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Lielle Serafim
Lielle Serafim
a ESCOLA NUM MUNDO SATURADO DE INFORMAÇÃO Professores (as) de todos os níveis de ensino vivenciam grandes mudanças força pela chegada dos nativos digitais ás escolas. São criança, adolescentes e jovens nascidos depois de 1990 e que, mesmo... ver mais Professores (as) de todos os níveis de ensino vivenciam grandes mudanças força pela chegada dos nativos digitais ás escolas. São criança, adolescentes e jovens nascidos depois de 1990 e que, mesmo diante das desigualdades socioeconômicas, foram expostos desde muito cedo ás mais recente tecnologias de informação e comunicação (tic). Levando-se em consideração que a informação está sendo criada a uma velocidade e volume jamais visto, não é mais possível fugir da necessidade de aprender sempre e de forma autônoma . A designação nativo digital parece definir bem os que são habitantes nativos da linguagem própria dos computadores, telefones moveis, videogames e internet, pois permite estabelecer sua contraparte, os imigrantes digitais, como a geração que não conheceu essa possibilidades em sua infância, tendo que se adaptar ao novo contexto. Cultura da internet Um novo paradigma sobre a aprendizagem estabeleceu-se a partir das trazidas Pela convergência digital .Isso pode ser sintetizado nas seguintes afirmações: 1) Existe a necessidade de reaprender como encontrar, selecionar, avaliar, organizar e recrear as informações de acordo com sua relevância, em meio ao imenso volume de dados em circulação. 2) A aprendizagem em tempo de convergência digital é um processo colaborativos em que as redes sociais se destacam ao redor de interesses comuns, facilitando e orientando a construção do conhecimento. 3) O aprendeste assume um papel central no processo de aprendizagem, por isso não pode ser tratada como um receptor passivo da informação avaliado e comentador critico. 4) Para dar conta dessa realidade, o processo da aprendizagem torna-se cada vez mais personalizado, focado nas necessidades e no interesse individuais. As pessoas aprendem de forma diferente em tempos de convergência digital. O significado de conhecer mudou, pois ao invés de ser capaz de lembrar e repetir informações é mais importante ser compreendeste nas buscas e na utilização das mesmas. A Web 2.0 fez chegar com mais clareza o tempo da chamada cognação distribuída, o modelo das relações sociais fundado na colaboração coletiva, tal como se pode explicar com os crescentes movimentos de recursos educacionais abertos. Existe uma cultura característica da internet que se constrói com a participação de todos protagonistas, exclusive pelo fato de selecionar e classificar algumas dentre todas as fontes que dispõem, contribuindo com a circulação criativa de informação sobre a qual nenhum individuo ou instituição tem o domínio exclusivo. OS NATIVOS DIGITAIS A construção de conhecimentos valorizado pela sociedade está vez menos confinada nas instituições educativas ( espaços), nem se limita a formação inicial obtida ( tempo). O diploma passaram a ser uma certificação social, não se significando que o diploma realmente domina a area de conhecimento na qual se formou. Os nativos digitais caracteriza-se também por : -criar conteúdos para internet e compartilhar por esse meio; - avaliar pessoas produtos ou serviços usando a internet: - possuir as suas próprias paginas pessoais; - colaborar me paginas pessoais e blogs do outro; -remixar conteúdos encontrado na internet em suas próprias criações. Os nativos digitais principais são mais conectados, imediatistas, preferem aprender fazendo a apenas ouvir, sentem-se á com diferentes grupos indivíduos pela internet, forma equipe para trabalhar ( ainda que por custo espaço de tempo), prefere a informação visual, são sinestésicos (prefere algo que permita interação) e tem dificuldade de se dedicar a aprender coisas que mereçam e não fazer sentido ou descontextualizadas. Com a informação democratizada e a sociedade multicultural, permanece a pergunta: de onde emana autoridade do professor? Em meio ao permanente relativismo da ciência, o que aprende e guarda para sempre? Nesse ambiente torna-se cada vez mais vital á sanidade desenvolver estratégias mentais para ajudar a esquecer as coisas que não precisa ser lembradas. Chega a ser ridículo encontrar hoje os anteriormente considerados eruditos, gente com amplas capacidades para decorar textos ou formulas matemáticas e recitá-los quando necessário. Vive-se o principio da chamada cognição distribuída. As instituições educacionais que se interessam em manter a relevância precisa assumir dentre os fundamentos de suas estratégias que há novos tipos de estudantes,de diferentes idades e classes sociais, interessados em avançar em seus estudos. Em quaisquer dos casos, a adoção do TIC e a mudança dos parâmetros antiquados sobre ensino e aprendizagem tornam-se urgente. É uma revolução em andamento. ... << Nenhuma Novas Tecnologias 02/09/2010 16:02 0
André  Lobão
André Lobão
a despedida do Jornal do Brasil - 31 de agosto de 2010 O jornalismo brasileiro perde uma página importante de sua história. Depois de quase 120 anos sai de circulação o Jornal do Brasil. O impresso carioca ao longo de... ver mais O jornalismo brasileiro perde uma página importante de sua história. Depois de quase 120 anos sai de circulação o Jornal do Brasil. O impresso carioca ao longo de décadas foi uma verdadeira referência em termos de prática jornalística. Reunidos na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro, antigos e atuais jornalistas e funcionários, realizaram um ato em homenagem ao tradicional veículo. Marcos Pontes, jornalista que trabalhou 25 anos no Jornal do Brasil, na editoria de cultura, chefiando o Caderno idéias, contou sobre a resistência na época da ditadura militar e das dificuldades de arregimentar colaboradores. " No início dos anos 1970 era um problema porque pouca gente queria colaborar. Muitas pessoas estavam sendo perseguidas e não queriam escrever e colaborar. Eu procurei e recrutei estudantes. Tinha em mente reunir pessoas que pudessem mobilizar e ter voz." - disse o veterano, combatente das letras. O JB foi inovador para o então competitivo mercado jornalístico brasileiro. Para se ter uma idéia, nos anos 1950, só no Rio de Janeiro circulavam 18 jornais. Hoje esse número fica restrito a pouco mais de sete periódicos. O jornalista Ancelmo Góis demonstrou muito orgulho ao falar do período em que trabalhou no veículo. "O Jornal do Brasil foi durante muito tempo o mais inquieto, o mais polêmico, o mais vanguardista e o mais popular jornal do país. Foi ótimo, foi uma grande história, uma belíssima história. Eu tenho muito orgulho de dizer que trabalhei no JB." – completou com emoção. Ainda no fim dos anos 1950, O Jornal do Brasil foi precursor de uma famosa reforma gráfica que acabou por ser uma referência para todos os jornais do país. A partir da década seguinte, o veículo passou a contar com uma super equipe de jornalistas como Ferreira Goulart, Villas Boas Correia, Carlos Castelo Branco, Zuenir Ventura e Alberto Dines, entre outros. O JB já foi um ícone para o Rio de Janeiro. No fim dos anos 1980, vendia mais de 180 mil exemplares por dia e 250 mil aos domingos. Agora seu acesso se dará somente pela internet, mediante ao pagamento de uma assinatura digital. E assim, usando a desculpa da adequação tecnológica se joga fora uma das mais importantes páginas da democracia no Brasil. Adeus JB,foi bom enquanto durou... ... << comunicação  jornal do brasil  mídia impressa  Comunicador Social 31/08/2010 17:03 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Anatel altera data para receber proposta sobre banda larga móvel Anatel altera data para receber proposta sobre banda larga móvel Agência prorrogou de 26 de agosto para 15 de setembro a consulta pública, que tem o objetivo de melhorar a... ver mais Anatel altera data para receber proposta sobre banda larga móvel Agência prorrogou de 26 de agosto para 15 de setembro a consulta pública, que tem o objetivo de melhorar a qualidade da internet sem fio. Por Redação do IDG Now! 24 de agosto de 2010 - 12h34 A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prorrogou para 15/9 o prazo para receber contribuições para a Consulta Pública nº 27, que tem por objetivo reestruturar o processo de avaliação pela agência da qualidade do serviço da banda larga móvel. A data anterior era 26/8. A agência alterou o prazo em atendimento aos pedidos da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor do Paraná (Procon/PR) e do Comitê de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações (Cdust). O Despacho 7.278 do Conselho Diretor determinando a prorrogação foi publicado hoje no Diário Oficial da União (seção 1, página 99). As contribuições e sugestões devem ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública (Sacp), fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. A proposta do Regulamento de Gestão da Qualidade das Prestadoras do Serviço Móvel Pessoal (RGQ-SMP), objeto da Consulta Pública nº 27, sugere, entre outras inovações a relação entre o número total de reclamações recebidas na Anatel, em desfavor da prestadora e em todos os canais de atendimento da operadora no mês que não devem ser superior a 2%. Os dados de reclamações recebidas pela agência serão obtidos do sistema de Suporte do Atendimento ao Usuário (Focus) da Anatel ou outro que venha a substituí-lo, ou a critério da agência. Essas informações poderão ser obtidas do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor do (Sindec) do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça. O regulamento propõe também a doção do Índice de Desempenho no Atendimento (IDA) para compor o rol de indicadores de aferição da qualidade do SMP, entre outras medidas para melhor a qualidade da banda larga