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Fernanda Cristina  -Nazaré da Mata -PE
Fernanda PE
Cidades Historicas de MG Vetam Axé e Funk no Carnaval Três das mais visitadas cidades do circuito histórico de Minas Gerais - Ouro Preto, Mariana e São João Del Rey - vetaram axé, funk, rock ou sertanejo nas folias do carnaval. Em programações... ver mais Três das mais visitadas cidades do circuito histórico de Minas Gerais - Ouro Preto, Mariana e São João Del Rey - vetaram axé, funk, rock ou sertanejo nas folias do carnaval. Em programações patrocinadas pelas prefeituras e nos espaços públicos, só sambas e marchinhas poderão ser executados nas festas. A medida integra o projeto Carnaval das Cidades Históricas para resgatar o “carnaval de antigamente”. “Queremos trazer para essas cidades pessoas que respeitem o patrimônio e a segurança”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo de São João Del Rey, Ralph Justino. Para 2010, a meta é atrair para o circuito mais duas cidades históricas de Minas - Diamantina e Sabará. Todas essas cidades atraem milhares de turistas no carnaval. A maior parte deles é formada por jovens. O turismo de estudantes tem causado problemas para as cidades históricas. Além de gastar pouco, alguns grupos causam danos ao acervo colonial - no caso de Ouro Preto, reconhecido como patrimônio da humanidade pela Unesco. Para Ralph Justino, o “carnaval de antigamente” das cidades históricas de Minas tem apelo para se tornar uma grande atração, despertando o interesse de milhares de turistas de outro perfil. O projeto foi anunciado ontem, em Belo Horizonte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo ... << carnaval  Carnaval 05/02/2009 09:47 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Cidades do Norte do ES ganham bibliotecas rurais Os municípios de São Mateus, Vila Valério, Ponto Belo e Águia Branca, no Norte do Estado, receberam, através do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR), cinco bibliotecas rurais que servirão de... ver mais Os municípios de São Mateus, Vila Valério, Ponto Belo e Águia Branca, no Norte do Estado, receberam, através do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR), cinco bibliotecas rurais que servirão de incentivo à leitura de comunidades nas zonas agrárias desses municípios. Em cada biblioteca, haverá uma arca, que é uma caixa de madeira do tamanho de um fogão de quatro bocas, com um acervo formado por obras didáticas, literatura para crianças, jovens e adultos, além de publicações especializadas nas áreas de saúde, meio ambiente, educação, técnicas agrícolas e de pesca. Também contam com livros que orientam o exercício da cidadania, como os Estatutos da Criança e do Adolescente, do Idoso, da Igualdade Racial, do Torcedor, a Lei Maria da Penha e a Constituição do Brasil. Além da entrega das arcas, serão capacitadas 10 pessoas, voluntárias, chamadas agentes de leitura, que serão responsáveis pelas bibliotecas em cada localidade. Durante todo o dia de ontem, os agentes das outras 132 bibliotecas espalhadas pelo Estado discutiram sobre suas atividades, trocaram experiências de incentivo à leitura e analisaram o papel das bibliotecas rurais para o desenvolvimento comunitário e educacional das comunidades atendidas pelo "Arca das Letras", que funciona desde 2006 no Estado. As bibliotecas beneficiam mais de 9,5 mil famílias, em 36 municípios do Estado e foram entregues com o apoio da Coordenação Estadual do Programa Luz para Todos no Espírito Santo, da Furnas Centrais Elétricas S.A. e das prefeituras municipais. Além das bibliotecas, o projeto também mantém 28 7acervos especiais em apoio à pedagogia de alternância, entregues para Escolas Famílias Agrícolas. Sânnie Rocha Jornal Agazeta ... << biblioteca rural  Notícias do Sudeste 08/11/2008 22:23 1
Clara Araújo
Clara Araújo
cidade de São Paulo tem mais serviço social em bairros ricos, diz estudo Os dez distritos da cidade que oferecem mais vagas em programas sociais e educacionais para crianças e adolescentes estão nas regiões centrais e mais bem estruturadas de São Paulo. Já os dez... ver mais Os dez distritos da cidade que oferecem mais vagas em programas sociais e educacionais para crianças e adolescentes estão nas regiões centrais e mais bem estruturadas de São Paulo. Já os dez distritos com as mais frágeis redes de proteção ficam nas periferias e concentram número elevado de crianças e jovens em condição de pobreza extrema. O ranking dos serviços no Município, obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo, foi encomendado ao Instituto Lidas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Em primeiro lugar no ranking de atendimento ficou Moema, na zona sul. Entre os mais de 70 mil moradores da área, 53% vivem em famílias cujo chefe ganha mais de 20 salários mínimos por mês, situação que se reflete nos indicadores sociais do bairro. A situação se inverte em Perus, o último colocado entre os 96 distritos, que tem dez vagas em diferentes tipos de serviços para cada mil moradores de até 18 anos ou 56 vezes menos do que o distrito de Moema. Ao mesmo tempo, 11% de seus jovens estão em situação de extrema pobreza. E o ranking traz surpresas. O Brás, na região central, é o quarto distrito com menor oferta de vagas, com um índice de 14 vagas para cada mil jovens do bairro. Já o distrito do Grajaú, na periferia sul, com 76 vagas por cada mil pessoas de até 18 anos, fica um pouco abaixo da média registrada na capital. Para a presidente do CMDCA, Elaine Macena Ramos, o estudo ajuda identificar distorções. "Com esse quadro, temos como ajudar a orientar investimentos do poder público e do terceiro setor e como cobrar melhorias para as populações menos beneficiadas." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: Uol Link: http://noticias.uol.com.br/ul...... << são paulo  servilo social  bairro  pobre  rico  Notícias do Sudeste 03/11/2008 11:23 1
Fernanda Cristina  -Nazaré da Mata -PE
Fernanda PE
Nossa cidade nossa História Conhecida como a "Terra do Maracatu", a cidade de Nazaré da Mata está localizada na zona da mata norte do Estado de Pernambuco, a 65km do Recife. Rodeada de Canaviais, a cidade preserva na alma dos... ver mais Conhecida como a "Terra do Maracatu", a cidade de Nazaré da Mata está localizada na zona da mata norte do Estado de Pernambuco, a 65km do Recife. Rodeada de Canaviais, a cidade preserva na alma dos moradores uma das manifestações culturais mais ricas do Estado, o maracatu de baque solto, também conhecido como maracatu rural ou maracatu de orquestra.... << cultura  Amigos do Rádio 08/07/2009 10:05 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Resolução sobre publicidade de alimentos retrocede e não protege criança Anvisa retira restrições às propagandas direcionadas ao público infantil; Idec cobra da agência medida para evitar que crianças sejam bombardeadas pelas... ver mais Anvisa retira restrições às propagandas direcionadas ao público infantil; Idec cobra da agência medida para evitar que crianças sejam bombardeadas pelas publicidades de alimentos não sudáveis A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (29/6) uma resolução que regulamenta a publicidade de alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gorduras e sódio e bebidas de baixo teor nutricional. Pelas regras, as propagandas desses produtos devem conter frases de advertência sobre os danos que seu consumo excessivo podem causar à saúde. As empresas têm seis meses para se adequar. Apesar de positiva, por regulamentar o direito à informação do consumidor, a medida apresenta retrocesso em relação ao texto anterior proposto pela Anvisa para a resolução, que continha disposições específicas para evitar que o público infantil fosse bombardeado com publicidades de alimentos não saudáveis. Por isso, o Idec enviou hoje uma carta à agência cobrando a retomada imediata das discussões sobre a promoção de alimentos para as crianças. O Instituto ressalta que a publicidade infantil é abusiva, pois se aproveita da deficiência de julgamento da criança e a estimula a se comportar de maneira prejudicial à sua saúde. Além disso, ao retirar da resolução a proteção aos pequenos, a Anvisa coloca o Brasil em descompasso com as discussões ocorridas nacional e internacionalmente sobre o tema, já que, em maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a restrição da publicidade de alimentos e bebidas não saudáveis direcionada ao público infantil. Diversos países já regulamentam o tema, como Inglaterra, Canadá, Noruega e Suécia. Na última quinta-feira (24/6) o Idec cobrou novamente da Anvisa a publicação da proposta anterior da resolução de publicidade de alimentos não saudáveis, que, além de abordar bem a proteção à criança, foi amplamente discutida com a sociedade durante mais de três anos e passou por consulta e audiência pública. No entanto, a agência a deixou de lado. Como era Entre outras restrições, a proposta anterior proibia, por exemplo, a utilização de figuras, personalidades ou personagens cativos às crianças na propaganda de alimentos e bebidas não saudáveis e de baixo teor nutricional, assim como a vinculação de brindes ou prêmios na compra dos produtos e a realização de publicidade em brinquedos, filmes, jogos eletrônicos etc. Como ficou As publicidades devem veicular alertas sobre os perigos do consumo excessivo daquele alimento. São exemplos de advertência: "O (nome/ marca comercial do alimento) contém muito açúcar e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de obesidade e de cárie dentária" ou "O (nome/ marca comercial do alimento) contém muita gordura saturada e, se consumido em grande quantidade, aumenta o risco de diabetes e de doença do coração". Idec, Idec em ação, 29/6/2010... << publicidade infantil  anvisa  alimentos  Estatuto da Criança e do Adolescente 06/07/2010 10:59 0
Rafael Nascimento
Rafael Nascimento
Como manter sua privacidade protegida ao compartilhar um computador. Como manter sua privacidade protegida ao compartilhar um computador Por Willian Fonseca Tanto em casa quanto no trabalho, privacidade ao usar a Internet pode ser fundamental. Um dos... ver mais Como manter sua privacidade protegida ao compartilhar um computador Por Willian Fonseca Tanto em casa quanto no trabalho, privacidade ao usar a Internet pode ser fundamental. Um dos aspectos mais importantes para muitos usuários de computadores pessoais é a questão da privacidade. Compartilhar o computador com outras pessoas, em sua casa ou principalmente fora dela, como em escritórios, por exemplo, pode atrair a atenção de curiosos, o que pode ser prejudicial para você e para a sua imagem, devido à interpretações muitas vezes equivocadas dos dados encontrados. Por estes motivos, estar atento quanto ao que você “deixa para trás” ao utilizar computadores compartilhados é algo imprescindível. Nos parágrafos abaixo, darei algumas dicas para você se manter mais protegido quanto aos rastros normalmente deixados ao fazer uso da Internet. Mensageiros instantâneos Todos os aplicativos para chat em tempo real, como o Windows Live Messenger ou o Skype, contém opções quanto ao histórico das mensagens que você envia e recebe através deles. O grande problema do Messenger, por exemplo, é que ele salva o seu histórico em um arquivo que pode ser encontrado e aberto facilmente por qualquer pessoa. Por padrão, ele fica armazenado na pasta “Meus arquivos recebidos”, a mesma que armazena os dados que nossos amigos nos enviam pela janela de conversa. No entanto, melhor do que ter que apagar o arquivo constantemente é desabilitar a função. Ao fazer login pela primeira vez no programa, quando você fechar a primeira janela de conversa, ele perguntará se você deseja salvá-las no computador. Caso você tenha respondido positivamente e se arrependeu, não se preocupe. Basta, nas opções do programa, selecionar a aba “Mensagens”, desabilitando a função de manter um histórico das suas conversas. Navegadores Outro problema relacionado à privacidade nos computadores é quanto às ferramentas de histórico de sites acessados, presente em praticamente todos os navegadores. Se outra pessoa quiser saber os sites que você acessa, basta ela ativar esta função e conferir todos os locais visitados por você nas últimas semanas. Você pode apagar os seus dados manualmente, como explicado neste artigo. No entanto, também é possível configurar a função, para que ela sempre realize ações referentes ao histórico a cada vez que você fechar o navegador. Firefox 1. Acesse Ferramentas>Opções. 2. Na aba “Privacidade”, clique no botão “Configurar”, na parte inferior da tela. 3. Escolha os dados que você não deseja que sejam salvos. 4. Marque a caixa de seleção, como na figura abaixo e confirme as alterações. Internet Explorer 1. Acesse Ferramentas>Opções da Internet 2. Na aba “Geral”, acione a opção “Excluir histórico de navegação ao sair”, ou configure as opções antes disso. Desta forma, seus navegadores estarão livres de problemas quanto à gravação inapropriada de sites e tudo o que for relativo ao seu acesso à Internet. InPrivate O novíssimo recurso InPrivate do Internet Explorer 8 é exatamente o que precisamos em algumas situações, pois a função basicamente desabilita, enquanto dentro dela, todos os dados de navegação. Para fazer uso dele, basta abrir uma nova aba. Privacidade e responsabilidade Não interessando o tipo de conteúdo que você acessa em casa ou no trabalho, é sempre importante ter a noção de que situações e dados mal interpretados podem comprometer a nossa imagem, e em muitos casos se tornar algo mais sério. Muitas vezes, mesmo sem a intenção de passar uma idéia errada em relação aos sites que frequentamos, podemos ser mal compreendidos aos olhos alheios. Fonte: http://www.baixaki.com.br/inf...... << internet  comnputador  segurança  privacidade  Descomplicando a Informática. 30/03/2009 12:56 0
