárias operarem com mais potência e maior alcance. Atualmente, a legislação define que uma rádio comunitária deve ter potência máxima de 25 watts e alcance de até um quilômetro a partir de sua antena transmissora. Ela deve ser mantida por fundação ou associação sem fins lucrativos e atender a interesses de pequenas comunidades. Rádios comerciais - As reivindicações da Abraço foram atacadas pelo presidente da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt), Marcos André Carneiro Naves, que representou as emissoras comerciais no debate. Na opinião dele, o aumento de potência e o maior alcance descaracterizariam as comunitárias. ''A maioria das rádios comunitárias não ficou limitada à lei que as originou. Elas já fazem aumento de potência sem a devida fiscalização, não atuam culturalmente, têm fins comerciais e, aí, são a pedra no sapato das rádios comerciais, que pagam seus impostos e atuam dentro da lei'', declarou Naves. A assessora da Amirt Maria Cristina Rodrigues lembrou que as rádios comunitárias foram criadas para atender bairros e vilas. Piratas O gerente regional do escritório da Anatel em Minas, José Dias Coelho Neto, disse que a agência não persegue as rádios comunitárias, e sim as emissoras piratas, que não têm autorização para funcionar e interferem no sinal de outras rádios e até mesmo nas comunicações de aviões com torres de controle. De acordo com Coelho Neto, o atraso na renovação de outorgas deve-se à falta de pessoal no Ministério das Comunicações e à demora do Congresso Nacional em apreciar os processos. ''Essa história de que a gente [Anatel] está aqui a serviço de rádio comercial não existe'', disse o gerente da agência. O delegado da Polícia Federal Adão Inácio da Silva reafirmou que a ação do órgão é contra as emissoras piratas. Ele disse que, nos últimos dois anos, foram instaurados contra elas mais de 500 inquéritos só em Belo Horizonte. Reivindicações O deputado Juninho Araújo destacou a importância da reunião e pediu à Abraço que reúna suas reivindicações em um documento, que será encaminhado pela comissão ao Ministério das Comunicações. ''Há espaço para as rádios viverem e sobreviverem em harmonia, respeitando- se mutuamente'' , declarou o deputado. Ele apresentou um levantamento que aponta a existência de cerca de 3,7 mil emissoras comunitárias no Brasil, 600 delas em Minas Gerais. A deputada Gláucia Brandão (PPS), presidente da Comissão de Cultura, disse que o rádio é um poderoso instrumento de divulgação cultural. Ela acrescentou que a comissão está aberta para receber sugestões de mudanças na legislação sobre o assunto. Publicado no Portal da Alemg http://www.vermelho .org.br/base. asp?texto= 58171... << rádios comunitárias  alemg  minas gerais  Rádios comunitárias 22/06/2009 13:34 0
Difusão FM ®
Difusão ®
Rádios comunitárias de São Paulo serão obrigadas a pagar direitos autorais 10/02/2009 O juiz Maurício Campos da Silva Velho, da 16ª Vara Cível de São Paulo, determinou que o Sindicato de Emissoras Comunitárias de São Paulo deve... ver mais 10/02/2009 O juiz Maurício Campos da Silva Velho, da 16ª Vara Cível de São Paulo, determinou que o Sindicato de Emissoras Comunitárias de São Paulo deve pagar direitos autorais ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). O sindicato havia entrado com um pedido para revogar o pagamento alegando que transmissão de músicas por suas rádios serve apenas a fins culturais, e não econômicos. Portanto, a entidade queria impedir o envio de boletos de pagamento para as emissoras. No entanto, o juiz considerou a ação improcedente, por entender que o pagamento de direitos autorais é obrigatório mesmo que não haja lucro na transmissão de músicas. "Sendo incontroversa a execução pública, por suas associadas, de obras variadas cuja propriedade intelectual pertence a terceiros, cabe a elas, por sua vez, efetuar o pagamento dos direitos autorais", declarou o magistrado. Segundo o site Consultor Jurídico, o gerente executivo jurídico do Ecad, Samuel Fahel, disse que a decisão judicial reafirma "o que a Lei dos Direitos Autorais expressa com clareza, o dever da retribuição autoral, quando da execução pública das obras musicais". ... << ecad  radio  comunitaria  pagamento  multa  direitos  autorais  Rádios comunitárias 05/03/2009 15:41 0