móvel. http://computerworld.uol.com....... << banda larga móvel  anatel  Conferência Nacional de Comunicação 30/08/2010 15:14 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Assinatura da Concessão de Belo Monte é mais uma ofensiva macabra para sentenciar a morte do rio Xingu Os funcionários do Planalto ainda não terão limpado os restos da festança que comemorará o retorno do Presidente da República ao seu Palácio nesta... ver mais Os funcionários do Planalto ainda não terão limpado os restos da festança que comemorará o retorno do Presidente da República ao seu Palácio nesta quarta, dia 25, e o governo federal assinará a sentença de morte do Xingu e a expulsão de milhares de cidadãos de suas casas, que são o pouco que ribeirinhos e pequenos agricultores das barrancas do rio podem chamar de seu. Num ato de escandalosa afronta a convenções internacionais de direitos humanos, à legislação brasileira e à Constituição do país, o governo firmará, nesta quinta, 26, o Decreto de Outorga e o Contrato de Concessão da UHE Belo Monte com o Consórcio N/Morte Energia no Palácio do Planalto. A assinatura ocorrerá antes do Ibama ter concedido a Licença de Instalação à obra, que, por lei, deve anteceder mesmo o processo de licitação (artigo 4 da resolução 006 do CONAMA), e enquanto ainda tramitam na Justiça 15 Ações Civis Públicas contra a Licença Prévia, contra o leilão e por violação de Direitos Humanos e Constitucionais das populações ameaçadas. Neste ato, serão rasgados acordos internacionais como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas e a Convenção sobre Diversidade Biológica, que exigem o consentimento livre, prévio e informado dos Povos Indígenas e Comunidades Locais em caso de empreendimentos que afetem suas vidas. Será consolidado um procedimento que ressuscitou um autoritarismo aterrador por parte do governo, que instou o Tribunal Regional Federal a derrubar sem a mínima avaliação dos argumentos jurídicos três liminares concedidas pela Justiça Federal contra a obra e o leilão, constrangeu procuradores do Ministério Público Federal através de ameaças abertas por parte da Advocacia Geral da União, e avalizou um projeto que custará mais de 19 bilhões de reais – a maior parte advinda de fundos públicos como o BNDES e de fundos de pensão - sem a menor garantia de viabilidade econômica, representando uma grave ameaça ao erário público. Há mais de um ano atrás, em julho de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu em audiência representantes da comunidade científica, lideranças indígenas e sociais e o bispo da Prelazia do Xingu, Dom Erwin Kräutler, e garantiu textualmente a seus interlocutores que não lhes “enfiaria Belo Monte goela abaixo”. Também se comprometeu a responder algumas questões, que lhe foram enviadas por carta posteriormente: - O que diz Lula ao Brasil sobre a ineficiência energética da usina, que na maior parte do ano só produzirá 40% da energia prometida? - Que garantias Lula dá às populações do Xingu de que não serão construídas outras três usinas – Altamira, Pombal e São Felix do Xingu – no rio? - O que diz Lula sobre os impactos às populações indígenas? - Qual o número de atingidos pela obra que serão deslocados de suas casas? - O que será da população dos 100 km da Volta Grande do Xingu que secarão com Belo Monte? - O que diz Lula sobre a pressão populacional que a região sofrerá com a migração de milhares de pessoas para Altamira, em busca de emprego e oportunidade? - Qual é, afinal, o custo da usina? - Qual será a tarifa cobrada da população brasileira pela energia produzida por Belo Monte? Estas perguntas nunca foram respondidas pelo presidente. Não foram respondidas satisfatoriamente por ninguém. As populações ameaçadas, todos nós brasileiros, fomos escanteados, desrespeitados em nossos direitos, tivemos nossas leis pisadas na lama e nossos direitos ridicularizados. A assinatura do Decreto de Outorga e do Contrato de Concessão da UHE Belo Monte, um dos primeiros atos oficiais no reluzente e recém-reinaugurado Palácio do Planalto, deixará uma mancha macabra e feia. Mas não extinguirá a resistência de indígenas, ribeirinhos e pequenos agricultores que lutam por suas vidas no Xingu, e por tudo que o rio e as matas são para eles e para nós: garantia de futuro. Vergonha sobre o governo! Belo Monte não passará! Assinam: Movimento Xingu Vivo para Sempre Coiab CIMI Dom Erwin Kräutler, bispo da Prelazia do Xingu Rede Fórum da Amazônia Oriental - FAOR Comitê Metropolitano Xingu Vivo para Sempre, Belém/PA Instituto Amazônia Solidária e Sustentável (IAMAS) Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC) Instituto Terramar Justiça Global Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos – SDDH Rede Brasileira de Justiça Ambiental Instituto Humanitas Associação Floresta Protegida - Mebengokré/Kayapó Instituto Ambiental Vidágua Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB EDLC, Centro Legal de Defensores do Meio Ambiente Survival International FASE AMAZÔNIA MAMA - MOVIMENTO ARTICULADO DE MULHERES DA AMAZÔNIA - FMAP - FÓRUM DE MULHERES DA AMAZÔNIA PARAENSE - AMB - ARTICULAÇÃO DE MULHERES BRASILEIRAS... << xingu  belo monte  pará  lula  usina  Notícias do Norte 25/08/2010 12:11 0
Daniel de Almeida Alves
Daniel Alves
Amazônia perde 49 mil Km2 de áreas protegidas em um ano Brasília, 24 de Agosto de 2010 AGÊNCIA BRASIL A Amazônia perdeu pelo menos 49 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas por causa da extinção e redução de unidades de conservação (UCs) e terras... ver mais Brasília, 24 de Agosto de 2010 AGÊNCIA BRASIL A Amazônia perdeu pelo menos 49 mil quilômetros quadrados de áreas protegidas por causa da extinção e redução de unidades de conservação (UCs) e terras indígenas entre 2008 e 2009. A área equivale aos estados de Alagoas e Sergipe juntos. Os números são de levantamento da organização não governamental (ONG) do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado ontem (23). Entre novembro de 2008 e novembro de 2009, a ONG identificou e avaliou 37 tentativas formais de alteração de 48 áreas protegidas na Amazônia. Entre as medidas, estavam projetos legislativos sugerindo redução ou extinção das reservas, ações judiciais, decretos, portarias e propostas de zoneamento econômico-ecológico. Até julho de 2010, segundo o Imazon, 93% das iniciativas que foram concluídas resultaram na perda de 49.506 km² de áreas protegidas. Na grande maioria dos casos, a supressão se deu em áreas estaduais. O relatório do Imazon cita, por exemplo, a redução de UCs para implantação de projetos de infraestrutura – estradas e pequenas centrais hidrelétricas – em Rondônia e Mato Grosso. Unidades de conservação A redução de unidades de conservação de responsabilidade federal também entrou na conta. Um dos casos é a Floresta Nacional de Roraima, reduzida por decreto legislativo. O outro é o da Floresta Nacional do Bom Futuro, em Rondônia, próxima às usinas do Rio Madeira. Após um impasse para liberação de uma licença estadual para a obra da Usina de Jirau, um acordo entre o Ministério do Meio Ambiente e o governo do estado resultou na cessão de parte da Floresta Nacional (Flona) para a regularização de um assentamento. Além dos quase 50 mil km² que perderam status de áreas protegidas, mais 86,5 mil km² correm o mesmo risco, segundo o Imazon. As áreas são alvos de 13 projetos legislativos e ações judiciais ainda em tramitação. Os pesquisadores sugerem o fortalecimento da fiscalização, a consolidação das áreas protegidas e mais rigor na análise das propostas de alteração de UCs como medidas para evitar novas supressões ou reduções de reservas.... << amazônia  Notícias do Norte 24/08/2010 16:16 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Ato contra fechamento de rádios comunitárias fecha TV Bandeirantes de Campinas Nesta quinta feira a TV Bandeirantes de Campinas esteve sendo alvo de protesto pelo movimento das rádios comunitárias e de quem as apóia. Não é de hoje que sabemos... ver mais Nesta quinta feira a TV Bandeirantes de Campinas esteve sendo alvo de protesto pelo movimento das rádios comunitárias e de quem as apóia. Não é de hoje que sabemos que o grupo Bandeirantes de Rádio e Televisão se posta acima da Lei e traz pra si o papel de julgar o movimento de rádios comunitárias como criminoso. Além de descumprir a legislação trabalhista, desrespeitando o trabalhador, a mesma deixa de cumprir a legislação que rege o próprio setor de radiodifusão. Nesta quinta feira, no período da tarde, diversos movimentos sociais, sindicatos de trabalhadores e entidades ligadas a democratização do meios de comunicação, deram um basta às mentiras que o grupo Bandeirantes propagandeia através de suas emissoras, criminalizando um movimento legítimo que é o das Rádios Comunitárias. O principal argumento utilizado pela direção da emissora é de que diversas emissoras de rádios comunitárias não tem outorga do Ministério das Comunicações para funcionar. E olha que coisa, por ironia do destino; a TV Bandeirantes de Campinas está com sua outorga vencida. E nem por isso, a Polícia Militar e Civil, presentes no ato, a pedido da emissora, fizeram alguma coisa para prender os diretores ou fechar a própria emissora que estava funcionando ilegalmente. Os portões da frente da emissora ficaram fechados e ninguém podia entrar ou sair por ali. O trânsito teve que sofrer um desvio, mas como o movimento era pacífico e a pedido da polícia militar, foi liberado a pista para que o tráfego pudesse fluir. Mas a questão principal continuou de pé; a polícia iria ou não efetuar a prisão dos diretores da emissora ou fechar a emissora e lacrar seus transmissores?! É óbvio que não aconteceu nada nesse sentido. Após um prazo de duas horas, cumpridas ali na frente da emissora, a Polícia Civil não apareceu com a resposta, obrigando uma comissão presente dos representantes dos movimentos sociais ir