Adriany Souza Gualberto
Adriany Gualberto
Febre da Copa chega à cidade do Cabo A febre da Copa do Mundo de 2010 está se espalhando pela África do Sul agora que o país se prepara para o maior evento esportivo que o continente africano jamais viu. Em nenhum... ver mais A febre da Copa do Mundo de 2010 está se espalhando pela África do Sul agora que o país se prepara para o maior evento esportivo que o continente africano jamais viu. Em nenhum lugar isto é mais evidente que na Cidade do Cabo, que será sede das semifinais.... << febre  da  copa  chega  à  cidade  do  cabo  transviçosa fm 10/03/2009 19:37 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Estudo mostra que 455 cidades do País não têm médicos As populações de 455 municípios brasileiros não têm acesso a nenhum médico na rede pública de saúde local. A carência de profissionais é maior nas regiões Norte, Sul e Sudeste, onde 25,7%, 25,5% e... ver mais As populações de 455 municípios brasileiros não têm acesso a nenhum médico na rede pública de saúde local. A carência de profissionais é maior nas regiões Norte, Sul e Sudeste, onde 25,7%, 25,5% e 24,4% dos municípios não têm nenhum médico em sua estrutura de saúde. Os dados são de um levantamento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentado ontem em Ouro Preto, no encontro dos diretores da Global Health Workforce Alliance (GHWA), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), com representantes do Ministério da Saúde. Segundo o organismo internacional, faltam 4 milhões de profissionais de saúde no mundo, com 57 países em situação considerada crítica. O Brasil não é um deles. No entanto, com uma relação de 1,15 médico para cada mil habitantes, o País está à beira do limite aceitado pela OMS. A recomendação é de no mínimo um médico por mil habitantes. Entre as especialidades com maior carência de profissionais no País estão a anestesiologia, a pediatria, a psiquiatria e a medicina intensiva. Os dados refletem a dificuldade dos municípios mais distantes dos grandes centros em atrair e fixar médicos. "A questão salarial parece não ser a mais importante. O maior problema é a distância e o isolamento", diz Edison José Corrêa, coordenador do curso de especialização à distância em Saúde da Família da UFMG. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. ... << Nenhuma Sexualidade e Saúde 24/11/2008 12:11 1
Rafael Nascimento
Rafael Nascimento
Descubra qual é a velocidade real de sua conexão à internet. Se você é um dos 10 milhões de usuários de algum serviço brasileiro de banda larga, considerado um dos mais caros do mundo, já deve ter passado por algum problema com a velocidade de sua conexão. E... ver mais Se você é um dos 10 milhões de usuários de algum serviço brasileiro de banda larga, considerado um dos mais caros do mundo, já deve ter passado por algum problema com a velocidade de sua conexão. E não por acaso, afinal um estudo recente apontou que o Brasil deixa a desejar na agilidade de sua Internet rápida. Mas você sabe dizer realmente qual deveria ser a velocidade da conexão que você usa? E se as taxas de transferência praticadas de fato estão abaixo do que você contratou? Uma informação que gera confusão é o número que consta no “nome” do plano que você contrata junto à provedora de acesso. Assim, algumas pessoas pensam que ao assinar uma conexão de “1 mega”, conseguirão fazer downloads a uma velocidade de 1 megabyte (MB) por segundo. O que seria realmente formidável, mas que infelizmente não procede, pois a informação se refere a megabits (mb, com minúsculas). E como saber a equivalência desse dado em bytes? A relação entre as unidades ‘megabits’ e ‘kilobytes’ é de 1 para 8. Isso significa que é necessário dividir por 8 os dados que estão em mb - e que dão nome ao seu plano de conexão. Fazendo essa operação, descobre-se que 1 megabit, por exemplo, é o equivalente a 125 kilobytes por segundo (KB/s). Ainda assim, há uma diferença enorme entre a velocidade contratada e a efetivamente obtida. Isso ocorre porque, no caso das conexões domésticas, existe o compartilhamento da infra-estrutura. Assim, nos momentos de maior demanda da rede de dados, a velocidade obtida é sempre menor do que a contratada. E isso vale tanto para quem tem o serviço de banda larga pela linha telefônica (ADSL), como Speedy, ou por cabo, como o Virtua. Outro fator a influenciar a velocidade de tráfego é a distância da sua casa até a central telefônica mais próxima e a presença ou ausência de amplificadores de sinal em sua região. Um download via rede P2P também tende a acontecer com uma velocidade mais modesta, afinal nesse caso baixam-se arquivos de outros simples usuários mortais, que podem ter uma conexão até pior do que a sua. Até mesmo downloads a partir de grandes servidores de hospedagem de conteúdo podem sofrer com excesso de demanda e acesso por parte de usuários. Como os downloads (ao lado dos serviços de streaming de mídia) costumam ser os grandes devoradores de capacidade de tráfego na web, há provedores que tendem a punir usuários que abusam desse tipo de uso, o chamado traffic shapping. Com tantos fatores envolvidos, não é de se estranhar - ainda que isso desagrade a todos os usuários - que nos contratos de prestação de serviço de conexão banda larga os provedores do serviço garantam somente 10% do total da velocidade nominal acordada. O que isso quer dizer? Se o contrato assinado é de 1 megabit por segundo, a operadora só tem a obrigação de entregar um mínimo de 100 kilobit por segundo. É ruim, mas está lá, no contrato que você assinou. Faça o teste você mesmo Há ferramentas que você pode usar para checar a que velocidade está funcionando sua conexão. Existem desde softwares para você baixar e rodar no seu PC até serviços baseados em Web. Faça o teste com mais de um medidor. Se possível, faça medições em diferentes períodos do dia, principalmente durante os horários em que você utiliza a conexão com mais freqüência – e pelo menos uma vez à meia-noite ou 1h00 da manhã (quando é mais provável que a concorrência por banda esteja em seu menor nível possível). Caso perceba uma discrepância muito grande entre a velocidade obtida e a prometida em contrato, não hesite em contatar a empresa prestadora do serviço. O site da ABUSAR (Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido) possui informações e orientações úteis sobre problemas com prestação de serviço de conexão banda larga. Fonte: http://pcworld.uol.com.br/dic...... << Nenhuma Descomplicando a Informática. 22/10/2008 15:53 1
João Paulo Malerba
João Malerba
Lista traz primeiras 100 cidades do Programa Nacional de Banda Larga Até o final do ano, 14 milhões de pessoas poderão contar com o benefício Divulgada nesta quinta-feira, 26/08, a lista das 100 primeiras cidades que serão... ver mais Até o final do ano, 14 milhões de pessoas poderão contar com o benefício Divulgada nesta quinta-feira, 26/08, a lista das 100 primeiras cidades que serão contempladas com o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). De acordo com o anúncio do presidente da Telebrás, Rogério Santanna, 14 milhões de pessoas devem ter acesso à internet rápida até o fim deste ano. Entre as regiões que foram selecionadas, o Nordeste apresenta o maior número de cidades atendidas, com 58 municípios na lista. Em seguida está o Sudeste, com 30. Até o momento, nenhuma localidade da região Sul do Brasil foi escolhida para fazer parte do plano. Para a seleção dos municípios que receberão acesso à web pelo PNBL foram analisadas características como menor índice de desenvolvimento humano (IDH) e densidade de banda larga utilizada. Para o novo programa, foram estipulados preços que variam entre R$15 e R$35 por cliente, com direito a velocidade mínima de 512 kbps. Segundo o presidente da Telebrás, a internet deve ser conectada 45 dias após a assinatura dos contratos. Veja abaixo a lista com as 100 cidades. Arapiraca (AL) Messias (AL) Palmeira dos Índios (AL) Joaquim Gomes (AL) Pilar (AL) Rio Largo (AL) Feira de Santana (BA) Itabuna (BA) Camaçari (BA) Governador Mangabeira (BA) Eunápolis (BA) Governador Lomanto Júnior (BA) Muritiba (BA) Presidente Tancredo Neves (BA) Sobral (CE) São Gonçalo do Amarante (CE) Quixadá (CE) Barreira (CE) Maranguape (CE) Russas (CE) Cariacica (ES) Domingos Martins (ES) Conceição da Barra (ES) Piúma (ES) São Mateus (ES) Vila Velha (ES) Itapemirim (ES) Anápolis (GO) Aparecida de Goiânia (GO) Trindade (GO) Águas Lindas de Goiás (GO) Alexânia (GO) Itumbiara (GO) Imperatriz (MA) Paço do Lumiar (MA) Presidente Dutra (MA) Porto Franco (MA) Grajaú (MA) Barra do Corda (MA) Barbacena (MG) Juiz de Fora (MG) Conselheiro Lafaiete (MG) Ibirité (MG) Sabará (MG) Uberaba (MG) Ribeirão das Neves (MG) Santa Luzia (MG) Campina Grande (PB) Campo de Santana (PB) Araruna (PB) Riachão (PB) Dona Inês (PB) Bananeiras (PB) Duas Estradas (PB) Carpina (PE) Tracunhaém (PE) Nazaré da Mata (PE) Paudalho (PE) Limoeiro (PE) Aliança (PE) Piripiri (PI) Campo Maior (PI) José de Freitas (PI) Piracuruca (PI) Batalha (PI) São João da Fronteira (PI) Angra dos Reis (RJ) Nova Iguaçu (RJ) São Gonçalo (RJ) Piraí (RJ) Mesquita (RJ) Rio das Flores (RJ) Duque de Caxias (RJ) Casimiro de Abreu (RJ) Santa Cruz (RN) Nova Cruz (RN) Passa e Fica (RN) Parnamirim (RN) Lagoa d´Anta (RN) Extremoz (RN) Açú (RN) Nossa Senhora da Glória (SE) Barra dos Coqueiros (SE) Laranjeiras (SE) Japaratuba (SE) São Cristóvão (SE) Carira (SE) Campinas (SP) Guarulhos (SP) Pedreira (SP) Serrana (SP) Conchal (SP) Embu (SP) São Carlos (SP) Gurupi (TO) Araguaína (TO) Guaraí (TO) Paraíso do Tocantins (TO) Wanderlândia (TO) Porto Nacional (TO) Quinta-feira, 26 de agosto de 2010 às 19h05... << banda larga  pnbl  internet  confecom  conferência  nacional  comunicação  Conferência Nacional de Comunicação 30/08/2010 09:49 0
Alana Barroco Vellasco Austin
Alana Austin