Filipe Cavalieri
Filipe Cavalieri
Rádios Comunitárias nas Escolas Difusão de informações é a finalidade das rádios e tvs. Mas tem que ser livre de interêsses de "donos" e ou "patrões" que sabemos se utilizam dos meios de comunicação para promoverem seus... ver mais Difusão de informações é a finalidade das rádios e tvs. Mas tem que ser livre de interêsses de "donos" e ou "patrões" que sabemos se utilizam dos meios de comunicação para promoverem seus negócios. É extremamente importante o exercício e prática da comunicação justa e necessária para o desenvolvimento da cidadania. Todos grupos organizados devem ter a possibilidade de se expressar e promover / cobrar suas necessidades e talentos. axé e felicidades filipe cavalieri ... << Nenhuma Produções Universitárias 25/11/2008 22:49 0
Frederico de Souza Ramos Carneiro
Frederico Carneiro
Rádios Comunitárias? Ainda estou fresco nesta discussão, mas gostaria de pontuar algumas coisas - até dúvidas- . 1. Estudo na UFES. Temos uma concessão de rádio aqui, educativa. Daí surge uma dúvida: porque instalar... ver mais Ainda estou fresco nesta discussão, mas gostaria de pontuar algumas coisas - até dúvidas- . 1. Estudo na UFES. Temos uma concessão de rádio aqui, educativa. Daí surge uma dúvida: porque instalar rádios de caráter comunitário dentro de instituições de ensino ao invés de concessões com viés educativo? A experiência daqui é de que mal há espaço para a comunidade acadêmica participar da rádio, quanto mais pensar na possibilidade de incorporar a comunidade local de fora da instituição. Sendo assim, concordo que rádios comunitárias não sejam instaladas em universidades - submetidas a jogos políticos próprios -, e que sejam adotadas em bairros, associações. Até porque no caso de existir uma rádio comunitária dentro de universidades e afins a região em torno não poderia ter outra frequência, situação que me parece ser permitida na existência de rádios educativas em instituições de ensino. Espero receber mais informações, ter acesso a documentos do que está sendo proposto, pois ainda pairam muitas dúvidas sobre essa possível alteração. ... << Nenhuma Produções Universitárias 20/11/2008 09:49 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Rádios Comunitárias: Ampliando o Poder de Ação Monografia de fim de curso apresentada a Escola de Comunicação da UFRJ. O trabalho percorre a trajetória das Rádios Comunitárias latino-americanas, especificamente as brasileiras, procurando... ver mais Monografia de fim de curso apresentada a Escola de Comunicação da UFRJ. O trabalho percorre a trajetória das Rádios Comunitárias latino-americanas, especificamente as brasileiras, procurando desvendar que papéis têm desempenhado no mundo globalizado. Além de funcionarem como canal de negociação de identidades ao articular informações e estímulos globais com a memória e a história local, essas emissoras têm sido importantes canais de mobilização favorecendo o desenvolvimento da cidadania e contribuindo na democratização das sociedades contemporâneas. Após um breve histórico sobre as lutas pela regulamentação do funcionamento das Rádios Comunitárias, o trabalho apresenta as principais restrições e inadequações legais atuais. Por fim, são analisados os usos que as Rádios Comunitárias e o movimento político que as constitui têm feito das Novas Tecnologias da Informação e Comunicação como forma de ampliar seu poder de atuação e aumentar a visibilidade a suas demandas.... << rádios  comunitárias  novas  tecnologias  informação  comunicação  comunitária  legislação  Criar Brasil 29/05/2008 12:01 1
Alana Barroco Vellasco Austin
Alana Austin