até a DIG de Campinas e fazer a denúncia contra as emissoras do Grupo Bandeirantes que estavam com a outorga vencida. Segundo a alegação do delegado, a denúncia deveria ser feita no 5º DP, mas era ele quem mandava fazer diligências para fechar emissoras comunitárias. Era ele quem aparecia na mídia falando a respeito das diligências efetuadas contra as emissoras de rádio comunitária e seus radiodifusores. No 5º DP ficou constatado aquilo que já acreditavam, não era lá. Estabelecido então um documento, de que a TV Bandeirantes não apresentou documento nenhum, a luta continuará também em outras esferas. A postura do delegado da DIG de Campinas é que não ficou clara.Era a equipe dele, da DIG de Campinas, a mando dele quem cometia as infrações da Lei. Quem é então que cometia essa irreguaridade?! Os radio-difusores comunitários ou a DIG de Campinas fazendo papel da Polícia Federal? Estranho. Muito estranho essa situação. Pra fechar rádio comunitária,sem outorga pode, mas pra emissoras como a TV Bandeirantes de Campinas não?! O movimento também foi orientado a fazer uma denúncia na Corregedoria da Polícia, por prevaricação e por abuso de autoridade frente ao movimento das rádios comunitárias. E a irem também na Secretaria dos Direitos Humanos de Brasília, para que a mesma tome providências, já que a Polícia Civil e Militar estão cometendo um crime ao prender os radiodifusores comunitários, sem um mandato da Justiça e por prender e danificar equipamentos, que estão a serviço do movimento das rádios comunitárias. Fonte: http://pimentus-ardidus.blogs...... << radcoms  rádios  comunitárias  anatel  repressão  band  Rádios comunitárias 24/08/2010 14:44 0
João Paulo Malerba
João Malerba
ANJ cria o "Conar" do Jornalismo 23/08/2010 A Associação Nacional de Jornais (ANJ) anunciou, na última quinta-feira (19), a criação de um conselho de autorregulamentação para o... ver mais 23/08/2010 A Associação Nacional de Jornais (ANJ) anunciou, na última quinta-feira (19), a criação de um conselho de autorregulamentação para o Jornalismo no Brasil. A novidade foi lançada durante o 8º Congresso Brasileiro de Jornais, ocorrido no Rio de Janeiro e, segundo o Portal Imprensa, é uma forma de afirmar o compromisso da entidade com a liberdade de expressão. “Definimos conceitos básicos para o estabelecimento de um conselho de autorregulamentação, composto por sete membros, que julgará casos a ele submetidos”, disse a diretora superintendente do Grupo Folha, Judith Brito, que foi reeleita como presidente da ANJ no mesmo evento. O conselho, de acordo com Judith, deve entrar em funcionamento já no final de 2010. “Nos próximos meses, nosso compromisso é o de detalhar o regulamento e os procedimentos para que este conselho seja designado e comece a atuar”, explicou. A proposta de autorregulamentação no Jornalismo é semelhante à existente na Publicidade, regida pelo Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar), que atua de forma independente desde 1978. “Sabemos que muitos jornais já têm seus códigos de ética. A própria ANJ tem seu código. Agora, trata-se de avançar num modelo que permita debater e avaliar nossos erros, de forma transparente”, disse Judith. A presidente também falou sobre a queda do diploma para a atuação jornalística no país. Segundo ela, a exigência era um “claro embaraço à liberdade de expressão e era natural a sua revogação”. Mais apoiadores Cerca de três meses atrás, o Grupo Abril e o vice-presidente da Associação Nacional dos Editores de Revistas (ANER) defenderam autorregulação do setor como meio de evitar que se “confunda o leitor” na mistura de “opinião com notícia”. Segundo eles, "a imprensa tem oportunidade de se configurar como instituição relevante para aperfeiçoamento dos nossos costumes e instituições políticas. Refiro-me à urgência da autorregulação da nossa atividade", declarou Sidnei Basile em nome da Abril. "Não há outro jeito. Temos encontro marcado com a autorregulação. Tão mais tortuoso e torturado será nosso caminho, quanto mais tempo adiarmos essa convergência da imprensa com seu destino". Em representação da Abert, o presidente Daniel Pimentel Slaviero também saiu em defesa do autocontrole. "Essa é uma discussão oportuna, especialmente depois do julgamento da Lei de Imprensa. É o passo seguinte que está sendo amadurecido e debatido", completou. Na ocasião, porém, o deputado petista José Genoíno (SP) criticou a atitude da imprensa que, segundo ele, vive a buscar “fofoca e escândalo”. Genoíno chamou de “sadomasoquista” a relação estabelecida entre a mídia e o Congresso: "essa espetacularização gera visão banalizada do Legislativo, que produz leis importantes para a sociedade", acusou. Redação Adnew... << anj  jornalismo  associação  congresso  brasileiro  jornais  Conferência Nacional de Comunicação 24/08/2010 13:00 0
Luiz Alexandre
Luiz Alexandre
Artigo sobre Radcoms da América Latina Pessoal, achei este artigo super bacana sobre a importância de uma série de rádios comunitárias daqui da América Latina pra democratização da... ver mais Pessoal, achei este artigo super bacana sobre a importância de uma série de rádios comunitárias daqui da América Latina pra democratização da informação e mais uma série de outros assuntos relacionados a cidadania. Confiram. As rádios da esperança Paola Álvarez* Elas existem há mais de 50 anos e influenciaram tanto a história de seus povos como a de seus governos. As rádios comunitárias latino-americanas educaram sua gente, melhoraram a situação de pequenas populações, combateram ditaduras... São, definitivamente, um exemplo de bom uso dos meios de comunicação, a mostra viva da capacidade socializadora do rádio. Nascidas com vocação educativa e evangelizadora, hoje se adaptam aos tempos com programas de rearticulação civil e desenvolvimento. Em 1947, a Rádio Sutatenza começava um projeto que serviria de modelo a muitos outros na América Latina. O padre José Joaquín Salcedo havia chegado ao povoado de Sutatenza, na Colômbia, com vontade de melhorar a vida de seus habitantes, com vontade de lhes dar novos motivos para lutar, e o fez com seu transmissor de 90 watts e uma idéia –levar a educação aos 80% dos camponeses analfabetos por meio da rádio. Assim, respaldada pela Igreja, nascia a primeira rádio comunitária da América, que logo seria imitada em todos os rincões, de Caracas à Terra do Fogo. A história tem sido encarregada de remodelar este projeto. A década de 60 foi crucial; a Revolução Cubana de Castro, a Teologia da Libertação, e, em geral, o auge dos movimentos populares e de resistência paralelos à criação de regimes totalitários ampliaram o conceito de rádio social, convertendo-a, em alguns casos, em verdadeiros focos de resistência perante injustiças sociais, políticas repressivas e, inclusive, golpes de Estado. É o caso das Rádios Mineiras da Bolívia, emissoras sindicais que informaram o golpe militar do general García Maeza, em 1980, até que os disparos substituíram a voz do locutor; ou o caso da rádio Quillabamba no Peru, que era a única que relatava os enfrentamentos entre o Sendero Luminoso e o exército quando ninguém queria falar sobre o assunto. Hoje essas rádios estão perfeitamente organizadas em redes de todo tipo e quase todas estão afiliadas a alguma organização coordenadora de projetos comuns como Aler, a Associação Latino-americana de Educação por Rádio, ou Amarc, a Associação Mundial de Rádios Comunitárias. Mas é a Aler, por ter um número de membros mais limitado, a que melhor representa o espírito dessas emissoras. A Aler nasceu em 1972 como iniciativa de 18 rádios que viram na reunião uma possibilidade de crescimento e desenvolvimento. Seus objetivos eram melhorar os programas educativos, capacitar pessoal das emissoras e buscar apoio econômico para seguir crescendo. Nos anos 90, abre-se a emissoras não católicas e cresce até ser o que é hoje, uma associação que reúne 98 rádios de toda a América Latina e que tem uma audiência de mais de 12 milhões de pessoas, quase todas pertencentes a setores excluídos ou com pouco acesso a serviços públicos. A rede formada pela Aler em 1997, Alred Satelital, permite realizar programas e projetos conjuntos por intermédio da Internet ou via satélite. Desse modo, os esforços de todas as rádios podem se concentrar, por exemplo, em realizar informativos de maior qualidade com correspondentes em todas as pontas do continente. Os programas são produzidos por todas as rádios afiliadas, coordenam-se a partir da secretaria executiva, em Quito, e se distribuem por toda a rede e rádios afins. Educação à distância A evolução do projeto radiofônico comunitário significou também uma mudança na forma de entender o trabalho educativo. Hoje são poucas as emissoras que mantêm o projeto inicial de levar a escola às ondas, ainda que se siga fazendo. Um exemplo é o Irfa, o Instituto Radiofónico Fé y Alegria da Venezuela, que segue ministrando aulas por meio de suas rádios e, em alguns casos, chega inclusive a outorgar certificados de estudos. Mas esta já não é a tônica geral. Segundo palavras de Pepe Arévalo, coordenador do Sistema de Comunicação Radiofônica da Aler, o fim da Guerra Fria marcou um antes e um depois na concepção dessas emissoras, e, a partir do Encontro de Rádios Educativas que aconteceu em Quito, Equador, em 1991, empreendeu-se um novo caminho que passava pela redefinição do objetivo das rádios comunitárias e seu trabalho, que ainda hoje segue em marcha. Projetos com futuro Dentro de sua adaptação aos novos tempos se desenvolveram programas que assumem novas realidades, como a rearticulação civil após as ditaduras ou a emigração. Atualmente, um de seus projetos mais interessantes é o “Plano Migração, Comunicação e Desenvolvimento”. Esse plano foi criado no Equador com a idéia de racionalizar as chegadas de imigrantes equatorianos em seu país. Os números dizem que nos últimos anos quase 