Telebrás define primeiras cidades do plano de banda larga Telecom Telebrás define primeiras cidades do plano de banda larga Os nomes já foram definidos e a lista dos municípios será apresentada pela estatal na próxima... ver mais Telecom Telebrás define primeiras cidades do plano de banda larga Os nomes já foram definidos e a lista dos municípios será apresentada pela estatal na próxima quinta-feira. Por Redação da Computerworld* 24 de agosto de 2010 - 15h54 Nesta terça-feira (24/8), durante o 2º Forum Brasil Conectado - evento que acontece em Brasília -, o presidente da Telebras, Rogério Santanna, informou que já foram definidas as primeiras cidades que serão contempladas pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Até o final de 2010, o programa levará acesso rápido para 100 localidades e 16 capitais das regiões Sudeste e Nordeste, além do Distrito Federal. Na primeira fase do PNBL, a estatal utilizará a rede de fibra óptica das empresas do setor elétrico. Apesar de já saber os nomes e os critérios de escolha das cidades beneficiadas, Santanna informou que a lista só será anunciada na próxima quinta-feira, 26/8, quando termina o 2º Forum Conectado. Segundo ele, novas contribuições podem surgir durante o evento. Na primeira etapa serão beneficiadas as regiões Sudeste e Nordeste em razão de os cinco backbones das redes dos governo estarem nesse raio de cobertura. Já a implementação do PNBL no Norte do País, onde há mais dificuldades de conexão, deverá ocorrer até 2014. O orçamento da Telebrás para capitalização e cumprimento das metas do PNBL deverá ficar em 1 bilhão de reais, sendo 600 milhões de reais gastos este ano e 400 milhões de reais em 2011, com a possibilidade de utilização de mais 400 milhões de reais no decorrer do próximo ano, dependendo da meta orçamentária. Brasil Conectado O 2º Fórum Brasil Conectado abriu hoje e se estenderá até o dia 26/8, na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), na capital do Distrito Federal. Instaurado em junho último, o grupo, ligado ao Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital (CGPID), órgão da Casa Civil da Presidência da República, reúne representantes de diversas áreas envolvidas na adoção do PNBL. O fórum foi criado para definir estratégias e ações de longo prazo para colocar o programa do governo em prática. No segundo encontro do grupo, a programação conta com 11 painéis de debates durante três dias, com a presença de 52 associações, representantes do governo e do setor de telecom. Na manhã de hoje, participaram representantes do setor público, empresários, usuários e especialistas para discutir a segunda fase do PNBL. Serão analisadas e debatidas propostas referentes à implementação de dutos e cabos de fibra óptica em obras públicas de infraestrutura, estímulo a fornecedores nacionais do setor de telecomunicações e parâmetros de qualidade para banda larga, entre outros temas. *Com informações da Agência Brasil http://computerworld.uol.com....... << Nenhuma AMARC Brasil 30/08/2010 11:16 0
Rafael Nascimento
Rafael Nascimento
Le parkour - pulando pela cidade Le parkour - pulando pela cidade. Praticar o Le Parkour pode ser uma forma diferente de conhecer o espaço urbano. Eles correm pelas ruas, saltam bancos de praças, pulam de muros, escalam... ver mais Le parkour - pulando pela cidade. Praticar o Le Parkour pode ser uma forma diferente de conhecer o espaço urbano. Eles correm pelas ruas, saltam bancos de praças, pulam de muros, escalam paredes... são aventureiros, não têm medo de se machucar e estabelecem uma nova relação com a cidade. São os praticantes do Le Parkour, uma atividade física criada na França que já conquistou adeptos em todo o mundo. O grande objetivo é superar os próprios limites e treinar a mente e o corpo para superar qualquer obstáculo, seja nas ruas ou na vida. A história do Parkour começou na cidade francesa de Lisse, na década de 80, com David Belle. Filho e neto de bombeiros, levou sua experiência de academias, artes marciais e da prática do método natural de Georges Hébert (método educacional baseado em movimentos naturais do corpo) para as ruas. Ao lado de seus amigos, fantasiava situações de emergência e salvamentos em lugares de difícil acesso. A partir daí, começaram a surgir os primeiros movimentos do Le Parkour. “Ao contrário do que muita gente pensa, o Parkour é um esporte fácil de praticar. Ele segue um método de educação física criado para crianças e utiliza movimentos naturais do ser humano. Porém, só dá para entender praticando”, explica Eduardo Bittencourt, um dos pioneios na prática do Le Parkour no Brasil. No Brasil, o Parkour está em mais de 60 cidades e mostra que a relação das pessoas com o espaço urbano pode ser diferente. Uma das primeiras condições para se praticar a atividade é respeitar os obstáculos, ou seja, não dá para ser um traceur (praticante do Parkour) e destruir bancos de praça, muros ou fachadas de prédios. Afinal, sem eles a atividade não existiria. “Quando você pratica o Parkour, a cidade é sua melhor amiga. É até engraçado porque a gente começa a se empenhar mais em preservar e manter a cidade limpa. Já aconteceu de encontrarmos um lugar legal para praticar Parkour, mas abandonado. Aí colocamos a mão na massa e fizemos a limpeza”, conta o professor Rodrigo Bélgamo, que ao lado de Eduardo introduziu a prática do Parkour no Brasil. A prática também muda a relação das pessoas com o próprio corpo. Sem instigar a competição entre grupos, o Le Parkour só deve ser praticado por quem sabe respeitar os próprios limites. A idéia não é fazer melhor do que o outro, mas fazer o melhor possível. Se para um é importante saltar de um muro de 5 metros, para outro pode ser mais importante pular cinco degraus de uma escada. “O Parkour pode ser praticado em qualquer idade, basta saber o que se pode fazer”, diz Eduardo. Os lugares preferidos dos praticantes são praças e pistas de skate. Mas o Parkour pode ser feito em qualquer lugar, a caminho do trabalho ou durante um passeio. Como nas artes marciais, os movimentos são precisos e não devem ser feitos por amadores sem o auxílio de alguém experiente. Isso pode significar acidentes graves. Embora os movimentos sejam naturais, a técnica e, principalmente, a prática são aliadas na hora de encarar as ruas. O rolamento, por exemplo, é um movimento básico para qualquer praticante porque amortece as quedas e ajuda a conservar as juntas e os joelhos inteiros. Quando saltam de muros ou correm em corrimões de escadas, os praticantes estão usando técnicas que ajudam a manter o equilíbrio. Ainda assim, as quedas são inevitáveis. Rodrigo, por exemplo, trincou a costela durante a execução de um movimento. “Mas foi a única vez”, diz. Eles fazem o Parkour O francês David Belle é, sem dúvida, o principal nome quando o assunto é Le Parkour. Afinal, foi ele o criador dessa atividade. Sebastien Foucan, um dos amigos que o ajudaram a criar o Parkour, se distanciou de David por causa de diferenças filosóficas e acabou desenvolvendo um outro tipo de atividade. Quem segue a linha de Sebastien é adepto do Free Running, uma prática que inclui acrobacias, algo que não existe no Parkour original. No Brasil, o Le Parkour chegou há cerca de cinco anos e um dos pioneiros foi Eduardo Bittencourt. Psicanalista por formação, foi o criador do primeiro grupo de Parkour do País, o Le Parkour Brasil, ao lado de Rodrigo Bélgamo e Jacques Kaufmann. Eduardo acredita que o que torna alguém um verdadeiro praticante de Parkour não é só saber saltar e pular, mas também se envolver com a filosofia da atividade. “O mais importante é o praticante também conhecer a filosofia que está por trás do Parkour. A prática vem de um movimento naturalista com uma repercussão filosófica que precisa ser lida para que ele faça sentido”, diz. Leonard Akira também é figura importante quando o assunto é Parkour. Foi o criador do primeiro blog brasileiro sobre a atividade: o Le Parkour Brasil. Para ele, o Parkour pode ser praticado por qualquer pessoa que conheça os seus próprios limites. “Buscamos uma liberdade diferente, sem barreiras e obstáculos, conquistando assim um ponto de vista próprio, independente de qualquer pessoa. Aceitamos que nem sempre somos obrigados a seguir um corredor, já que podemos saltá-lo. Onde existe um muro, existe também uma paisagem por trás. Então porque não buscamos o que não vemos? Queremos novas formas de chegar a um novo objetivo, que é a própria liberdade”. Saiba mais www.leparkourbrasil.com www.leparkourbrasil.blogger.c... Fonte: http://jovem.ig.com.br/street... Texto de: Maisa Infante... << le  parkour  Descomplicando a Informática. 17/11/2008 13:43 0
Rafael Nascimento
Rafael Nascimento
Le parkour - pulando pela cidade Le parkour - pulando pela cidade. Praticar o Le Parkour pode ser uma forma diferente de conhecer o espaço urbano. Eles correm pelas ruas, saltam bancos de praças, pulam de muros, escalam... ver mais Le parkour - pulando pela cidade. Praticar o Le Parkour pode ser uma forma diferente de conhecer o espaço urbano. Eles correm pelas ruas, saltam bancos de praças, pulam de muros, escalam paredes... são aventureiros, não têm medo de se machucar e estabelecem uma nova relação com a cidade. São os praticantes do Le Parkour, uma atividade física criada na França que já conquistou adeptos em todo o mundo. O grande objetivo é superar os próprios limites e treinar a mente e o corpo para superar qualquer obstáculo, seja nas ruas ou na vida. A história do Parkour começou na cidade francesa de Lisse, na década de 80, com David Belle. Filho e neto de bombeiros, levou sua experiência de academias, artes marciais e da prática do método natural de Georges Hébert (método educacional baseado em movimentos naturais do corpo) para as ruas. Ao lado de seus amigos, fantasiava situações de emergência e salvamentos em lugares de difícil acesso. A partir daí, começaram a surgir os primeiros movimentos do Le Parkour. “Ao contrário do que muita gente pensa, o Parkour é um esporte fácil de praticar. Ele segue um método de educação física criado para crianças e utiliza movimentos naturais do ser humano. Porém, só dá para entender praticando”, explica Eduardo Bittencourt, um dos pioneios na prática do Le Parkour no Brasil. No Brasil, o Parkour está em mais de 60 cidades e mostra que a relação das pessoas com o espaço urbano pode ser diferente. Uma das primeiras condições para se praticar a atividade é respeitar os obstáculos, ou seja, não dá para ser um traceur (praticante do Parkour) e destruir bancos de praça, muros ou fachadas de prédios. Afinal, sem eles a atividade não existiria. “Quando você pratica o Parkour, a cidade é sua melhor amiga. É até engraçado porque a gente começa a se empenhar mais em preservar e manter a cidade limpa. Já aconteceu de encontrarmos um lugar legal para praticar Parkour, mas abandonado. Aí colocamos a mão na massa e fizemos a limpeza”, conta o professor Rodrigo Bélgamo, que ao lado de Eduardo introduziu a prática do Parkour no Brasil. A prática também muda a relação das pessoas com o próprio corpo. Sem instigar a competição entre grupos, o Le Parkour só deve ser praticado por quem sabe respeitar os próprios limites. A idéia não é fazer melhor do que o outro, mas fazer o melhor possível. Se para um é importante saltar de um muro de 5 metros, para outro pode ser mais importante pular cinco degraus de uma escada. “O Parkour pode ser praticado em qualquer idade, basta saber o que se pode fazer”, diz Eduardo. Os lugares preferidos dos praticantes são praças e pistas de skate. Mas o Parkour pode ser feito em qualquer lugar, a caminho do trabalho ou durante um passeio. Como nas artes marciais, os movimentos são precisos e não devem ser feitos por amadores sem o auxílio de alguém experiente. Isso pode significar acidentes graves. Embora os movimentos sejam naturais, a técnica e, principalmente, a prática são aliadas na hora de encarar as ruas. O rolamento, por exemplo, é um movimento básico para qualquer praticante porque amortece as quedas e ajuda a conservar as juntas e os joelhos inteiros. Quando saltam de muros ou correm em corrimões de escadas, os praticantes estão usando técnicas que ajudam a manter o equilíbrio. Ainda assim, as quedas são inevitáveis. Rodrigo, por exemplo, trincou a costela durante a execução de um movimento. “Mas foi a única vez”, diz. Eles fazem o Parkour O francês David Belle é, sem dúvida, o principal nome quando o assunto é Le Parkour. Afinal, foi ele o criador dessa atividade. Sebastien Foucan, um dos amigos que o ajudaram a criar o Parkour, se distanciou de David por causa de diferenças filosóficas e acabou desenvolvendo um outro tipo de atividade. Quem segue a linha de Sebastien é adepto do Free Running, uma prática que inclui acrobacias, algo que não existe no Parkour original. No Brasil, o Le Parkour chegou há cerca de cinco anos e um dos pioneiros foi Eduardo Bittencourt. Psicanalista por formação, foi o criador do primeiro grupo de Parkour do País, o Le Parkour Brasil, ao lado de Rodrigo Bélgamo e Jacques Kaufmann. Eduardo acredita que o que torna alguém um verdadeiro praticante de Parkour não é só saber saltar e pular, mas também se envolver com a filosofia da atividade. “O mais importante é o praticante também conhecer a filosofia que está por trás do Parkour. A prática vem de um movimento naturalista com uma repercussão filosófica que precisa ser lida para que ele faça sentido”, diz. Leonard Akira também é figura importante quando o assunto é Parkour. Foi o criador do primeiro blog brasileiro sobre a atividade: o Le Parkour Brasil. Para ele, o Parkour pode ser praticado por qualquer pessoa que conheça os seus próprios limites. “Buscamos uma liberdade diferente, sem barreiras e obstáculos, conquistando assim um ponto de vista próprio, independente de qualquer pessoa. Aceitamos que nem sempre somos obrigados a seguir um corredor, já que podemos saltá-lo. Onde existe um muro, existe também uma paisagem por trás. Então porque não buscamos o que não vemos? Queremos novas formas de chegar a um novo objetivo, que é a própria liberdade”. Saiba mais www.leparkourbrasil.com www.leparkourbrasil.blogger.c... Fonte: http://jovem.ig.com.br/street... Texto de: Maisa Infante... << le  parkour  Descomplicando a Informática. 17/11/2008 13:29 0