Ondas da comunidade Comunicação - 11/08/2010 13:34 Ondas da comunidade Por Cecília Olliveira “Vida cidadã é existência cidadã. Ter voz ativa para comunicar, uma... ver mais Comunicação - 11/08/2010 13:34 Ondas da comunidade Por Cecília Olliveira “Vida cidadã é existência cidadã. Ter voz ativa para comunicar, uma voz que fala a sua língua”. A opinião é de Wladimir Fernandes de Aguiar, da Rádio Maré, mas poderia ser de todos os cidadãos que lutam pelo direito de operar um canal de comunicação, através de uma lei de Radiodifusão Comunitária mais justa. “Esta é a ultima fronteira da democracia. Não existe democracia sem liberdade de expressão”, reitera Wladimir, que junto a outras vozes de rádios comunitárias luta pela revisão da lei 9612/88, que regula a atividade de Radiodifusão no país. “Muitos pontos tem que ser revistos. A impossibilidade de veicular propagandas, a potência de 25 watts, a utilização de um único canal, que favorece o monopólio e a proibição de rádios para lideranças religiosas”, enumera ele. Wladimir explica que a limitação da potência restringe o alcance a um máximo de 4 km. Além disso, o canal único obriga que todas as rádios operem na mesma freqüência, alternando o alcance. Para ele, “a lei não veio legalizar as rádios existentes, mas criminalizá-las”. Para além destes pleitos, a principal questão no que se refere à radiodifusão comunitária é a criminalização da atividade. Relatório da Anatel aponta que das 1.509 emissoras lacradas em 2009, 881 eram comunitárias. Cirineu Fedriz, comunicador comunitário ficou mais de 10 dias encarcerado em um presídio por manter uma rádio comunitária sem licença. Zuza foi condenado a dois anos de prisão e Paulo Jonas acumula vários processos por transmissão ilegal. Os casos destes três comunicadores paulistas exemplos do que acontece país afora. Segundo a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço), cerca de 20 mil comunicadores de rádios pequenas estão sendo processados ou foram condenados. De acordo com a associação, milhares de emissoras que pediram legalização há mais uma década ainda esperam por avisos de habilitação para sua região. Enquanto isso, rádios e TVs comerciais de algumas regiões funcionam com outorgas vencidas. “Pedimos regularização ao Ministério das Comunicações em 1998 e após muita cobrança, nossa licença provisória saiu em 2008. É muita demora. Foram 10 anos.”, diz Wladimir Fernandes, que opera a Radio Maré há mais de 15 anos. "A lei não veio legalizar as rádios existentes, mas criminalizá-las”. “Mais que lutar por estas melhorias, temos que lutar por uma revisão geral das comunicações do país”, afirma o representante nacional da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC) no Brasil, João Paulo Malerba. Malerba lembra o caso da nova lei de comunicação argentina, aprovada em 2009. “Hoje o espectro das rádios argentinas são divididas em partes iguais: 33% para concessões estatais, 33% para comerciais e 33% para as públicas, nas quais se incluem as concessões para sociedade civil. Todas elas têm os mesmos direitos, inclusive de captar anúncios, o que é importante para o pagamento de pessoal, para a modernização do serviço”. Mais luta O Governo Federal criou uma Comissão Interministerial para discutir e apresentar uma proposta de nova regulamentação para a área das comunicações. De acordo com a Abraço, “a participação de representações da Sociedade civil ficou definida como ‘entidades privadas’, o que gerou muita confusão e reações diversas a respeito dessa forma genérica que propicia interpretações diferenciadas sobre o seu significado”. A entidade, então, reivindica a sua participação como convidada. Para Malerba, mesmo que a lei mude, estará reservado para as rádios comunitárias um “lugar marginalizado”. “Temos que lutar pela igualdade no tratamento das rádios perante a lei”, afirma.... << Nenhuma AMARC Brasil 13/08/2010 10:36 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Direito à comunicação pelo direito à cidade “Direito à Comunicação também é Direito à Cidade" foi o tema de um debate ocorrido no último dia do Fórum Social Urbano, 26 de... ver mais “Direito à Comunicação também é Direito à Cidade" foi o tema de um debate ocorrido no último dia do Fórum Social Urbano, 26 de março. Estiveram presentes Vito Giannotti, coordenador do NPC; Álvaro Neiva, do Coletivo Intervozes; Helena Elza de Figueiredo, do Movimento Helaiz; e Gizele Martins, editora do jornal O Cidadão, da Maré. Ao final do debate foi apresentado o filme dirigido por Pedro Ekman