10% da população equatoriana emigrou para outros países e que a quantidade de dinheiro que entra no país por causa dos emigrantes supera 1,2 bilhão de dólares por ano. O “Plano Migração, Comunicação e Desenvolvimento” tem perfil comunicacional inspirado no programa "Callos y Guatitas”, produzido pela Aler e pela Coordenadoria de Rádios Comunitárias de Madrid, transmitido por 13 emissoras do Equador e em quatro da capital espanhola. O programa de notícias do país permite a equatorianos que vivem na Espanha falar com seus entes queridos no Equador...mas a parte mais importante do programa é a que não sai no rádio e que coloca em contato as famílias que recebem o dinheiro de seus familiares para alertá-las para que façam um gasto racional e invistam esse dinheiro de forma produtiva, seja em programas de desenvolvimento ou em investimentos responsáveis que podem propiciar, com o tempo, o retorno de seus familiares com garantias ao Equador. Situação legal Agora o grande inimigo a ser enfrentado são as diferentes legislações que regulamentam a situação das rádios comunitárias na América Latina. À exceção da Colômbia, todos os países apresentam restrições, de uma maneira ou outra, ao trabalho dessas emissoras. Nestor Busso, diretor da Rádio Encuentro na Argentina e especialista em legislação de rádios comunitárias, agrupa as restrições em três tipos: restrições à potência de emissão, na escolha de conteúdo e no uso de publicidade como forma de financiamento (a única maneira que possuem essas rádios de se manterem longe das influências e interesses políticos). Assim, por exemplo, no Chile se enfrentam restrições que impedem emitir com uma potência que supere um quilômetro de alcance; na Venezuela é o governo quem tem a última palavra sobre a programação de cada emissora e no Peru se luta contra a norma imposta pelo governo no ano passado que impedia a utilização de publicidade. A Aler e a Amarc já empreenderam ações jurídicas e políticas. No momento, o único fruto obtido é um informe do relator de liberdade de expressão da Comissão Internacional de Direitos Humanos, que assegura que as restrições na concessão de licenças a rádios comunitárias viola o artigo 13 da Convenção Americana de Direitos Humanos, que em seu inciso 1 ressalta que “toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento e de expressão. Esse direito compreende a liberdade de buscar, receber e difundir informações e idéias de toda natureza, sem consideração de fronteiras, verbalmente ou por escrito, ou em forma impressa ou artística, ou por qualquer outro processo de sua escolha”. Enquanto continua a luta pela superação dos obstáculos legislativos, as rádios comunitárias da América Latina seguem trabalhando incessantemente com o mesmo objetivo com que tudo começou em 1947, melhorar a vida dos excluídos, proporcionar novas ferramentas para lutar e, definitivamente, a idéia de que sublinha os projetos de rádios comunitárias, não só na América Latina mas também em todo o mundo: dar voz aos sem voz. *Paola Álvarez é jornalista e colaboradora da Agência de Informação Solidária (www.infosolidaria.org), onde este artigo foi publicado originalmente. Tradução de Marcelo Medeiros Extraído de: http://tonymarques.ning.com/p...... << cidadania  rádios comunitárias  participativa  Pesquisadores de Rádios Comunitárias 23/08/2010 16:02 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Atingidos pela UHE de Estreito realizam marcha por direitos em Tocantins Eles estão acampados há mais de um ano próximo à construção da obra Os atingidos pela Usina Hidrelétrica de Estreito, que está sendo... ver mais Eles estão acampados há mais de um ano próximo à construção da obra Os atingidos pela Usina Hidrelétrica de Estreito, que está sendo construída sob o rio Tocantins, entre o estado de Tocantins e Maranhão, irão marchar por mais de 125 km , a partir de segunda-feira, dia 23 de agosto. Eles cobram das empresas responsáveis pela barragem vários pontos que estão na pauta de reivindicações e que não avançaram no último período, enquanto permaneceram acampados em frente ao canteiro de obras, por mais de um ano. Os atingidos marcharão da cidade de Araguaina até Estreito, com previsão de chegada para o dia 01 de setembro. No trajeto, estarão debatendo com a sociedade os problemas da construção da barragem, os direitos dos atingidos e o plebiscito pelo limite da propriedade da terra. Além do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), estão na organização da marcha o MST, a CPT, a colônia de pescadores, o movimento de direitos humanos e o movimento de mulheres. A Usina Hidroelétrica de Estreito é de propriedade das empresas Suez, Vale, Alcoa e Camargo Corrêa, que conformam o Consórcio Ceste Energia. Foi iniciada com graves irregularidades que vão desde a concessão até a implantação das obras pelo consórcio, e está em processo acelerado de construção. Porém, as negociações junto aos atingidos não avançam. Eles reclamam da falta de clareza sobre os critérios utilizados para definir os valores das indenizações e diversas famílias não tem perspectiva de vida, pois não são reconhecidas como atingidas. O CESTE violou os direitos humanos ao não reconhecer várias categorias de trabalhadores como atingidos, entre eles os pescadores, extrativistas, oleiros, vazanterios, barraqueiros e barqueiros. “Ao invés de discutir os direitos dessas categorias, as empresas vêm cooptando, articulando falsas lideranças para confundir e dividir as comunidades, prometendo empregos, prestação de serviços, doando recursos para festas, computadores, carros e outras coisas”, afirma Cirineu da Rocha, coordenador do MAB na região. Segundo dados do Movimento, desde 2004 a Suez está enviando 100% do lucro líquido à sua matriz na França, “portanto o discurso de desenvolvimento pregado pelas empresas é falso, porque o lucro vai todo embora e nós ficamos na miséria”, sentencia Rocha. Marquinho Mota Assessoria de Comunicação - Rede FAOR... << norte  tocantins  atingidos  usina  hidrelétrica  estreito  Notícias do Norte 20/08/2010 16:43 0
Criar Brasil
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a Voz do Trabalhador - Programa 41 Nesta edição: "O Estatuto da Criança e Adolescente em pauta" Confira aqui ! Nesta edição: "O Estatuto da Criança e Adolescente em pauta" Confira aqui ! mercado de trabalho  mundo do trabalho  trabalho  A Voz do Trabalhador 13/08/2010 10:46 0
Criar Brasil
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a Voz do Trabalhador - Programa 40 A Voz do Trabalhador - Programa 40 Nesta edição: "CUT-RJ promove Seminário sobre o Dia Internacional da Mulher Negra" Confira aqui ! A Voz do Trabalhador - Programa 40 Nesta edição: "CUT-RJ promove Seminário sobre o Dia Internacional da Mulher Negra" Confira aqui ! mundo do trabalho  mercado de trabalho  trabalho  A Voz do Trabalhador 13/08/2010 10:39 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Audiodescrição é matéria de capa de revista editada por estudantes de jornalismo Estudantes de jornalismo da UnB lançam mais uma edição da Campus Repórter A 6ª edição da revista Campus Repórter será lançada na... ver mais Estudantes de jornalismo da UnB lançam mais uma edição da Campus Repórter A 6ª edição da revista Campus Repórter será lançada na próxima terça feira, dia 10/8, a partir das 19h30, no Sebinho, da 406 Norte, em Brasília. Inspirada na revista Realidade, é fruto de um trabalho acadêmico transdisciplinar de alunos e professores da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. A Campus Repórter é feita por meio de um conjunto de disciplinas – de jornalismo, publicidade, desenho industrial – para a experimentação avançada de reportagem no meio impresso. Com acabamento bem cuidado, fotografias e diagramação sofisticadas, a edição traz as seguintes reportagens: A reportagem de capa sobre audiodescrição nasceu de um documentário – trabalho de conclusão de curso. Para entender os outros sentidos, além da visão, as repórteres frequentaram o Centro Especial de Ensino para Deficientes Visuais - DF. A reportagem sobre mulheres que se organizam em cooperativas foi produzida no ABC e aborda o cooperativismo no berço do sindicalismo brasileiro. Goiás é o cenário da reportagem inserida nos 20 anos de políticas públicas para a infância e a adolescência com a criação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Os repórteres passaram cinco dias em um orfanato para entender a lógica desses espaços. A história do rock dos anos 60 em Brasília é um híbrido: a pesquisa é reportagem, mas o formato é almanaque; tem fotos resgatadas de álbuns desbotados e formas geométricas inspiradas em cartazes modernistas. Muito antes do mito do Legião Urbana, os jovens cabeludos da capital abriam shows de Roberto Carlos e animavam bailinhos em vários pontos da cidade. O entrevistado da edição é o cientista político David Fleischer . Às vésperas das eleições presidenciais, o principal desafio a vencer foi a produção de um material com tempo de validade longo, capaz de superar as nuvens que se movem tão rápido no cenário eleitoral. Fonte: Rede Saci Link: http://www.saci.org.br/index....... << jornalismo  acessibilidade  universitário  Necessidades especiais 09/08/2010 16:04 0
Fernanda Cristina  -Nazaré da Mata -PE
Fernanda PE