Rafael Nascimento
Rafael Nascimento
Le parkour - pulando pela cidade Le parkour - pulando pela cidade. Praticar o Le Parkour pode ser uma forma diferente de conhecer o espaço urbano. Eles correm pelas ruas, saltam bancos de praças, pulam de muros, escalam... ver mais Le parkour - pulando pela cidade. Praticar o Le Parkour pode ser uma forma diferente de conhecer o espaço urbano. Eles correm pelas ruas, saltam bancos de praças, pulam de muros, escalam paredes... são aventureiros, não têm medo de se machucar e estabelecem uma nova relação com a cidade. São os praticantes do Le Parkour, uma atividade física criada na França que já conquistou adeptos em todo o mundo. O grande objetivo é superar os próprios limites e treinar a mente e o corpo para superar qualquer obstáculo, seja nas ruas ou na vida. A história do Parkour começou na cidade francesa de Lisse, na década de 80, com David Belle. Filho e neto de bombeiros, levou sua experiência de academias, artes marciais e da prática do método natural de Georges Hébert (método educacional baseado em movimentos naturais do corpo) para as ruas. Ao lado de seus amigos, fantasiava situações de emergência e salvamentos em lugares de difícil acesso. A partir daí, começaram a surgir os primeiros movimentos do Le Parkour. “Ao contrário do que muita gente pensa, o Parkour é um esporte fácil de praticar. Ele segue um método de educação física criado para crianças e utiliza movimentos naturais do ser humano. Porém, só dá para entender praticando”, explica Eduardo Bittencourt, um dos pioneios na prática do Le Parkour no Brasil. No Brasil, o Parkour está em mais de 60 cidades e mostra que a relação das pessoas com o espaço urbano pode ser diferente. Uma das primeiras condições para se praticar a atividade é respeitar os obstáculos, ou seja, não dá para ser um traceur (praticante do Parkour) e destruir bancos de praça, muros ou fachadas de prédios. Afinal, sem eles a atividade não existiria. “Quando você pratica o Parkour, a cidade é sua melhor amiga. É até engraçado porque a gente começa a se empenhar mais em preservar e manter a cidade limpa. Já aconteceu de encontrarmos um lugar legal para praticar Parkour, mas abandonado. Aí colocamos a mão na massa e fizemos a limpeza”, conta o professor Rodrigo Bélgamo, que ao lado de Eduardo introduziu a prática do Parkour no Brasil. A prática também muda a relação das pessoas com o próprio corpo. Sem instigar a competição entre grupos, o Le Parkour só deve ser praticado por quem sabe respeitar os próprios limites. A idéia não é fazer melhor do que o outro, mas fazer o melhor possível. Se para um é importante saltar de um muro de 5 metros, para outro pode ser mais importante pular cinco degraus de uma escada. “O Parkour pode ser praticado em qualquer idade, basta saber o que se pode fazer”, diz Eduardo. Os lugares preferidos dos praticantes são praças e pistas de skate. Mas o Parkour pode ser feito em qualquer lugar, a caminho do trabalho ou durante um passeio. Como nas artes marciais, os movimentos são precisos e não devem ser feitos por amadores sem o auxílio de alguém experiente. Isso pode significar acidentes graves. Embora os movimentos sejam naturais, a técnica e, principalmente, a prática são aliadas na hora de encarar as ruas. O rolamento, por exemplo, é um movimento básico para qualquer praticante porque amortece as quedas e ajuda a conservar as juntas e os joelhos inteiros. Quando saltam de muros ou correm em corrimões de escadas, os praticantes estão usando técnicas que ajudam a manter o equilíbrio. Ainda assim, as quedas são inevitáveis. Rodrigo, por exemplo, trincou a costela durante a execução de um movimento. “Mas foi a única vez”, diz. Eles fazem o Parkour O francês David Belle é, sem dúvida, o principal nome quando o assunto é Le Parkour. Afinal, foi ele o criador dessa atividade. Sebastien Foucan, um dos amigos que o ajudaram a criar o Parkour, se distanciou de David por causa de diferenças filosóficas e acabou desenvolvendo um outro tipo de atividade. Quem segue a linha de Sebastien é adepto do Free Running, uma prática que inclui acrobacias, algo que não existe no Parkour original. No Brasil, o Le Parkour chegou há cerca de cinco anos e um dos pioneiros foi Eduardo Bittencourt. Psicanalista por formação, foi o criador do primeiro grupo de Parkour do País, o Le Parkour Brasil, ao lado de Rodrigo Bélgamo e Jacques Kaufmann. Eduardo acredita que o que torna alguém um verdadeiro praticante de Parkour não é só saber saltar e pular, mas também se envolver com a filosofia da atividade. “O mais importante é o praticante também conhecer a filosofia que está por trás do Parkour. A prática vem de um movimento naturalista com uma repercussão filosófica que precisa ser lida para que ele faça sentido”, diz. Leonard Akira também é figura importante quando o assunto é Parkour. Foi o criador do primeiro blog brasileiro sobre a atividade: o Le Parkour Brasil. Para ele, o Parkour pode ser praticado por qualquer pessoa que conheça os seus próprios limites. “Buscamos uma liberdade diferente, sem barreiras e obstáculos, conquistando assim um ponto de vista próprio, independente de qualquer pessoa. Aceitamos que nem sempre somos obrigados a seguir um corredor, já que podemos saltá-lo. Onde existe um muro, existe também uma paisagem por trás. Então porque não buscamos o que não vemos? Queremos novas formas de chegar a um novo objetivo, que é a própria liberdade”. Saiba mais www.leparkourbrasil.com www.leparkourbrasil.blogger.c... Fonte: http://jovem.ig.com.br/street... Texto de: Maisa Infante... << le  parkour  Descomplicando a Informática. 17/11/2008 13:20 0
André  Lobão
André Lobão
Vereador agride repórter em cidade do Mato Grosso O vereador Lourivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), conhecido como "Kirrarinha”, agrediu a repórter Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda... ver mais O vereador Lourivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), conhecido como "Kirrarinha”, agrediu a repórter Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda (MT). O vereador saia do Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC), na manhã desta segunda-feira (28/06), onde foi indiciado por esbulho possessório e denunciação caluniosa. Ao questionar se o vereador poderia falar com a reportagem, a jornalista foi agredida. “Eu nem cheguei a fazer pergunta. Fui parar a um metro de onde estava, caí e bati a cabeça. Eu levantei muito rápido porque fiquei indignada, queria que ele percebesse o que tinha feito”, contou. Ao se levantar, a repórter contestou: “Eu estou trabalhando, vereador. O senhor não tem vergonha pelo que acabou de fazer?”. A agressão foi gravada pela equipe de reportagem. Na tarde desta terça-feira (29/06), Márcia iria passar por um exame de corpo de delito. Kirrarinha já foi indiciado por lesão corporal e agressão, mas liberado sob fiança. “Não consegui dormir essa noite porque nunca passei por uma situação dessas. Meus filhos viram o vídeo e já foram alvo de piadas entre os colegas”, desabafou. A jornalista agora pretende abrir um processo contra o vereador. Ela contou que Kirrarinha se desculpou, mas o pedido não convenceu a repórter. “Com o sarcasmo dele, ele pediu desculpas ontem na tribuna, sorrindo, como se não tivesse feito nada”. Em entrevista ao G1, o vereador disse que a jornalista fazia denúncias sem provas, mas admitiu o erro e pediu desculpas pela agressão. De acordo com Kirrarinha, atos como esse não são de seu “feitio”. Mas, segundo o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) e Márcia, o vereador já havia agredido um repórter da TV Record em 2007. Manifestações O Sindjor-MT repudiou a agressão e colocou a assessoria jurídica da entidade à disposição da repórter. "O Sindjor-MT acredita que a Câmara Municipal de Pontes e Lacerda não vai se omitir diante de tamanho absurdo e tomará as devidas providências, para que isso não se repita, levando em conta, inclusive, que esse vereador já agrediu a um outro repórter da TV Record. Uma pessoa que se presta a esse tipo de atitude não merece o respeito da sociedade e muito menos o voto de um cidadão", diz a nota. Na manhã desta terça-feira (29/06), a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) protestou contra o vereador e ressaltou o fato do episódio ter acontecido dentro do CISC, órgão responsável pela segurança da população. Confira o vídeo aqui Reprodução: Comunique-se Reportagem: Izabela Vasconcelos, de São Paulo... << política  genêro  violência  mato grosso  Rede de Mulheres da AMARC Brasil 30/06/2010 15:49 1
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Regras do futebol possuem plasticidade simbólica, diz estudo Agência FAPESP – Quando o assunto é futebol, o foco se centra nos times, nas habilidades individuais dos jogadores e no caráter espontâneo que dão ao público – pelo menos é o que sempre se espera –... ver mais Agência FAPESP – Quando o assunto é futebol, o foco se centra nos times, nas habilidades individuais dos jogadores e no caráter espontâneo que dão ao público – pelo menos é o que sempre se espera – o futebol-arte. Ou seja, a ênfase está no processo de formação das representações em torno do esporte. Mas, de acordo com um estudo publicado na revista Horizontes Antropológicos, que analisou as regras do futebol, as disposições para a prática do esporte como arte ou espetáculo deveriam ser observadas para além das faculdades da sensibilidade. De acordo com o autor do artigo, o antropólogo Luiz Henrique de Toledo, professor adjunto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), as regras possuem plasticidade simbólica, por serem também representações sociais. Ao analisar as regras, abre-se a possibilidade, segundo ele, de uma “abordagem conceitual mais plural, no sentido de verificar os limites, os alcances e as opções que estão na base de algumas das interpretações mais correntes”. “As representações em torno do futebol partem da percepção imediata da sensibilidade que se traduz na disposição corporal para o jogo, mas elas estão também em outras regiões para além da prática, isto é, nas regras”, disse à Agência FAPESP. O pesquisador aponta que a análise das regras é um tema muito rentoso do ponto de vista antropológico porque não parte de representações já cristalizadas, dos fatos já dados. “As regras não formariam um lugar seguro e objeto somente de especulação juralista, devem, isso sim, ser vistas como relações sociais na forma comprimida”, disse. “As regras do futebol chegaram aqui praticamente com o esporte e, como em outros lugares, foram aclimatadas à configuração sociológica local, recebendo interpretação original a alguns de seus preceitos”, apontou o autor do livro Lógicas no futebol (Hucitec, 2002), publicado com apoio da FAPESP. Toledo cita como exemplo a interpretação sobre o “tranco na disputa da bola”, recurso legítimo que, no Brasil, foi durante muito tempo pouco valorizado. Segundo ele, não faltaram advertências da crônica esportiva desde os anos 1930, que condenavam o uso vigoroso do corpo na disputa pela bola, visto como um defeito grave dos praticantes e fator que condenava o futebol brasileiro diante das disputas internacionais. “A elite desportista, ainda presa aos desígnios de um processo de civilização que censurava o uso do corpo como linguagem, o condenava como simples falta de decoro; de outro lado, muitos desportistas oriundos das classes populares, sobretudo de origem negra, esquivavam-se ou evitavam o uso do tranco, pois o enfrentamento direto com os possíveis egressos das elites em campo de jogo multiplicava ainda mais as formas do preconceito, agora transfiguradas no domínio dos embates esportivos”, explicou. “Mas essa recusa em jogar com mais virilidade corporal, ou seja, uma