Levante Sua Voz, produzido pelo Intervozes, que retrata a concentração da mídia no Brasil. Giannotti, fazendo referência ao tema da mesa, constatou que não é garantido a todos(as) o direito à cidade devido à visão que se tem de cidade-empresa, que não prevê a inclusão da população negra e pobre. Ele lembrou que, historicamente, os movimentos sociais e de trabalhadores que se opõem a tal situação e passam a lutar por seus direitos acabam sendo reprimidos e silenciados. Quem é vítima dessa criminalização não tem garantido seu direito à comunicação exatamente para que se naturalize tal modelo de gestão do espaço urbano. “Assim, é a mídia do capital que acaba tendo o domínio da fala. E o que ela faz? Acaba agindo como o verdadeiro partido da burguesia”, analisou Giannotti. Como ele avalia, essa estratégia é importante para deixar a classe trabalhadora cada vez mais oprimida e assustada, sem reconhecer seus direitos. “Por isso é importante criar nossos próprios meios de comunicação, meio que disputem a visão de mundo”, disse. Álvaro Neiva, do Intervozes, falou sobre a importância de toda a sociedade refletir sobre seu direito à comunicação, o que muitas vezes não se torna claro devido à brutal concentração da mídia que existe no Brasil. Ele ressaltou que há muito ainda para ser conquistado: "Apesar de haver alguns avanços na Constituição, que prevê, por exemplo, proibição de monopólios e oligopólios e a complementaridade dos sistemas estatal, público e privado de radiodifusão, tais pontos não foram regulamentados ainda", esclareceu. Neiva citou outro aspecto importante, que é a renovação das concessões públicas de rádio e TV, feitas praticamente de forma automática. Neiva disse ser essencial disputar o conceito de “liberdade de expressão”, pois ele deve ser entendido como um direito de toda a sociedade, e não de pequenos grupos. “Não dá para rádios comunitárias continuarem a ser criminalizadas, terem seus equipamentos apreendidos. A mídia comercial, que diz defender a 'liberdade', ajuda mais ainda a criminalizar. Também ela se manifesta contrária a qualquer tentativa de fiscalização por parte do poder público. Ou seja: defende apenas a sua própria liberdade, não de todos”. Comunicação própria para combater exclusão na mídia Helena Elza de Figueiredo deu um depoimento emocionado, relatando como existem diferenças no tratamento dado pela mídia empresarial e pelo porder público em relação a ricos e pobres. Moradora do Morro Tuiuti, em São Cristovão, ela contou que sua filha foi sequestrada e morta em 2006. Após o trágico episódio, Helena e outra mãe resolveram criar o Movimento Helaiz – mães em ação contra o rapto, sequestro e desaparecimento de crianças. “Nós, pobres e favelados, somos desprezados, e o tratamento é bem diferenciado. Como a polícia age quando ocorre sequestro do filho do rico? Ela age rápido, e logo dá início às investigações. Já a gente eles mandam para casa. E a mídia, o que faz? Ao nosso caso quase nunca recebe atenção”. Helena avalia que o que facilita o desaparecimento de crianças nas comunidades é a falta de políticas públicas que garantam um espaço seguro em tempo integral para os filhos. A jornalista Paula Máiran, que vem acompanhando e prestando assessoria ao Movimento, lembrou o sequestro da menina inglesa Madeleine, em 2007, que estava com seus pais em Portugal. O caso foi capa e destaque em vários jornais e revistas. “Naquela época a Helena me ligou chorando, perguntando por que a vida daquela menina tinha mais valor do que a da filha dela”, relatou Paula, mostrando como é importante criar alternativas de comunicação. E uma dessas alternativas é o jornal comunitário O Cidadão, da Maré, que existe há 10 anos. Como contou a estudante de comunicação Gizele Martins, que trabalha nele há sete anos, são rodados 21 mil exemplares, distribuídos nas 16 favelas que formam o Complexo da Maré. Na avaliação de Gizele, apesar das dificuldades, o veículo vem cumprindo uma importante função: “Esse jornal veio para fortalecer a identidade dos moradores da Maré, porque a mídia burguesa não nos representa como personagens, não mostra o que a gente é. Pelo contrário: produz clichês como o de que todo favelado é vagabundo, criminoso, envolvido com o tráfico”, desabafou Gizele. A estudante lembrou da morte do menino Mateus, de apenas oito anos, assassinado pela polícia quando saia de casa para ir à padaria comprar pão. A mídia empresarial começou a divulgar a versão dos policiais de que o menino tinha “ligação com o tráfico” e de que havia ocorrido “troca de tiros”. A presença do jornal comunitário conseguiu alterar essa versão. “Ninguém ouviu a versão dos moradores. Nesse momento eu vi a importância das nossas mídias, tanto na apuração quanto dos próprios fotógrafos da Maré, os grandes responsáveis por fazer a perícia naquele dia”, concluiu.... << fórum  social  urbano  direito  humano  comunicação  intervozes  Conferência Nacional de Comunicação 29/03/2010 10:56 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Lula quer comunicações na agenda política do país O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, abriu a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (1ª Confecom), na noite desta segunda-feira, dia 14, em Brasília, conclamando que a comunicação... ver mais O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, abriu a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (1ª Confecom), na noite desta segunda-feira, dia 14, em Brasília, conclamando que a comunicação social volte a ser incluída na agenda política do país, e que os candidatos a todos os cargos públicos, “principalmente à Presidência da República”, sejam cobrados a se pronunciar sobre o tema para expor suas convicções e ideias. Segundo o presidente, o Brasil tem uma legislação ultrapassada, que não leva em conta as mudanças no cenário das comunicações, e que é fundamental enfrentar essa questão com abertura, como se propõe a Confecom, para que depois não se caia em um cenário “caótico”. O presidente Lula ressaltou, sobretudo, o papel das novas tecnologias para a democratização da comunicação e a necessidade de que o país usufrua delas em prol de seu desenvolvimento social. “A convergência de tecnologias deve ser um estímulo à socialização dos meios de comunicação e não à concentração”, defendeu. As novas tecnologias, de acordo com o presidente, já estão mudando a forma de se fazer jornalismo no país. “A indústria da comunicação sempre trabalhou com um modelo vertical”, afirmou. “Poucos escreviam e falavam para muitos. Existia um núcleo ativo de produtores e uma massa passiva de consumidores. A internet mudou o cenário. Consumidores de informação passaram a formar redes horizontais, trocando opiniões e tornando-se mais críticos e menos passivos.” Lula reafirmou seu compromisso com a liberdade de imprensa, e disse que a Confecom se realiza sob esse signo. “A imprensa apura ou deixa de apurar, publica ou deixa de publicar, opina ou deixa de opinar sobre o que bem entende”, salientou. “Às vezes, há meios que se excedem, publicam inverdades, disseminam calúnias infames. Eu aprendi a conviver com isso, porque com liberdade de imprensa a verdade acaba por aparecer.” Para o presidente Lula, o leitor/ouvinte/espectador sabe discernir a informação que recebe e é um juiz severo dos meios de comunicação. “Quem não lhes trata com respeito, acaba perdendo credibilidade. Não há melhor juiz para a imprensa do que a própria liberdade de imprensa.” Sempre destacando o significado da Confecom por seu ineditismo e por reunir os diferentes segmentos interessados na questão, o presidente Lula lamentou que alguns atores tenham se ausentado do debate, “temendo-se lá o quê”. Na opinião do presidente, esses setores perderam uma oportunidade histórica de diálogo. “Não será enfiando a cabeça na areia ou tentando congelar o passado que lidaremos com a questão. Isso vale para todos nós. É chegada a hora de uma nova pactuação, capaz de responder às oportunidades que temos diante de nós”, defendeu Lula, apostando que a Confecom produzirá o melhor documento possível para orientar o futuro das comunicações no país. Fonte: http://www.confecom.com.br/no...... << confecom  Conferência Nacional de Comunicação 15/12/2009 10:20 0
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