a \"profecia\" que assusta Catende Mata Sul de Pernambuco A "profecia" que assusta Catende Mata Sul // Morador sonha que inundação vai atingir a cidade neste sábado e suposta tragédia divide opiniões no município Marta... ver mais A "profecia" que assusta Catende Mata Sul // Morador sonha que inundação vai atingir a cidade neste sábado e suposta tragédia divide opiniões no município Marta Telles martatelles.pe@dabr.com.br Uma profecia vem causando rebuliço e dividindo a opinião dos moradores de Catende - uma das cidades da Mata Sul afetadas pela fúria das águas no dia 18 do último mês de junho. No município, o assunto principal não é mais a reconstrução. O que está tirando o sono de uns e virando o tema preferido de piadas dos mais céticos é o sonho que o oficial de Justiça Luiz Mário dos Santos, de 49 anos, teve. Enquanto dormia, o evangélico viu uma água barrenta e forte inundando dois pontos altos do município, locais que, até então, nunca foram atingidos pelas enchentes. Num outro sonho, apareceu a data da catástrofe: 7 de agosto. Seria uma premonição? A "profecia" que assusta Catende. Imagens: Marta Telles/DP/D.A Press Alguns levam a "revelação" na galhofa. Outros acreditam que é uma temeridade espalhar um boato desses depois de tanta desgraça e acusam Luiz Mário de ser irresponsável. Muitos chamam o oficial de Justiça de louco e mentiroso. Frases como "ele merece uma pisa se não acontecer" são ouvidas frequentemente. Mas há uma grande parcela da população que acredita na "visão" do "profeta", como também está sendo chamado. Essas pessoas garantem que vão ajudar a convencer os demais a retirarem os móveis e documentos das casas onde a "maior enchente da história do município vai passar". Luiz Mário preferia não ser chamado nem de profeta, nem de lunático. Ele diz que está apenas fazendo o papel que Deus lhe confiou. O evangélico não acreditava que o seu relato iria surtir tanto bafafá, muito menos que iria reverberar no Recife, distante 142 quilômetros de Catende. Durante a entrevista, fez questão de dizer que sua intenção não era aparecer. Até relutou um pouco em posar para as fotos, disse que não podia. Mas, "em nome da sua missão", acabou aceitando. "Se o que sonhei acontecer, pelo menos eu estou tranquilo porque tornei o assunto público. E não vou fugir. Ficarei aqui no dia 7. Se não houver a enchente, estarei numa situação difícil, eu sei. Ficarei desacreditado, mas minha fé me leva para esta direção. Resolvi contar o sonho e evitar o pior", defendeu. Como toda previsão, o assunto chegou à Igreja, à Justiça e a outras entidades governamentais. Até o padre da Paróquia de Sant'Ana (Catende), Bráulio Lins, foi procurar Luiz Mário para saber do tal sonho. O padre teve que abordar o assunto durante a missa para acalmar as pessoas. "Muita gente está com medo. Se chover muito essa semana pode levar pânico à população. Não só em Catende, mas em toda a região. Todo dia liga gente para mim de Palmares, Barreiros e Água Preta. Eu tento acalmar. Digo que não acredito que vai acontecer, mas lembro que independentemente de previsão, se chover muito e a água começar a subir, todos devem sair de casa", explicou. Luiz Mário dos Santos afirma ter sonhado que dois pontos mais altos do município seriam atingidos pela enchente. Depois, ele teria sido informado sobre a data da tragédia: 7 de agosto Foto: Júlio Jacobina/DP/D.A Press O pároco disse ainda que acredita em Luiz Mário, mas acha que ele se impressionou com a enchente de junho. "Ele é um homem sério, não demonstra sinais de perturbação. Está falando a verdade, disse com precisão que a enchente cobriria a cidade em mais três metros em relação à anterior, mas acredito que o sonho é produto da mente dele. Ele sonhou e codificou como revelação", disse. O padre também pediu aos fiéis que respeitassem Luiz Mário, já que a revelação não é maldade. "Disse aos católicos que não usem ofensa ou violência contra ele, caso não aconteça a enchente", ressaltou. O juiz titular da comarca de Catende, Ailton Soares, convive com Luiz Mário há anos. Ele disse que não acreditava nas previsões do oficial de Justiça, mas, por enquanto, está levando o assunto na brincadeira, como todos do fórum. "Eu disse que era o primeiro a dar uma pisa nele. Mas, falando sério, acredito que o assunto tenha ficado no inconsciente dele. Eu até achava ele são, depois dessas teorias não sei mais", contou o juiz. Soares disse ainda que a previsão poderia ser enquadrada como falso alarme ou provocação de pânico. Por ora, Luiz Mário está livre. Mas poderia ser preso. A julgar pela previsão do tempo no site do Climatempo, o oficial de Justiça vai passar por maus bocados. O sábado será de sol com muitas nuvens durante o dia e períodos nublados com chuva a qualquer hora. A descrição não chega nem próxima do dilúvio anunciado.... << pernambuco  Amigos do Rádio 04/08/2010 15:24 0
André  Lobão
André Lobão
Atingidos por barragem ocupam hidrelétrica No início desta semana (26/07), cerca de 450 camponeses e atingidos por barragens ocuparam a hidrelétrica Foz do Chapecó, situada no rio Uruguai, na divisa dos estados de Santa... ver mais No início desta semana (26/07), cerca de 450 camponeses e atingidos por barragens ocuparam a hidrelétrica Foz do Chapecó, situada no rio Uruguai, na divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os manifestantes reivindicam que o grupo CPFL, formado pelas empresas Votorantin, Bradesco e Camargo Correa cumpram com as promessas feitas durante as discussões sobre a construção da barragem. Houve forte presença policial na manifestação e a força de segurança chegou a jogar granadas contra as famílias. No entanto, não houve feridos e o confronto foi encerrado antes que pudesse desencadear uma situação mais grave. "Aconteceram vários despejos, várias injustiças, e além disso os pescadores que viviam do trabalho no rio Uruguai não estão sendo reconhecidos como atingidos pela hidrelétrica Foz do Chapecó", explicou Evanclei Farias, da coordenação do Movimento de Atingidos por Barragens - MAB. Além disso, no final do mês de junho, o Ministério Público Federal (MPF) decidiu que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não poderia emitir a Licença Ambiental da Operação (LAO) da hidrelétrica, já que mais de 60% da vegetação ainda não havia sido retirada da área onde se formará o lago da barragem. De acordo com informações do MAB, a não retirada desta vegetação provocará grandes impactos ambientais, sobretudo quanto à qualidade da água. Outro agravante é que na jusante (lado para onde desce a água da maré vazante), o rio Uruguai ficará com vazão bastante reduzida em um trecho de mais de 23 Km. Para Evanclei, a manifestação conseguiu chamar a atenção, pois na próxima quinta-feira (29/07), o Ibama, o Ministério de Minas e Energia, representantes da hidrelétrica Foz do Chapecó e membros do MAB estarão reunidos em Brasília, Distrito Federal, no Ministério de Minas e Energia para debater as reclamações dos atingidos pelas obras da hidrelétrica Foz do Chapecó. "Entre as principais reclamações dos atingidos por barragens, será colocado durante a reunião a necessidade de uma nova área para reassentar as famílias despejadas, o reconhecimento dos pescadores como atingidos pela hidrelétrica, acesso ao lago da barragem, crédito para as famílias e a criação de um projeto de desenvolvimento regional", pontuou Evanclei. A hidrelétrica atingiu diretamente uma média de 2.500 famílias, sendo que cerca de 300 famílias não foram contempladas com nenhum dos benefícios prometidos durante as discussões para a construção da barragem. Além da ausência de condições para continuar a vida em outras terras, a obra não desenvolvimento prometido pelas empresas e causou desestruturação econômica, social e ambiental. As famílias acampadas próximo ao canteiro de obras da hidrelétrica não impediram o andamento das obras, apenas atrasaram o andamento impedindo a entrada de matéria-prima. Cerca de 70 famílias permanecerão mobilizadas até que sejam informados os resultados da reunião da próxima quinta-feira. Caso as definições não sejam positivas, os atingidos deverão se reunir em assembleia para decidir como devem dar prosseguimento à luta por moradia e condições dignas de vida. Fonte: Adital - Natasha Pitts... << atingidos  Atingidos Pelo BNDES 28/07/2010 14:22 0
Clara Araújo
Clara Araújo
Autoridades ainda resistem a condenar tortura no Brasil, diz relatório O Relatório sobre Tortura: uma Experiência de Monitoramento dos Locais de Detenção para Prevenção da Tortura, elaborado pela Pastoral Carcerária,... ver mais O Relatório sobre Tortura: uma Experiência de Monitoramento dos Locais de Detenção para Prevenção da Tortura, elaborado pela Pastoral Carcerária, mostra que juízes e promotores ainda resistem a combater esse tipo de prática no Brasil. De acordo com o documento, as denúncias dos presos raramente são levadas a sério. A Agência Brasil teve acesso à integra do relatório, que será divulgado na próxima segunda-feira (2). “Fica patente que as autoridades competentes para investigar, processar e condenar os torturadores – juízes, delegados de polícia e promotores de Justiça – geralmente têm pouca ou quase nenhuma motivação para fazer cumprir a lei e as obrigações assumidas pelo Estado brasileiro de debelar e prevenir a tortura”, diz o documento. Leia também: De acordo com o assessor jurídico da Pastoral Carcerária, José de Jesus Filho, a entidade denunciou 211 casos de tortura entre 1997 e 2009. Porém, a maioria dos torturadores não sofreu punições. “Os juízes e promotores acham que estão enfraquecendo a autoridade pública. O que o criminoso diz é sempre mentira. Em vez de julgar com isenção, eles preferem julgar a favor do agente público”, disse. Para José de Jesus Filho, o sistema prisional passa por um momento crítico. “Há uma tensão entre agentes públicos que ainda carregam a tradição ditatorial e praticam a tortura e aqueles que querem mudar isso e se colocam contra esse tratamento cruel”, afirmou o assessor jurídico, que coordenou a elaboração do relatório. O documento contém um trecho da pesquisa da coordenadora-geral da Ação dos Cristãos para Abolição da Tortura (Acat-Brasil), Maria Gorete de Jesus. A entidade analisou 51 processos criminais de tortura na cidade de São Paulo, no período de 2000 a 2004. Dos 203 réus, 127 foram absolvidos, 33 foram condenados por tortura e 21 por outros crimes (lesão corporal ou maus-tratos). “O que significa dizer que apenas 18% foram condenados