leitura ou interpretação errônea da regra, pode ter estimulado um uso mais original do corpo no trato da bola e introduzido novos intervenientes no jogo, como o drible”, disse. Futebol-arte O estudo elencou 17 regras que viabilizam uma partida de futebol tanto do ponto de vista competitivo como da fruição estética. Para a análise, o autor utilizou sumários de livros de regras e manuais de arbitragem. “Nos sumários, as regras aparecem condensadas e fiquei curioso em saber como poderia reagrupá-las em um sentido mais sociológico, quer dizer, tirá-las do descanso da reificação a que são submetidas, dissolvê-las novamente no fluxo da vida e trazê-las para o interior da dinâmica social. As regras estão para além do formalismo da sua escrita e para além da internalização e explicação mecânicas, tais como aparecem aludidas no senso comum”, disse. De acordo com o pesquisador, pesquisas anteriores pouco problematizaram o tema, que tem sido tratado com metáforas de outros tipos de regras, como as que prescrevem a dinâmica na política, por exemplo. “Nesse sentido, as regras condensariam historicidades, processos e simbolizações e uma aproximação desses preceitos ao mundo das ações sociais, do vivido e das classificações simbólicas dentro do campo esportivo as tornaria menos suscetíveis às frequentes reificações a que são submetidas”, disse. Para Toledo, é preciso ampliar o olhar em torno dessa poderosa narrativa sobre a representação em torno do futebol-arte. “Para pensar nessas representações que mobilizam grande parte, senão todo o discurso em torno do futebol jogado no Brasil, abordado como uma construção imaginativa poderosa, precisamos problematizar a noção de que ele viceja somente por intermédio da destreza, inclinação ou suposta ‘qualidade inata’ que revelamos na prática desse esporte”, destacou. http://www.educacaofisica.com...... << Nenhuma Força Social do Esporte 14/01/2009 19:42 0
Criar Brasil
Criar Brasil
Pacto pela Cidadania - Favela é cidade O Ibase está entrando no monitoramento ativo do PAC- favelas. A idéia é criar um espaço de diálogo e concertação entre moradores(as) das favelas e do conjunto da cidade. O objetivo é potencializar a... ver mais O Ibase está entrando no monitoramento ativo do PAC- favelas. A idéia é criar um espaço de diálogo e concertação entre moradores(as) das favelas e do conjunto da cidade. O objetivo é potencializar a política pública em questão para que sejam enfrentadas a segmentação e a discriminação existentes em relação às favelas, no espírito de que todos os habitantes têm igual Direito à Cidade. O Ibase está estabelecendo um acordo com a CAIXA para este fim, que será assinado dia 11 de novembro. Esta é uma excelente ocasião para dirigentes e lideranças da sociedade civil, de organizações empresariais e de representantes políticos eleitos demonstrarem seu compromisso com o Direito de Todas e Todos à Cidade. Confira em http://www.ibase.br/boletim/0...... << Nenhuma Notícias do Sudeste 07/11/2008 09:10 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Ética na TV tem como alvo a publicidade infantil Antes do dia das crianças, estávamos discutindo aqui sobre o peso da publicidade para crianças. Hoje, li essa matéria no site Caros Ouvintes ( http://www.carosouvintes.org....) e resolvi dividir com... ver mais Antes do dia das crianças, estávamos discutindo aqui sobre o peso da publicidade para crianças. Hoje, li essa matéria no site Caros Ouvintes ( http://www.carosouvintes.org....) e resolvi dividir com vcs! Bjos! *** Ética na TV tem como alvo a publicidade infantil Rio de Janeiro - A influência da publicidade veiculada na televisão no aumento do consumo infantil pode trazer diversas consequências. Por Paulo Virgílio*. A interferência cada vez maior desse tipo de propaganda sobre crianças e jovens é o tema da 5ª edição do Dia Nacional contra a Baixaria na Televisão, comemorado ontem (19). A informação foi dada pelo coordenador do site Ética na TV, Augustino Veit, em entrevista ao programa Redação Nacional, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Segundo ele, essa ação faz parte da campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania, iniciativa da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara do Deputados. O objetivo é promover o respeito aos direitos e à dignidade do cidadão nos programas de televisão. Segundo ele, entende-se como “baixaria” tudo aquilo que constitui um desrespeito à pessoa humana e viola o ordenamento jurídico. “Pelo que determina a Constituição, a função da TV é formar o cidadão, informar e divertir, e a programação não deve fugir desses três pilares constitucionais, expondo pessoas ao ridículo e explorando a nudez e a violência”, afirmou. A intenção da campanha é que a própria sociedade civil exerça um controle sobre a programação das emissoras de TV. Por meio do site Ética na TV e do telefone 0800 916 916, os telespectadores podem se manifestar, denunciando os programas que não consideram adequados às suas famílias. De acordo com o Augustino Veit, desde 2002, o site já recebeu cerca de 40 mil denúncias fundamentadas, isto é, citando dia, hora e nome do programa, e descrevendo as cenas exibidas e consideradas ofensivas aos direitos humanos. “Nós só trabalhamos com denúncias dos telespectadores e a cada quatro meses, a gente faz um ranking dos cinco programas mais denunciados”, disse. Para Augustino Veit, é preciso mudar os valores da sociedade. “Não é possível que a gente se divirta às custas do ferimento da dignidade de uma outra pessoa”, afirmou. Todas as denúncias são encaminhadas ao Ministério Público, ao Ministério da Justiça, responsável pela classificação indicativa dos programas, e às direções das emissoras citadas. *Paulo Virgílio é repórter da Agência Brasil... << Nenhuma Consumo!! 23/10/2008 11:25 1
Clara Araújo
Clara Araújo
MinC lança Edital do 'Prêmio Ludicidade Pontinhos de Cultura' Estão abertas até 8 de novembro as inscrições para o Prêmio Ludicidade/Pontinho s de Cultura, a ser desenvolvido no âmbito do Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania - Cultura Viva,... ver mais Estão abertas até 8 de novembro as inscrições para o Prêmio Ludicidade/Pontinho s de Cultura, a ser desenvolvido no âmbito do Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania - Cultura Viva, promovido pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Programas e Projetos Culturais do (SPPC/MinC). O objetivo é premiar e também mapear entidades sem fins lucrativos e instituições governamentais estaduais, distritais e municipais que desenvolvam atividades sócio-cultural- artístico- educacionais que assegurem os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente e que desenvolvam atividades relacionadas com os saberes e fazeres da Cultura da Infância. Esta iniciativa insere-se na Ação Ludicidade/Espaç os do Brincar que tem como finalidade promover uma política nacional de transmissão e preservação da Cultura da Infância, por meio de ações que fortaleçam os direitos da criança segundo o Estatuto da Criança e Adolescente, sensibilizado e capacitando profissionais de instituições públicas governamentais para implantação e/ou continuidade de ações lúdicas em espaços denominados ‘Pontinhos de Cultura’. Poderão ser inscritos projetos sócio-cultural- artístico- educacionais relacionados com os saberes e fazeres da Cultura da Infância, realizados em parceria com entidades que atuam ou tenham como objetivo promover uma política nacional de transmissão e preservação da Cultura da Infância. Para cada uma das 200 iniciativas escolhidas será destinada o valor de R$ 18 mil, com investimento de R$ 3,6 milhões. O número total de premiações será distribuído regionalmente, obedecendo a proporcionalidade da demanda habilitada. A análise das propostas recebidas será realizada por uma Comissão de Avaliação composta por representantes das Secretarias e das Representações Regionais do Ministério da Cultura, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH-PR), do Conselho dos Direitos da Criança e Adolescente (Conanda) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), além de quatro personalidades de notável experiência. Dentre os critérios para a seleção estão: experiência inovadora e investimento da entidade no seguimento de Cultura da Infância de sua região e no projeto cultural, artístico e educativo proposto; currículo do proponente; qualidade e originalidade do projeto apresentado; e interação e integração com instituições que promovam pesquisas na área. (Fonte: Assessoria de Comunicação da SPPC/MinC) ... << Nenhuma Discutindo Cultura 26/09/2008 11:00 0
Bartolomeu Fernandes
Bartolomeu Fernandes
Proibição ao fumo melhora saúde da cidade, diz estudo Tudo que for feito com a intenção de diminuir o nº de fumantes é bem vindo, mas precisamos encontrar meios de conscientizar mais, pois nem sempre as pesquisas revelam a realidade. A informação é... ver mais Tudo que for feito com a intenção de diminuir o nº de fumantes é bem vindo, mas precisamos encontrar meios de conscientizar mais, pois nem sempre as pesquisas revelam a realidade. A informação é muito boa e veio acalhar pois estamos debatendo a ação do tabaco (fumo).... << Nenhuma Mundo afora 03/02/2009 17:01 0
Lielle Serafim
Lielle Serafim
Proibição ao fumo melhora saúde da cidade, diz estudo 14/01/2009 - 20 visita(s) - G1 Fumo foi completamente banido em Pueblo, Colorado (EUA). Após 18 meses, internações por ataque cardíaco caíram 27%. Será que a proibição do fumo em espaços... ver mais 14/01/2009 - 20 visita(s) - G1 Fumo foi completamente banido em Pueblo, Colorado (EUA). Após 18 meses, internações por ataque cardíaco caíram 27%. Será que a proibição do fumo em espaços públicos melhora a saúde da população? Um novo estudo conclui que sim, e os efeitos são amplos e duradouros. A proibição ao fumo entrou em vigor no município de Pueblo, Colorado, em 2003. Pesquisadores monitoraram a incidência de ataques cardíacos na região, comparando as taxas da cidade com municípios vizinhos e próximos onde não havia tal proibição. A análise dos pesquisadores aparece na edição de 2 de janeiro do " Morbidity and Mortality Weekly Report". Nos 18 meses antecedentes à proibição do fumo, as taxas na cidade e nas áreas vizinhas eram idênticas e declinavam lentamente. Porém, nos 18 meses após a nova lei entrar em vigor, as hospitalizações por ataques cardíacos diminuíram 27% na cidade, enquanto permaneceram inalteradas nos outros dois distritos de comparação. Após outros 18 meses, até junho de 2006, as taxas na cidade eram 41% mais baixas do que antes da proibição do fumo, e continuaram inalteradas nas áreas vizinhas. Christine Nevin-Woods, diretora executiva da Secretaria de Saúde do Condado e da Cidade de Pueblo, que conduziu a pesquisa, reconheceu que o estudo não monitorou o tabagismo, e que não ficou claro se a proibição do fumo realmente levou à redução no número de fumantes. Ainda assim, ela disse: "Descobrimos, surpreendentemente, que a proibição ao fumo tem diminuído as taxas de ataques cardíacos significativamente, e essas taxas continuam a cair no longo prazo." http://www.educacaofisica.com...... << fumo  cirgarro  doenças cardíacas  Mundo afora 16/01/2009 12:24 1
João Paulo Malerba
João Malerba