e 70% foram absolvidos. Dos 203 réus, 181 eram agentes do Estado acusados de crime de tortura. Entre os 12 civis acusados, a metade foi condenada”, afirma o relatório. Segundo o documento, nos casos de tortura envolvendo agentes do Estado, a produção de provas é frágil e o corporativismo policial interfere diretamente na apuração das denúncias. Além disso, o governo raramente coloca em prática os mecanismos internacionais contra tortura ratificados pelo Brasil. “Nas sentenças é comum encontrar questionamentos quanto às lesões constatadas na vítima, colocando em dúvida não somente a palavra da pessoa agredida, mas também a autoria do crime. Chega-se ao ponto de dizer que a própria vítima teria sido responsável pelos ferimentos”, diz o texto. A Pastoral Carcerária registrou casos de tortura em 20 Estados brasileiros, sendo o maior número de casos em São Paulo (71), no Maranhão (30), em Goiás (25) e no Rio Grande do Norte (12). De acordo com o coordenador nacional da Pastoral Carcerária, padre Valdir João Silveira, em alguns estados, as equipes ainda não estão treinadas para fazer o levantamento de dados e o acompanhamento dos casos. “[Os dados] foram levantados por agentes da Pastoral Carcerária, pessoas que semanalmente vão aos presídios para evangelizar e catequizar, mas, perante a violência nos presídios, buscam também o direito das pessoas que estão aprisionadas, que o Estado está tratando com tortura e maus-tratos.” Fonte: Agência Brasil... << violência  violência policial  tortura  Direitos Humanos 27/07/2010 12:34 0
Criar Brasil
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a Voz do Trabalhador - Programa 39 Nesta edição: "Governador do Rio recebe documento da Plataforma da Classe Trabalhadora" Confira aqui ! Nesta edição: "Governador do Rio recebe documento da Plataforma da Classe Trabalhadora" Confira aqui ! mundo do trabalho  mercado de trabalho  trabalho  A Voz do Trabalhador 26/07/2010 19:22 0
André  Lobão
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a Voz do Trabalhador - Programa 38 Nesta edição: "O Marco Regulatório do Pré-Sal" Confira aqui ! Nesta edição: "O Marco Regulatório do Pré-Sal" Confira aqui ! trabalho  mercado d etrabalho  mundo do trabalho  voz do trabalhador  A Voz do Trabalhador 22/07/2010 11:08 0
André  Lobão
André Lobão
Agências de (in)Formações Independentes Agências de (in)Formações Independentes Consciência É mais fácil compreendermos processos de transformações, individuais e coletivas,... ver mais Agências de (in)Formações Independentes Consciência É mais fácil compreendermos processos de transformações, individuais e coletivas, quando reconhecemos e consideramos o que vai pelo inconsciente, nosso e do outro. Freud, Jung, Reich nos ensinam que cada um de nós, no correr da vida, adquire e internaliza defesas. Elas têm a função de impedir sentimentos que nos incomodam. Por outro lado, a construção de relações de confiança facilita comunicações mais profundas. Assim, antes de entrar propriamente nos conteúdos, é necessário cuidar de si e do outro, estabelecer aproximações. Como no namoro: há o olhar, a empatia, a delicadeza na aproximação, as identificações comuns, os sinais, o pegar na mão, a construção da relação. As (in)Formações profundas somente chegam ao seu destino quanto o destinatário está receptivo. Comunicar é uma arte. Da compreensão... Conteúdos diferenciados - que intencionam contribuir para qualidade na vida de cada um e de todos - podem ser oferecidos a veículos de comunicação de todo o país. Existem fontes - individuais, comunitárias, ongs, oscips... Existem veículos potencialmente interessados - jornais, revistas, rádios, tvs. E os virtuais, inventados ou por inventar - sites, blogs, orkuts... As fontes não têm normalmente conexão com os veículos. Agências de (in)Formações podem ter esta função: colher conteúdos de qualidade e disponibilizá-los para veículos que os ofereçam aos públicos. O terceiro setor - organizações de interesse público sem fins lucrativos, formais ou informais - e um quarto setor - indivíduos, pessoas físicas - podem assim compartilhar suas visões de mundo. ... Ao gesto A realização de uma Agência de (in)Formações independente é trabalhosa, mas simples. O básico: Uma pessoa interessada, com senso ético internalizado e capacidade de aprender o fazimento: colher informações, editá-las, formatá-las, articular sua veiculação.  Um espaço, uma mesa, cadeira, um computador, um telefone com fax , um scanner. Relação dos veículos existentes no país. Por exemplo, uma lista, com informações que incluem endereços, é comercializada pela Meio e Mensagem, no seu anuário de mídia, impresso ou on line. O site, http://www.meioemensagem.com.... Lá, à esquerda, na coluna Especial, clique Loja Virtual. Ou  080072444 . Merecem ser relacionados, além dos veículos informais, as rádios e tvs comunitárias. E, jornais e revistas produzidos e voltados para suas comunidades. No campo virtual, outro mundo de comunicações. Aqui, quando a (in)Formação disponibilizada toca quem a recebe, são incontáveis as possibilidades de reprodução e espalhamento. Depende basicamente da iniciativa de cada um.  Relação de fontes possíveis de (in)formações. Vale pesquisa. Há as pessoas e instituições que já dão certo, já fazem trabalhos reconhecidamente em favor do desenvolvimento integral da pessoa e da coletividade. Há os desconhecidos do público, atuantes ou na semeadura. O boca-a-boca constrói redes. Um leva a outros que leva a muitos. Conteúdos Todo este trabalho só faz sentido se os conteúdos das (in)Formações a serem oferecidas contribuírem para o bem estar individual e coletivo. Para não ter dúvidas, me pergunto: é o que desejo oferecer aos meus filhos, aos meus pais, aos amigos, aos que não conheço? Estimula reflexões? (In)Formações atemporais tendem a permanecer. Foram úteis ontem, podem ser úteis hoje e amanhã. A construção de um mundo melhor comporta variedade de temas e públicos. Provocações de insights, ética, comportamento, brincadeiras passo a passo, notícias que geram esboços de sorrisos, agradáveis de saber... Escritas para todos nós ou especificamente destinadas a pais, crianças, babás, professores, empresários, médicos, políticos, funcionários públicos... Formas Textos, fotos, vídeos, áudios. Em releases, artigos, cromos, fitas, dvds, cds – virtuais ou físicos... Escolhas de produção e oferta em função dos veículos: jornais, revistas, rádios, tvs... Abrem-se fronteiras de imaginação e lembranças. No início da segunda metade do século vinte, um jornal de circulação nacional oferecia a jornais do interior matérias atemporais em cadernos-tipo-cultura, com espaços para inserções publicitárias locais. Qualidade de Informações para públicos virgens. Todo o mundo quer Aqui, ali, acolá, conteúdos de qualidade, quando emocionalmente entendidos, tendem a encontrar pessoas e instituições pró-ativas que utilizam e reproduzem os conhecimentos adquiridos. Assim, em leve prazo, se sucesso aqui, também sucesso entre outras pessoas, outros povos de outros países com outras línguas, que tenham em comum a mesma humanidade. Luiz Fernando Sarmento luizfernando@sescrio.org.br www.videolog.tv/luizfernandos... ... << comunicação comunitária  comunicação interativa  Comunicação Comunitária Interativa 14/07/2010 17:21 0
Criar Brasil
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a Voz do Trabalhador - Programa 37 Nesta edição: "A CUT na eleição presidencial" Confira aqui ! Nesta edição: "A CUT na eleição presidencial" Confira aqui ! a voz do trabalhador  cut  eleicoes 2010  A Voz do Trabalhador 08/07/2010 16:47 0
Adriana Maria
Adriana Maria
Aprovado em Comissão Projeto de Lei que modifica a Lei Maria da Penha A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, no dia 9 de junho, o Projeto de Lei 6340/09, do deputado Capitão... ver mais A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, no dia 9 de junho, o Projeto de Lei 6340/09, do deputado Capitão Assumção (PSB-ES). O projeto modifica a Lei Maria da Penha com o objetivo de acelerar a adoção de medidas urgentes de combate à violência contra as mulheres. De acordo com o texto, fica acrescido ao artigo 12º da Lei Maria da Penha um inciso que reduz de 48 para 24 horas o prazo dado à autoridade policial para enviar ao juiz o pedido da mulher ofendida, para a concessão de medidas protetivas de urgência. O projeto determina ainda que, recebido o expediente com o pedido, cabe ao juiz o prazo de 24 horas (e não mais de 48 horas) para adotar as providências cabíveis. O projeto será analisado também pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e não deverá ser votado pelo Plenário, pois tramita em caráter conclusivo... << Nenhuma Rede de Mulheres da AMARC Brasil 05/07/2010 12:09 0
João Paulo Malerba
João Malerba
Abraço identifica o fechamento de 125 emissoras pela Polícia Civil no Estado de São Paulo Dados são alarmantes e mostra disposição política do Governo do Estado em atuar na defesa do monopólio da comunicação. Um rastreamento na internet,... ver mais Dados são alarmantes e mostra disposição política do Governo do Estado em atuar na defesa do monopólio da comunicação. Um rastreamento na internet, realizado pela Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária Regional São Paulo, nos sites das empresas de comunicação da capital e interior, detectaram o fechamento de 125 rádios no estado realizado pela polícia Civil. Segundo a ABRAÇO - SP, o número de ações pode ser 30% maior, pois existem um grande número de policiais que se sentem constrangidos de realizar operações desta natureza, e ao realizarem por ordens superiores, não as divulgam. Somente em 4 operações haviam mandado judicial para a realização das operações e na maioria delas, os representantes da polícia alegavam radiointerferências sem contudo, apresentar laudo pericial que comprovassem as denúncias ofertadas pelos agentes de repressão. Os dados coincidem com o início das operações de duas empresas especializadas no rastreamento de emissoras, cujos clientes são as grandes emissoras comerciais filiadas a ABRA e ABERT, que rastreiam e denunciam as ações junto a polícia Civil. Segundo Jerry de Oliveira – Coordenador Sudeste da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária “existe uma linha política de atuação desta empresa junto ao alto comando da Polícia Civil e as respostas dadas ás autoridades segue um padrão determinado, é como se as respostas fossem ensaiadas, pois as desculpas de interferências seguem na mesma linha. É como se fosse editada uma cartilha para as justificativas de fechamento. Isso mostra uma determinação política em criminalizar a liberdade de expressão”. As empresas que prestam serviços as emissoras comerciais utilizam sites especializados em rádios e oferecem este tipo de serviço às emissoras comercias, que pode ser visualizado na Internet através do site: www.tudoradio.com. Em uma conversa de dirigentes da ABRAÇO – SP com esta empresa, foi detectado que existem 2 tipos de serviço, sendo o primeiro deles de apenas o rastreamento de emissoras, e a entrega da documentação às autoridades competentes (no caso a ANATEL) e o segundo serviço, de um valor muito maior, para o rastreamento e fechamento imediato com a ajuda de policiais Civis. A ABRAÇO - SP já solicitou junto à representantes da Assembléia Legislativa do estado de São Paulo, uma audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos para apurar denúncias das ações conjuntas de policiais civis, empresas de comunicação e agentes da Anatel que atuam junto com esta empresa. O OUTRO LADO Segundo a ABRAÇO SP, foram pesquisadas 93 matérias sobre o fechamento destas emissoras, e em apenas quatro delas, as equipes de reportagem lembraram um dos princípios do bom jornalismo, ou seja, ouvir o outro lado, o que mostra que as ações de fechamento de rádios que são pautadas pela mídia, possuem um objetivo de apenas mostrar o lado do opressores. Também foi verificado pela ABRAÇO - SP, que todas as matérias publicadas na mídia, estão inseridas nos cadernos policiais dos jornais ou nos blocos de TV e Rádios das Grandes emissoras, o que descaracteriza as emissoras como um problema político, mas sim uma tentativa de criminalização. Para a ABRAÇO – SP, isso mostra que as propostas apresentadas na Conferência de Comunicação, como a ANISTIA, o fim da Repressão e a descriminalização que foram aprovadas também pelo setor empresarial da mídia não passa de uma performance política que em nada corresponde com a realidade atual. Da redação do Jornal dos Trabalhadores Cristiane Costa... << rádios comunitárias  radcom  abraço  são paulo  sp  fechamento  anatal  pf  Rádios comunitárias 30/06/2010 12:54 0
Criar Brasil
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a Voz do Trabalhador - Programa 36 Nesta edição: "Educação e trabalho na pauta" Confira aqui ! Nesta edição: "Educação e trabalho na pauta" Confira aqui ! voz do trabalhador  trabalho  trabalhador  mundo do trabalho  mercado de trabalho  A Voz do Trabalhador 29/06/2010 18:18 0
Luiz Alexandre
Luiz Alexandre
a Copa do mundo ofusca toda a nossa atenção “para o que interessa” É clichê, é chato e, talvez, parte dessa “mídia-golpista-que-deseja-o-meu-mau”, mas é a única coisa que consigo pensar. Pouco me seduz as notícias sobre as eleições, as polêmicas nucleares acerca do... ver mais É clichê, é chato e, talvez, parte dessa “mídia-golpista-que-deseja-o-meu-mau”, mas é a única coisa que consigo pensar. Pouco me seduz as notícias sobre as eleições, as polêmicas nucleares acerca do Irã ou goleiros suspeitos de crime, mesmo que o caboclo jogue no meu time. O que me interessa é saber como será o jogo do Brasil contra a Holanda e se a Argentina do Maradona vai conseguir deter o Blitzkrieg da seleção alemã, que tá fazendo bonito. Bonito até demais. Ah, coração leviano... Veja como tudo fica difícil: o transporte em dia de jogo fica uma desgraça. Em alguns lugares daqui do Rio, como a Praia de Copacabana e o “Alzirão” da Tijuca, ficam terrivelmente lotados, prejudicam o fluxo do trânsito em muitos quilômetros e, convenhamos, com a crise da figura paterna que o mundo vem sofrendo nos últimos vinte, trinta anos, a falta de educação de muitos compatriotas é de uma veemência e estupidez que rivaliza com os membros da sociedade europeia da idade medieval. Mas eu só quero saber é se o Elano vai se recuperar a tempo para participar de outro jogo da seleção canarinho. Nem me falem de José Saramago. O único escritor de língua portuguesa a ganhar um Prêmio Nobel de Literatura, considerado por muitos um dos últimos indivíduos realmente relevantes, foi embora, mas acho que o Cristiano Ronaldo deve estar sendo bem mais visado do que a obra do falecido. Seja pela sua aparência, que parece contagiar muitas mulheres e alguns homens, seja pelo futebol, que não anda lá essas coisas, Ronaldo, junto de sua seleção, o bacalhau e os vinhos são a única coisa que nos remetem a cultura portuguesa. Morreu cedo demais, Saramago. Tinha que ficar aqui por pelos menos mais duas cinco copas e ir pro outro lado uns oito meses depois. Não adianta, a vida é um grande clichê. Cada nação tem o seu, não é diferente. Deixemos para sofrer no resto do tempo, amigos brasileiros. Os moralistas que me perdoem, mas parafraseando Odair José, não nos vendam grilos. Viver, companheiros, já pesa muitos quilos. ... << futebol  reflexão  Criar Brasil 29/06/2010 17:11 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 35 Nesta edição: "A saúde do trabalhador no Brasil " Confira aqui ! Nesta edição: "A saúde do trabalhador no Brasil " Confira aqui ! mundo do trabalho  trabalho  a voz do trabalhador  mercado de trabalho  saúde  A Voz do Trabalhador 23/06/2010 12:17 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 32 Nesta edição: "centrais sindicais lançam Agenda da Classe Trabalhadora" Confira aqui ! Nesta edição: "centrais sindicais lançam Agenda da Classe Trabalhadora" Confira aqui ! mundo do trabalho  trabalho  mercado de trabalho  trabalhador  A Voz do Trabalhador 01/06/2010 10:41 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 31 Nesta edição: "centrais sindicais se unem em favor da redução da jornada de trabalho e manutenção do piso regional no Rio de Janeiro" Confira... ver mais Nesta edição: "centrais sindicais se unem em favor da redução da jornada de trabalho e manutenção do piso regional no Rio de Janeiro" Confira aqui !... << mundo do trabalho  mercado de trabalho  trabalho  trabalhador  A Voz do Trabalhador 25/05/2010 16:52 0
João Paulo Malerba
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Audiência pública sobre a 1ª Confecom O requerimento de Audiência Pública sobre a Confecom, apresentado pela deputada Luiza Erundina na CCTCI (Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e... ver mais O requerimento de Audiência Pública sobre a Confecom, apresentado pela deputada Luiza Erundina na CCTCI (Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática) da Câmara, foi aprovado e a audiência será na próxima terça-feira, dia 25 de maio. É muito importante que as(os) representantes e militantes do movimento de Comunicação que estão aqui em Brasília participem. Vamos aproveitar a oportunidade para dar força ao nosso movimento na conjuntura pós-Confecom. Audiência pública para debater e avaliar a implementação das propostas aprovadas na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) Data: 25 de maio de 2010 (terça-feira) Hora: 14h30 Local: Plenário 13 - Câmara dos Deputados... << confecom  conferência  nacional  comunicação  audiência  pública  Conferência Nacional de Comunicação 21/05/2010 15:02 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 30 Nesta edição: "Bancária é demitida por causa de orientação sexual" Confira aqui ! Nesta edição: "Bancária é demitida por causa de orientação sexual" Confira aqui ! mundo do trabalho  mercado de trabalho  trabalho  trabalhador  a voz do trabalhador  A Voz do Trabalhador 17/05/2010 15:30 0
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a Internet, sem anonimato, é uma prisão de segurança máxima’. Entrevista com Henrique Antoun Na entrevista de hoje, concedida, por telefone, o professor Henrique Antoun aborda o tema da Internet e os comportamentos e posicionamentos que a tornaram possível. Ele também aborda a... ver mais Na entrevista de hoje, concedida, por telefone, o professor Henrique Antoun aborda o tema da Internet e os comportamentos e posicionamentos que a tornaram possível. Ele também aborda a cultura que a web está gerando com as possibilidades que ela permite. “A web é povoada, de fato, pelos movimentos sociais, hackers, grupos de ONGs, grupos de lutas sociais que começam a entender aquele lugar como um espaço que precisava ser povoado pela população e que não fosse restrito aos militares e universidades”, disse. Henrique Antoun é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É coordenador do grupo de pesquisa Cibercult e secretário executivo da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber). Confira a entrevista. IHU On-Line – Li uma afirmação sua de que são os comportamentos que criam a web. Como a construção da web hoje representa a sociedade atual? Henrique Antoun – A web tem várias camadas de construção. Ela tem uma camada militar ligada à preocupação norte-americana com uma possível guerra nuclear com a União Soviética. A Internet deveria ser, então, uma rede que permitisse aos aliados conduzirem um conflito sem que pudesse ser capturada a esfera do comando. Ela é também um projeto das universidades que vem como possibilidade de interação comunicativa e de poder de construir projetos comuns, de longo alcance e de amplo desenvolvimento. Mas, a Internet também foi construída pelos movimentos sociais dos anos 1960. Na