Direito à comunicação pelo direito à cidade “Direito à Comunicação também é Direito à Cidade" foi o tema de um debate ocorrido no último dia do Fórum Social Urbano, 26 de... ver mais “Direito à Comunicação também é Direito à Cidade" foi o tema de um debate ocorrido no último dia do Fórum Social Urbano, 26 de março. Estiveram presentes Vito Giannotti, coordenador do NPC; Álvaro Neiva, do Coletivo Intervozes; Helena Elza de Figueiredo, do Movimento Helaiz; e Gizele Martins, editora do jornal O Cidadão, da Maré. Ao final do debate foi apresentado o filme dirigido por Pedro Ekman Levante Sua Voz, produzido pelo Intervozes, que retrata a concentração da mídia no Brasil. Giannotti, fazendo referência ao tema da mesa, constatou que não é garantido a todos(as) o direito à cidade devido à visão que se tem de cidade-empresa, que não prevê a inclusão da população negra e pobre. Ele lembrou que, historicamente, os movimentos sociais e de trabalhadores que se opõem a tal situação e passam a lutar por seus direitos acabam sendo reprimidos e silenciados. Quem é vítima dessa criminalização não tem garantido seu direito à comunicação exatamente para que se naturalize tal modelo de gestão do espaço urbano. “Assim, é a mídia do capital que acaba tendo o domínio da fala. E o que ela faz? Acaba agindo como o verdadeiro partido da burguesia”, analisou Giannotti. Como ele avalia, essa estratégia é importante para deixar a classe trabalhadora cada vez mais oprimida e assustada, sem reconhecer seus direitos. “Por isso é importante criar nossos próprios meios de comunicação, meio que disputem a visão de mundo”, disse. Álvaro Neiva, do Intervozes, falou sobre a importância de toda a sociedade refletir sobre seu direito à comunicação, o que muitas vezes não se torna claro devido à brutal concentração da mídia que existe no Brasil. Ele ressaltou que há muito ainda para ser conquistado: "Apesar de haver alguns avanços na Constituição, que prevê, por exemplo, proibição de monopólios e oligopólios e a complementaridade dos sistemas estatal, público e privado de radiodifusão, tais pontos não foram regulamentados ainda", esclareceu. Neiva citou outro aspecto importante, que é a renovação das concessões públicas de rádio e TV, feitas praticamente de forma automática. Neiva disse ser essencial disputar o conceito de “liberdade de expressão”, pois ele deve ser entendido como um direito de toda a sociedade, e não de pequenos grupos. “Não dá para rádios comunitárias continuarem a ser criminalizadas, terem seus equipamentos apreendidos. A mídia comercial, que diz defender a 'liberdade', ajuda mais ainda a criminalizar. Também ela se manifesta contrária a qualquer tentativa de fiscalização por parte do poder público. Ou seja: defende apenas a sua própria liberdade, não de todos”. Comunicação própria para combater exclusão na mídia Helena Elza de Figueiredo deu um depoimento emocionado, relatando como existem diferenças no tratamento dado pela mídia empresarial e pelo porder público em relação a ricos e pobres. Moradora do Morro Tuiuti, em São Cristovão, ela contou que sua filha foi sequestrada e morta em 2006. Após o trágico episódio, Helena e outra mãe resolveram criar o Movimento Helaiz – mães em ação contra o rapto, sequestro e desaparecimento de crianças. “Nós, pobres e favelados, somos desprezados, e o tratamento é bem diferenciado. Como a polícia age quando ocorre sequestro do filho do rico? Ela age rápido, e logo dá início às investigações. Já a gente eles mandam para casa. E a mídia, o que faz? Ao nosso caso quase nunca recebe atenção”. Helena avalia que o que facilita o desaparecimento de crianças nas comunidades é a falta de políticas públicas que garantam um espaço seguro em tempo integral para os filhos. A jornalista Paula Máiran, que vem acompanhando e prestando assessoria ao Movimento, lembrou o sequestro da menina inglesa Madeleine, em 2007, que estava com seus pais em Portugal. O caso foi capa e destaque em vários jornais e revistas. “Naquela época a Helena me ligou chorando, perguntando por que a vida daquela menina tinha mais valor do que a da filha dela”, relatou Paula, mostrando como é importante criar alternativas de comunicação. E uma dessas alternativas é o jornal comunitário O Cidadão, da Maré, que existe há 10 anos. Como contou a estudante de comunicação Gizele Martins, que trabalha nele há sete anos, são rodados 21 mil exemplares, distribuídos nas 16 favelas que formam o Complexo da Maré. Na avaliação de Gizele, apesar das dificuldades, o veículo vem cumprindo uma importante função: “Esse jornal veio para fortalecer a identidade dos moradores da Maré, porque a mídia burguesa não nos representa como personagens, não mostra o que a gente é. Pelo contrário: produz clichês como o de que todo favelado é vagabundo, criminoso, envolvido com o tráfico”, desabafou Gizele. A estudante lembrou da morte do menino Mateus, de apenas oito anos, assassinado pela polícia quando saia de casa para ir à padaria comprar pão. A mídia empresarial começou a divulgar a versão dos policiais de que o menino tinha “ligação com o tráfico” e de que havia ocorrido “troca de tiros”. A presença do jornal comunitário conseguiu alterar essa versão. “Ninguém ouviu a versão dos moradores. Nesse momento eu vi a importância das nossas mídias, tanto na apuração quanto dos próprios fotógrafos da Maré, os grandes responsáveis por fazer a perícia naquele dia”, concluiu.... << fórum  social  urbano  direito  humano  comunicação  intervozes  Conferência Nacional de Comunicação 29/03/2010 10:56 0
Paulo Marcos
Paulo Marcos
Governo da Bahia faz de Serrinha uma cidade pólo A expectativa maior é para o anúcio da construção da Escola de Ciências com o objetivo de incentivar as atividades de pesquisa e desenvolvimento O Governador da Bahia, Jaques Wagner, estará em... ver mais A expectativa maior é para o anúcio da construção da Escola de Ciências com o objetivo de incentivar as atividades de pesquisa e desenvolvimento O Governador da Bahia, Jaques Wagner, estará em Serrinha, às 14h desta quinta-feira (12), quando fará entrega de animais; anunciará a construção da Escola de Ciências; assinará convênio entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e a União das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado da Bahia (Unicafes). Todos os eventos ocorrerão na sede da ABBB. Logo depois o governador vai a Araci. Saiba mais sobre cada ação: 1 - Escola de Ciências Instituição: Com o objetivo de incentivar as atividades de pesquisa e desenvolvimento, além da produção e disseminação do conhecimento científico e tecnológico, o Centro de Educação Científica do Semi-Árido, também chamado de Escola de Ciências atenderá a 400 alunos (200 no turno da manhã e 200 no turno da tarde) da 6ª à 8ª séries, num período mínimo de um ano, no Colégio Estadual André Negreiros, que atualmente fechado, será cedido pela Secretaria Estadual da Educação, em regime de comodato e reformado para abrigar o empreendimento. Serão oferecidos oficinas e laboratórios de Ciência e Tecnologia, Ciência e Meio Ambiente, Ciência e Robótica e Ciência e Arte. O projeto, coordenado pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) tem o apoio do médico paulista Miguel Nicolelis, um dos mais renomados cientistas da atualidade, coordenador do laboratório de neurociências da Universidade de Duke, nos Estados Unidos e diretor do IINN-ELS. O investimento para a reforma da escola, ampliação, construção e implantação dos laboratórios e custeio por um período de 2 anos do Governo do Estado é de R$ 5 milhões. 2- Entrega de Animais: Ato: Com a distribuição de 2,7 mil caprinos e ovinos, serão beneficiadas 1,2 mil famílias, de cinco municípios da Região Sisaleira. A solenidade contará com a participação do governador Jaques Wagner, do secretário da Agricultura, Roberto Muniz, de autoridades locais e, aproximadamente, 1,2 mil agricultores familiares. Os animais chegarão em nove caminhões, na madrugada do dia 12, no parque de exposições da cidade, onde serão inspecionados por técnicos da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) e da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA). Até o final deste mês, 6 mil matrizes mestiças e 200 reprodutores Puros de Origem (PO) serão destinados ao Território do Sisal. Até agora, 600 famílias, de 10 municípios, já foram contempladas com a distribuição e, até o dia 23 de abril, cerca de 38 mil animais serão distribuídos em todo o Semi-árido. Programa: A Superintendência da Agricultura Familiar (Seagri/Suaf), através do projeto Sertão Produtivo, desenvolve uma série de ações voltadas para a promoção do desenvolvimento do Semi-árido. O programa tem um aporte de recursos de R$ 12 milhões para o estímulo à ovino-caprinocultura e que compõe o Programa Terra de Valor. O impacto do melhoramento genético do rebanho na região é garantido através da distribuição dos animais em regime de doação rotativa, quando as famílias beneficiadas, nessa fase, doarão a mesma quantidade de animais para uma segunda família, num prazo de 18 meses. Além da aquisição de matrizes e reprodutores, serão distribuídos aos agricultores familiares kits para ensilagem de forrageiras para reserva estratégica alimentar do rebanho para o período de estiagem, que estão em processo de licitação. A ação é fruto da parceria entre a Secretaria da Agricultura Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), através da Suaf, da Adab, da EBDA, e da Secretaria de Desenvolvimento Regional, coordenadora do Programa Terra de Valor. Potencial: A Bahia lidera o ranking nacional de caprinos com um rebanho estimado de 4,5 milhões de cabeças, e está em segundo lugar na criação de ovinos com 2,5 milhões. Do rebanho estadual, 93% encontram-se localizados no Semi-árido baiano, região caracterizada por irregularidades climáticas acentuadas, que ocasionam freqüente escassez de água e forragens para alimentação do rebanho. Com a distribuição, pretende-se chegar a marca de 7,5 mil cabeças no estado. 3 - Agricultura Familiar Convênio: Firmado entre a União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado (Unicafes) e a Secti, o convênio corresponde ao primeiro ato concreto do governo após a promulgação da lei do Cooperativismo e destina-se à implantação de processos de informatização das cooperativas. Os recursos destinados à Unicafes, serão para modernizar o monitoramento da gestão de cooperativas do setor, feito, atualmente, de forma manual. Com isso, as cooperativas serão informatizadas, o que facilitará o controle interno, tanto financeiro quanto produtivo, agilizando assim o desenvolvimento sustentável desse importante segmento da agricultura familiar. O projeto: É constituído de três linhas básicas: implantar a inovação tecnológica, apoiar a gestão financeira e melhorar a comunicação interna e externa das cooperativas. Para isso serão capacitados diretamente 300 agricultores familiares e indiretamente mil pessoas, através de cursos de noções básicas de informática, gestão financeira e controle interno. A integração das cooperativas se dará entre os parceiros locais, estaduais, nacionais e globais. A Unicafes fica responsável por facilitar o diálogo e a interação com as cooperativas. A ausência de informatização vem dificultando o processo de comunicação, capacitação e troca de experiências. O valor total do projeto é estimado em R$ 105,4 mil. Lei do cooperativismo: Sancionada no final de janeiro, a lei visa incentivar a atividade cooperativista e contribuir para o seu desenvolvimento na Bahia, fomentar e apoiar a constituição, a consolidação e a expansão de cooperativas no estado e estimular a captação e a disponibilização de recursos financeiros destinados a apoiar ações desta política. Além disso, tem como objetivo apoiar técnica e operacionalmente o cooperativismo na Bahia, promovendo as parcerias necessárias ao seu desenvolvimento. A Política Estadual de Apoio ao Cooperativismo beneficiará as cooperativas com sede e atuação na Bahia, e seus respectivos sócios. Serrinha: Com população estimada de 73.655 habitantes e extensão territorial de 568 km², tem como principais atividades econômicas a agricultura (manga) e a pecuária (rebanhos ovino e suíno). No setor de bens minerais é produtor de argila, granito, manganês e ouro. ... << Nenhuma Cangaia News 12/02/2009 10:17 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Há mais eleitores que habitantes em 28 cidades do país Pessoas, li essa matéria na Folha de São Paulo hj... Confiram vcs mesmos! Beijos! *** RUBENS VALENTE DA REPORTAGEM LOCAL Pelo menos 28 municípios brasileiros registraram, nas últimas... ver mais Pessoas, li essa matéria na Folha de São Paulo hj... Confiram vcs mesmos! Beijos! *** RUBENS VALENTE DA REPORTAGEM LOCAL Pelo menos 28 municípios brasileiros registraram, nas últimas eleições municipais, mais votantes do que a população medida pelo IBGE, conforme levantamento feito pela Folha. Proporcionalmente, Tapiraí (MG) foi o município campeão na disparidade, com 2.437 votos depositados nas urnas para uma população de 1.841 habitantes, segundo o censo do IBGE do ano passado. Em Analândia (SP), neste ano houve 4.490 eleitores para 4.166 moradores. A eleitora Adriana Batista Alves de Lima fez uma denúncia na Polícia Federal, agora sob apuração no Ministério Público de Itirapina (SP). Ouvida pelos agentes, contou que títulos de eleitor de moradores de Pirassununga foram transferidos para Analândia sob promessa de receberem a posse de terrenos no município. Segundo a denúncia, eles deveriam votar em determinado candidato a prefeito. Tanto o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) quanto os TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) de Minas Gerais e de São Paulo receberam com naturalidade as disparidades entre número de moradores e votantes. O TSE informou, por meio da assessoria, que "a jurisprudência do TSE consolidou-se no sentido de admitir que a residência no município, para fins de definição de domicílio eleitoral, pode ser abonada por outros vínculos -patrimoniais, profissionais e comunitários-, o que, as mais das vezes, determina percentuais mais elevados de eleitorado sobretudo em municípios de baixa densidade demográfica que tenham algum fator de atração migratória (econômico, turístico etc.)". O TSE realizou revisão em 1.129 cidades em 2007. "A Corregedoria Geral Eleitoral informou que a revisão pode ser realizada em duas hipóteses: denúncia fundamentada de fraude ou os três requisitos previstos na resolução nº 21.538/ 2003", disse a assessoria. Segundo o TRE de São Paulo, "o domicílio eleitoral não se confunde com domicílio civil, ele é bem mais flexível. Domicílio eleitoral é o lugar em que a pessoa mantém vínculos políticos, sociais e econômicos". O TRE paulista informou ter feito, entre 1999 e 2007, revisão nos sete municípios referidos no levantamento da Folha. "Nas revisões, o eleitorado foi chamado para comprovar o domicílio eleitoral. Os que não compareceram tiveram a inscrição eleitoral cancelada." O juiz auxiliar da Corregedoria Eleitoral de Minas Gerais, José do Carmo Veiga, disse, por meio da assessoria do TRE-MG, que "no segundo semestre de 2007 foram procedidas revisões em 174 municípios de Minas onde havia uma desproporção entre eleitorado e população, conforme indicou o TSE". Segundo o corregedor, como conseqüências da revisão "foram cancelados mais de 200 mil títulos de eleitor nesses municípios, daqueles eleitores que não compareceram à revisão ou não conseguiram comprovar o vínculo com a cidade onde estava inscrito". De acordo com o corregedor, "os tipos de domicílio são diversos", o que pode "gerar, inclusive, a desproporção".... << eleição  eleitor  cidade  habitantes  Voto Consciente 03/11/2008 12:28 0
João Paulo Malerba
João Malerba
73% dos pais concordam em restringir a publicidade voltada ao público infantil Pesquisa divulgada no último dia 16 mostra que 73% dos pais concordam em restringir a publicidade voltada ao público infantil. De acordo com o Datafolha, que realizou o levantamento, as... ver mais Pesquisa divulgada no último dia 16 mostra que 73% dos pais concordam em restringir a publicidade voltada ao público infantil. De acordo com o Datafolha, que realizou o levantamento, as principais justificativas dos entrevistados para a restrição às propagandas são o consumismo infantil, a incitação a má alimentação, ao sexo e à violência. Cerca de 70% dos pais entrevistados afirmaram serem influenciados pelos filhos na hora da compra. A pesquisa, encomendada pelo projeto Criança e Consumo, do instituto Alana, mostra ainda que para os pais o maior influenciador dos pedidos dos filhos são as propagandas (38%). Em seguida estão os personagens de filmes ou de programas de TV (18% e 16%, respectivamente). “Seria necessário que não houvesse hoje publicidade que falasse diretamente à criança. A influência sempre vai ser muito grande. É uma verdadeira covardia endereçar mensagens comerciais pedindo às crianças que comprem, que consumam serviços, muitas vezes produtos alimentícios, porque elas não conseguem fazer uma análise crítica como os adultos”, avalia Isabella Henriques, coordenadora do Projeto Criança e Consumo. Ela cita como exemplo países como Suécia e a Noruega, onde a publicidade na televisão voltada ao publico infantil foi totalmente proibida. Já para o vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Anunciantes, Rafael Sampaio, é preferível fazer publicidade diretamente ao publico infantil a deixá-lo apenas com a opção das propagandas ao público adulto. “Achamos que a propaganda dirigida às crianças tem de ser muito bem feita, com altíssimo nível de responsabilidade, mas não dá mais para deixá-las em uma redoma. Como é impossível restringir o acesso das informações que as crianças recebem, a nossa tese é de que devemos fazer a publicidade para as crianças e ensiná-las a navegar em uma sociedade que tem esse excesso de ofertas”. A pesquisa do Datafolha foi realizada na cidade de São Paulo nos dias 22 e 23 de janeiro. Foram ouvidos 411 pais e mães de todas as classes econômicas com filhos de 3 a 11 anos. A maioria dos entrevistados, 52%, era da classe C. De acordo com o Datafolha, a margem de erro é de pontos percentuais. Reportagem de Bruno Bocchini, da Agência Brasil, publicada pelo EcoDebate, 17/03/2010... << eca  criança e adolescente  publicidade  infantil  Estatuto da Criança e do Adolescente 24/03/2010 10:00 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Comissão aprova percentual de verba de publicidade para mídia local Ratinho Junior: "a proposta racionaliza o uso dos recursos públicos". A Comissão de Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e... ver mais Ratinho Junior: "a proposta racionaliza o uso dos recursos públicos". A Comissão de Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou hoje o Projeto de Lei 4961/09, que obriga órgãos públicos da administração direta e indireta da União, dos estados e dos municípios a reservar, para jornais alternativos de bairro ou regionais, pelo menos 10% da verba de publicidade de imprensa escrita. O texto define como jornal alternativo o periódico com tiragem mínima de cinco mil exemplares "ou notório reconhecimento local" que seja preponderantemente dirigido a uma região, bairro ou segmento específico da sociedade. De acordo com o autor da proposta, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), o objetivo do projeto é facilitar o acesso da população à publicidade oficial, já que a maioria dos cidadãos não lê os jornais oficiais. "Além disso, fortalecer os jornais alternativos e de menor porte é defender a liberdade de opinião e de pensamento", defende o autor. O relator da proposta, deputado Ratinho Junior (PSC-PR), explica que a destinação de pelo menos 10% da verba para a mídia local abre a perspectiva de aumento da transparência na utilização da publicidade oficial, além de possibilitar o uso racional dos recursos. Júnior acredita que a exigência de verificação da tiragem e da circulação dos exemplares assegura que os leitores vão receber o jornal e terão acesso às campanhas publicitárias oficiais. Tramitação O projeto, que tramita em caráter conclusivo, segue para a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). ------------------------------------------------------ arthur william... << publicidade  mídia local  Rádios comunitárias 29/09/2009 11:03 0
Vitor Munhoz
Vitor Munhoz
Encontro Nacional da Juventude do Campo e da cidade Jovens de todo o Brasil estão reunidos no campus do Gragoatá, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, para discutir as políticas públicas voltadas à juventude. O Encontro é organizado... ver mais Jovens de todo o Brasil estão reunidos no campus do Gragoatá, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, para discutir as políticas públicas voltadas à juventude. O Encontro é organizado por movimentos sociais, como o MST e Via Campesina, e terá a presença de personalidades como Anita Prestes, Marcelo Yuka, entre outros. O evento se encerra na sexta-feira, dia 15 de agosto.... << encontro  nacional  juventude  uff  mst  via campesina  campo  Capacitação do RadioTube 13 de Agosto 13/08/2008 15:15 0
Tatiane Cardoso
Tatiane Cardoso
Jornada de Luta pela Reforma Urbana e pelo Direito à cidade POR MAIS MORADIA POPULAR O déficit habitacional é de cerca de 7,93 milhões de residências, segundo dados do IBGE “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a... ver mais POR MAIS MORADIA POPULAR O déficit habitacional é de cerca de 7,93 milhões de residências, segundo dados do IBGE “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.” O Fórum Nacional da Reforma Urbana – FNRU juntamente com representantes dos quatro movimentos populares nacionais (UNMP, CONAM, UNMP e CMP) que lutam pelo direito à moradia no Brasil fazem nesta última semana de novembro, 24 a 28 de novembro, a Jornada de Luta pela Reforma Urbana e pelo Direito à Cidade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE - calcula-se que um terço das moradias no país são inadequadas, sem acesso a serviços básicos como saneamento, coleta de lixo e registro de titularidade. Levantamento da Fundação João Pinheiro, em parceria com o Ministério das Cidades, o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID - e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - PNUD, revelou que o déficit de moradias no país, com base em dados de 2006, é de 7,93 milhões de residências. Já o de unidades vagas seria de 6.579, com condições de moradia adequadas. O estudo mostra que esse déficit se concentra nas regiões Sudeste e Nordeste, com cerca de 2,68 e 2,93 milhões, respectivamente. Podemos destacar alguns estados, como São Paulo com 1.478 milhões, Rio de Janeiro com 609 mil, Pará com 418 mil, Ceará com 414, Pernambuco com 404 mil, Rio Grande do Sul com 362 e Goiás com 202 mil. A jornada deste ano tem entre as suas principais reivindicações exigir do governo compromisso para a utilização de prédios públicos ociosos, para que os mesmos tenham função social, e que seja implementada uma política de prevenção a despejos. Na maior parte das capitais o número de domicílios vazios é superior ao déficit habitacional. Tais domicílios correspondem a apartamentos e casas vagas e, muitas vezes, a prédios inteiros desocupados. É inadmissível que tantos imóveis fiquem vazios enquanto o déficit habitacional só aumenta. Outro foco da jornada é garantir mais recursos para a habitação popular, com controle social. Assim, FNRU e movimentos reivindicam que todos os recursos hoje existentes, 4 bilhões anuais, do PAC habitação e de outros programas, sejam alocados no Fundo de Moradia Popular, o FNHIS. E que 30% destes recursos sejam destinados para o programa que apóia a produção de moradia feita pela população organizada, de forma autogestionária. Com essas ações a jornada pretende conquistar cidades mais dignas para todos. Aumentar a visibilidade dos problemas urbanos no Brasil, pressionar o poder público a implementar políticas de promoção do direito à cidade e ampliar a participação e controle social na gestão de nossas cidades. Busca-se cobrar e chamar a atenção das autoridades para que possamos ter cidades mais justas no Brasil, com serviços e equipamentos mais acessíveis, para que todos possam usufruir dos benefícios da vida na cidade em que mora. A Jornada de Luta pela Reforma Urbana é uma iniciativa dos movimentos sociais urbanos CONAM – Confederação Nacional de Associações de Moradores, UNMP – União Nacional por Moradia Popular, MNLM – Movimento Nacional pela Luta Moradia, CMP – Central de Movimentos Populares, do Fórum Nacional de Reforma Urbana e dos Fóruns Estaduais e Regionais pela Reforma Urbana e pelo direito à cidade de todo o Brasil. Mais informações: Tatiane Cardoso: 21-2508 5204 / 21.2242-8671 / 9348-9092 tatiane@criarbrasil.org.br www.criarbrasil.org.br ... << reforma  urbana  lya  cidade  Reforma Urbana 24/11/2008 08:40 0
Actionaid
Actionaid
ActionAid traz o geógrafo David Harvey para discutir o direito à cidade no Fórum Social Mundial 2009 O seminário “Lutas pela reforma urbana: o direito à cidade como alternativa ao neoliberalismo” promovido por uma rede de organizações e movimentos sociais será inaugurando com uma conferência do... ver mais O seminário “Lutas pela reforma urbana: o direito à cidade como alternativa ao neoliberalismo” promovido por uma rede de organizações e movimentos sociais será inaugurando com uma conferência do geógrafo David Harvey, no dia 29/1, às 9h, na Tenda da Reforma Urbana. David Harvey é Professor da City University of New York, é uma referência no campo dos estudos urbanos. Atualmente dedica-se a temas relativos à geografia urbana, como o Direito à Cidade. É considerado um dos geógrafos mais influentes do final do século XX. É autor de livros como A Condição Pós-moderna; O novo capitalismo; Espaços de Esperança, A produção Capitalista do Espaço, entre outros. A Reforma Urbana e o Direito à Cidade são temas com que a ActionAid trabalha em seu programa de Governança e Participação Democrática por meio de parcerias com o Fórum Nacional de Reforma Urbana. “Nos últimos 25 anos, Harvey tem sido uma dos mais importantes teóricos sobre a questão urbana no mundo. Para a ActionAid, ele é um aliado. Sua presença no Fórum Social Mundial é uma oportunidade para aprofundar o diálogo sobre o Direito à Cidade junto aos movimentos sociais que apoiamos”, afirma Brian Mier, coordenador do Programa de Participação Democrática da ActionAid. A cidade como um espaço de reinvenção do ser humano O professor irá abrir o seminário com a conferência “Alternativas ao Neoliberalismo e o Direito à Cidade”. Para Harvey, o direito à cidade é um direito coletivo, não é só um direito para a acessar o que já existe, é o direito à mudança, à mudança de nós mesmos. O espaço urbano é onde se cria a personalidade humana, o ser humano, é nas cidades onde nos refazemos, nos reinventamos. Para o autor, o direito à cidade é o direito de se fazer algo no futuro, de participar pró-ativamente, por isso temos que considerá-lo como um direito progressista. Por isso devemos nos perguntar que tipo de pessoas queremos ser, que tipo de relação com a natureza queremos ter, que tipos de relações sociais queremos. “Reclamar o direito à cidade é reclamar ter voz ativa sobre os processos de urbanização por meio dos quais nossas cidades são feitas e refeitas de uma maneira fundamentalmente radical”, afirma. A questão urbana é cada vez mais importante e para se pensar em mudar as relações de poder desiguais. E com a tendência mundial é que a população urbana aumente cada vez mais, não há soluções ambientais, sociais, políticas e econômicas sem pensar o urbano. Estratégias coletivas para acessar o direito à cidade O objetivo do Seminário é definir estratégias coletivas e uma agenda unificada entre organizações, redes e fóruns para a párticpação popular efetiva nos processo de decisão e implementação da moradia popular e acesso democrático a bens e serviços como água e saneamento. Também serão apresentados os resultados e desafios dos movimentos que lutam pelo acesso à moradia, à água e ao saneamento, e definido um plano de trabalho comum até 2010.... << fórum social mundial  alimentação  educação  neoliberalismo  capitalismo  Chance à Paz 24/01/2009 12:23 0
Paulo Marcos
Paulo Marcos
Falta de prestação de contas ameaça repasse para merenda escolar em 64 cidades baianas Por Paulo Marcos* Pelo menos 895 municípios e nove redes estaduais de ensino (Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Tocantins) podem ficar sem o... ver mais Por Paulo Marcos* Pelo menos 895 municípios e nove redes estaduais de ensino (Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Tocantins) podem ficar sem o repasse financeiro do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) do Ministério da Educação. O mandato dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE) dessas localidades estão vencidos e por isso não há como apresentar a prestação de contas referente a 2008 até a data limite, 28 de fevereiro. O levantamento é do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pela execução do programa de merenda escolar. Além da rede estadual, 64 municípios baianos estão nessa situação, sendo que treze estão com a prestação vencida há mais de 90 dias. São eles: Araçás, Belo Campo, Cocos, Ibipeba, Ipirá, Iramaia, Irecê, Jacobina, Laje, Mirangaba, Souto Soares, Uruçuca e Vereda. A cada início de ano, estados e municípios devem enviar a documentação para prestação de contas ao CAE, entidade responsável pelo acompanhamento dos recursos para a merenda escolar. Os documentos deveriam ter sido entregues até 15 de janeiro para que os conselhos enviassem um parecer conclusivo ao FNDE até o dia 28. Em 2009, o Pnae tem um orçamento de R$ 2,02 bilhões para o atendimento dos alunos de educação básica da rede pública. Em 2008, a transferência atingiu R$ 1,49 bilhão chegando a 34,6 milhões de alunos. O FNDE recomenda aos municípios e estados que ainda não enviaram os documentos para o CAE que o façam o mais rápido possível. Logo que a prestação de contas chegar e for aceita pelo fundo, o repasse é restabelecido. No caso dos municípios que estão sem conselho, uma nova eleição deve ser feita para que os membros possam analisar e dar parecer sobre a prestação de contas. O CAE deve ser constituído por sete membros, entre eles representantes de professores, pais de alunos e da sociedade civil. A coordenadora-geral do Pnae, Albaneide Peixinho, explica que sem um conselho para aprovar essa prestação o município tem o benefício suspenso. “O conselho deve observar por exemplo se o número de alunos que o município diz que atendeu bate com o de matrículas, ou se a alimentação oferecida é mesmo aquela especificada. Por isso o processo é feito ao longo do ano e não apenas nesse período, o conselho precisa visitar as escolas. E se o ator [CAE] não existe, como a ação pode ser executada?”, questiona. Caso o município tenha o benefício suspenso, mesmo que temporariamente, deve arcar com os custos integrais da merenda escolar. “É direito constitucional de todo aluno receber alimentação escolar. Se o gestor não tiver recebido ele precisa bancar, até porque as aulas já começaram”, aponta Albaneide. Se os municípios comprovarem que mantiveram a alimentação escolar com recursos próprios durante este período, o FNDE pode pagar as parcelas retroativamente a título de ressarcimento. Mais informações no site do FNDE ou pelo telefone 0800 616161. Prestação de contas da merenda vence dia 28 de fevereiro Estados e municípios têm até o dia 28 de fevereiro para prestar contas ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) sobre os recursos recebidos em 2008 pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Quem não respeitar o prazo ou não conseguir comprovar a execução correta do programa pode ficar sem os repasses do governo federal para a merenda. Em 2009, o Pnae tem um orçamento de R$ 2,02 bilhões para o atendimento de todos os alunos da educação básica. Em 2008, a transferência de recursos atingiu R$ 1,49 bilhão, para o benefício de 34,6 milhões de estudantes do ensino fundamental e da educação infantil. O processo de prestação de contas da alimentação escolar se repete a cada ano. Até 15 de janeiro, estados e municípios devem enviar a documentação ao Conselho de Alimentação Escolar (CAE), entidade de controle social responsável pelo acompanhamento do programa em cada localidade. Cabe ao CAE analisar, emitir parecer conclusivo e encaminhar ao FNDE a prestação de contas do município ou do estado até 28 de fevereiro. Se o município não estiver com o conselho em funcionamento e regular com a prestação de contas, o Fundo pode suspender os repasses de recursos da alimentação escolar. Levantamento feito pela coordenação do programa da merenda escolar no dia 20 de fevereiro e disponível no sítio eletrônico do FNDE (www.fnde.gov.br) revela que há nove estados e 895 municípios com conselhos de alimentação escolar com mandato vencido. Desses, 150 estão vencidos há mais de 90 dias. Nesse caso, o FNDE suspende a transferência financeira. No entanto, a falta de repasse da parte da União não significa que os alunos vão ficar sem merenda. Pela Constituição, a alimentação escolar é um dever dos três entes federados, ou seja, da União, dos estados e dos municípios. Caso o governo federal suspenda a transferência por problemas causados por estados e municípios, cabe a esses fornecerem a merenda. Sete membros – A Medida Provisória 455, de janeiro de 2009, que ampliou o atendimento da alimentação escolar para toda a educação básica, aumentou o mandato dos conselheiros para quatro anos, renováveis por mais quatro – antes os mandatos eram de dois anos. O CAE deve ser constituído por sete membros: um representante indicado pelo poder executivo local, dois representantes de entidades de alunos, professores e trabalhadores da educação, dois representantes de pais e alunos e dois representantes de outro segmento da sociedade civil. Para garantir o recebimento ou voltar a receber, os atuais gestores públicos devem verificar se o conselho está em vigor. Caso não esteja, é necessário convocar uma assembléia, na qual serão escolhidos novos membros ou reconduzidos os atuais conselheiros. Tudo isso deve ser registrado em ata, e o FNDE deve ser informado sobre a composição do conselho. A atualização do cadastro do conselho pode ser feita no sítio eletrônico do FNDE, por meio do sistema CAE Virtual. Alimentação Escolar O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), implantado em 1955, garante, por meio da transferência de recursos financeiros, a alimentação escolar dos alunos da educação infantil (creches e pré-escola) e do ensino fundamental, inclusive das escolas indígenas, matriculados em escolas públicas e filantrópicas. Seu objetivo é atender as necessidades nutricionais dos alunos durante sua permanência em sala de aula, contribuindo para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendizagem e o rendimento escolar dos estudantes, bem como promover a formação de hábitos alimentares saudáveis. O Pnae tem caráter suplementar, como prevê o artigo 208, incisos IV e VII, da Constituição Federal, quando coloca que o dever do Estado (ou seja, das três esferas governamentais: União, estados e municípios) com a educação é efetivado mediante a garantia de "atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade" (inciso IV) e "atendimento ao educando no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde" (inciso VII). Atualmente, o valor repassado pela União, por dia letivo, é de R$ 0,22 por aluno de creches públicas e filantrópicas, de R$ 0,22 por estudante do ensino fundamental e da pré-escola. Para os alunos das escolas indígenas e localizadas em comunidades quilombolas, o valor per capita é de R$ 0,44. Os recursos destinam-se à compra de alimentos pelas secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal e pelos municípios. O repasse é feito diretamente aos estados e municípios, com base no censo escolar realizado no ano anterior ao do atendimento. O programa é acompanhado e fiscalizado diretamente pela sociedade, por meio dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAEs), pelo FNDE, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Secretaria Federal de Controle Interno (SFCI) e pelo Ministério Público. Em 2008, o Pnae investiu R$ 1,49 bilhão para atender 34,6 milhões de alunos do ensino fundamental e da educação infantil. O orçamento do programa para 2009 é de R$ 2,02 bilhões, para beneficiar todos os estudantes da educação básica. * Informações da Agência Brasil, A Tarde On Line e FNDE ... << alimentação  escolas  municípios  bahia  brasil  Nordeste em notícias 27/02/2009 09:39 0
Tatiane Cardoso
Tatiane Cardoso
Concentração Praça da Sé - Jornada Nacional de Luta pela Reforma Urbana e pelo Direito à cidade Participantes de movimentos sociais que lutam pelo direito à cidade, com moradia mais digna para todos, fazem uma manifestação neste momento (9h) na Praça da Sé, em São Paulo. São esperadas cerca de... ver mais Participantes de movimentos sociais que lutam pelo direito à cidade, com moradia mais digna para todos, fazem uma manifestação neste momento (9h) na Praça da Sé, em São Paulo. São esperadas cerca de cinco mil pessoas que, em seguida, seguem para a Caixa Econômica Federal, CDHU, Prefeitura Municipal de São Paulo e Bolsa de Valores, na região central da cidade. O estado de São Paulo tem o maior déficit habitacional do país com 1.478.495 milhão, segundo dados do IBGE de 2006, em números absolutos. Na busca por cidades mais acessíveis à população o Fórum Nacional da Reforma Urbana – FNRU, em parceria com os movimentos de luta pelo direito à cidade, se mobilizam para a Jornada Nacional de Luta pela Reforma Urbana e pelo Direito à Cidade, que acontece na próxima semana, de 24 a 28 de novembro, em diversos estados do país e no Distrito Federal. Uma das principais reivindicações do FNRU é que sejam destinados todos os imóveis públicos ociosos, para habitação de interesse social. Acredita-se que só em São Paulo haja 1.378.113 mil imóveis vazios, entre públicos e privados. Com essas ações a jornada pretende conquistar cidades mais dignas para todos. “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.” Contatos para entrevistas: Tatiane Cardoso 21.2242-8671 / 2508-5204 / 8778-5366 / 9348-9092 ... << praça  da    manifestação  jornada  reforma  urbana  Reforma Urbana 24/11/2008 08:42 0