medida em que estes vão sendo marginalizados, e a própria televisão assume a liderança da mídia de massa, passando a responder pela educação social, esses movimentos ocupam a web. Portanto, a web é povoada, de fato, pelos movimentos sociais, hackers, grupos de ONGs, grupos de lutas sociais que começam a entender aquele lugar como um espaço que precisava ser povoado pela população e que não fosse restrito aos militares e universidades. IHU On-Line – Você diz que a Internet é filha dos movimentos da década de 1960. Pode nos explicar isso? Henrique Antoun – Os movimentos sociais que se apropriaram da Internet ao longo dos anos 1980, através da lutas, e assim povoaram a web, são movimentos egressos dos anos 1960. São movimentos ligados às causas que as instâncias institucionais da sociedade não abraçava, como a questão dos homossexuais, das mulheres, dos trabalhadores ilegais e jovens. Foram nas ONGs que esses movimentos encontraram um modo de prosseguir. No decorrer dos anos 1980, como até hoje, os movimentos sociais não encontravam ouvidos e vozes na imprensa. Na Internet, então, encontraram um meio onde não só poderiam coordenar sua ação como podiam se comunicar e manter a sua versão dos fatos, assim como uma coerência da sua linha de atitudes. IHU On-Line – Ao analisar os caminhos desses movimentos na web, como você classifica a pirataria? Henrique Antoun – A questão da pirataria é atual e diz respeito aos grandes cartéis do entretenimento que acham que a cópia dos materiais que eles produzem e distribuem é um crime terrível. Na verdade, é parecido com a gritaria das editoras com o “xerox”. Você não tem como coibir isso, e a única forma de proibir é fazendo com que os preços sejam mais acessíveis do que os preços da cópia. Se copiar um livro me custa menos do que comprá-lo, há alguma coisa errada por quem está imprimindo o livro. A pirataria é uma discussão de proprietários querendo ganhar tempo para se adaptar às novas formas de fazer negócio. IHU On-Line – Um dos temas que se tem discutido muito é a questão do anonimato na Internet. Nesse sentido, e a partir da pesquisa que o senhor está trabalhando, quais são os principais problemas da democracia na cibercultura? Henrique Antoun – A Internet, sem anonimato, é uma prisão de segurança máxima. Ou você preserva a privacidade de que se comunica dela ou você faz da Internet uma prisão. Ela é uma máquina de controle, se não houver anonimato, ninguém escapa. Normalmente, as grandes corporações, empresas e sindicatos, instâncias institucionais da velha cultura, mídia e sociedade de massa acham que a Internet está destruindo a democracia. Isso porque estão destruindo a maneira representativa de massa de conduzir a sociedade, ou seja, está destruindo a maneira como alguns poucos podem se arvorar a decidir o que todo mundo quer por processos de eleição e representação. São processos que estão mais do que viciados e já não funcionam. Há mais de 30 anos que nenhum deles é capaz de dar conta daquilo que as populações investem e almejam. Então, esses grupos, o tempo inteiro, dizem que a Internet vai destruir a democracia porque ela beneficia um tipo de participação, e não essa representação. A Internet está muito mais ligada a uma ideia de democracia participativa do que a democracia representativa. A cultura de massa está centrada na ideia de que um produto guarda a vontade de todo mundo. A Internet está baseada no gráfico de lei de energia onde se tem uma multiplicidade inumerável de modos de existir, de atuar e fazer. É um lugar onde todos encontram a sua chance de prosseguir, mas dependem das participações, e não das representações. Além disso, é uma grande máquina de organizar a ação coletiva. IHU On-Line – O Brasil "invadiu" o Orkut. Além disso, a presença do país vem crescendo no Facebook e no Twitter. Como o senhor vê nosso país no cenário da comunicação digital no mundo? Henrique Antoun – O momento em que o Brasil ocupa o Orkut e se torna presença massiva nele, ele marca uma mudança de postura na política brasileira e na participação do público brasileiro. Até então, o brasileiro era aquele refém da televisão que se limitava a tudo o que a TV emitia. O Orkut marca o momento em que a população deixa de servir aos interesses da instituições de dominação de massa. O atual governo, creio eu, também está emancipando a população, dando-lhe capacidade de vida e manifestação. IHU On-Line – O que é a cibercultura hoje? Henrique Antoun – O André Lemos gosta de dizer que a cibercultura é a cultura contemporânea, porque ela é essa cultura que envolve computadores, celulares e as relações que se estabelecem a partir do uso desse tipo de ferramenta. Essa cultura, que já foi de massa, hoje se desloca para essa rede interativa e para esses modelos de interação distribuída dessa interface de comunicação formam inúmeros grupos de discussão sobre os mais diferentes assuntos. E isso possibilita que qualquer um possa, a qualquer momento, transmitir notícias, exprimir suas opiniões e formar um pequeno grupo. Isso significa que a Internet não incentiva que você queira ter sucesso por 15 minutos, mas sim que você quer liderar algum tipo de movimento ou coordenar algum tipo de ação. IHU On-Line – Que sociedade a cibercultura está ajudando a criar? Henrique Antoun – Saber com clareza é difícil. Mas certamente é uma sociedade profundamente diferente da sociedade de massa. Ela está fundada no capitalismo cognitivo, nas lutas da multidão contra os regulamentos do império, na comunicação participativa e nos novos modelos de democracia. Ela cada vez mais se distancia desse mundo onde alguns poucos podiam se arvorar ao poder de falar para todo mundo. 10/05/2010 | Redação IHU - Instituto Humanitas Unisinos... << internet  cibercultura  henrique antoun  Novas Tecnologias 11/05/2010 13:07 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 29 Nesta edição: "Igualdade Racial em debate no Rio" Confira aqui ! Nesta edição: "Igualdade Racial em debate no Rio" Confira aqui ! mundo do trabalho  mercado de trabalho  trabalho  trabalhador  a  voz  do  A Voz do Trabalhador 10/05/2010 14:47 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 28 Nesta edição: "A Festa da CUT-RJ no 1º de Maio" Confira aqui ! Nesta edição: "A Festa da CUT-RJ no 1º de Maio" Confira aqui ! mundo do trabalho  trabalho  trabalhador  A Voz do Trabalhador 04/05/2010 13:09 0
André  Lobão
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Atingidos pelas enchentes realizam manifestação na prefeitura do Rio Reprodução: Adital Organizações comunitárias de 13 favelas da periferia carioca vão realizar na próxima sexta-feira (30/04), a partir das 10h da manhã, uma manifestação contra a remoção das... ver mais Reprodução: Adital Organizações comunitárias de 13 favelas da periferia carioca vão realizar na próxima sexta-feira (30/04), a partir das 10h da manhã, uma manifestação contra a remoção das habitações, pela construção de moradias dignas e pelo investimento em obras de contenção, drenagem, saneamento e urbanização. Além disso, vão reivindicar o reassentamento imediato dos moradores cujas casas foram destruídas ou se encontram em situação de risco. A realização da manifestação foi decidida na grande assembléia realizada no último dia 21, no Morro dos Prazeres, com a presença de representantes de diversas comunidades atingidas pela enchente no Rio de Janeiro. Os manifestantes vão se reunir em frente ao Centro Administrativo São Sebastião (Piranhão), da prefeitura da cidade. Fonte: Rede contra a violência ... << rio de janeiro  moradia  habitação  reforma urbana  A Voz do Trabalhador 29/04/2010 12:04 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 27 Nesta edição: "o caos dos transportes no Rio" Confira aqui ! Nesta edição: "o caos dos transportes no Rio" Confira aqui ! mundo do trabalho  voz do trabalhador  trabalho  trabalhador  A Voz do Trabalhador 27/04/2010 15:40 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 26 Nesta edição: "CUT- Rio lança novo Portal" Confira aqui ! Nesta edição: "CUT- Rio lança novo Portal" Confira aqui ! mundo do trabalho  trabalhador  trabalho  A Voz do Trabalhador 19/04/2010 14:58 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 25 Nesta edição: Rio busca soluções contra enchentes" Confira aqui ! Nesta edição: Rio busca soluções contra enchentes" Confira aqui ! trabalho  mercado de trabalho  mundo do trabalho  rio de janeiro  A Voz do Trabalhador 10/04/2010 15:18 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 24 Nesta edição: empresas da indústria de frios exploram trabalhadores Confira aqui! Nesta edição: empresas da indústria de frios exploram trabalhadores Confira aqui! mundo do trabalho  mercado de trabalho  trabalho  a voz do trabalhador  A Voz do Trabalhador 02/04/2010 11:47 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 23 Nesta edição: a cidade que nós queremos Confira aqui! Nesta edição: a cidade que nós queremos Confira aqui! mundo do trabalho  mercado de trabalho  trabalho  A Voz do Trabalhador 28/03/2010 17:03 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 22 Nesta edição: Rio: o petróleo é nosso! Confira aqui! Nesta edição: Rio: o petróleo é nosso! Confira aqui! mundo do trabalho  voz do trabalhador  trabalho  A Voz do Trabalhador 20/03/2010 11:14 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 21 Nesta edição: os royalties do Petróleo Confira aqui! Nesta edição: os royalties do Petróleo Confira aqui! mundo do trabalho  trabalho  trabalhador  cut  A Voz do Trabalhador 14/03/2010 10:03 0
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a Voz do Trabalhador - Programa 20 Nesta edição:  O Dia Internacional da Mulher Confira aqui! Nesta edição:  O Dia Internacional da Mulher Confira aqui! mundo do trabalho  trabalho  trabalhador  A Voz do Trabalhador 06/03/2010 13:52 0
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